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Tuesday, August 04, 2015


A alma sobrevive à morte do corpo? Essa é uma questão mais debatida do que se pensa. Eu estava eu em um fórum cristão debatendo alguns assuntos quando uma pessoa (provavelmente Testemunha de Jeová, apesar de não admitir nem negar) entrou postando longos textos que ele copiou do Watchtower Library. Reconheci na hora os textos. Isso cria uma discussão desigual porque tudo o que ele tem que fazer é copiar e colar os longos textos enquanto a gente tenta digitar uma resposta. Os textos são tão ridiculamente longos que realmente cansam. E o assunto que ele sempre defende nas discussões é: a alma não sobrevive à morte da pessoa.
O argumento basicamente se desenvolve da seguinte forma:
  1. A palavra para alma no hebraico é nefesh que quer dizer pessoa. Não algo separado do corpo, mas o próprio ser humano.
  2. Eclesiastes 9.5 e 10 diz assim “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos nada sabem” e “O que as suas mãos tiverem que fazer, que o façam com toda a sua força, pois na sepultura, para onde você vai, não há atividade nem planejamento, não há conhecimento nem sabedoria”.
  3. Portanto, a alma não sobrevive à morte.

É basicamente isso. Você vai encontrar versões mais rebuscadas, mas a síntese do argumento é esse.
Vamos examinar as premissas para ver se elas são verdadeiras.
A palavra hebraica para alma é realmente nefesh, mas ela é uma palavra de grande escopo semântico. Ela pode ser traduzida como “vida”, “pessoa”, “apetite”, “mente”, “alma”, etc. O que irá definir o significado da palavra é o contexto em que ela está. Todo mundo que estudou um pouco de tradução sabe que muitas vezes o sentido de uma palavra se dá pelo contexto. É errado aplicar um único significado. Quer um exemplo de um idioma moderno? Traduza-me em uma única palavra que inclua todos os significados da palavra inglesa “get”. Consegue? Boa sorte. Se isso é difícil com um idioma moderno, imagine com um idioma tão antigo quanto o hebraico. Portanto o contexto irá explicar o que nefesh significa.
E agora a segunda premissa. Eclesiastes 9 não é o único capítulo do Antigo Testamento que trata do assunto. Veja por exemplo, no mesmo livro, esse versículo:
“o pó volte à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus, que o deu.”
Eclesiastes 12.7
Quando o autor fala de pó aqui está se referindo ao corpo (Gen 2.7). O autor não está se contradizendo aqui? No capítulo 9 ele fala que não existe consciência entre os mortos, mas aqui ele fala que o corpo volta a terra e a alma volta a Deus? Como explicar isso?
Simples. Eclesiastes é um livro que se propões a analisar o mundo que está debaixo do sol (Ec 1.13), do mundo físico. E da perspectiva do mundo físico, os mortos realmente nada fazem. E é por essa perspectiva que ele faz suas afirmações do capítulo 9. Quando chega ao capítulo 12 ele aumenta a perspectiva da sua análise trazendo o mundo espiritual. Lembra-te do teu Criador. Faça isso antes que seu corpo volte a terra e seu espírito a Deus. Por quê?
Pois Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mal.
Eclesiastes 12.14
As duas premissas são falsas, portanto a conclusão também é falsa.
Além disso, consideremos outros textos:
Mas Deus redimirá a minha vida da sepultura e me levará para si.
Salmos 49.15

Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno.
Mateus 10.28

Temos, pois, confiança e preferimos estar ausentes do corpo e habitar com o Senhor
2 Coríntios 5.8

Quando ele abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas daqueles que haviam sido mortos por causa da palavra de Deus e do testemunho que deram.
Eles clamavam em alta voz: "Até quando, ó Soberano santo e verdadeiro, esperarás para julgar os habitantes da terra e vingar o nosso sangue? "
Então cada um deles recebeu uma veste branca, e foi-lhes dito que esperassem um pouco mais, até que se completasse o número dos seus conservos e irmãos, que deveriam ser mortos como eles.
Apocalipse 6.9-11 (compare esse texto com Mateus 10.28).
Portanto a Bíblia ensina que a alma sobrevive à morte do corpo. Não se deixe enganar. Tem muita gente por ai ensinando o contrário do que ensinam as Escrituras, que a alma não sobrevive a morte. Se isso for verdade, apenas viva a sua vida e o pior que vai acontecer com você é deixar de existir. Nada mais. Sem inferno. Sem julgamento. Sem justiça. Mas a Bíblia alerta sobre gente assim:
Eles tratam da ferida do meu povo como se não fosse grave. ‘Paz, paz’, dizem, quando não há paz alguma.
Jeremias 6.14

Posted on Tuesday, August 04, 2015 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, July 28, 2015


As pessoas muitas vezes me perguntam como responder a aqueles que são homossexuais e ainda assim se consideram cristãos. Enquanto um fornicador, um homossexual, um adúltero, um ladrão e um mentiroso podem se tornar um cristão, é importante entender que eles não podem continuar em seus pecados. Se alguém assim o faz, ele está fazendo de conta que é cristão (um hipócrita). Para ser cristão, você precisa se afastar de seu estilo de vida pecaminoso, comumente conhecido como “arrependimento”.
Então, como você diz isso para alguém sem ofendê-lo? Eu evangelizaria a pessoa usando a Lei de Deus (os Dez Mandamentos). Eu não mencionaria o homossexualismo até que ele fique humilde e o pecado seja visto em sua verdadeira luz. Existe uma ótima razão para isso. Nenhuma pessoa orgulhosa pode ver a natureza de seu próprio pecado. Ele está cego por seu próprio orgulho. Se você já fez aconselhamento conjugal, você sabe que isso é verdade. Se não existe humildade, não haverá abertura para a razão. Então a Lei deve ser usada para humilhar o coração humano, mostrar a verdadeira luz do pecado e esperamos mostrar para a pessoa o seu erro e o grande perigo.


Ray Comfort, The Evidence Bible, comentário sobre 1 Coríntios 6.9-11, página 1639.

Posted on Tuesday, July 28, 2015 by Maurilo e Vivian

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Sunday, July 26, 2015


Tradução: Emerson de Oliveira

(Normalmente eu não publico texto de outros blogs. Prefiro colocar um link para o texto, mas eu estava traduzindo esse texto para colocar aqui no Pés Descalços e descobri que já havia sido traduzido. Então, como o tradutor já havia autorizado a divulgação, resolvi postar)

A comunidade homossexual levantou o argumento de que a palavra homossexual nunca ocorreu no Bíblia (inglesa) até 1946 tentando, assim, demonstrar que a homossexualidade não é errada mas que os cristãos traduziram a Bíblia para adaptá-la às suas necessidades. Considere esta citação de um site pró-homossexual.
“A palavra “homossexual” não aparece em nenhuma tradução da Bíblia cristã até 1946. Há palavras em grego para atividades sexuais do mesmo sexo, mas elas nunca aparecem no texto original do Novo Testamento.” (Http://www.pflagupstatesc.org/statistics.htm)

Este site gay apresenta alegações semelhantes:

Não há, na Bíblia, nenhuma só vez as palavras homossexual, lésbica ou homossexualidade. Todas as Bíblias que empregam estas expressões estão erradas e mal traduzidas. A palavra homossexual só foi criada em 1869, reunindo duas raízes linguísticas: Homo (do Grego, significando “igual”) e Sexual (do latim). Portanto, como a Bíblia foi escrita entre 2 e 4 mil anos atrás, não poderiam os escritores sagrados terem usado uma palavra inventada só no século passado. Elementar, irmão! (http://www.ggb.org.br/cristao.html)

Mas, temos que reconhecer que você não traduz uma palavra do hebraico e grego para o português, se não houver equivalente em português. Assim, usar o termo “homossexual” na Bíblia não poderia ter ocorrido após a palavra entrasse no vocabulário português (em português, esta palavra começou a ser usada em 1899, de acordo com Cândido de Figueiredo, em “Novo Diccionário da Língua Portuguesa”. Lisboa, 1899

Então, quando é que o termo “homossexual” entrou no vocabulário inglês?

“Em inglês, a palavra homossexual foi usada pela primeira vez em 1892 na tradução em Inglês de “sexualis Psychopathia”, de Krafft-Ebing , que é uma obra de referência, em alemão, de perversões sexuais. Ela apareceu pela primeira vez em 1886 e foi muito popular, sendo reimpressa cerca de uma vez em um ano!” (http://wiki.answers.com/Q/What_year_did_homosexual_become_a_word)
“Homossexual (adj.) 1892, na tradução de CG Chaddock de “Psychopathia Sexualis” de Krafft-Ebing, do alemão Homossexual, homosexuale (em 1880, em Gustav Jäger), de homo-, forma combinada do termo grego homo “mesmo” (ver homo-(1)) + o termo sexual em latim. “Homossexual” é uma palavra barbaramente híbrida, e não afirmo nenhuma responsabilidade por isso. É, no entanto, conveniente, e agora amplamente utilizada.  Tem se sugerido a palavra “homogênico”. O termo “inversão sexual’ (1883) [H. Havelock Ellis, “Estudos em Psicologia”, 1897]  foi  um termo clínico para isto em inglês. O substantivo está registrado de 1895. Em uso técnico, seja masculino ou feminino; mas em uso não técnico quase sempre para se referir ao sexo masculino. A forma abreviada de homo apareceu pela primeira vez em 1929. ” (http://www.etymonline.com/index.php?allowed_in_frame=0&search=homosexuality&searchmode=none)
Ok, então isso explica quando a palavra entrou no nosso vocabulário. Desde 1892 (e 1899, em português), levaria algum tempo, em uma sociedade menos avançada tecnologicamente do que hoje, para que a palavra fosse disseminada por toda a população e aparecesse em várias formas de literatura. Isso explicaria por que o termo “homossexual” não apareceu na Bíblia até 1946. Mas, a Bíblia ensina contra o conceito de homossexualidade? Para isso, vamos dar uma olhada nas traduções inglesas que usam o termo, e, em seguida, vamos examinar a língua original.

O que a Bíblia diz?
Os lugares onde a palavra “homossexual” ocorre (em inglês) na Bíblia são encontradas em dois versos:

1 Cor. 6,9: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os homossexuais, nem os ladrões, nem o avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.” (NASB, ESV, NVI),
1 Tm. 1,10, “Perceber o fato de que a lei não é feita para o justo, mas para os que estão sem lei e rebeldes, para os ímpios e pecadores, para os ímpios e profanos, para os que matam seus pais ou mães, para assassinos, homens imorais  e homossexuais, sequestradores e mentirosos e perjuros, e tudo que for contrário à sã doutrina, segundo o evangelho da glória do Deus bendito, que me foi confiado. “(NASB, ESV)
Em cada caso, a palavra grega usada para “homossexual” é ἀρσενοκοίτης, arsenokoites. Aqui está o que isso significa de acordo com dicionários gregos:

ἀρσενοκοίτης arsenokoites; gen. arsenokoítou, masc. substantivo, de ársen (730), homem e koite (2845), cama. Um homem que dorme na cama com outro homem, homossexual (1Cor. 6,9; 1 Tm. 1,10 [Cf. Lev. 18,22; Roma. 1,27]). Zodhiates, S. (2000). Dicionário completo de estudo das palavras: Novo Testamento (electronic ed.). Chattanooga, TN: AMG Publishers.
88,280 ἀρσενοκοίτης, ου m: ‘homossexual’, um parceiro masculino em relação homossexual – οὐκ οἴδατε ὅτι … οὔτε μοιχοὶ οὔτε μαλακοὶ οὔτε ἀρσενοκοῖται … βασιλείαν θεοῦ κληρονομήσουσιν’ você não sabe que … nem adúlteros ou homossexuais … receberão o reino de Deus’ 1 Cor 6,9–10. É possível que em certos contextos ἀρσενοκοίτης refere-se ao parceiro ativo na relação homossexual em contraste com μαλακόςb, o parceiro masculino passivo (88,281). Louw, J. P., & Nida, E. A. (1996). Léxico Grego-Inglês do Novo Testamento: Baseado em domínios semânticos (edição eletrônica da 2 ª edição..). New York: United Bible Societies.
ἀρσενοκοίτης (arsenokoites), ου (UO), ὁ (ho):. n.masc; ≡ Str. 733-LN 88,280 homossexual masculino, aquele que toma o papel masculino ativo na relação homossexual (1 Coríntios 6,9), Especificamente interpretado como pedofilia homossexual masculino (nota nab), possivelmente um termo mais genérico no primeiro Timothy; sodomitas (RSV, NVI, NVI), pervertidos (NVI, Neb, reb), praticando os homossexuais (NAB), homossexual (BJ) , (1 Timóteo 1:10+), Nota: traduções, possivelmente, usar certos termos específicos para inferir ou permitir certas teologias. Swanson, J. (1997). Dicionário de Línguas Bíblicas com domínios semânticos: Grego (Novo Testamento) (electronic ed.). Oak Harbor: Logos Research Systems, Inc.
ἀρσενοκοίτης, ου, ὁ um macho adulto que pratica relações sexuais com outro homem adulto ou um homossexual menino, sodomita, pederasta Friberg, T., Friberg, B., & Miller, NF (2000). Vol. 4: léxico analítico do Novo Testamento grego. Biblioteca Novo Testamento grego de Baker. Grand Rapids, Michigan: Baker Books.
 A  palavra efeminado (malakos)  significa literalmente aqueles que são suaves e femininos; aqueles que perderam sua virilidade e que vivem na luxúria de prazeres recônditos; a palavra descreve o que só podemos chamar enlameado no vício no qual o homem perdeu todo seu poder de resistência. Quando Ulisses e seus marinheiros chegaram à ilha de Circe atracaram à terra na qual crescia a flor de lótus. Aquele que comia  dessa  flor  se  esquecia  de  seu  lar  e  de  seus  seres  queridos  e desejava  viver  para  sempre  nessa  terra  na  qual  “era  sempre  de  tarde”. Perdiam o gozo severo que provém de “remontar as ondas”. O efeminado deseja a vida na qual é sempre de tarde.- Comentário de 1Cor. 6,9, de William Barclay.
O melhor é usar uma palavra em português que retrate fielmente o original. Agora que temos uma palavra mais exata e precisa para se usar, tornou-se a palavra de escolha.

Vamos dar uma olhada no dicionário Merriam-Webster, 11 ª ed. Springfield, Mass, 2003:

homosexoual \ ˌ Ho-mə-sek-sh (ə-) wəl,-sek-shəl \ adj 1892 1: de, relativo a, ou caracterizado por uma tendência a dirigir o desejo sexual para outra do mesmo sexo 2: de, relativo a, ou envolvendo relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo – homossexualidade, adv.


Portanto, é fácil ver por que a palavra “homossexual” não foi usada até posteriores traduções para o português (e inglês). Como existe uma palavra em português mais precisa, foi combinada com a palavra grega correspondente. A prática homossexual ainda é considerada como pecado, de acordo com a Bíblia.

Posted on Sunday, July 26, 2015 by Maurilo e Vivian

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Saturday, July 25, 2015


Essa semana eu publiquei um texto sobre memorização doslivros da Bíblia.
Depois disso fiquei pensando sobre o quanto nós realmente conhecemos a Bíblia. Não estou me referindo ao conteúdo bíblico em si. Pesquisas indicam que apenas 19% das pessoas que frequentam igrejas nos EUA leem suas Bíblias todos os dias (18% falaram que nunca leem suas Bíblias fora do culto público!!!!). Eu me refiro a todas as outras coisas que temos nas nossas Bíblias que são úteis ao entendimento do texto e crescimento espiritual. O quanto você conhece sua Bíblia?
Um amigo contou sobre uma entrevista de emprego para vendas. Em um determinado momento foi aplicado um teste de matemática e uma das questões era converter polegadas para centímetros (era uma vaga técnica), mas meu amigo não se lembrava do cálculo. Como essa era uma das questões eliminatórias, ele não conseguiu o emprego. Após sair da entrevista, ele abriu sua agenda de papel para ver o seu próximo compromisso e descobriu que na agenda tinha uma tabela ao final para conversão entre várias grandezas, incluindo polegadas e centímetros. Detalhe que a agenda estava ao seu lado durante todo o teste.
E acredito que fazemos isso com a Bíblia. Conhecemos muito pouco o texto que Deus nos enviou (nenhuma surpresa aqui quando mais de 80% não leem a Bíblia diariamente), mas também conhecemos pouco os comentários, tabelas, mapas e anotações de nossas Bíblias.
Mesmo as edições mais simples possuem várias informações. Uma NVI antiga que tenho tem anotações sobre traduções alternativas, textos que não estão nos manuscritos mais antigos, conversão de medidas, mapas, dicionários, planos de leitura bíblica e índice remissivo. E essa é uma das mais simples Bíblias de casa.
Então, se você não quer ser pego de surpresa como meu amigo, por favor, torne-se íntimo da sua Bíblia. Conheça cada pedacinho dela. Leia o texto. Leia os comentários. Leia as tabelas, mapas, anotações. Torne a Bíblia o mais íntimo dos seus livros.
Não caia no erro que o povo cometeu e Oséias anunciou:
Meu povo foi destruído por falta de conhecimento.
Oséias 4:6

O quanto você conhece sua Bíblia?

Posted on Saturday, July 25, 2015 by Maurilo e Vivian

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Thursday, July 23, 2015


No final de semana passado tivemos o EncoJovem na nossa igreja. Foi um tempo muito bom com mensagens transformadoras (detalhe que, apesar de ser um congresso de jovens, o foco foi a Palavra e não a música). Ao final de umas das palestras, foi feita uma gincana com uma participante e uma das perguntas foi: qual é o décimo livro da Bíblia?
Se eu tivesse ido lá à frente, teria errado. Você sabe qual é? Bom, eu vou colocar a resposta ao final do texto.
Eu voltei pra casa pensando que precisava decorar a sequência dos livros da Bíblia. Não apenas para ganhar uma gincana (hei, os prêmios eram legais), mas especialmente para meu próprio crescimento espiritual. Saber onde cada livro está é uma boa forma de entender como o próprio Deus trabalhou na organização do texto.
Eu pesquisei alguns métodos (em inglês) e fiz uma adaptação que funciona pra mim. Devem existir alguns métodos já adaptados para o português, mas eu não conheço. Como esse funciona pra mim, vou ficar com ele.
Primeira coisa é saber quantos livros temos na Bíblia: 66 – 39 no Antigo Testamento, 27 no Novo Testamento. Um pouco de numerologia bíblica: 3 x 9 = 27; 2 + 7 = 9; 27 / 9 = 3. Sabe o que isso quer dizer? Absolutamente nada.

Novo Testamento.

Vou tentar criar uma história.
Em primeiro lugar, temos os Evangelistas: MMLJ.
M – Mateus; M – Marcos; L – Lucas; J – João.

Após o evangelho ser pregado, podemos dizer que recebemos um novo AR:
A – Atos; R – Romanos.

Esse novo AR nos faz Cristãos Conscientes, CC.
1 e 2 Coríntios.

Logo em seguida vemos que Giza Está Fazendo Crochê (GEFC):
G – Gálatas; E – Efésios; F – Filipenses; C – Colossenses.

Continuando, vamos canta “têtêtititi” (TTTTT):
1 e 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Timóteo e Tito.

E algo feio aconteceu, Filemom Humilhou Tiago (FHT):
Filemom, Hebreus, Tiago.

E para terminar, Pedimos Jiló JÁ (PJJA)!
1 e 2 Pedro, 1, 2 e 3 João, Judas e Apocalipse.

Antigo Testamento.

Para facilitar a memorização, temos que lembrar a divisão do Antigo Testamento em sessões. São cinco sessões que seguem a seguinte numeração: 5, 12, 5, 5, 12.

5 Livros da Lei.
12 Livros Históricos.
5 Livros de Sabedoria.
5 Profetas Maiores
12 Profetas Menores.

Para lembrar os 5 livros da Lei, eu pensei na palavra GELaNDo.
Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.

Para os 12 livros históricos, temos que nos lembrar que Josué Julga Rute, após isso 3 Pares em ordem contrária a alfabética e da letra N (ENE):
Josué, Juízes, Rute, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis, 1 e 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester.

Para lembrar os 5 livros de sabedoria, cunhei a palavra JoSaPEC:
Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos de Salomão.

Os 5 livros dos Profetas Maiores podem ficar na palavra IJeLED:
Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel e Daniel.

Agora vem a parte mais difícil pra mim. Os 12 Profetas Menores. Eles são menores não porque são menos importantes, mas porque escreveram bem menos. Bota menos nisso.

Para me lembrar dos quatro primeiros, eu sempre penso em chamar meu amigo João, mas de forma mais carinhosa: Oh JÃO!
Oséias, Joel, Amós e Obadias.

Depois, uma frase quase sem sentido, mas funcionou para mim:
Junta Muito Não, Hoje Só A Zuêra Manda!
Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

Ufa, depois de praticar algumas vezes, eu posso dizer que já sei a sequência de todos os livros da Bíblia. Se alguém me perguntar qual é o décimo livro da Bíblia, eu já vou saber que é 2 Samuel. Mas mais do que isso, saber como os livros se dispõe nas Escrituras me ajuda a entender como eles se relacionam o que acontece em cada um e onde encontrar aquilo que procuro. Quando mais íntimos nos tornamos das Escrituras, mais aprendemos sobre Deus e crescemos como cristãos.

Espero que doideira toda te ajude também, assim como me ajudou.

Posted on Thursday, July 23, 2015 by Maurilo e Vivian

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Monday, July 20, 2015

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Cânon:

Literalmente significa "padrão"ou "regra", mas o termo está mais associado à coletânea de livros que a igreja reconheceu como Palavra de Deus escrita (Escrituras), que faz o papel de regra ou padrão de fé e prática. Embora as várias traduções cristãs não concordem plenamente sobre quais livros devam compor as Escrituras, pelo menos todos concordam em que os 66 livros da Bíblia protestante são canônicos, tendo, portante, autoridade.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, July 20, 2015 by Maurilo e Vivian

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Sunday, July 19, 2015



Essa semana recebi com muita alegria meu diploma da School of Biblical Evangelism (Escola de Evangelismo Bíblico).
Eu já queria fazer esse curso faz mais de ano, mas nunca tinha encontrado tempo. Esse ano ele entrou como um prioridade. Estou muito, muito feliz!
Junto ao diploma, ganhei também uma Evidence Bible, a versão original da Bíblia Evangelismo em Ação, da Editora Vida.
Agora é pé na rua e evangelismo! E já estamos organizando um no sábado dia 25 de Julho aqui em Guarulhos. Quem quer participar?

Posted on Sunday, July 19, 2015 by Maurilo e Vivian

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Friday, July 10, 2015


Encontrei a seguinte citação no livro Teologia, do Alister McGrath. Na página 206 (de um calhamaço de 660 páginas) é reproduzido o texto que o rei James I da Inglaterra, aquele mesmo da Bíblia, escreveu para seu filho no livro Basilikon Doron. Pelo jeito o rei entendia muito bem a relação entre Lei e Graça. Bem mais do que a igreja dos nossos dias.


Toda a Bíblia é ditada pelo Espírito de Deus para, dessa maneira (assim como por meio de sua palavra viva), instruir e governar toda a igreja em ação, até os confins do mundo. Ela compõe-se de duas partes, os Antigo e Novo Testamentos. A base do Antigo Testamento é a Lei, que expõe nosso pecado e traz em si a justiça. A base do Novo Testamento é Cristo, aquele que perdoando os pecados, encerra em si a graça. A síntese da lei são os Dez Mandamentos, mostrados de forma mais detalhada na Lei e interpretados pelos Profetas: por intermédio de suas histórias são apresentados exemplos de obediência ou desobediência aos mandamentos e qual praemium ou poena era, consequentemente, atribuído por Deus. Contudo, tendo em vista que homem algum foi capaz de cumprir a Lei, nem sequer uma parte dela, aprouve a Deus, em sua infinita bondade e sabedoria, enviar seu próprio Filho como um de nós, segundo a nossa natureza, para alcançar sua justiça mediante o sacrifício de seu Filho por nós: para que, uma vez que não pudemos ser salvos por nossas obras, pudéssemos ser (ao menos) salvos pela fé. Portanto, a base da Lei da Graça encontra-se nas histórias do nascimento, vida, morte e ressurreição de Cristo.

Posted on Friday, July 10, 2015 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, July 07, 2015

Não enche - salmo 129.7 As palavras na Bíblia possuem um significado. Não as use fora de contexto.

É como diz o ditado: um texto fora de contexto cria um pretexto.

Posted on Tuesday, July 07, 2015 by Maurilo e Vivian

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Monday, June 01, 2015

Um dos motivos que ridicularizavam George Whitefield era que ele era bastante vesgo.
Hoje eu me deparei com uma incrível história de conversão.


No período inicial do ministério de (George) Whitefield, muitas das tabernas se tornaram lugares onde sua doutrina e seu zelo eram falados e ridicularizados. Um tal Sr. Thorpe e vários outros homens jovens  em Yorkshire, se juntaram a uma destas festas para imitar a pregação do Sr. Whitefield. A proposta, recebida com aplausos: um após o outro subiu em cima da mesa para representar sua parte e coube ao Sr. Thorpe finalizar essa cena irreverente. Muito exultante e confiante de seu sucesso, ele exclamou enquanto subia na mesa “eu vou ganhar de todos vocês.” Quem poderia supor que a misericórdia de Deus estava agora para ser estendida para esse transgressor da lei? Uma Bíblia foi dada para ele e pela orientação da providência infalível, foi aberta em Lucas 13.3: “se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis.” No momento em que ele leu o texto sua mente foi impressionada de uma maneira muito extraordinária; ele viu claramente a natureza e importância do assunto e, como ele depois disse, se ele havia pregado alguma vez com auxílio do Espírito Santo, essa foi a vez. Seu discurso produziu um sentimento de desânimo em seus ouvintes, e quando terminou, ele instantaneamente se retirou para chorar por causa de seus pecados. Ele pouco depois se associou com o povo de Deus e morreu como um bem sucedido ministro de Cristo em Masborough, em Yorkshire, em 1776, cerca de seis anos após a morte do Sr. Whitefield. Ele foi o pai do distinto Rev. William Thorpe, de Bristol.

Posted on Monday, June 01, 2015 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, December 31, 2013


Feliz 2014! Que Deus possa te abençoar muito nesse novo ano.

Muita gente deve estar fazendo planos para o próximo ano. Quais são seus planos?
Eu gostaria de sugerir algo que parece que todo cristão já fez, mas na verdade, poucos realmente fizeram: ler toda a Bíblia em 2014.
A maior parte dos cristãos nunca leu a Bíblia inteira. E isso tem sido fonte de todo tipo de problemas, tanto internos quantos externos (se todo cristão conhecesse bem a Bíblia 90% das acusações dos ateus perderiam seu poder retórico).
Portanto, quero deixar aqui duas sugestões de leitura da Bíblia. A primeira, para aqueles que querem ler toda a Bíblia ao longo de 2014. A Sociedade Bíblia do Brasil possui um bom plano de leitura ao longo do ano. Você pode baixar o programa em Excel ou PDF aqui.
Agora, se você quiser um plano de leitura mais pesado, que irá te ajudar a ter um entendimento mais amplo da Bíblia e praticamente te levará a decorar partes inteiras da Bíblia, tente o Programa Grant Horner.
Eu já escrevi algumas vezes sobre esse plano aqui em nosso blog e continuo recomendando como o melhor plano de leitura. Resumidamente, você irá ler dez capítulos da Bíblia por dia, um da cada lista. Isso mesmo, dez capítulos! E dez listas. Parece muito, mas depois que você pega o jeito, consegue fazer isso entre 30 minutos e uma hora.
Conforme o programa se desenvolve, você começa a perceber um processo fantástico da Bíblia interpretando a si mesmo.
Então, para aqueles bravos que desejam ir além da média e mediana do meio evangélico, tenha como seu principal objetivo para esse ano ler toda a Bíblia. Escolha o seu plano de leitura e mantenha-se fiel à ele até o dia 31 de dezembro de 2014. Depois volte aqui e conte como foi essa experiência.

Posted on Tuesday, December 31, 2013 by Maurilo e Vivian

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Saturday, June 08, 2013


Olá pessoal. Após um tempo longe do blog, voltamos para anunciar que vamos compartilhar uma mensagem sobre a veracidade histórica da ressurreição de Cristo na Igreja Batista da Amizade, em São Paulo. O mais interessante é que a mensagem será toda em inglês! Então, se você quiser aprender sobre a ressurreição de Cristo, ou praticar um pouco de inglês ou ambas as coisas, será muito bem vindo.

Veja o endereço abaixo:

Exibir mapa ampliado;

Posted on Saturday, June 08, 2013 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, April 10, 2013



Finalmente duas postagens na mesma semana. E olha que essa segunda quase não aconteceu, com a semana corrida. Mas estou feliz que minhas férias estão chegando e talvez eu consiga publica mais.

Eu quero escrever hoje sobre uma prática que tenho visto no meio evangélico, especialmente no meio neo-pentecostal cool, que é definir a importância de um assunto na Bíblia pela quantidade de vezes que uma palavra aparece nas Escrituras. Eu já vi isso um punhado de vezes por aí. Apesar da repetição de um termo ter certa importância (e um apelo retórico) apenas essa repetição não define a importância do termo dentro do contexto geral.
Por exemplo, em um recente texto um pastor-deputado (temos tido vários deles ultimamente) disse que “há mais de dois mil versículos na Bíblia falando sobre o cuidado com os pobres e aproximadamente seis tratando sobre homossexualidade”. A ideia do pastor-deputado (ainda quero escrever sobre essa “novidade”) é que como a Bíblia tem mais textos sobre o cuidado com o pobre, então esse é um assunto muito mais importante e a igreja deveria se focar nisso, não em coisas menores, como o homossexualismo.
Em um primeiro momento isso até pode fazer sentido. Se eu tenho mais versículos falando sobre um assunto do que outro, então esse assunto deve ser mais importante. Certo?
Errado!
Primeiro, a Bíblia não é um livro de versículos soltos, desconexos que pouco se relacionam dentro de um contexto. Existe uma história da redenção do homem, através da obra de Deus que tem começo, meio e fim. O único livro da Bíblia que você pode ler sem se preocupar demais com o contexto é Provérbios e ainda assim não recomendo. E quando um texto é lido dentro de seu contexto, tanto literário quanto histórico, o que define a importância de um tema não é a quantidade de vezes que ele aparece, mas sim em que contexto ele aparece.
Teve um período que eu tentei aprender SEO (otimização para motores de busca) para aumentar o tráfego no blog. Eu não me dei muito bem com isso, apesar de ter dobrado o número de visitas em menos de um mês, mas eu aprendi que parte do que faz o Google dar uma boa coloção para um site em uma busca é a relevância da palavra buscada dentro da página. Por exemplo, pesquise no Google “testemunhas de Jeová Michael Jackson” e você vai ver o nosso blog na primeira página. Alguns anos atrás, estávamos na primeira posição; hoje estamos em nono, mas está bom. Um truque que algumas pessoas usam para tentar enganar os robôs do Google é escrever várias vezes a palavra chave de forma escondida na página, seja no cabeçalho da página que aparece apenas para os robôs seja ao longo da página na mesma cor do fundo da página, o que não aparece para na tela. Mas aí reside a beleza do robô do Google. Ele reconhece não apenas quantas vezes uma palavra aparece no texto, mas também a relevância da palavra dentro do contexto. Como o robô faz isso? Eu não tenho ideia. Se soubesse, provavelmente estaria rico. Mas ele faz isso muito bem.
Portanto, apenas o número de vezes que uma palavra aparece não define a sua importância.
O que nos leva ao segundo ponto problemático dessa abordagem: ela leva a conclusões esdrúxulas.
Eu sou um analista e como bom analista, preciso de dados. Então, resolvi colocar esse método de teologia numérica (termo meu) à prova. Fiz um levantamento das palavras que mais aparecem na Bíblia e correlacionei esse número com o número de palavras totais na Bíblia. Como eu fiz isso em inglês, os valores podem ficar um pouco diferente do português, mas eu acho que é estatisticamente correto (bonito né?).
Em inglês, na versão King James, a Bíblia possui 774.746 palavras, somados Velho e Novo Testamento.
Qual é a palavra que mais aparece na Bíblia? Ao contrário do que muita gente fica pregando por aí, não é amor, mas a palavra “e”. Faz sentido né? Ela aparece 28.364 vezes, ou seja 3,66%. Será que o tema mais importante da Bíblia é a conjunção “e”? Acho que poucos teólogos numerólogos iriam tão longe. E outras palavras mais interessantes? Vamos lá
  • Pobre       197         0.02543%
  • Amor        281         0.03627%
  • Morte       346         0.04466%
  • Santo        544         0.07022%
  • Céu          551         0.07112%
  • Mau          569         0.07344%
  • Criança   1.727     0.22291%
  • Casa       1.840     0.23750%
  • Israel       2.301     0.29700%
  • Deus       4.293     0.55412%

Veja que a importância do amor na Bíblia é de apenas 0,036%. “Casa” é mais importante que “amor”na Bíblia, segundo a teologia numérica. O "pobre", coitado, só importa em 0,025% dos casos.
"Jesus" aparece apenas 942 vezes, ou 0,12%. E eu achando que Jesus era o foco de toda a Bíblia.
Essa abordagem se demonstra claramente falha. O número de vezes que uma palavra aparece na Bíblia, apesar de ser um indicativo, não define de forma alguma a importância dessa palavra ou temo nas Escrituras.
Apenas através do estudo da Bíblia dentro de seu contexto literário e histórico (ou seja, uma boa hermenêutica) podemos descobrir a importância de cada tópico.
Não se deixe enganar com atalhos teológicos. Eles sempre levam a becos perigosos. E confusos.

Posted on Wednesday, April 10, 2013 by Maurilo e Vivian

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Monday, March 11, 2013


Por Cleber Tourinho

Escrevo este texto a pedido de alguns amigos e conhecidos, alguns que são homossexuais assumidos ou não, e outros que entregaram suas vidas a Cristo e lutam em um processo que chamamos de “restauração de identidade”, visando a restabelecerem a sexualidade pretendida por Deus. Esses às vezes me questionam sobre meu posicionamento quanto ao assunto, em geral, por acharem que sou muito diferente de “certos evangélicos” por aí que “julgam” e condenam as pessoas, que determinam que elas irão direto para o inferno, sem direito a perdão etc. Nada a ver... Pretendo neste ensaio expor o ponto de vista bíblico real, o qual, a despeito de opiniões pessoais e da militância que tenta desacreditar a Palavra de Deus (e o próprio Deus), mantenho como sendo o meu norte quanto a este assunto. Afinal, para mim, a Palavra de Deus, a Bíblia, é “A Verdade” (João 17:17), e qualquer indivíduo que realmente se identifique com o cristianismo a tem como inerrante proclamação da vontade divina para o homem.

Amados, primeiramente tenho percebido que as correntes que tentam colocar a homossexualidade sob uma luz mais favorável, despojando-a do caráter de “pecado”, biblicamente falando, em geral querem manobrar a população ignorante sobre assuntos bíblicos para que pensem que a perspectiva bíblica sobre o assunto se baseia apenas em duas passagens das Escrituras, encontradas em Levítico 18:22 e 20:13. Nada mais falso e falacioso. Antes de continuar a leitura, sugiro que leiam Mateus 19:4-6; Romanos 1:26-32; 1 Coríntios 6:9-11 e 1 Coríntios 6:18-20. Falaremos de todas essas passagens em seu tempo.
Enganam-se os agitadores da ideologia contra bíblica, e querem induzir outros, desinformados, ao engano, pois utilizam como argumento o fato de que as leis da época da fundação da nação judaica seriam de uma impropriedade para os tempos atuais, pois no texto do Levítico (e outros de Moisés - especialmente dirigidos à nação teocrática de Israel) proibiam-se os atos homossexuais, mas também outras atividades, como comer alguns frutos do mar, cozinhar um cordeiro no leite da própria mãe, ou raspar completamente a barba. Assim, segundo esses argumentistas, não se poderia levar a sério um sistema legislativo que proibia atividades que hoje, em nossos tempos, são consideradas normais pela maioria dos povos. Trata-se de uma estratégia de retórica baseada da argumentação analogista, na qual os argumentos partem da semelhança entre duas coisas, buscando conclusões a partir das propriedades de uma, levando o receptor da mensagem a querer encontrar semelhanças na segunda coisa. Nesse tipo de argumentação, as diferenças específicas são deliberadamente ignoradas. Está claro que o propósito da utilização nesse ponto é levar o leitor a se sentir solidário à causa de pessoas “modernas”, de “vanguarda”, sem preconceitos e desamarradas de contextos antiquados e sem nenhum tipo de cientificismo.

Quanto a isso, deve-se lembrar que no contexto da recém-formada nação de Israel, rodeada de povos alheios às questões de moral e absolutamente desregrados sexualmente, a Lei mosaica foi dada de forma dura, crua, honesta e – algumas vezes – com penas capitais para esses tipos de situação. Quem ler com atenção o texto bíblico e outras fontes históricas verá que as pessoas não compreendiam outra forma de disciplina. Todas as vezes que as penas eram mais brandas, as coisas desandavam por completo, ninguém respeitava. Lembremos que os conceitos de direitos humanos plenos, igualdade, fraternidade, não violência, respeito, tolerância, direito à vida, etc. são noções modernas, que têm no máximo 500 anos. Pois aquele era o contexto da época. Eram os costumes da época. Ainda assim, em Israel, com o desenrolar da história, mesmo pecados graves, e que também levavam à pena de morte, como roubo ou extorsão, foram sendo paulatinamente relativizados, e na época em que Jesus andou na Terra, segundo historiadores, já quase não havia condenações capitais para essas situações.

Porém, como disse antes, a ideia da militância é desenganar o cristianismo e sua cosmovisão, é ridicularizar as Escrituras perante uma sociedade que pouco pesquisa o assunto, é querer passar que SOMENTE NESSES TEXTOS DE LEVÍTICO a Bíblia se refere às práticas homossexuais, logo, não haveria outros textos nas Escrituras que colocassem a homoafetividade sob uma perspectiva negativa. Diz-se, também, que Jesus só pregava a Paz e o Amor, e que nunca falou nada sobre o assunto. Se alguém acredita nisso, recomendo rever seus conceitos. Se você prega isso, está sendo injusto com a verdade, leviano e manipulador.

Primeiramente, a Bíblia, ao longo de seus mais de 31.000 versículos, adota a heteronormatividade como princípio. Isso é fato. Por exemplo, lendo o Cântico de Salomão, vemos o amor em toda sua plenitude, ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER. Provérbios 5:18,19 traz uma descrição sensualíssima sobre como aquele que é guiado por Deus deve agir em seu leito conjugal: “Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade. Como cerva amorosa, e gazela graciosa, os seus seios te saciem todo o tempo; e pelo seu amor sejas atraído perpetuamente”. Há nos bastidores da ideologia dos chamados “cristãos-gays” uma tentativa monstruosa de querer dizer que os personagens históricos Davi e Jonathan mantinham um relacionamento homossexual devido à intensa ligação que tinham de amizade, mas querer fazer isso é torcer as Escrituras para seu próprio interesse. Nada há na vida daquele patriarca que desabone sua heterossexualidade, aliás, Davi foi um dos piores “mulherengos” que a História registra (e pagou caro por isso...).

Em relação ao ponto de vista do Filho de Deus, Jesus endossou a heteronormatividade em seu ensino: 
“Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, e disse: ‘Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne’? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:4-6). Com apenas essa passagem, cai por terra todo o argumento de uma possível “legalidade cristã” para o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ademais, mesmo Jesus tendo pregado a tolerância em seus ensinos, Ele jamais incentivou seus seguidores a aceitar todo e qualquer estilo de vida. Na realidade, ele ensinou que o caminho para a salvação está aberto para “todo aquele que nele crê” (João 3:16), e uma das formas de se fazer isso é seguir os princípios de moral de Deus, que proíbem certos tipos de conduta – incluindo a homossexualidade.

As Escrituras Cristãs (Novo Testamento) não adotam o mesmo princípio de condenação capital que se encontrava na Lei Mosaica. Porém, não deixam de falar sobre a homossexualidade enquanto CONDUTA PECAMINOSA. Em Romanos 1:26, 27, o escritor bíblico afirma: “Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro”.

Na continuação deste capítulo da Carta aos Romanos, fala-se de outros pecados, e se colocam as práticas homossexuais na mesma linha de condenação ESPIRITUAL, entre eles “prostituição, malícia, avareza, maldade; inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade [...] murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia [...]” (Romanos 1:28-31). Por isso, a cosmovisão cristã sobre o assunto encara a homossexualidade COMO UM PECADO, IGUAL A QUALQUER OUTRO, e digno de morte, COMO QUALQUER OUTRO, “pois o salário do pecado é a morte” (Rom. 6:23). Eu mesmo já menti várias vezes em minha vida: mereceria a morte. Eu já roubei em minha vida: mereceria a morte. Eu já fui desobediente aos meus pais: mereceria a morte. Enfim, o pecado separa o homem de Deus, e o condena à morte, independente de qual seja este pecado. A conduta homossexual é do mesmo jeito, e não existe essa coisa de pecado pior ou menor. “Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer”. - Romanos 3:10. Porém, para todo e qualquer pecado, a solução é aceitar a Graça de Deus: “Mas agora que vocês foram libertados do pecado e se tornaram escravos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade, e o seu fim é a vida eterna. [...] o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”. 
Rom. 6:22-23.

Em relação a se a pessoa nasce homossexual ou adquire a conduta homossexual em vida, as Escrituras não falam nada. Porém, já existe evidência científica de que certas CONDUTAS e comportamentos socialmente condenáveis podem mesmo vir de berço, porém, não se pode encarar como aceitáveis. Por exemplo, algumas pessoas são de índole violenta, nasceram assim e não conseguem mudar. Por isso devemos aceitar que elas continuem dessa forma? Há pesquisas que apontam alguns casos de alcoolismo como de procedência congênita. Isso pode ser a desculpa para a pessoa continuar nesse erro? Claro que não!

A Bíblia declara que pessoas violentas, beberrões e homossexuais podem deixar seu estilo de vida para se adequar à conduta esperada por Deus. Muitos gays dizem que isso é cruel, porque supostamente já nasceram com esse sentimento e não se pode mudar isso. Esse raciocínio se baseia na ideia equivocada de que os humanos devem agir de acordo com seus impulsos sexuais, que são escravos deles, que não os podem dominar. A Bíblia, porém, dignifica os humanos por garantir que eles podem ESCOLHER não agir segundo seus desejos sexuais impróprios, se realmente quiserem: “[...] façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria” (Col. 3:5). Na realidade, a Palavra aponta que muitos, mas muitos mesmo, deixaram de agir conforme seus impulsos homossexuais, violentos, bebedices, dentre outros pecados. Leiamos em 1 Coríntios 6:9-11:

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, NEM HOMOSSEXUAIS PASSIVOS OU ATIVOS, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. ASSIM FORAM ALGUNS DE VOCÊS. MAS VOCÊS FORAM LAVADOS, FORAM SANTIFICADOS, FORAM JUSTIFICADOS no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus”.

Na realidade, mesmo que alguns não queiram aceitar isso, e façam malabarismos teológicos para adequar sua incapacidade de dominar seus apetites sexuais, o padrão bíblico para sexualidade é que esta seja exercida entre duas pessoas de sexos biológicos diferentes, somente no seio de uma relação formal de casamento (o que exclui a fornicação, o adultério, a zoofilia, etc.), visando à convivência familiar, compartilhamento de vida a dois e, caso seja possível, filhos oriundos dessa relação. A Bíblia não exige demais de nós e não promove o preconceito, como quer deixar transparecer a militância homossexual (na tentativa de desacreditar as Escrituras), mas apenas orienta aqueles que sentem atração pelo mesmo sexo que façam a mesma coisa que é exigida dos que sentem atração pelo sexo oposto: “FUJAM DA IMORALIDADE SEXUAL [ou: fornicação]. Todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo. Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o corpo de vocês” (1 Cor. 6:18-20).

O que está em jogo, na questão, não é necessariamente o que eu, pessoalmente, penso sobre mim mesmo, mas o que meu Criador pensa sobre determinado assunto. Eu mesmo já fui assim, era um homem mergulhado na fornicação, viciado em sexo, tinha várias mulheres ao mesmo tempo, e achava que era o máximo. Hoje colho frutos amargos da desobediência a uma lei simples de Deus: “Fujam da imoralidade sexual”. Lamentavelmente, tenho visto muitos que não conseguem aceitar nem praticar os padrões bíblicos de conduta e moral, e que preferem, ao invés de lutar contra seus impulsos, desabonar o texto bíblico, rejeitar a orientação divina, desprezar as claríssimas normas de Deus e mesmo se deixarem levar pelas ideias de pessoas com pensamentos semelhantes aos seus, na tentativa de se sentirem acolhidos, de justificarem sua conduta, a preço de terem suas consciências cauterizadas pelo pecado. Criam para si mesmos uma figura de um Deus “legal”, que “libera tudo”, que não tem pulso, ou seja, um Pai relapso e que não informa aos seus filhos qual a melhor forma de se viver. Vivem uma vida livres de culpa, é verdade. Mas não pensam na lei eterna do dever para com o Divino, na responsabilidade para com seu semelhante, mas primariamente na obediência ao mandamento maior: “Tendes de amar a Deus sobre todas as coisas”.

Fazemos parte, minha esposa e eu, de um ministério que Deus nos deu de acolhimento às pessoas que lutam por terem suas sexualidades readequadas aos padrões divinos.  Para isso, estudamos muito o assunto (não somos leigos, nem fundamentalistas), oramos muito, escutamos muito, abraçamos muito, choramos, rimos e compartilhamos da nossa fé e do Espírito Santo na vida dessas pessoas. Deus não promete cura, pois homossexualidade não é doença. Deus garante salvação e libertação da escravidão ao pecado. É isso que oferecemos. O resto do processo é entre a pessoa e Deus.

Referências:

ANKERBERG, John; WELDON, John. Os fatos sobre a Homossexualidade: Pesquisas científicas e Autoridade Bíblica: os homossexuais podem realmente mudar? 2. ed. Porto Alegre: Obra Missionária Chamada Meia-Noite, 2000.

BRASH, Alan A. Encarando nossas diferenças: As igrejas e seus membros homossexuais. São Leopoldo-RS: Sinodal, 1998.

CHAMBERS, Alan. A Graça de Deus e o Homossexual que mora ao lado. Rio de Janeiro: Graça Editorial, 2006.

DAVES, Bob; RENTZEL, Lori. Restaurando a Identidade. São Paulo: Mundo Cristão, 1997.

SOCIEDADE TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS. Os Jovens Perguntam: Como posso explicar o conceito da Bíblia sobre a homossexualidade? Despertai!, São Paulo, 12 out. 2010, p. 22.

WEINGAERTNER, Martin (Ed.). Igreja e Homossexualismo. Curitiba: Encontro, 2000. (Série A Caminho do Reino: Reflexão e Compromisso.)

Posted on Monday, March 11, 2013 by Maurilo e Vivian

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Saturday, January 19, 2013




Evidência dos manuscritos para o Novo Testamento
Existem mais de 24 mil cópias manuscritas parciais e completas do Novo Testamento. Essas cópias são muito antigas e estão disponíveis para inspeção. Existem também mais 86 mil citações dos antigos pais da igreja e milhares de Lecionários (livros de culto da igreja que contêm citações das Escrituras usadas nos primeiros séculos do cristianismo).
No final das contas: o Novo Testamento tem uma quantidade esmagadora de evidências que apoiam a fidedignidade da Bíblia. As variações nos manuscritos do Novo Testamento são mínimas
Nas milhares de cópias manuscritas que temos do Novo Testamento, os estudiosos descobriram que existe algo em torno de 150 mil “variações”. Isso parece como um valor absurdo para a mente pouco informada. Mas para aquele que estudam o assunto, os números não são tão condenatórios quanto pareciam no começo. Na verdade, uma boa olhada para as evidências mostra que os manuscritos do Novo Testamento são incrivelmente precisos e confiáveis. Para começar, precisamos enfatizar que de todas as 150 mil variações, 99% possuem virtualmente nenhuma significância. Muitas dessas variações simplesmente envolvem uma letra faltando em uma palavra; algumas envolvem reverter a ordem de duas palavras (como “Cristo Jesus” e “Jesus Cristo”); algumas envolvem a falta de uma ou mais palavras insignificantes.
De verdade, quando todos os fatos são colocados na mesa, apenas 50 das variações possuem alguma significância real – e mesmo assim, nenhuma doutrina da fé cristã ou qualquer mandamento moral é afetado por elas. Mais de noventa e nove por cento dos casos o texto original pode ser reconstruído com segurança. Mesmo nos poucos casos onde alguma perplexidade se mantém isso ainda assim não altera o significado das Escrituras ao ponto de manchar um princípio da fé ou um mandamento para a vida.
Portanto, na Bíblia como a temos (e como foi transmitida para nós através de uma tradução fiel), para todos os efeitos práticos, é a verdadeira Palavra de Deus, enquanto os manuscritos transmitem para nós a completa verdade vital dos originais.
Pela prática da ciência da crítica textual – comparando todos os manuscritos disponíveis um com o outro – podemos ter segurança em relação ao que o documento original deve ter dito.
Vamos supor que tenhamos cinco cópias manuscritas do documento original que não mais existe. Cada uma das cópias manuscritas é diferente. Nosso objetivo é comparar as cópias manuscritas e determinar o que o original provavelmente dizia. Aqui estão as cinco cópias:
  • Manuscrito #1: Jesus Cristo é o Salvador de todo o mund.
  • Manuscrito #2: Cristo Jesus é o Salvador de todo o mundo.
  • Manuscrito #3: Jesus Cristo é o Salvador de todo o mundo.
  • Manuscrito #4: Jesus Cristo é Salvador de tod o mundo.
  • Manuscrito #5: Jesus Cristo é o Salvador de todo o mndo.

Você conseguiria, pela comparação das cópias manuscritas, determinar o que o documento original dizia com um alto grau de confiança que você está certo? É claro que sim.
Essa ilustração pode ser extremamente simplista, mas a grande maioria das 150 mil variações são resolvidas pelo método acima.
Comparando os vários manuscritos, os quais possuem diferenças bem pequenas como a mostrada acima, se torna bastante claro o que o texto original provavelmente dizia. A maioria das variações nos manuscritos se referem à ortografia, ordem das palavras, tempos verbais e coisas do tipo; nenhuma doutrina é afetada por elas de maneira alguma.
Também devemos enfatizar que o volume de manuscritos que temos, em muito estreita a margem de dúvida sobre o que os documentos bíblicos originais diziam. Se o número de manuscritos aumenta o número de erro dos escribas, também aumenta proporcionalmente os meios para se corrigir esses erros, para que a margem de dúvida deixada pelo processo de recuperação das palavras originais não é grande como se temia; na verdade, é incrivelmente pequena.

O Novo Testamento Versus Outros Livros Antigos
Quando comparamos a quantidade de manuscritos bíblicos com os manuscritos dos antigos documentos e livros, se torna fortemente claro que nenhuma outra peça literária da antiguidade pode se comparar com a Bíblia. A evidência manuscrita em favor da Bíblia não possui paralelos! Existem mais cópias de manuscritos do Novo Testamento com grande fidelidade e datação antiga do que de qualquer outro clássico secular da antiguidade.
Rene Pache acrescenta, "os livros históricos antigos da antiguidade possui uma documentação infinitamente menos sólida."
Dr. Benjamin Warfield conclui, "se comparamos o presente estado do texto do Novo Testamento com qualquer outra obra da antiguidade, nós devemos... declará-lo maravilhosamente exato."
Norman Geisler faz várias observações chaves para nossa consideração:
Nenhum outro livro está nem perto como segundo lugar com a Bíblia tanto em número quanto em datação antiga das cópias. A média das obras seculares da antiguidade sobrevive apenas em um punhado  de manuscritos; o Novo Testamento ostenta vários.
A lacuna média entre a composição original e a cópia mais antiga é de mais de mil anos para outros livros. O Novo Testamento, no entanto, tem um fragmento de apenas uma geração da composição original, livros inteiros em cem anos da data do autógrafo (manuscritos original), a maioria do Novo Testamento está dentro de 250 anos da data que foi completado. O grau de exatidão das cópias é maior no Novo Testamento do que de outros livros que podem ser comparados. Muitos livros não sobrevivem com cópias manuscritas suficientes que tornariam a comparação possível.
A partir dessa evidência dos manuscritos, fica claro que os escritos do Novo Testamento são superiores quando comparados com outros escritos antigos. "Os registros do Novo Testamento são vastamente mais abundantes, claramente mais antigos e consideravelmente mais precisos em seus textos."
Evidência para o Novo Testamento dos Pais da Igreja
Como dito no início desse texto, em adição aos milhares de manuscritos do Novo Testamento, existem mais de 86 mil citações do Novo Testamento nos antigos Pais da Igreja. Existe também citações do Novo Testamento em antigos Lecionários (livros de adoração) da igreja. Existem tantas citações dos Pais da Igreja que mesmo que não tivéssemos uma única cópia da Bíblia, os eruditos poderiam reconstruir todos os versículos do Novo Testamento, exceto por 11, com material escrito entre 150 e 200 anos do tempo de Cristo.

Evidência Manuscrita para o Velho Testamento
Os Manuscritos do Mar Morto provam a precisão da transmissão da Bíblia.
De fato, nestes rolos descobertos em 1947, temos manuscritos do Velho Testamento que foram datados em cerca de mil anos antes (150 A.C) que a cópia mais antiga do Velho Testamento que possuíamos na época (que datava de 900 D.C). A coisa realmente significativa é que quando comparamos os dois grupos de textos manuscritos, fica claro que eles são essencialmente o mesmo, com pouquíssimas alterações. O fato de manuscritos separados por mil anos são essencialmente o mesmo indica que incrível fidelidade da transmissão manuscritas do Velho Testamento.
Uma cópia inteira do livro de Isaías foi descoberta em Qumran.
Mesmo as duas cópias do livro de Isaías que foram descobertas na caverna 1 em Qumran próximo do Mar Morto em 1947 serem mil anos mais antigas que o manuscritos anteriormente conhecido, elas se provaram serem idênticas palavra por palavra com o nosso texto hebraico padrão em mais de 95% do texto. Os 5% de variação consistem em sua maioria de erros óbvios de escrita e variações na ortografia.
Das descobertas de manuscritos como o do Mar Morto, os cristãos possuem uma evidência inegável que as Escrituras do Velho Testamento que temos hoje, para todos os efeitos práticos, são exatamente o mesmo como era quando foi originalmente inspirado por Deus e registrado na Bíblia. Combine isso com a massiva quantidade de evidências manuscritas do Novo Testamento e fica claro que a Bíblia Cristã é um livro fidedigno e confiável.
Os Rolos do Mar Morte provam que os copistas dos manuscritos bíblicos tiveram grande cuidado ao fazerem o seu trabalho. Esses copistas sabiam que estavam duplicando a Palavra de Deus, então eles passaram por um processo incrível para prevenir que erros aparecessem em seu trabalho. Os escribas cuidadosamente contavam cada linha, palavra, sílaba e letra para garantir precisão.

A preservação da Bíblia por Deus
A Confissão de Westminster declara: "O Velho Testamento em Hebraico e o Novo Testamento em Grego, sendo inspirados imediatamente por Deus e pelo seu singular cuidado e providência conservados puros em todos os séculos, são por isso autênticos e assim em todas as controvérsias religiosas a Igreja deve apelar para eles."
A Confissão de Westminster declara um ponto muito importante aqui.
O fato é que Deus, que tem o poder e o soberano controle para inspirar as Escrituras no primeiro momento, certamentne irá continuar a exercer Seu poder e controle soberano na preservação das Escrituras. Na verdade, a obra de preservação de Deus está ilustrada no texto da Bíblia.
Ao examinar como Cristo via o Velho Testamento, podemos perceber que Ele possuía complete confiança que as Escrituras que Ele usava foram fielmente preservadas através dos séculos.
Como Cristo não levantou nenhum questionamento sobre a adequação das Escrituras da forma como os seus contemporâneas as conheciam, podemos seguramente assumir que o texto do primeiro século do Velho Testamento era totalmente adequado como representação das palavras divinas originalmente reveladas. Jesus considerava o corpo de cópias de Seus dias tão iguais aos originais que em suas mensagens Ele apelava para elas como autoridade.
O respeito que Jesus e Seus apóstolos possuíam pelos textos do Velho Testamento é, basicamente, uma expressão da confiança na preservação providencial de Deus das cópias e traduções como substancialmente idênticas com os originais inspirados.
Por isso, a própria Bíblia indica que as cópias podem refletir fielmente o texto original e assim funcionam com autoridade.

Posted on Saturday, January 19, 2013 by Maurilo e Vivian

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Sunday, January 13, 2013





Todos os dias do oprimido são infelizes, mas o coração bem disposto está sempre em festa. 
Provérbios 15:15

Nós praticamente vemos aquilo que queremos ver. Se a nossa mente foi treinada para procurar por problemas, dificuldades, e coisas tristes e sombrias, então vamos encontrar aquilo que procuramos. Pelo contrário, é bem fácil formar o hábito de sempre procurar por beleza, pelo bem, alegria, felicidade; e aqui também vamos encontrar aquilo que procuramos.
Já foi dito que o hábito de sempre ver o lado mais brilhante da vida é de grande lucro para o homem. Facilita enormemente a vida.
Nenhum de nós é naturalmente atraído para pessoas sombrias, que sempre encontram algo pelo qual reclamar, mas todos somos atraídos por aqueles que veem alguma beleza em tudo. Alegria é uma qualidade transformadora. E seu segredo é um coração feliz.

Finalmente, irmãos,
tudo o que for verdadeiro,
tudo o que for nobre,
tudo o que for correto,
tudo o que for puro,
tudo o que for amável,
tudo o que for de boa fama,
se houver algo de excelente ou digno de louvor,
pensem nessas coisas.     
Filipenses 4:8

Posted on Sunday, January 13, 2013 by Maurilo e Vivian

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Sunday, January 06, 2013





Algumas pessoas dizem que o Deus do Velho Testamento era um Deus de julgamento e vingativo, tanto com Israel quanto com as nações, enquanto que o Deus do Novo Testamento é um Deus de amor e graça. Essa dicotomia não é verdade, porque Deus é o mesmo em ambos os Testamentos. Deus foi amoroso e gracioso para com Seu povo Israel no Velho Testamento. Eu admito que ele foi sentencioso com as outras nações.  Mas ele tinha bons motivos para isso, já que eram idólatras e viviam em perversões sexuais como adoração aos seus deuses pagãos. É por isso que Deus disse para Israel retirar essas nações da terra, ou matá-los e certamente não se casar com eles.
O julgamento de Deus sobre Israel veio porque eles não seguiram o caminho de Deus e quando eles se arrependeram e se voltaram de seus caminhos maus, Deus graciosamente os perdoou, e os restaurou, tanto de volta para a terra quanto ao favor de Deus. O problema estava na inabilidade de Israel em manter a aliança que eles acordaram com Deus no Monte Sinai. Deus manteve a sua parte do acordo e a Lei em si era santa, justa e boa. Mas foi Israel quem falhou em viver aquilo que eles concordaram. Veja Êxodo 19-32 e Mateus 5:17.
Uma das razões pelas qual Deus fez uma aliança com Israel era para mostrar a inabilidade da raça humana em corresponder as exigências da Santidade de Deus. A falha da humanidade apenas magnífica a obra de Cristo em trazer uma nova aliança, “em meu sangue”, que era muito superior à antiga aliança e satisfaz a Santidade de Deus. Assim, a humanidade consegue corresponder quando aceita o que Cristo fez ao trazer uma nova aliança para com Deus. Hebreus 8-10 fala em relação à todo esse assunto mostrando o contraste entre o velho e o novo e a superioridade do novo.
As passagens seguintes, todas do Velho Testamento, mostram o fato que Deus era na verdade gracioso e misericordioso com Israel.

  • Gracioso: 2 Crônicas 30:9; Neemias 9:17,31; Salmos 86:15; 103:8; 111:4;112:4;116:5;145:8.
  • Compassivo:2 Reis 13:23; 2 Crônicas 30:9; 36:15; Salmos 78:38; 86:15; 112:4;145:8; Jeremias 12:15.
  • Longânimo: Êxodo 34:6; Números 14:8; Salmos 86:15.
  • Clemente: Êxodo 15:13; 20:6; 34:7; Números 14:18,19; Deuteronômio 5:10; 7:9; 2 Samuel 22:51; 1 Reis 8:23; 1 Crônicas 16:34; 2 Crônicas 5:13; 7:3,6; Salmos 18:50;23:6; Oséias 1:7.
  • Misericordioso:Deuteronômio 4:31; 32:43; 2 Crônicas 30:9; Neemias 9:31; Jeremias 3:12.
  • Benigno: Salmos 17:7; 36:7; 103:4; Jeremias 9:24; 31:3; 32:18.

Posted on Sunday, January 06, 2013 by Maurilo e Vivian

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Sunday, December 23, 2012



A Vivian estava conversando com uma amiga cristã sobre um assunto específico na qual a nossa amiga dizia que não queria agir porque ela acreditava que agir em relação a tal assunto seria o mesmo que afirmar que Deus não era poderoso para agir por ela. Não vou entrar nos detalhes da coisa, mas esse raciocínio possui uma falha porque ele acha que Deus apenas se preocupa com o fim das coisas, quando às vezes o foco maior de Deus é o processo como um todo, pois, mais do que receber aquilo que queremos, como chegamos ao recebimento (ou não) é o que realmente transforma o nosso caráter.
Isso me lembrou duma outra coisa: como saber qual é a vontade de Deus para minha vida? Como saber se devo fazer algo ou não? Como escolher entre A ou B? Isso tem sido tema de livros, palestras, pregações e conferências. Muita gente quer saber: como descobrir a vontade de Deus? Na verdade, isso é quase uma obsessão no meio evangélico.
Duas coisas me parecem motivar essa obsessão. A primeira, mais espiritual, é que as pessoas realmente estão dispostas, até certo nível, em descobrir e cumprir a vontade de Deus. Elas sabem que isso é importante, Deus possui uma vontade. A segunda, bem menos espiritual, é que o povo quer uma garantia que toda vez que fizerem a vontade de Deus, tudo dará certo. Tudo será um mar de rosas. Fazer a vontade de Deus é paz, alegria, tranquilidade. Não fazer a vontade de Deus, tudo dará errado. Quem nunca ouviu, “se você está no centro da vontade de Deus, coisas boas vão acontecer com você”. Se isso fosse verdade, o apóstolo Paulo jamais poderia ser considerado como estando no centro da vontade de Deus, já que a vida dele foi bem miserável (2 Cor 11:23-33) e ainda morreu decapitado.
Um lembrete importante: Deus é soberano. Completamente soberano. A vontade Dele sempre irá se cumprir na sua vida. Você não tem como enganar Deus. Ele não está lá, olhando através de uma televisão cósmica, torcendo para que você escolha fazer aquilo que Ele planejou que você venha a fazer. Mas, de repente, que puxa, você escolheu errado! E agora? Deus pega seus planos, rasga tudo e começa a trabalhar em um plano B. Enquanto isso, você paga pela sua burrice: como pode ter escolhido tão errado quando estava tão óbvio!
Nada disso. Deus, o soberano Senhor de todo o universo, sabe de todas as coisas, Ele sabe as suas decisões e Ele decreta tanto os fins quantos os meios. Não vou entrar em detalhes sobre a questão do calvinismo ou arminianismo (particularmente eu acredito na graça soberana de Deus), mas a soberania divina é declarada por toda a Bíblia (Salmo 103:19).
Ainda assim, somos responsáveis por nossas decisões porque elas são tomadas livremente por nós. Existe uma tensão aqui, que eu não me proponho a resolver, mas que pode ser simplificada da seguinte forma: Deus soberanamente decreta aquilo que nós livremente vamos escolher. Complicado? Se fosse fácil, não teria tanta gente errando nesse assunto.
Mas à parte de tudo isso, existe uma forma de “descobrir a vontade de Deus” que é simples, desde que você entenda ao menos que Deus é soberano e que você jamais irá engana-lo. São três passos simples que irão te ajudar a escolher de forma sábia entre qual carreira seguir, com qual pessoa devo me casar, compro uma casa ou faço uma viagem? É tão simples que parece inacreditável.
  • Leia a Bíblia: muita gente diz, “eu quero saber a vontade de Deus para minha vida” e elas se referem aquelas coisas secretas sobre o que vai acontecer que ninguém nunca sabe. Aí você pergunta, “você já leu toda a Bíblia?” e muitas vezes a resposta é não. A Bíblia é a vontade revelada de Deus. Se você não conhece a vontade revelada, então, dificilmente irá entender o resto. Muitos dos dilemas da vida cristã estão bem explicados na Bíblia. O livro de Provérbios é um tesouro de sabedoria que se os cristãos colocassem em prática, o mundo seria diferente. As cartas de Paulo não apenas nos ensinam teologia (o que ajuda também, especialmente se você conhece o caráter e os atributos de Deus), mas também nos mostram de forma prática como agir dentro e fora da igreja. Em resumo, quando você estiver se sentindo confortável em praticar a vontade revelada de Deus, aí eu acho que você pode se preocupar em tentar a vontade secreta. Leia a Bíblia.
  • Oração: uma mente informada pelas Escrituras passa a orar conforme as Escrituras e passa a buscar aquilo que realmente é importante, o Reino de Deus. Por mais que todos nós sabemos a importância da oração, ela ainda é subestimada. Ore, leve as suas petições à Deus, peça por sabedoria para tomar a melhor decisão e lembre-se que Deus é soberano. Agora, não fique esperando ouvir uma voz audível que irá te dizer exatamente o que fazer. Deus não lida conosco como simples robôs que recebem sua instrução e segue à risca os comandos. Somos filhos e Deus está mais interessado em nosso caráter do que nossas posses.
  • Peça conselhos para irmãos mais velhos e maduros na fé: vivemos em uma sociedade bastante individualista e temos a tendência de não envolver ninguém em nossas decisões. E isso também acontece na igreja. Na verdade, o crescimento de megas-igrejas e telepastores tem privilegiado a existência de um evento desconhecido nas Escrituras: o cristão solitário. Tal coisa não existe. A vida cristã deve ser vivida em comunidade. É um corpo, não um ser unicelular. Aqui eu tenho que fazer um mea culpa porque eu sofro desse mal também. Mas como cristãos, devemos buscar o conselho de irmãos cristãos mais maduros na fé, que nos conhecem e podem nos ajudar a ter uma visão geral e mais ampla sobre um assunto. Está na dúvida se deve seguir o pastorado? Ou se tornar missionário? Converse com seus irmãos mais maduros. Veja o que eles dizem sobre isso. Uma ressalva aqui: via de regra, o irmão mais maduro tem mais tempo de cristianismo, mas nem sempre é assim. Saiba diferenciar uma coisa da outra.

Aí estão. Três passos para saber qual é a vontade de Deus para você. Parece simples? E é. Não é nada mais complicado do que isso. Não tem glamour, mas funciona e é como a igreja sempre buscou a vontade de Deus. Por dois mil anos isso funcionou perfeitamente para a igreja, não tem porque não funcionar para você.
Tenho certeza que quase todas as suas decisões poderão ser tomadas com base nesses três passos. E você a cada dia, irá se tornar mais sábio.

Posted on Sunday, December 23, 2012 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, December 18, 2012



A questão (do casamento gay) não é sobre controlar “o que as pessoas fazem em seus quartos”, ou “quem eles podem amar”. A questão é sobre que tipo de união o Estado irá reconhecer como “casamento” e lhe dar todos os benefícios adjacentes. O Estado não nos diz com quem podemos ser amigos ou com quem podemos viver. Você pode ter um amigo, três amigos ou uma centena de amigos. Você pode morar com sua irmã, com sua mãe, seu cachorro ou seu colega do trabalho. Você pode celebrar seu relacionamento com a sua avó ou o seu colega de quarto o quanto quiser. Mas nenhum desses relacionamentos – não importa o quão especial sejam – são casamentos. A recusa do estado em reconhecer esses relacionamentos como “casamento” não nos impede de persegui-los, aproveitá-los ou considerá-los significantes.
O debate é muitas vezes caracterizado como liberdade (aqueles que apoiam qualquer um casar com qualquer um) contra opressão (aqueles que querem lhe dizer com quem você deve se casar). Os conversadores estão perdendo o debate porque essa é a história contada em milhares de episódios de televisão, em milhares de músicas e por um número crescente de políticos e educadores. Mas no longo prazo, o triunfo do casamento gay (caso triunfe como uma realidade cultural e legal) irá significar a restrição da liberdade de milhões de americanos.
Isso vai acontecer primeiro de uma forma bem óbvia – por condenar ao ostracismo aqueles que discordam, pelo bullying através do politicamente correto e pisando na liberdade religiosa. É claro que os cristãos precisam entender que não importa quantas ressalvas emitimos, não importa quantas nuances tenhamos em nossas posições, não importa o quanto alentamos ou mostremos compaixão para com os homossexuais, nada disso será suficiente para repelir as acusações de ódio e homofobia. Nós teremos muitas oportunidades para andar como Jesus que, quando injuriado, não cometeu injuria como resposta e quando ele sofreu, não lançou ameaças, mas continuou confiando naquele que pode julgar de forma justa (1 Pedro 2:23).
Mas o casamento gay irá desafiar nossa liberdade de outras maneiras também. Não apenas evangélicos, assim como católicos tradicionais e mórmons serão ameaçados. Assim que o governo ganha novos poderes, ele raramente abre mão deles. Haverá uma leve tirania que irá crescer enquanto o poder do Estado aumentar, um crescimento que é intrínseco à própria noção de casamento gay

Kevin DeYoung; "A Few Things to Consider BeforeSupporting Gay Marriage"; DeYoung, Restless, and Reformed

Posted on Tuesday, December 18, 2012 by Maurilo e Vivian

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