Monday, November 01, 2010


Adoção:
Ato de Deus pelo qual transforma seres humanos antes estranhos em participantes de sua família espiritual, incluindo-os como herdeiros das riquezas da glória divina. Essa adoção ocorre quando pela fé recebemos a obra de Jesus Cristo, o Filho (João 3:16), somos regenerados no Espírito (João 3:5,6) e recebemos o Espírito de adoção (Rom 8:15,16).

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, November 01, 2010 by Maurilo e Vivian

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Saturday, October 30, 2010

"É a Grande Abóbora Charlie Brown"

Posted on Saturday, October 30, 2010 by Maurilo e Vivian

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Entre nossas leituras diárias, passamos pelo site do Reasons to Believe e vimos algumas coisas interessantes.
Entre elas, uma lista de 12 falácias que devemos evitar em nossos argumentos. É algo importante não somente para saber quando alguém está usando um argumento falacioso, falho, mas principalmente, para evitarmos usar de tais argumentos. O que me chamou atenção nessa lista é que ela aponta as falácias mais comuns. Além disso, temos ouvido o podcast do Reasons to Believe, Straight Thinking (algo como Pensamento Correto), com o filósofo Kenneth Samples.
Veja abaixo a lista das 12 falácias que devemos evitar:

Argumentum ad baculum: Utilização de algum tipo de privilégio, força, poder ou ameaça para impor a conclusão.
Ex: "Acredite no que eu digo; não se esqueça de quem é que paga o seu salário"

Argmentum ad misericordium: “Apelo à Piedade” Pede-se a aprovação do auditório na base do estado lastimoso do autor.
Ex: “Eu não assassinei meus pais com um machado! Por favor, não me acuse; você não vê que já estou sofrendo o bastante por ter me tornado um órfão?”

Falácia genética. Erro de pensamento em que mostrar como algo que se desenvolveu é mostrar o que é. Tenta-se diminuir a posição de alguém mostrando sua origem.
Ex: as Testemunhas de Jeová se recusam a festejar aniversários natalícios ou outras festividades por terem origem pagã, sem terem em conta a evolução destas práticas, incorrem na falácia genética.
Um outro exemplo, quando alguém diz “você é cristão somente porque você nasceu em um pais cristão”, tentando diminuir a validade do cristianismo por causa disso. Existem cristão que nasceram em países islâmicos, por exemplo, e vieram a fé cristã mais tarde em suas vidas.

Otimismo exagerado: significa tomar os desejos por realidades e tomar decisões, ou seguir raciocínios, baseados nesses desejos em vez de em fatos ou na racionalidade.
Ex: Paul Wolfowitz predisse que "uma explosão de alegria irá saudar os nossos soldados" nas vésperas da Guerra do Iraque de 2003.

Post hoc ergo propter hoc, “Depois disso, por causa disso”: Consiste em dizer que, pelo simples fato de um evento ter ocorrido logo após o outro, eles têm uma relação de causa e efeito. Também conhecida como "Correlação não implica causa". (Correlation does not imply causation).
Ex: "O Japão rendeu-se logo após a utilização das bombas atômicas por parte dos EUA. Portanto, a paz foi alcançada devido à utilização das armas nucleares."

Argumentum ad ignorantiam, “Apelo à Ignorância”: Os argumentos desta classe concluem que algo é verdadeiro por não se ter provado que é falso. Argumento muito comum entre os ateus, que dizem que já que o ateísmo não pode ser provado como falso (não se pode provar uma negativa) o ateísmo é verdadeiro.
Ex: “Como não provaram que fantasmas não existem, então eles devem existir.”

Derrapagem, também conhecida como “Falácia do dominó”: assume-se uma pequena movimentação como um gatilho para que tudo siga para aquele sentido.
Ex: “Sou contra a eutanásia, porque daqui a pouco estaremos aprovando assassinatos e até genocídio generalizado.”

Generalização Precipitada, essa falácia aparece em todos os lugares: É o julgamento precipitado sobre uma amostra que é pequena demais em relação à população ou dado que ela quer apoiar, que acaba tendo uma generalização tendenciosa.
Ex: Fred, o australiano, roubou a minha carteira. Portanto, os Australianos são ladrões.

Argumentum ad hominem, “Ataque ao argumentador”: em vez de o argumentador provar a falsidade do enunciado, ele ataca a pessoa que fez o enunciado.
Abusivo: em vez de atacar uma afirmação, o argumento ataca pessoa que a proferiu.
Circunstancial: em vez de atacar uma afirmação, o autor aponta para as circunstâncias em que a pessoa que a fez e as suas circunstâncias.
Tu quoque (“Você Também”), Falácia do "mas você também": ocorre quando uma ação se torna aceitável pois outra pessoa também a cometeu. Uma forma de ad hominem.

Falácia do homem de palha: É mais fácil atacar um homem de palha do que um homem de verdade. Consiste em criar idéias reprováveis ou fracas, atribuindo-as à posição oposta.
Ex: Quem acredita na Bíblia acredita que Jonas foi engolido por uma baleia.

Omissão de dados: O autor escolhe quais dados compartilhar e quais dados ignorar. Dados importantes, que arruinariam um argumento indutivo, são excluídos.
Ex: Muito provavelmente o Corinthians vai ganhar este jogo porque ganhou nove dos últimos dez jogos (esquecendo de informar que oito desses jogos foram contra times da segunda divisão e seu adversário atual é da primeira divisão).

Humor dispersivo e ridicularização: Todo mundo gosta de uma boa piada, mas em um debate por vezes o humor pode ser mal usado para evitar o assunto de verdade ou para ridicularizar o oponente de forma desleal.

Posted on Saturday, October 30, 2010 by Maurilo e Vivian

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Por Bill Pratt
Tradução Pés Descalços

Uma das acusações mais comuns que os adversários do Design Inteligente (DI) atiram contra os teóricos do DI é que DI não é ciência de verdade. Eles vão dizer que uma verdadeira teoria científica deve ser testável contra o mundo empírico, deve fazer previsões, deve ser falsificável, deve ser explicativa em referência à lei natural, e assim por diante. Eles apontam para o DI e dizem que não cumpre todos esses critérios e, portanto, o DI não deve ser ciência.
Mas isso é verdade? Existe realmente critérios que definem se uma coisa é ou não ciência? Bem, se você perguntar para os filósofos da ciência (os especialistas acadêmicos sobre essa questão), eles lhe dirão que nenhum desses critérios existe. Toda tentativa de formular um conjunto de critérios rígidos acabou acidentalmente excluindo o que cientistas consideram campos científicos legítimos. Não há um conjunto de critérios acordados para separar a ciência da pseudo-ciência; isso simplesmente não existe entre os filósofos da ciência.
Segundo o filósofo da ciência Stephen Meyer, importantes filósofos da ciência, como Larry Laudan, Philip Quinn e Philip Kitcher têm argumentado que a questão se algo é ciência ou não é ao mesmo tempo "intratável e desinteressante". Meyer explica que "eles e a maioria dos outros filósofos da ciência têm cada vez mais percebido que a verdadeira questão não é se uma teoria é 'científica' de acordo com uma definição abstrata, mas se uma teoria é verdadeira, ou apoiada pelas evidências."
Essa é a chave. As teorias não devem ser rejeitadas ou aceitas pelas definições do que é ou não é ciência, mas pela evidência que apóia a teoria. Este conceito parece tão simples e óbvio, mas a tentativa de demarcação entre a ciência e a não-ciência é uma técnica favorita dos adversários do DI. Ao chamar DI de não-científica, os adversários nunca têm que olhar para as provas. Que conveniente! Chame isso de pseudo-ciência e siga em frente, sem nunca parar para examinar as provas ou avaliar os argumentos apresentados pelos proponentes de DI.
Meyer cita um filósofo da ciência, Martin Eger, que conclui: "Os argumentos de demarcação entraram em colapso. Os filósofos da ciência não se prendem mais a eles. Eles ainda podem desfrutar de aceitação no mundo popular, mas esse é um mundo diferente." De fato o é.
Para ler mais sobre este assunto, consulte este artigo de Stephen Meyer (em inglês).

Posted on Saturday, October 30, 2010 by Maurilo e Vivian

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Tradução Pés Descalços

Na primeira página do capítulo 1 do mais recente livro de Stephen Hawking e Leonard Mlodinow, The Grand Design, o seguinte é declarado para questões sobre a origem do universo:

"Tradicionalmente, essas são questões para a filosofia, mas a filosofia está morta. A filosofia não tem acompanhado a evolução da ciência moderna, particularmente a física. Cientistas tornaram-se os portadores da tocha da descoberta, em nossa busca pelo conhecimento."

Esta declaração reflete a atitude de muitos para com a filosofia. Eu, pessoalmente, tenho encontrado esse tipo de "soberba científica" em conversas e interações com os céticos.

Afirmações do tipo
"Prefiro perguntar para um físico do que um filósofo em qualquer situação.”
ou
"Os filósofos estão cheios de mentiras e só gostam ouvir a si mesmos falando, eu vou aceitar a palavra de um físico quântico ao invés da deles em qualquer situação."
não são totalmente incomuns na blogosfera ou no jornal local.

Dentro destas declarações, como a feita no novo livro de Hawking, existe um óbvio equívoco que precisa ser tratado. Simplificando, a ciência é construída sobre a filosofia. De fato, como os autores Dr. Norman Geisler e Dr. Frank Turek apontam, a ciência é escrava da filosofia. Por quê? Porque:

Não se pode fazer ciência sem filosofia. Pressupostos filosóficos são utilizados na busca pelas causas e, portanto, não podem ser o resultado delas. Por exemplo: os cientistas presumem "pela fé" que a razão e o método científico permitem que compreendamos com precisão o mundo ao nosso redor. Isso não pode ser provado pela própria ciência. Você não pode provar as ferramentas da ciência — a lei da lógica, a lei da causalidade, o princípio da uniformidade ou a confiabilidade da observação — executando algum tipo de experimento. Você precisa pressupor que aquelas coisas são verdadeiras para poder realizar o experimento! Desse modo, a ciência está construída em cima da filosofia. Infelizmente muitos assim chamados cientistas são na verdade filósofos muito ruins. [1]

De fato. Mesmo a declaração, "A ciência é a única fonte de verdade objetiva" não é em si uma verdade científica, mas ele afirma ser verdade! Portanto, a declaração se autodestrói.
A ciência é uma ferramenta extremamente valiosa e as contribuições para a humanidade têm sido grandes. Mas não nos deixemos enganar: a ciência deve a sua existência à filosofia.

Coragem e Boa sorte,
Chade

Recursos:
1. Dr. Norman Geisler e Turek Dr. Frank, Não tenho fé suficiente para ser ateu, p. 127-128 (em inglês). Nota: Geisler e Turek oferecem duas outras formas pelas quais a ciência é construída sobre a filosofia em seu livro.

Posted on Saturday, October 30, 2010 by Maurilo e Vivian

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Ateísmo: Uma Hipótese falsificada por Brian Colón

(Áudio em MP3 aqui em breve)

Vários ateus gostam de reclamar que o teísmo, ao contrário do ateísmo não é falsificável. Se isso for verdade, então isso significa que o ateísmo pode ser provado falso. Teísmo não pode. Muitos ateus consideram que este é um ponto forte para o ateísmo e um ponto fraco para o teísmo. O problema é que, uma vez que o ateísmo PODE ser provado falso, SE FOR provado falso, então Teísmo (sua negação) seria, necessariamente, provado verdadeiro. Quando existem apenas duas respostas possíveis para uma proposição, e uma deles for provada falsa, então a outra é necessariamente verdadeira. Considere a pergunta "Deus existe?" Há apenas duas respostas possíveis: "sim" e "não". Se a resposta "não" foi provada falsa, então a única resposta alternativa restante é "sim".

O caminho que eu escolhi para mostrar que o ateísmo é falso é mostrando as próprias contradições dentro da cosmovisão ateísta. Logicamente falando, se uma proposição contém conseqüências necessárias que são elas próprias auto-contraditórias, então a proposição não pode ser verdade. Por exemplo, não existem cadáveres vivos, não há trabalhadores desempregados, e não há água desidratada.

De acordo com alguns ateus famosos, aqui estão algumas conseqüências necessárias do ateísmo: “Deus não existe, não existe nada além do mundo físico” (Dan Barker - Protest sign at the Washington State Capital / Sinal de protesto na capital do Estado de Washington). “Os seres humanos não são nada, mas máquinas que geram DNA” (Richard Dawkins – Deus, uma ilusão). “A moralidade está baseada no consenso entre seres humanos” (Gordon Stein - “The Great Debate: Does God Exist?” / "O grande debate: Será que Deus existe?"). Se isso for verdade, seria impossível explicar coisas como absolutos morais, as leis da lógica, ou a dignidade humana; três coisas que todos nós entendemos que são indiscutíveis.

Absolutos Morais
Todo ateu que eu já conheci acredita que assassinato e estupro é mau. Mas qual é o mau? Eu pensei que tudo o que existe é a matéria. Existe alguma coisa má sobre a matéria? Por acaso a faca se importa que alguém a use para matar alguém? Claro que não. Talvez o mal seja apenas algo que nós experimentamos que diminuí a nossa felicidade. Isso não quer dizer que, já que o estuprador aumenta a sua felicidade por estuprar pessoas, então estuprar pessoas seria considerado bom para ele? Quem vai dizer que os juízos morais do estuprador são falhos e os nossos não são?

Uma vez uma mulher atéia me disse que ela soube que seu colega estava traindo sua esposa com outra mulher do escritório. Ela me disse que estava indignada com quão imoral ele era e como ela perdeu todo o respeito por ele. Eu perguntei "O que estava tão errado com o que ele fez?" Por que o fato de que ele era casado torna o ato de sexo com outra mulher imoral? Ela simplesmente disse: "É simplesmente errado!" Eu concordo, mas eu gostaria de saber por que ele no final das contas está errado dado a cosmovisão do ateísmo.

Leis da Lógica
Considere a lei de "meio excluído" que diz que uma proposição é verdadeira ou falsa, não existe uma terceira opção. Qual é o fundamento ontológico dessa lei? Essa lei é apenas resultado das funções químicas no nosso cérebro? Se sim, então como é que é universal? A lei é material? Claro que não! As leis da lógica são entidades imateriais abstratas, coisa que não pode existir se a única coisa que existe é a matéria.

Dan Barker, em um debate com o Dr. James White, tentou refutar esse argumento, dizendo que "a lógica não é uma coisa." Bem, se por coisa ele quer dizer um objeto físico, então eu concordo com ele. O problema é que ele já disse que o físico é tudo o que existe. Assim, de acordo com Dan Barker, não há lógica.

Dignidade Humana
Por que as pessoas vestem um jaleco e argumentam que as pessoas são simplesmente animais evoluídos, e depois dizem que não devemos tratar as pessoas como animais? Se tudo o que existe é a matéria, então isso significaria que nós não somos nada a não ser matéria também. Se isso for verdade, então porque acreditamos que os seres humanos são dignos de respeito? Em um debate com Paul Manata, Dan Barker afirma que os seres humanos não são mais importantes do que de brócolis. Acho muito interessante que o pedaço de brócolis conhecido como Dan Barker acha que outros pedaços de brócolis são dignos de amor e respeito, como se fossem algo mais do que de brócolis. Cada dia todos nós tratamos uns aos outros com respeito e dignidade, e todos nós sabemos que aqueles que desrespeitam as pessoas não deveriam fazer isso. Isso é verdadeiro para teísta e para o ateu. Os seres humanos são realmente dignos de respeito. Isso é inexplicável na cosmovisão ateísta.

Conclusão
O ateu é capaz de reconhecer os absolutos morais, leis da lógica e da dignidade dos seres humanos, três coisas que não podem existir, dada a visão de mundo do ateu. Então a pergunta é, porque o ateu está contradizendo sua cosmovisão? A resposta é óbvia, porque, como vimos, a proposição "Deus não existe" acarreta conseqüências impossíveis.

Há, no entanto, uma outra visão de mundo que é capaz de explicar as coisas que o ateu não pode explicar, ou seja, o teísmo cristão. No teísmo cristão, absolutos morais fazem sentido porque Deus é apresentado como o padrão moral absoluto. Entidades imateriais, atemporais, transcendentes, tais como as leis da lógica fazem sentido porque elas podem ser fundamentadas em um Deus imaterial, atemporal, transcendente. A dignidade humana faz sentido, porque os seres humanos são criados à imagem do único ser digno de honra e louvor: Deus.

O ateísmo é insuficiente e incapaz de explicar a nossa experiência do mundo que nos rodeia. O ateísmo, portanto, não pode ser verdade. É por isso que eu concluo que a melhor prova da existência de Deus é a impossibilidade do contrário.

Posted on Saturday, October 30, 2010 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, October 26, 2010

Como saber que você está fazendo compras no Texas?


E nós estamos indo pra lá.
Ah, eu amo esse estado...

Posted on Tuesday, October 26, 2010 by Maurilo e Vivian

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