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Tuesday, May 29, 2012


Qual darwinista muito conhecido tem tanta crença na evolução que ele está feliz em acreditar mesmo sem evidências?
               
                (A)   Richard Dawkins.
                (B)   Charles Darwin.
                (C)   Dr. Gary Parker.

Resposta:(A) Richard Dawkins.


Em uma palestra na Washington University em St. Louis, Dawkins (professor de zoologia da Oxford University) citou seu comprometimento intelectual com a evolução darwiniana como explicação para a origem do homem: “Não precisamos de evidências. Sabemos que é verdade” (World Magazine, 22 de Março de 1997, página 10).

Comentários:
“Mesmo que todos os dados apontem para um designer inteligente, tal hipótese é excluída da ciência porque ela não é naturalística”.
Dr. Scott C. Todd, Imunologista da Kansas State University, Nature, 30 de Setembro de 1999, página 423.
“Charles Darwin apresentou A Origem das Espécias para um mundo descrente em 1859 – três anos depois de Clerk Maxwell [um criacionista] ter publicado On Faraday’s Lines of Force. A teoria de Maxwell, por um processo de absorção, se tornou parte da teoria de campo quântica, e portanto parte da grande estrutura canônica criada pela física matemática. Por contraste, o triunfo final da teoria darwinista, apesar de ser vivamente imaginada por biologista, permanece, junto com a paz mundial e o Esperanto, no horizonte escatológico do pensamento contemporâneo.
David Berlinski, “The Deniable Darwin,” Darwinism, Design and Public Education (Mich. State, 2003), página 157.

Fonte: Evolution, a Fairy Tale for Grownups, Ray Comfort, Brigde Logo, página 136.

Posted on Tuesday, May 29, 2012 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, December 21, 2011




Richard Dawkins foi recentemente desafiado a debater William Lane Craig. Ele se recusou. Craig, de acordo com ele, é um “deplorável apologista de genocídio” com quem ele não dividiria uma plataforma. O genocídio em questão é aquele dos cananeus no livro de Deuteronômio no Velho Testamento (veja o link em inglês).

Uma das frases mais famosas de Richard no livro “Deus, um delírio” sobre esse assunto é:
O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo.

Um dos grandes problemas que muitas pessoas tem com Deus como detalhado na Bíblia, como Richard tão claramente demonstrou acima, é o de Seu julgamento contra as nações como dos cananeus. Só é necessário ler a história bíblica para ver Deus ordenando a matança de homens, mulheres e crianças cananéias. Nem mesmo os animais foram poupados. O que fazemos com isso? Deus é um monstro moral?


Paul Copan tentou responder a esse desafio em seu livro “Is God a Moral Monster? Making Sense of the Old Testament God” (Deus é um monstro moral? Fazendo sentido do Deus do Velho Testamento). A sua resposta para a acusação que Deus comandou o genocídio dos cananeus é que esse não foi o genocídio que parece ter sido se realmente lermos o texto pelo que é; o texto é uma hipérbole e um exagero daquilo que realmente aconteceu; que esses eram mais ataques desabilitantes e não as conquistas militares do tipo “não deixe sobreviventes” que se pode concluir pela leitura do texto. As passagens sobre mulheres e crianças são apenas artifícios de linguagem sendo usados como uma metáfora inativadora de certas estruturas para que a influência dos cananeus fosse desabilitada. Para uma explicação mais detalhada você pode ouvir essa entrevista (terceira hora, em inglês) com Greg Koukl em seu programa de rádio em STR ou no blog. Ou você pode comprar seu livro.

Enquanto a explicação de Paul Copan sobre os assuntos como escravidão, bigamia, sacrifício de crianças e tratamento de mulheres no Velho Testamento fazem sentido pra mim, eu acredito que Clay Jones chega à correta conclusão sobre o assunto do “genocídio divino” dos cananeus. Ele afirma eu seu tratado, “Nós nãoodiamos o pecado, por isso não entendemos os cananeus”, que a interpretação pelo o que está escrito no texto é a interpretação correta. Clay também apareceu no programa de rádio de Greg Koukl em uma entrevista que pode ser encontrada aqui (terceira hora, em inglês) que é de onde eu consegui a maioria das respostas para o resto da postagem.

A primeira coisa que precisa ser examinada é a cultura e o comportamento dos Cananeus para ver se poderia existir alguma justificativa para sua obliteração como descrita no Velho Testamento. O arqueologista William Allbright fala sobre um antigo poema cananeu onde o deus cananeu Baal estupra sua irmã enquanto ela está na forma de uma bezerra 77 ou mesmo 88 vezes. Nós temos aqui estupro, incesto e bestialidade no mesmo ato. Baal também faz sexo com sua mãe e sua filha. Se esse é o ser que os cananeus adoram, se esse é o Deus que eles veneram, então, de acordo com Jones, certamente é isso que eles também praticam. E esses atos são confirmados por estudos mais profundos da cultura cananéia. Deus proibiu essas práticas em Levítico e esses pecados são punidos quando, tanto os cananeus quanto os israelitas os cometem. E essa punição era dura. Sodoma e Gomorra são exemplos de cidades cananéias que foram julgadas por Deus com uma boa justificação moral.

Então, como Clay Jones responde as passagens da completa destruição dos cananeus no Velho Testamento? Clay começa fazendo uma observação sobre a nossa própria cultura. Nós parecemos ter sido inoculados pelo pecado. A maioria das pessoas parecem não se importar mais em relação ao pecado. Nossa cultura nem mesmo reconhece tais coisas como pecado, quanto mais entender o que o termo “pecado” realmente significa. Nós nos tornamos como os cananeus em nossa própria cultura a tal ponto que, como Clay afirma, “estudar tais coisas ao longo dos anos me levou a pensar que os cananeus poderiam se levantar no Dia do Julgamento e condenar essa geração”.

Animais
Por que matar animais? Você não vai querer ficar perto de animais usados para ter relação sexual com pessoas. No artigo de Clay ele dá exemplo de uma gorila atacando sexualmente um psicólogo.

Mulheres
Se você quer erradicar essas práticas da cultura, então por que você vai deixar vivas as mulheres que eram tão culpadas e igualmente perigosas quanto homens na participação dessas práticas?

Crianças
Sim, as crianças também. Primeiramente, qual idade você começa a separar as crianças dos adultos? 18? 12? Clay nos fala das crianças que eles adotaram porque ele e sua esposa não podiam ter filhos. Eles aprenderam que crianças que vem para a sua casa com idade de 4 anos estavam trazendo sua cultura com elas. Agora, e se você tivesse matado os pais dela? Como seria a rebelião na adolescência para essas crianças que foram preservadas? Certamente elas foram expostas a culturas altamente sexualizadas e muito provavelmente foram molestadas naquela época.

Então, como você se livra dessa cultura no intuito de prevenir que ela afete os israelitas adversamente? Se você quer erradicar a pecaminosidade dos cananeus, de que outra forma você pode fazê-lo?

Mas espere, eu ouço você dizer, a Bíblia fala da continuidade da presença dos cananeus na região depois que esse “genocídio divino” ocorreu. Como Clay responde isso? Clay nos leva a observar os textos que falam do “genocídio divino” e mostra que a ordenança de Deus era apenas para uma região específica. Ainda havia presença cananéia fora da região onde os israelitas deveriam habitar e por isso que ainda estava em vigor a ordem para não tomar esposas fora da cultura israelita. Mas como lemos mais adiante no texto, os gostos dos reis Davi e Salomão não permitiram que eles respeitassem essas leis perfeitamente (tomando esposas de fora da comunidade israelita) e portanto a cultura cananéia foi reintroduzida dentro da cultura de Israel e a corrompeu ao ponto que Deus lidou de forma dura com os israelitas através dos assírios e babilônios.

Concluindo, eu acho que podemos aceitar o texto como ele é. A questão que permanece é o que você pensa sobre Deus comandando tal coisa? Tem Deus o direito de fazer o que Ele quer com a Sua criação? Se você tem algum problema com o julgamento seletivo dos cananeus, então como você se sente em relação à completa destruição que Deus trouxe durante o Dilúvio? E como você se sente em relação à iminente destruição de tudo no Armagedom?

Posted on Wednesday, December 21, 2011 by Maurilo e Vivian

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Friday, December 16, 2011


13 Abril 1949 – 15 Dezembro 2011


Acabamos de saber da morte do jornalista Christopher Hitchens, famoso, entre outras coisas, pelo seu trabalho como um dos grandes expoentes do ateísmo, mais especificamente do neo-ateísmo. Hitchens morreu pelas complicações de um câncer em seu esôfago.
Essa é uma notícia triste. Não ficamos felizes ao saber de sua morte. Não existe alegria pela morte de um ímpio. Hitchens verbalizou ferozmente sua postura ateísta, atacando, rejeitando, denegrindo, ridicularizando, insultando Deus e todos associados a Ele ou à idéia de uma deidade. Seu livro “Deus não é grande” o lançou ao estrelato popular pela postulação e reclamação (não argumentos) contra Deus. Mas apesar de tudo isso, Hitchens nunca foi o inimigo. Ele sempre foi mais uma alma perdida, que como tantas outras rejeitava a Deus. A diferença é que pelo menos ele verbalizava isso.
Parte do meu respeito por Hitchens é que ele tinha a coragem de dar mais a cara para bater do que Richard Dawkins. Enquanto Dawkins foge a qualquer encontro com o filósofo cristão William Lane Craig, Hitchens aceitou debater com ele. Mesmo tendo, nas palavras de um ateu que assistiu ao debate, “apanhado igual um garotinho”, Hitchens ao menos deu as caras para defender suas idéias.
A propósito, Dawkins postou a seguinte nota em seu Twitter:
“Christopher Hitchens, grande orador de nosso tempo, companheiro cavaleiro, valente guerreiro contra todos os tiranos incluindo Deus.”
Belas palavras de Dawkins. Mas se o ateísmo de Dawkins e Hitchens for verdadeiro, todas essas palavras não fazem o menor sentido. Todas elas se baseiam na idéia de um padrão moral superior que deve ser seguido, pelo qual Hitchens está sendo comparado. Mas esse padrão moral só pode existir se for transcendente à nós mesmo. Tiranos só podem existir se houver uma bondade de ações pela qual eles devem ser julgados. Sem Deus como legislador moral, esse padrão não existe. O que existe é gosto pessoal. Jamais poderíamos chamar alguém realmente de tirano, já que não existe um padrão moral transcendente pelo qual fazer comparação. Se Dawkins estiver certo, suas palavras não fazem o menor sentido.
Eu não sei qual é o destino de Hitchens. Talvez ele esteja no inferno. Talvez não. Não sabemos como foram os últimos momentos dele e na face da morte, o mais teimoso dos homens pode finalmente dobrar sua vontade quando percebe que vai se apresentar ao seu Criador. Podemos ter esperança. Só teremos certeza quando chegarmos no céu. Mas há algo que temos certeza absoluta.
Christopher Hitchens, que morreu hoje no dia 15 de Dezembro de 2011, não é mais um ateu. Ele agora acredita que Deus existe.
Só esperamos que ele não tenha chegado a essa conclusão tarde demais.

Posted on Friday, December 16, 2011 by Maurilo e Vivian

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Friday, March 11, 2011


Baseado em Deus, um delírio, de Richard Dawkins. Obrigado, Richard!

1) Apenas aceitar crenças que são fundamentadas por evidências.
2) Não aceite argumentos circulares.
3) Não quebre a cabeça tentando encontrar evidências para 1 sem violar 2.
4) Não acredite em nada que não tenha sido confirmado pelas ciências físicas.
5) Não aplique 1 e 2 ao 4
6) Acredite que 4 vai aparecer nas ciências físicas cedo ou tarde.
7) Questione tudo, incluindo essa frase e o fato de estar a questionando, mas nunca de 1 até 6.
8) Não faça aos outros aquilo que você não quer que façam com você, esteja sempre pronto para perdoar, viva com uma sensação de admiração e se esforce para não causar danos.
9) Não aplique 1, 2, 4 ou 7 ao 8
10) Sempre respeito o direito dos outros de descordar de você – a menos que esses outros sejam abusadores de crianças supersticiosos cuja crença em um deidade não é melhor do que um juramento infantil ao Monstro de Espaguete Voador.

Posted on Friday, March 11, 2011 by Maurilo e Vivian

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Thursday, March 10, 2011



Existem duas regras difíceis e rápidas para qualquer um que queira se tornar um ateu. Se você se sentiu tentado, veja bem, pois não é uma coisa fácil.

A primeira regra é ignorar o design na natureza. Você vai vê-lo em toda parte – de planetas a átomos, as estações, o design do corpo humano, os pássaros e abelhas, flores, frutas e até dos fungos. E é claro, o maravilhoso olho humano. Para qualquer lugar que você olhe ou não olhe, você vai ver design.

Mas aqui está a parte difícil: ignore seu senso comum dado por Deus. Admita que tudo o que o homem fez, foi feito pelo homem, mas seja totalmente inflexível sobre as coisas na natureza terem vindo do nada, sem nenhum Designer. Uma vez que você já colocou de lado sua perspicácia em relação à isso, coroe a si mesmo como inteligente. Muito. E então encontre outros ateus que vão confirmar que você realmente é inteligente.

A segunda regra é “acreditar”. Isso é muito importante, porque se você deixar a dúvida entrar, vai deixar também o medo entrar e isso pode ser uma coisa assustadora quando a grande questão é um lugar chamado “Inferno”.

Acredite que você está certo em relação às suas crenças. Acredite que a evolução é realmente verdade. Acredite que é científica. Acredite que não existem elos perdidos e acredite que Richard Dawkins sabe do que está falando.

Acredite que você á aparentado com um macaco e portanto não é moralmente responsável porque os macacos não possuem absolutos morais. Acredite que sua consciência foi dada para você por seus pais e pela sociedade e não por Deus (sempre use um “d” minúsculo para Deus, se possível).

Para crescer como um ateu, você precisa aprender a linguagem dos “crentes” - frases do tipo, “não existe criação”, “a evolução é um fato provado” e o poderoso argumento do “Monstro Espaguete Voador”. Aprenda a fina arte de copiar e colar citações e responder a evidências com “homem de palha!” Assim você não precisa responder ao desafio.

Tudo isso vai dar um percepção de inteligência. Nunca questione a evolução e não pense por si mesmo.

Faça estas coisas e você poderá se considerar um ateu, ou até mesmo um Novo Ateu. Que legal né? Bem, eu devo dizer, pelo menos será um ateu até onde alguém pode se chamar ateu. Ninguém pode ser um ateu de verdade porque, para isso, é necessário “conhecimento absoluto” para se dizer que Deus não existe. Portanto, até você ser onisciente (como Deus) você vai ter que se contentar com fazer de conta que é um ateu.

Posted on Thursday, March 10, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, January 19, 2011

Debates são ótimas formas de vermos os argumentos em ação. Eu gosto de assistir debates porque eles sempre me preparam para apresentar melhor as boas evidências para a existência de Deus. E eu posso também ver como aqueles que defendem uma outra visão de mundo respondem ao nossos argumentos.
Veja abaixo um ótimo debate entre John Lennox e Richard Dawkins. Vale a pena.


Os outros vídeos aparecem na sequência após esse. Reserve um tempo, sente-se bem confortável e aproveite.

Posted on Wednesday, January 19, 2011 by Maurilo e Vivian

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Saturday, November 13, 2010


Um outro título para esse post poderia ser “A Razão contra a Fé”, tendo claro, William Lane Craig do lado da razão e Richard Dawkins pelo lado da fé naturalista. Mas pelo comentário abaixo, você verá que um terceiro título seria “Um homem educado contra um outro mal-educado”.
Hoje está acontecendo um painel no México intitulado “Does the Universe have a purpose?” (O universo tem um propósito?) e os participantes são o teólogo e filósofo William Lane Craig, junto de outros apologistas e do outro lado o biólogo evolucionista Richard Dawkins e outros neo-ateus famosos.
O mais legal desse evento é que Richard Dawkins sempre se esquivou de debater William Lane Craig. Ele sabe que vai levar uma surra maior ainda do que a que Christopher Hitchens levou. Portanto, é essencial que ele fique o mais longe possível de Craig para tentar manter a sua aura de intelectual. Quando suas idéias são analisadas à luz da boa filosofia, ela simplesmente não se sustenta.
Não sei porque dessa vez Dawkins aceitou o desafio. Mas seja qual motivo for, leia abaixo a rapida conversa que ambos tiveram no saguão do hotel, conforme informação do site Quebrando o Encanto do Neo-Ateísmo:

“A grande notícia é que Richard Dawkins é um dos meus adversários no painel de discussões! Eu fiquei absolutamente chocado! Eu me encontrei com ele ontem à noite na recepção.
Eu disse: “Eu fiquei surpreso em ver que você estará no painel”
“Por que?”, ele perguntou.
“Bem, você sempre disse que não aceitaria debater comigo”
Ele de repente ficou muito frio: “Eu não considero este painel um debate com você. Os mexicanos me convidaram para participar e eu aceitei.”
Ele então virou as costas para ir embora.
Eu disse: “Bem. Espero que tenhamos uma boa discussão então.”
Ele disse, “Duvido muito disto.” e saiu andando,
Whoa! Então este painel será interessante…”

Ou seja, Dawkins continua usando arrogância como argumento contra a existência de Deus. No final das contas, como ficou bem claro em seu livro “Deus, um delírio”, esse é o único argumento que ele tem. Além de reclamar pra caramba. Mas isso já foi discutido em outro post.
Tem um link para a transmissão on line da conferência, que já começou. Mas espero que depois disponibilizem o vídeo para melhor apreciação. A transmissão on line não está boa.

Posted on Saturday, November 13, 2010 by Maurilo e Vivian

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Saturday, May 16, 2009

Já foi dito e muitas e muitas vezes que Dawkins pode ser um ótimo showman, mas é um péssimo filósofo. Veja uma explicação bastante sólida sobre as falácias de Dawkins em seu best-seller.
Com vocês, Dr. William Lane Craig:



Posted on Saturday, May 16, 2009 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, April 08, 2009


Mais uma vez, com a chegada de datas religiosas, revistas como SuperInteressante ou Galileu se lançam a desvendar artigos da fé. Nessa empreitada, a Super lançou uma revista especial sobre Deus, sendo esse aliás o título.

Em um artigo intitulado “Ele está acima de nós?”, uma citação de Richard Dawkins (The Alien Man, para quem viu Expelled) chamou minha atenção, por ser um primor do pensamento circular.

Quando falava sobre a impossibilidade da existência de Deus, ele diz que Deus não poderia existir porque a evolução do cérebro humano levou milhões de anos para acontecer e para que o universo tivesse um arquiteto, ele teria de ter um cérebro tão desenvolvimento ou mais quanto o humano, sendo assim, não teria tido tempo para desenvolver esse cérebro e criar o universo. Não sei se retiraram essa citação de alguma entrevista ou de Deus, um Delírio, onde ele repete essa pérola da lógica.

Dawkins acredita piamente que a única grande verdade do universo é o processo evolutivo conforme descrito por Darwin. Para ele, absolutamente tudo o que existe só veio a existência por esse processo, que é um fato em si e que nenhuma outra explicação cabe. Portanto, para ele, se um Deus existir, ele só pode existir por um processo Darwiniano.

Ora, isso é raciocínio circular. Eu fundamento minha conclusão na própria conclusão em si. Em momento algum os cristãos (principal alvo de Dawkins, declarado por ele mesmo) alegam que Deus foi criado, ou que é dependente desse universo. A crença clássica do cristianismo sobre Deus é que ele é transcendente ao universo. Ele criou o universo. Já existia antes mesmo desse último existir. Portanto, mesmo que um processo evolutivo tenha desenvolvido a vida em nosso planeta, nada, absolutamente nada obriga Deus a se limitar por essa regra. É como dizer que o autor de um livro só pode existir se ele tiver vindo a existência pelo mesmo processo que seus personagens em seu livro. Não faz sentido.

É interessante notar que Dawkins diz que a chance de Deus existir é “tão improvável quanto uma rocha se transformar em uma pessoa”. Mas não é exatamente isso que ele acredita? Que através de bilhões de anos, a vida se formou do nada (abiogênese, alguém poderia chamar Pasteur por favor???) e através de algum ato mágico (mas não sobrenatural) a primeira célula se formou. O resto é história, como conta a música de abertura do “The Big Bang Theory”. Fechando o raciocínio, Dawkins acredita na possibilidade da existência de Deus, já que ele acredita que uma pedra (sem vida) se transformou no ser humano (ser vivente). A única diferença é que ele acrescenta um montão de tempo para disfarçar.

Dawkins é um péssimo filósofo, isso já é notório. Mas mesmo sabendo disso, ele não para de me surpreender com suas pérolas. E pensar que ele é o considerado o mais brilhante dos ateus… também, depois que perderam Anthony Flew, o que sobrou?

Posted on Wednesday, April 08, 2009 by Maurilo e Vivian

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Sunday, November 23, 2008


Estou lendo "Deus, um delírio" de Richard Dawkins e me deparei com uma frase importante. Ele diz algo mais ou menos assim (me perdoem se a frase não está exatamente como a versão em português, mas estou lendo em inglês, já que consegui o livro por um dólar em Miami): “é possível ser um ateu feliz, equilibrado, ético e intelectualmente realizado” e daí ele continua na sua tentativa de conscientizar seus leitores sobre os enormes benefícios da ateísmo. Essa frase se encontra logo no início do prefácio.
O que me chamou a atenção é que ele está usando a boa e velha terminologia evangélica para converter pessoas de outros credo para sua religião. A grande isca do evangelismo moderno é “venha para Jesus, Ele vai te dar paz, alegria, vai te fazer feliz e você vai se sentir realizado”. Não é basicamente isso que Dawkins está prometendo no prefácio de seu livro? Venha para o ateísmo, ele vai te dar paz, alegria, felicidade e realização. Isso mostra o quanto o ateísmo não é a negação da religião, mas somente mais uma religião. Ela só transfere sua fé de uma deidade para a a humanidade. Ainda assim é uma questão de fé, como diz um pouco antes “eu acredito no homem...”.
Pretendo em breve escrever um post sobre fé e quais as bases para a fé, pois muitos ateus dizem que fé é uma crença sem fundamentos, o que não é verdade, por nenhuma definição, nem mesmo a bíblica. Mas isso é assunto de um outro post. A questão aqui é outra.
Ateísmo é uma religião e a cada dia tem se organizado e estruturado como uma. Eles já possuem um livro sagrado (Origem das Espécies, Darwin), um líder que define seus dogmas (Richard Dawkins), possuem seus profetas (Sam Harris, Christopher Hitchens) e uma visão de mundo (evolucionismo e humanismo). Em pouco tempo teremos templos totalmente dedicados a seus cultos, que não ficarão restritos às matérias em artigos científicos ou as universidades.
Uma das grandes desgraças do evangelismo moderno é o decisionismo, tudo é uma pequena questão de se decidir, de dar uma chance. Podemos falar disso em outro post (estou prometendo muitos posts...) mas com certeza funciona, no sentido de conseguir um grande número de associados. E Dawkins se entrega a esse pragmatismo religioso. Não somente o ateísmo possui todas as características de uma religião, ele está rapidamente adotando práticas que levamos séculos para adotar.
Estão copiando não somente o que existe de bom no cristianismo, mas também o que existe de ruim.
Ao menos algo de bom. Se a próxima geração de ateus se voltarem para o ateísmo pelas promessas de felicidade e realização sem fim, vamos ter um belo grupo de “desviados” do ateísmo, assim como temos do cristianismo.

Posted on Sunday, November 23, 2008 by Maurilo e Vivian

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Sunday, November 16, 2008



Seu eu te disser: “olha, provavelmente você não morrerá em um acidente de carro. A chance é muito pequena. Portanto, pare de se preocupar e dirija do jeito que você quiser”.
Você provavelmente me diria “Você está louco? Por menor que seja a chance, eu ainda assim posso morrer”. Ou seja, eu teria feito um comentário no mínimo irresponsável.
Pois bem, nossos queridos amigos ateus, homens de mente muito aberta (menos para a possibilidade da existência de Deus), lançaram uma campanha promocional nos ônibus de Londres com a frase “Provavelmente Deus, não existe. Então pare de se preocupar e curta a vida”!
Entre os grandes pensadores que queimaram algumas milhares de libras está o papa do ateísmo Richard Dawkins, que doou algum dinheirinho para a campanha. É engraçado que esse movimento religioso (sim, ateísmo é uma religião) pode ser definido pela sua incrível falta de afirmações seguras.
Provavelmente. Provavelmente. Eles nem sequer tiveram a coragem de escrever “Seguramente não existe Deus”. Não, eles escreveram “Provavelmente não existe Deus”. Nem ao menos para afirmar algo. Ou eles não tiveram coragem de afirmar isso, ou não acreditam que Deus não exista. De uma forma ou de outra, eles estão agindo de forma irresponsável, pois dizem que ninguém deve se preocupar, somente viva a vida e não ligue para o pós-morte. Querem que as pessoas vivam seguras baseadas em uma incerteza.
Esse “provavelmente” abre espaço para uma pergunta que poucos querem fazer: e se Deus existir? E se, quando eu morrer eu tiver de prestar contas a Deus de tudo o que já fiz na vida? E se a Bíblia estiver correta? “Provavelmente” abre espaço para essas especulações. E se houver um chance, por menor que seja, eu DEVO me preocupar. As chances de morrer no transito são mínimas, mas se elas existem, eu DEVO me preocupar e buscar me adequar a uma forma de direção segura. Pensar diferentemente seria irresponsabilidade.
Muito bem meus amigos ateus. Vamos pedir para que pessoas tomem decisões definitivas baseadas em frases inseguras.

Posted on Sunday, November 16, 2008 by Maurilo e Vivian

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