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Sunday, November 17, 2013



Veja abaixo o vídeo Evolução vs Deus, que traduzimos com autorização da Living Waters.
As legendas para o vídeo estão dentro do canal oficial deles no YouTube. Se a legenda não ativar automaticamente, é só escolher no ícone legenda (uma caixinha de texto ao lado de um reloginho).
Assisitimos hoje novamente o vídeo e vimos alguns pequenos erros. Estamos enviando para o webmaster a correção então acredito que em breve teremos uma versão melhor da tradução.

Estamos trabalhando para formar uma parceria com a Living Waters, que é o ministério que nós nos espelhamos, com o intuito de trazer para o português o vasto material de evangelismo que eles possuem.

Enquanto isso, espero que esse vídeo seja benção na sua vida e te anime a divulgar o evangelho de Jesus Cristo.

Posted on Sunday, November 17, 2013 by Maurilo e Vivian

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Monday, April 08, 2013




Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele.
1 João 4:9

Todo mundo fala do amor de Deus. Deus é amor (1 João 4:8) é o versículo mais citado.
Mas o que isso significa? Como podemos entender o amor de Deus por nós?
Por que Deus nos ama?
A maioria das pessoas pensa que Deus as ama porque elas são simplesmente amáveis. E tem gente que prega isso! Se Deus tivesse uma geladeira, ele teria um imã com a sua foto nela!
O mistério para entender o que é o amor de Deus, citado em 1 João 4:8, está no versículo seguinte:

Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele.

O amor de Deus se manifestou por nós através do envio do Filho de Deus (Jesus Cristo) por nós, para que pudéssemos viver. Mas por que Deus teve que enviar Jesus?
Primeiro precisamos entender uma verdade bíblica difícil de ser compreendida pelas pessoas nos dias de hoje: nós somos inimigos de Deus. Simples assim.

Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais;
Romanos 1:29-30 (grifo meu)

Todos nós pecamos. TODOS! Não existe ninguém que faça o bem (Salmo 53:1). Se você acha que é uma pessoa boa, então leia A pergunta do milhão de dólares. Caro leitor(a), nem você, nem eu chegamos aos pés dos padrões morais de Deus. Ele não exige nada menos que perfeição. Até os nossos melhores atos de justiça são como trapos imundos (Isa 64:6). Como disse Paulo, somos inimigos de Deus.
E o que merecemos com isso? A própria Bíblia nos diz:

Deus "retribuirá a cada um conforme o seu procedimento".
Romanos 2:6

E qual a merecida retribuição pelos nossos procedimentos?

Mas os covardes, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos — o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte".
Apocalipse 21:8

Tudo dito, podemos começar a entender melhor o amor de Deus. Foi necessário primeiro apresentar o nosso cenário de partida para que pudéssemos ter uma correta perspectiva do que realmente esse amor significa.

Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.
1 João 4:10

Não existe nada de amável em nós, apenas pecado, ingratidão, ódio. E tudo o que merecemos é a ira de Deus. Mas ainda assim Deus nos amou primeiro. Ele fez o primeiro movimento. Ele fez o principal movimento. Ele enviou Jesus Cristo para receber a ira em nosso lugar. Nós pecamos contra Deus. Nós violamos suas leis. Somos como criminosos imundos, que não apenas pecam, mas praticamente não sabem fazer nada além de pecar. Todos estes crimes não poderiam simplesmente ser esquecidos. Imagine um juiz que deixa um criminoso sair impune, apenas porque este juiz é conhecido como amoroso. Não, ele seria um juiz corrupto, que não ama a justiça. Mas imagine um juiz que declara a sentença de forma justa contra o criminoso e, por amor, ele desce da tribuna e recebe sob si mesmo a pena declarada.

Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.
Romanos 5:8

Esse é o amor de Deus por nós: Ele morreu por nós! E não merecemos isso!
O homem somente poderá entender o amor de Deus quando este estiver em perspectiva com a ira de Deus. Este é o amor divino. Este é o amor revelado nas Escrituras. Este é o verdadeiro amor.

Amor igual a esse, simplesmente não há.

Posted on Monday, April 08, 2013 by Maurilo e Vivian

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Saturday, March 02, 2013



O texto diz assim:
Se Deus é Todo-Poderoso e tudo vê:
O que Ele faz quando vê uma pessoa abusando de uma criança em sua igreja?

Resposta:
Ele faz o mesmo quando vê uma mulher sendo estuprada. Ou o mesmo quando uma pessoa é agredida na rua. Ou quando um marido trai a esposa. Ou quando uma pessoa rouba, ou mente, ou nega que esse mesmo Deus exista. Todos estes estão acumulando ira para o dia do julgamento (Romanos 2:5). E todos esses crimes serão punidos, seja na pessoa de Cristo para aqueles que se arrependeram de seus pecados e colocaram sua fé nele como Messias ou na própria pessoa, através do justo juízo pelos seus pecados (inferno).
Se Deus fosse acabar com o pecador que abusa da criança na igreja, ele também teria que acabar com o estuprador, com o agressor, com o adúltero, com o mentiroso, o ladrão ou o ateu. Se Deus fosse acabar com todo mundo que comete algum pecado, Deus teria que literalmente acabar com todo mundo. Incluindo nós mesmos.

Posted on Saturday, March 02, 2013 by Maurilo e Vivian

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Sunday, January 06, 2013





Algumas pessoas dizem que o Deus do Velho Testamento era um Deus de julgamento e vingativo, tanto com Israel quanto com as nações, enquanto que o Deus do Novo Testamento é um Deus de amor e graça. Essa dicotomia não é verdade, porque Deus é o mesmo em ambos os Testamentos. Deus foi amoroso e gracioso para com Seu povo Israel no Velho Testamento. Eu admito que ele foi sentencioso com as outras nações.  Mas ele tinha bons motivos para isso, já que eram idólatras e viviam em perversões sexuais como adoração aos seus deuses pagãos. É por isso que Deus disse para Israel retirar essas nações da terra, ou matá-los e certamente não se casar com eles.
O julgamento de Deus sobre Israel veio porque eles não seguiram o caminho de Deus e quando eles se arrependeram e se voltaram de seus caminhos maus, Deus graciosamente os perdoou, e os restaurou, tanto de volta para a terra quanto ao favor de Deus. O problema estava na inabilidade de Israel em manter a aliança que eles acordaram com Deus no Monte Sinai. Deus manteve a sua parte do acordo e a Lei em si era santa, justa e boa. Mas foi Israel quem falhou em viver aquilo que eles concordaram. Veja Êxodo 19-32 e Mateus 5:17.
Uma das razões pelas qual Deus fez uma aliança com Israel era para mostrar a inabilidade da raça humana em corresponder as exigências da Santidade de Deus. A falha da humanidade apenas magnífica a obra de Cristo em trazer uma nova aliança, “em meu sangue”, que era muito superior à antiga aliança e satisfaz a Santidade de Deus. Assim, a humanidade consegue corresponder quando aceita o que Cristo fez ao trazer uma nova aliança para com Deus. Hebreus 8-10 fala em relação à todo esse assunto mostrando o contraste entre o velho e o novo e a superioridade do novo.
As passagens seguintes, todas do Velho Testamento, mostram o fato que Deus era na verdade gracioso e misericordioso com Israel.

  • Gracioso: 2 Crônicas 30:9; Neemias 9:17,31; Salmos 86:15; 103:8; 111:4;112:4;116:5;145:8.
  • Compassivo:2 Reis 13:23; 2 Crônicas 30:9; 36:15; Salmos 78:38; 86:15; 112:4;145:8; Jeremias 12:15.
  • Longânimo: Êxodo 34:6; Números 14:8; Salmos 86:15.
  • Clemente: Êxodo 15:13; 20:6; 34:7; Números 14:18,19; Deuteronômio 5:10; 7:9; 2 Samuel 22:51; 1 Reis 8:23; 1 Crônicas 16:34; 2 Crônicas 5:13; 7:3,6; Salmos 18:50;23:6; Oséias 1:7.
  • Misericordioso:Deuteronômio 4:31; 32:43; 2 Crônicas 30:9; Neemias 9:31; Jeremias 3:12.
  • Benigno: Salmos 17:7; 36:7; 103:4; Jeremias 9:24; 31:3; 32:18.

Posted on Sunday, January 06, 2013 by Maurilo e Vivian

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Sunday, December 16, 2012


Ataque em Newton, Connecticut

Sobre o atentado em Newton, Connecticut, na última sexta-feira.
É impossível construir uma sociedade ao redor da negação de um padrão dado por Deus e então, arbitrariamente, reintroduzir esse padrão conforme for conveniente, sempre que você precisar de uma palavra como “mal” para descrever o que acaba de acontecer. Essas palavras não podem apenas ser assopradas. Se nós as abolimos e também suas definições e todo fundamento possível para elas, precisamos reconhecer o fato que elas se foram. A descrença cultural, que leva inexoravelmente a um niilismo cultural e ao desespero, é completamente incapaz de responder apropriadamente a coisas como essa, enquanto é totalmente capaz de criar tais situações. Nas palavras proféticas de C. S. Lewis, “Em um tipo de simplicidade medonha nós removemos o órgão e exigimos a função. Nós criamos um homem sem peito e esperamos que eles tenham virtude e iniciativa. Nós rimos da honra e ficamos chocados ao encontrar traidores em nosso meio. Castramos e exigimos que o eunuco seja frutífero.”

Posted on Sunday, December 16, 2012 by Maurilo e Vivian

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Saturday, December 08, 2012



Essa semana morreu o arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Eu entendo bem pouco de arquitetura, mas sei que ele foi uma pessoa que contribuiu imensamente para essa arte. Ele também era ateu. Era, porque agora ele não é mais. Tanto na visão cristã quanto na ateísta, Niemeyer deixou de ser ateu porque, na visão cristã, ele encontrou com o seu Criador e agora ele sabe que Deus existe e na visão ateísta, não existe vida após a morte, portanto, tudo o que sobrou do arquiteto é aquilo que já existia antes: um corpo físico, só que agora, morto.
Em comemoração à morte de Niemeyer (???) ou para homenageá-lo pela sua obra, a fan Page do Facebook ATEA nos presenteou com a imagem que você vê acima. “Na imagem, podemos ler: uma longa vida de realizações e sucesso, sem Deus”.
Essa frase está errada. O correto seria: “uma longa vida de realizações e sucesso, sem uma crença em Deus”. Pode parecer que ambas são a mesma coisa, mas não são. E já explico o porquê.
Antes, acho interessante notar que os novos ateus estão aprendendo alguma coisa de marketing com o movimento evangélico moderno, especialmente da teologia da prosperidade. Assim como muitas igrejas prometem sucesso na vida se você acreditar em Deus, os ateus estão prometendo uma vida feliz e próspera se você não acreditar em Deus. Dawkins já prometia isso no inicio de seu brilhante livro, “Deus um Delírio”. Parabéns ATEA! Se vocês conseguirem fazer com o movimento ateu aquilo que o evangelho da prosperidade fez com a igreja evangélica, o futuro do ateísmo caminha para um futuro sombrio.
Voltando ao tópico, uma vida sem Deus é diferente de uma vida sem crença em Deus. Niemeyer nunca teve uma vida sem Deus. Ele teve uma vida sem crença em Deus. Primeiro, a crença ou não na existência em Deus é irrelevante para a questão se Deus existe ou não. Se ele não acreditava em Deus, se ele negava a existência de uma divindade, essa divindade continuaria existindo independente de suas crenças. E mesmo sem essa crença, essa divindade continuaria exercendo influencia em sua vida, como exerce na de todos nós. O simples fato de Deus ter permitido que ele tivesse vivido por quase 105 anos mesmo negando a sua existência, apesar das comprovações mais óbvias de sua existência, mostra o quanto Deus é amoroso e agiu com graça para Niemeyer. Mas o segundo ponto para mim é ainda mais importante.
A frase “uma longa vida... sem Deus” é irracional. Para que a vida exista, Deus é necessário. Aliás, para que o universo exista, Deus é necessário. Se isso não fosse verdade, veja quantas crenças irracionais uma pessoa precisa aceitar para acreditar que uma vida sem Deus é possível:
  • Acreditar que coisas aparecem do nada sem causa.
  • Acreditar que a vida pode vir de algo sem vida.
  • Acreditar que informação pode ser gerada sem uma mente inteligente.
  • Acreditar que essa informação pode ser interpretada sem uma mente inteligente.
  • Acreditar que a primeira lei de Newton, da inércia, está errada.
  • Acreditar que padrões morais reais não existem.

E por aí vai. Todos esses conceitos acima contrariam as mais simples percepções de nosso universo. Todas elas são, para dizer o mínimo, irracionais. Portanto, uma vida sem Deus, é também uma frase irracional.
Se a ATEA quisesse parecer menos irracional, deveria mudar a frase sobre Niemeyer. Mas racionalidade nuca foi o forte por ali...

Posted on Saturday, December 08, 2012 by Maurilo e Vivian

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Saturday, July 21, 2012



A Bíblia revela o Espírito Santo como uma pessoa, a terceira Pessoa da Trindade, pois ele é Deus, “...na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2 Cor 3:18 Almeida Atualizada). O Espírito Santo possui intelecto; ele penetra todas as coisas (1 Cor 2:10,11) e é inteligente (Rom 8:27). Ele tem emoção, sensibilidade (Rom 15:30; Efésios 4:30) e vontade (Atos 16:6-11; 1 Cor 12:11). Se o intelecto, a emoção e a vontade não puderem provar a personalidade do Espírito Santo, fica difícil saber o que a STV entende por personalidade, ou qual a definição que ela dá a esse termo. As três faculdades: intelecto, emoção e vontade caracterizam a personalidade.

1. Reações do Espírito Santo
Outra prova da personalidade do Espírito Santo é que ele reage a certos atos praticados pelo homem.

a) Pedro obedeceu ao Espírito Santo (Atos 10:19,21);
b) Ananias mentiu ao Espírito Santo (Atos 5:3);
c) Estevão disse que os judeus sempre resistiram ao Espírito Santo (Atos 7:51);
d) O apóstolo Paulo nos recomenda não entristecer o Espírito Santo (Efésios 4:30);
e) Os fariseus blasfemaram contra o Espírito Santo (Mateus 12:29-31);
f) Os cristãos são batizados em seu nome (Mateus 28:19).

2. Atributos da personalidade
A STV alega que o fato de o Espírito Santo falar, ensinar, dar testemunhos, ouvir, etc. não prova ter ele personalidade, mas que se trata apenas de figura de linguagem.7 Justifica esse raciocínio, com meias verdades, citando 1 João 5:8. “E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue...”. Então, argumenta a STV: a água e o sangue dão testemunhos, e nem por isso a água e o sangue têm personalidade.8 Apresenta esse argumento desprovido de lógica e de provas bíblicas, porque não quer separar as coisas. O texto aqui é uma reiteração do versículo 6. A água é o batismo e a unção de Jesus Cristo. O sangue é o sangue expiador que ele derramou na cruz. Estes dois elementos são provas da obra que Jesus realizou, sendo também o Espírito Santo uma testemunha viva dessas coisas, tanto naquele tempo quanto agora.
Quere igualar o Espírito Santo com a água e o sangue, e fazendo disso um meio para “provar” que na Bíblia, que o Espírito Santo é impessoal, é uma camisa de força. Em nenhum lugar das Escrituras encontramos serem a água e o sangue pessoas e não obstante encontramos em toda a Bíblia as provas da personalidade do Espírito Santo, pelos seu atributos pessoais.
Alguém já viu a morte ter atributos pessoais? Ou será que o pecado tem também atributos pessoais? Claro que não. O fato de o apóstolo Paulo dizer que “a morte reinou de Adão até Moisés” significa domínio dela sobre o homem. No entanto, isso é usado pelos seguidores da STV como recurso para contrabalancear a personalidade do Espírito Santo.9 Diante de tudo isso, podemos notar nitidamente os artifícios da STV para convencer suas vítimas. Nem é necessário ser versado nas Escrituras para perceber tais engodos. A heresia é tão gritante e os seus argumentos tão desprovidos de base bíblica, lógica e bom senso que até mesmo as pessoas não evangélicas e desligadas dos assuntos bíblicos se recusam a aceitá-la. Só aceitam uma explicação dessa natureza as pessoas que já são inclinadas ao erro, que preferem trevas à luz.
Eis alguns atributos pessoais do Espírito Santo:

a) O Espírito Santo ensina (João 14:26);
b) O Espírito Santo fala (Apo 2:7,11,17);
c) O Espírito Santo guia (Rom 8:14; Gal 5:18);
d) O Espírito Santo clama (Gal 4:6);
e) O Espírito Santo convence (João 16:7,8);
f) O Espírito Santo regenera (João 3:6; Tito 3:5);
g) O Espírito Santo testifica (João 15:26; Rom 8:16);
h) O Espírito Santo escolhe obreiros (Atos 13:2; 20:28);
i) O Espírito Santo julga (Atos 15:28);
j) O Espírito Santo advoga (João 14:16; Atos 5:32);
k) O Espírito Santo envia missionários (Atos 13:2 - 4);
l) O Espírito Santo convida (Apo 22:17);
m) O Espírito Santo intercede (Rom 8:26);
n) O Espírito Santo impede (Atos 16:6 - 7);
o) O Espírito Santo se entristece (Efésios 4:30);
p) O Espírito Santo contende (Gen 6:3).

Será que todos esses atributos pessoais, encontrados no Espírito Santo, ainda não convenceram os escritores da STV sobre a sua personalidade? Essas passagens bíblicas, por si só, reduzem a cinzas os argumentos das páginas 143 e 399 do livro Raciocínios à Base das Escrituras.

Notas
7 Raciocínios à Base das Escrituras, página 399.
8 Deve-se Crer na Trindade?, página 22.
9 Raciocínios à Base das Escrituras, página 143.


Fonte: Como Responder às Testemunhas de Jeová, Esequias Soares da Silva, Editora Candeia, 1995.

Posted on Saturday, July 21, 2012 by Maurilo e Vivian

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Thursday, July 12, 2012



A partir de hoje, vamos publicar semanalmente uma pergunta e sua resposta do Breve Catecismo de Westminster.
Você, o leitor médio desse blog, evangélico em sua formação religiosa (testemunha de Jeovás e ateus estão em segundo e terceiro lugar) deve estar achando meio estranho essa coisa de catecismo, parece meio católico. Na verdade, é algo bem católico, mas não exclusivo. Na verdade, o catecismo já foi algo muito mais forte no meio protestante, mas aos poucos fomos abandonando o costume de estudar as Escrituras e com isso, também o catecismo, que é uma forma de estudarmos a nossa crença. No meio evangélico, o uso do catecismo é totalmente desconhecido (assim como é também o estudo sistemático da Bíblia em alguns círculos).
Como eu acredito que temos um grande tesouro nos catecismo da reforma protestante, pretendo aqui publicar uma pergunta e uma resposta. Reflita sobre esses textos. Leia os versículos relacionados. Estude sobre nossas crenças.  Isso vai fazer muita diferença na sua caminha cristã.

Breve Catecismo de Westminster
Pergunta 01: Qual é o fim principal do homem?

Resposta: O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre.
Referências: Rm 11.36; 1Co 10.31; Sl 73.25-26; Is 43.7; Rm 14.7-8; Ef 1.5-6; Is 60.21; 61.3.

Posted on Thursday, July 12, 2012 by Maurilo e Vivian

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Monday, January 09, 2012

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Atributo, atributos de Deus:



Em geral, atributo é uma característica ou qualidade usada para descrever um objeto ou uma pessoa. Quando se trata dos atributos de Deus, os teólogos chamam atenção para as características ou qualidades essenciais ao nosso entendimento dele, à medida que ele se relaciona conosco como seres criados. Entre os atributos que a teologia clássica estabelece estão santidade, eternidade, onisciência, onipotência, onipresença e bondade. Para alguns teólogos, o amor também é um atributo de Deus, enquanto para outros o amor se relaciona mais com o próprio se de Deus.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, January 09, 2012 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, December 21, 2011




Richard Dawkins foi recentemente desafiado a debater William Lane Craig. Ele se recusou. Craig, de acordo com ele, é um “deplorável apologista de genocídio” com quem ele não dividiria uma plataforma. O genocídio em questão é aquele dos cananeus no livro de Deuteronômio no Velho Testamento (veja o link em inglês).

Uma das frases mais famosas de Richard no livro “Deus, um delírio” sobre esse assunto é:
O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo.

Um dos grandes problemas que muitas pessoas tem com Deus como detalhado na Bíblia, como Richard tão claramente demonstrou acima, é o de Seu julgamento contra as nações como dos cananeus. Só é necessário ler a história bíblica para ver Deus ordenando a matança de homens, mulheres e crianças cananéias. Nem mesmo os animais foram poupados. O que fazemos com isso? Deus é um monstro moral?


Paul Copan tentou responder a esse desafio em seu livro “Is God a Moral Monster? Making Sense of the Old Testament God” (Deus é um monstro moral? Fazendo sentido do Deus do Velho Testamento). A sua resposta para a acusação que Deus comandou o genocídio dos cananeus é que esse não foi o genocídio que parece ter sido se realmente lermos o texto pelo que é; o texto é uma hipérbole e um exagero daquilo que realmente aconteceu; que esses eram mais ataques desabilitantes e não as conquistas militares do tipo “não deixe sobreviventes” que se pode concluir pela leitura do texto. As passagens sobre mulheres e crianças são apenas artifícios de linguagem sendo usados como uma metáfora inativadora de certas estruturas para que a influência dos cananeus fosse desabilitada. Para uma explicação mais detalhada você pode ouvir essa entrevista (terceira hora, em inglês) com Greg Koukl em seu programa de rádio em STR ou no blog. Ou você pode comprar seu livro.

Enquanto a explicação de Paul Copan sobre os assuntos como escravidão, bigamia, sacrifício de crianças e tratamento de mulheres no Velho Testamento fazem sentido pra mim, eu acredito que Clay Jones chega à correta conclusão sobre o assunto do “genocídio divino” dos cananeus. Ele afirma eu seu tratado, “Nós nãoodiamos o pecado, por isso não entendemos os cananeus”, que a interpretação pelo o que está escrito no texto é a interpretação correta. Clay também apareceu no programa de rádio de Greg Koukl em uma entrevista que pode ser encontrada aqui (terceira hora, em inglês) que é de onde eu consegui a maioria das respostas para o resto da postagem.

A primeira coisa que precisa ser examinada é a cultura e o comportamento dos Cananeus para ver se poderia existir alguma justificativa para sua obliteração como descrita no Velho Testamento. O arqueologista William Allbright fala sobre um antigo poema cananeu onde o deus cananeu Baal estupra sua irmã enquanto ela está na forma de uma bezerra 77 ou mesmo 88 vezes. Nós temos aqui estupro, incesto e bestialidade no mesmo ato. Baal também faz sexo com sua mãe e sua filha. Se esse é o ser que os cananeus adoram, se esse é o Deus que eles veneram, então, de acordo com Jones, certamente é isso que eles também praticam. E esses atos são confirmados por estudos mais profundos da cultura cananéia. Deus proibiu essas práticas em Levítico e esses pecados são punidos quando, tanto os cananeus quanto os israelitas os cometem. E essa punição era dura. Sodoma e Gomorra são exemplos de cidades cananéias que foram julgadas por Deus com uma boa justificação moral.

Então, como Clay Jones responde as passagens da completa destruição dos cananeus no Velho Testamento? Clay começa fazendo uma observação sobre a nossa própria cultura. Nós parecemos ter sido inoculados pelo pecado. A maioria das pessoas parecem não se importar mais em relação ao pecado. Nossa cultura nem mesmo reconhece tais coisas como pecado, quanto mais entender o que o termo “pecado” realmente significa. Nós nos tornamos como os cananeus em nossa própria cultura a tal ponto que, como Clay afirma, “estudar tais coisas ao longo dos anos me levou a pensar que os cananeus poderiam se levantar no Dia do Julgamento e condenar essa geração”.

Animais
Por que matar animais? Você não vai querer ficar perto de animais usados para ter relação sexual com pessoas. No artigo de Clay ele dá exemplo de uma gorila atacando sexualmente um psicólogo.

Mulheres
Se você quer erradicar essas práticas da cultura, então por que você vai deixar vivas as mulheres que eram tão culpadas e igualmente perigosas quanto homens na participação dessas práticas?

Crianças
Sim, as crianças também. Primeiramente, qual idade você começa a separar as crianças dos adultos? 18? 12? Clay nos fala das crianças que eles adotaram porque ele e sua esposa não podiam ter filhos. Eles aprenderam que crianças que vem para a sua casa com idade de 4 anos estavam trazendo sua cultura com elas. Agora, e se você tivesse matado os pais dela? Como seria a rebelião na adolescência para essas crianças que foram preservadas? Certamente elas foram expostas a culturas altamente sexualizadas e muito provavelmente foram molestadas naquela época.

Então, como você se livra dessa cultura no intuito de prevenir que ela afete os israelitas adversamente? Se você quer erradicar a pecaminosidade dos cananeus, de que outra forma você pode fazê-lo?

Mas espere, eu ouço você dizer, a Bíblia fala da continuidade da presença dos cananeus na região depois que esse “genocídio divino” ocorreu. Como Clay responde isso? Clay nos leva a observar os textos que falam do “genocídio divino” e mostra que a ordenança de Deus era apenas para uma região específica. Ainda havia presença cananéia fora da região onde os israelitas deveriam habitar e por isso que ainda estava em vigor a ordem para não tomar esposas fora da cultura israelita. Mas como lemos mais adiante no texto, os gostos dos reis Davi e Salomão não permitiram que eles respeitassem essas leis perfeitamente (tomando esposas de fora da comunidade israelita) e portanto a cultura cananéia foi reintroduzida dentro da cultura de Israel e a corrompeu ao ponto que Deus lidou de forma dura com os israelitas através dos assírios e babilônios.

Concluindo, eu acho que podemos aceitar o texto como ele é. A questão que permanece é o que você pensa sobre Deus comandando tal coisa? Tem Deus o direito de fazer o que Ele quer com a Sua criação? Se você tem algum problema com o julgamento seletivo dos cananeus, então como você se sente em relação à completa destruição que Deus trouxe durante o Dilúvio? E como você se sente em relação à iminente destruição de tudo no Armagedom?

Posted on Wednesday, December 21, 2011 by Maurilo e Vivian

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Friday, November 18, 2011




Temos que parar de pregar "Jesus te ama e tem um maravilhoso plano para sua vida".
Temos que voltar a pregar isso:

Este Jesus, a quem vocês crucificaram, Deus o fez Senhor e Cristo;  buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto!  Pois ele diz: 

“Eu o ouvi no tempo favorável
e o socorri no dia da salvação”.


Digo-lhes que agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação!

Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo.  Pois a promessa é para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, para todos quantos o Senhor, o nosso Deus, chamar.

Atos 2:36; Isaías 55:6; 2 Corintios 6:2; Atos 2: 38 e 39

Posted on Friday, November 18, 2011 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, November 15, 2011

Proclamação da República Benedito Calixto


Nossa querida amiga Maya Felix escreveu um texto especialmente para o Pés Descalços Evangelismo sobre a Proclamação da República. Leia abaixo o texto especial e faça uma visita ao Blog da Maya.

A Proclamação da República no Brasil ocorreu em 15 de novembro de 1889 e representou o rompimento com uma ordem estabelecida, a da monarquia, e o estabelecimento de outra, fundada sobre o princípio federalista e republicano. O então imperador, Pedro II, perdeu seus poderes de dirigente da Nação, e foi instituído o regime presidencialista. No dia 15 de novembro, o Brasil lembrará a data em que o país mudou de sistema de governo. Quando proclamou a República, Deodoro da Fonseca destituiu o Imperador e assumiu a liderança do país. No dia da Proclamação foi instituído um governo provisório republicano.

Quando aceitamos Jesus em nossas vidas, há também uma mudança de direção em nossa existência. Concordamos em substituir o governo da carne e do mal pelo governo de Deus, e isso significa que o diabo perde poderes em nossas vidas para que Deus possa enfim conduzir nossa existência. Quando desejamos viver uma relação de amor com Deus, o criador do Universo, o poder das trevas é destituído de nossas vidas, e Jesus passa a ser nosso modelo e nosso líder. Ele também institui um novo governo, mas permanente e definitivo, e não provisório. Ocorre uma mudança de poder: não é mais o diabo e nosso próprio eu quem mandam em nós, mas o Espírito Santo.

A obra de Deus em cada um não ocorre segundo nossa vontade ou a opinião humana: só Deus conhece o íntimo do homem, e sabe como e quando as mudanças devem ocorrer. O ser humano não se torna perfeito após aceitar Jesus como Senhor e Salvador, visto que continua a ser carne, mas um novo tempo começa em sua vida, um novo governo rumo ao aperfeiçoamento e à cura. Os pecados, as faltas cometidas no passado não são mais debitados em nossa conta, mas na de Jesus Cristo, que pagou o preço na cruz.

Deixe Deus mudar a direção da sua vida!

Mayalu Felix

Posted on Tuesday, November 15, 2011 by Maurilo e Vivian

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Thursday, October 13, 2011


A Bíblia é o livro de Deus, é uma revelação de Deus e nosso pensamento sempre deve começar com Deus. Grande parte do problema da Igreja nos dias de hoje é devido ao fato que somos muito subjetivos, tão interessados em nós mesmos, tão egocêntricos... Tendo esquecido Deus e nos tornado tão interessados em nós mesmos, nos tornamos miseráveis e desgraçados e desperdiçamos nosso tempo “na miséria e no superficial.”
A mensagem da Bíblia do começo ao fim foi criada para nos levar de volta pra Deus, para nos humilhar perante Deus e nos capacitar a ver nosso verdadeiro relacionamento com Ele. E esse é o grande tema dessa epístola [Efésios]... Não devemos iniciar pelo exame de nós mesmos e nossas necessidades microscópicament; devemos começar em Deus e esquecer de nós mesmos. Nessa epístola somos tomados como que pela mão pelo Apóstolo e ele nos diz que vamos receber uma visão da glória e majestade de Deus.

Martyn Lloyd-Jones


De: God’s Ultimate Purpose

Posted on Thursday, October 13, 2011 by Maurilo e Vivian

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Monday, October 03, 2011

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Arianismo, Ário:



Ensino herético primitivo a respeito da identidade de Jesus Cristo. O arianismo baseava-se primordialmente nos ensinos de Ário (m. 335/336). A principal característica do pensamento ariano era que, em virtude de Deus ser um, Jesus não podia também ser verdadeiramente Deus. Para lidar com o testemunho bíblico a favor da condição elevada de Cristo, Ário e seus seguidores propuseram que Jesus era o mais elevado dos seres criados por Deus. Assim, embora fosse plenamente humano, Cristo não era plenamente divino. O ensino de Ário foi condenado como herético no Primeiro Concílio Ecumênico (de Nicéia) em 325 d.C.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, October 03, 2011 by Maurilo e Vivian

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Sunday, September 25, 2011


O deus das testemunhas de Jeová é covarde. Ele enviou um arcanjo para fazer o trabalho.
O Deus da Bíblia é corajoso. Ele enviou a si mesmo para fazer o trabalho.

Essa frase que eu ouvi um dia desses me lembrou que quando uma testemunha de Jeová se refere a Deus (ou Jeová, como gostam de chamar, apesar desse nunca ter sido o nome real dele, mas um híbrido entre o tetragrama e Adonai) eles não estão se referindo ao mesmo conceito de Deus que um cristão que possui um conhecimento bíblico mínimo se refere. São dois seres diferentes em atributos básicos.
Um deles é exatamente esse: quem fez a sacrifício que nos permite a salvação. Para os cristãos, o próprio Deus se fez carne e habitou entre nós. Morreu na cruz, mas ressuscitou fisicamente ao terceiro dia. Para as testemunhas de Jeová, foi o arcanjo Miguel quem passou por tudo isso, mas não ressuscitou fisicamente, mas espiritualmente (ele pregou uma peça em Tomé quando pediu pra esse tocar em suas feridas). Outra diferença importante é a que, segundo os ensinos da Torre de Vigia, Jesus Cristo é um ser criado, não co-existindo eternamente com o Pai. Isso impõe um problema para o deus da Torre de Vigia que poucas pessoas percebem. Esse deus existia em total solidão antes de criar Jesus/Miguel. Ele não experimentava relacionamentos. Por que então ele criou Jesus/Miguel? Estava sentindo falta de algo? O deus das testemunhas de Jeová não conhecia desde a eternidade o que era relacionamento porque vivia em completa solidão. Isso era algo totalmente novo para ele. Um deus que não tem todo o conhecimento. Ou então, um deus que pode ir aprendendo conforme as coisas vão acontecendo. Bem diferente do Deus descrito pelas escrituras. O Deus das Escrituras vivia em relacionamento eterno dentro da Trindade. Não sentia falta de nada, nem mesmo com quem se relacionar.
Falando sobre conhecimento, a ideia de onisciência das testemunhas de Jeová é bem diferente dos cristãos. Eles acreditam que o conhecimento de Jeová é um conhecimento à parte dele mesmo, não um atributo de quem ele é. A maioria das testemunhas de Jeová irá negar isso, mas provavelmente o farão porque poucas vezes pararam para pensar sobre as consequências sobre as suas crenças. Via de regra eles aprendem sobre os ensinos da Torre através de uma sequência de textos e conceitos que se seguem uns aos outros e uma vez que essas crenças são absorvidas, elas são reafirmadas vez após vez através das publicações da Torre. É uma maneira bastante eficaz de sustentar crenças que carecem de uma verdadeira fundamentação bíblica. Na verdade, a repetição impede que o membro da seita tenha tempo para raciocinar sobre a crença. Deve apenas aceitá-la.
Voltando a falar sobre conhecimento, o livro Raciocínios à Base das Escrituras diz o seguinte:
“Uma pessoa que tem um rádio pode ouvir as notícias mundiais. Mas o fato de que pode ouvir certa estação não significa que realmente faça isto. Ela precisa primeiro ligar o rádio e daí selecionar a estação. Da mesma forma, Jeová tem a capacidade de predizer eventos, mas a Bíblia mostra que ele faz uso seletivo e com discrição dessa capacidade que tem, com a devida consideração pelo livre-arbítrio com que dotou suas criaturas humanas” (página 116).
O conhecimento de Jeová não é algo inerente a ele. Ele precisa acessar um banco de dados com informações para saber sobre algo que irá acontecer. Cabe as testemunhas de Jeová explicar qual a fonte de sabedoria de Jeová, já que não é dele mesmo. Filosofando mais um pouco, Jeová pode ter vivido por algum período sem sua sabedoria, se ela foi criada por ele. Ou então, duas entidades co-eternas e distintas umas das outras existem: Jeová e sua sabedoria. A teologia deles é muito confusa...
Sobre a onisciência de Deus, assim afirmam as Escrituras:


Você sabe como ficam suspensas as nuvens, essas maravilhas daquele que tem perfeito conhecimento? Jó 37:16
Grande é o nosso Senhor, e de grande poder; o seu entendimento é infinito. Salmos 147:5
Será que você não sabe? Nunca ouviu falar? O Senhor é o Deus eterno, o Criador de toda a terra. Ele não se cansa nem fica exausto, sua sabedoria é insondável. Isaías 40:28
Depois oraram: "Senhor, tu conheces o coração de todos. Mostra-nos qual destes dois tens escolhido. Atos 1:24
Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas. Hebreus 4:13
Sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas. 1 João 3:20

Jeová, como apresentado pela Torre de Vigia, também não possui um atributo que é parte integral da nossa perspectiva de Deus: onipresença. A revista A Sentinela, de 15 de Agosto de 1981 afirma que:
“Na realidade, por ensinar que Deus é onipresente, a cristandade confundiu a questão e tornou mais difícil para Deus ser encarado como real por seus adoradores. Como é que Deus pode estar presente em todo lugar ao mesmo tempo? Deus é uma Pessoa espiritual, o que significa que não tem um corpo material, mas sim um espiritual. Será que um espírito tem corpo? Sim, pois lemos: “Se há corpo físico, há também um espiritual.” (1 Cor. 15:44; João 4:24) Deus como indivíduo, como Pessoa com um corpo espiritual, tem um lugar de residência, e assim não poderia estar em qualquer outro lugar ao mesmo tempo” (página 6).
Mas será que é isso que a Bíblia afirma? Vejamos alguns textos:
Poderá alguém esconder-se sem que eu o veja? ", pergunta o Senhor. "Não sou eu aquele que enche os céus e a terra? ", pergunta o Senhor. Jeremias 23:24
"Mas será possível que Deus habite na terra? Os céus, mesmo os mais altos céus, não podem conter-te. Muito menos este templo que construí!” 1 Reis 8:27

Uma boa leitura do Salmo 139 deixa bem claro que Deus está em todo lugar. Ele é onipresente, exatamente por ser espírito e não matéria. A correlação errada entre o que Paula fala sobre corpo espiritual (1 Coríntios 15:44) e a frase “Deus é Espírito” (João 4:24) leva a um entendimento errado sobre cada texto. Um está falando sobre Deus, o outro está falando sobre a ressurreição do mortos. Dois tópicos diferentes.
Quando uma testemunha de Jeová bater a sua porta para falar sobre as maravilhas de Jeová, lembre-se que eles não estão falando sobre o mesmo Deus que se revelou nas Escrituras. O Jeová que eles proclamam é um deus menor, limitado em tamanho, conhecimento e relacionamento, dependente de uma força mística não pessoal (o espírito santo) para poder fazer qualquer coisa. Se por qualquer motivo essa força à parte dele* deixar de existir ou se esgotar, Jeová está isolado em seu trono no céu, deixando o mundo girar à sua própria sorte. E se ele não sintonizar seu rádio na estação correta, algo pode estar acontecendo e ele simplesmente não ter noção alguma disso. Se as duas coisas acontecerem ao mesmo tempo, teremos um deus sem conhecimento e sem poder.
Ainda bem que esse não é Todo Poderoso Deus das Escrituras. Aquele que sabe de todas as coisas e que nos amou de tal maneira, que não mandou outra entidade para morrer por nós. Ele mesmo se esvaziou e morreu em nosso lugar.
Esse Deus é sim digno de toda adoração. É o conhecimento desse Deus que nos conduz a vida eterna.
    *Mais uma vez encontramos o problema de outra entidade a parte de Jeová que ou é tão eterna quanto ele ou então foi criada por ele; mas isso leva a conclusão que Jeová por algum tempo não possuía nenhuma maneira de fazer absolutamente nada. Ele estava estático sem sua “usina elétrica”:
    “Para ajudar a compreender isso pense nos efeitos de amplo alcance duma usina elétrica.A usina elétrica está em determinado lugar. Mas a sua eletricidade é distribuída em toda uma região, fornecendo luz e energia. Com Deus é similar. Ele está nos céus. (Isaías 57:15; Salmo 123:1) Contudo, seu espírito santo, que é a sua invisível força ativa, pode ser sentido em toda a parte, em todo o universo. Por meio do seu espírito santo, Deus criou os céus, a terra e todas as coisas viventes. (Salmo 33:6; Gênesis 1:2; Salmo 104:30) Para criar essas coisas, Deus não precisava estar presente em pessoa. Ele pode enviar seu espírito, sua força ativa, para fazer o que quiser, mesmo que ele esteja longe. Que Deus maravilhoso! — Jeremias 10:12; Daniel 4:35” Poderá Viver para Sempre no Paraíso na Terra, página 37.

Posted on Sunday, September 25, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, September 21, 2011


O que significa dizer que a Bíblia é inspirada?
Inspiração não quer dizer que os escritores bíblicos simplesmente se sentiram entusiasmados, como o compositor de alguma canção. Nem quer dizer que eles sejam inspiradores para a leitura, como um poema. A palavra bíblica grega para inspiração literalmente significa “Deus expirou.” Por serem as Escrituras sopradas por Deus – porque elas se originam Nele – ela é verdadeira e inerrante.
A inspiração bíblica pode ser definida como Deus supervisando os autores humanos para que, usando suas personalidades individuais – e mesmo seus estilos de escrita – eles viessem a compor e registrar sem erros Sua revelação para a humanidade nas palavras do escritos originais. Em outras palavras, os documentos originais da Bíblia foram escritos por homens que, apesar de poderem exercer suas personalidade e talentos literários, escreveram sob o controle e direcionamento do Espírito Santo, sendo o resultado um registro perfeito e sem erros da exata mensagem que Deus desejou dar aos homens.
Portanto, os escritores bíblicos não eram apenas máquinas de escrever. Deus não os usou como as teclas em uma máquina de escrever que reproduziram Sua mensagem mecanicamente. Nem Ele ditou as palavras, página por página. A evidência bíblica deixa claro que cada escritor tinha um estilo próprio. (Isaías tinha um estilo literário poderoso; Jeremias tinha um estilo fúnebre; o estilo de Lucas tinha conotações médicas; João era muito simples em sua abordagem.) O Espírito Santo infalivelmente trabalhou em cada escritor, através de seus estilos individuais, para comunicar de forma inerrante Sua mensagem para a humanidade.
Por What Does the Bible Say About...? Ron Rhodes

Posted on Wednesday, September 21, 2011 by Maurilo e Vivian

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Thursday, September 15, 2011

Posted on Thursday, September 15, 2011 by Maurilo e Vivian

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Sunday, August 21, 2011



Algumas pessoas desafiam a ideia que a Bíblia ensina a natureza trinitária de Deus. No entanto, seis simples afirmações mostram como essa doutrina na verdade é derivada das Escrituras:

Existe apenas um Deus verdadeira (Deuteronômio 6:4; Isaías 43:10; João 17:3; Gálatas 3:20).
O Pai é chamado ou referido como Deus (Samo 89:26; Efésios 4:6; Colossenses 1:2–3; 2 Pedro 1:17).
O Filho (Jesus Cristo) é chamado ou referido como Deus (João 1:1; Filipenses 2:6; Colossenses 2:9; Tito 2:13).
O Espírito Santo é chamado ou referido (ou recebe o status) como Deus (Gênesis 1:2; João 14:26; Atos 13:2, 4; Romanos 8:11).
O Pai, Filho e Espírito Santo são pessoas distintas e podem ser distinguidas uma da outra (O Pai não é o Filho, o Pai não é o Espírito Santo; e o Filho não é o Espírito Santo) (Mateus 28:19; Lucas 3:22; João 15:26; 16:13–15; 2 Corintios 13:14).
As três pessoas (Pai ou Deus; o Filho ou Cristo ou Senhor; e o Espírito Santo ou Espírito) são frenquentemente listados juntos em padrões triádicos de unidade e igualdade (Romanos 15:16, 30; 1 Corintios 12:4-6; 2 Corintios 1:21–22; Gálatas 4:6).

Meu amigo e colega Robert M. Bowman Jr. provê mais de 1000 referências bíblicas para a doutrina da trindade em www.irr.org/trinity-outline.html (atualmente em processo de tradução).

Posted on Sunday, August 21, 2011 by Maurilo e Vivian

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Thursday, June 16, 2011


Quer saber quão bom Deus é? Imagine o seguinte cenário:

Você tem um filho, que você ama muito. Em um dia muito infeliz, seu filho é assaltado e morto por um adolescente, com um tiro dado a queima roupa. Apesar de sua dor, você perdoa esse adolescente. Só que você faz mais que isso. Você adota esse adolescente como seu filho e cuida e o ama como se ele fosse seu próprio filho.

Difícil de imaginar né? Pois foi exatamente isso que Deus fez por aqueles que foram salvos em Jesus Cristo. Nós éramos inimigos de Deus. Jesus Cristo é o Filho Amado e foi morto por nosso pecados. Nós colocamos Cristo na cruz. Mas apesar de tudo isso, apesar de todas as nossas transgressões e crimes contra Deus, Ele nos adota como filhos, através de Jesus Cristo.
Ninguém é tão bom assim. Ninguém.

Agradecimentos a Kirk Cameron pela ilustração.

Posted on Thursday, June 16, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, June 08, 2011


Perguntas para refletir. Uma por dia.

Podem existir dois deuses todo-poderosos ao mesmo tempo?

Por Critical Thinking

Posted on Wednesday, June 08, 2011 by Maurilo e Vivian

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