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Saturday, August 13, 2011



Passo 1 – Vamos supor que Craig Venter seja bem sucedido em criar vida artificial e a solte na natureza.

Passo 2 – Vamos supor que um pesquisador (vamos chamá-lo de João) muito tempo depois venha a encontrar uma das formas de vida criadas por Venter, a examine e conclua que foi projetada por um designer inteligente.

Passo 3 – A inferência do design de João está obviamente correta. Perceba que a inferência de João não está menos errada se (a) ele não sabe quem Craig Venter é, e (b) ele não consegue responder quem projetou Craig Venter.

Bem, isso foi fácil. Por acaso isso revela algo importante sobre a fraqueza ou insuficiência do argumento de nossos “oponentes” que pensam que esse é o seu melhor argumento?

Posted on Saturday, August 13, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, May 04, 2011

Mount Rushmore


A Teoria do Design Inteligente, como promovido por organizações como o Discovery Institute, é uma das teorias mais mal entendidas e mal caracterizadas na mídia de massa que você pode ver. Um típico jornal ou um repórter de TV irá dizer algo do tipo: “O Design Inteligente é uma teoria que diz que os organismo biológicos são tão complexos, que somente Deus pode tê-los criado.” Talvez você já tenha visto sendo reportado assim. Eu sei que já vi muitas, muitas vezes.
Bem, se essa não é exatamente a verdadeira definição, então qual é? Eu acredito que pode ser definido em duas frases simples:

  • Agentes inteligentes às vezes deixam para trás evidências empíricas detectáveis de sua atividade.
  • Existe, na vida biológica, evidências empíricas detectáveis de agência inteligente.


A primeira frase dificilmente seria controversa. Muitos campos científicos detectam sinais de inteligencia: criptografia, arqueologia, patologia forense, só para citar algumas. No nosso dia a dia, nós rotineiramente detectamos sinais de inteligencia. Quando vemos “Eu amo Coca!” escrito nos céus não acreditamos que é uma formação inusitada de nuvens. Nós acreditamos que um agente inteligente, por exemplo um piloto de avião, deixou essa mensagem. Quando olhamos para o Monte Rushmore, não pensamos que os rosto apareceram ali por causa do vento e da erosão. Sabemos que alguém esculpiu aqueles rostos – um ser inteligente.
A Teoria do Design Inteligente somente se utiliza das mesmas técnicas que são usadas em outros campos científicos que detectam inteligencia e as aplica a organismos biológicos. Quando olhamos para organismos biológicos, nós detectamos sinais de inteligencia. Existem numerosos exemplos destes sinais, um deles é a existência do DNA. O DNA é composto por um alfabeto biológico de quatro letras e é matematicamente equivalente a qualquer outra linguagem. Uma célula humana contém DNA que é equivalente a 5 milhões de páginas de informação, e o nosso corpo possuí trilhões de células!
De uma olhada nas duas fotos abaixo. A que está à direita é da vidraça de uma catedral e a que está à esquerda é uma visão de cima da dupla hélice do DNA. Se isso não te faz refletir, então, eu não sei mais o que poderia…


Posted on Wednesday, May 04, 2011 by Maurilo e Vivian

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Monday, February 21, 2011



“Se a ciência está permanentemente comprometida com o naturalismo metodológico – a posição filosófica que restringe toda explicação na ciência para explicações naturalísticas – o que se conclúi é que o objetivo da ciência não é gerar teorias verdadeiras. Ao invés disso, o objetivo da ciência seria outra coisa: gerar a melhor teoria que pudesse ser formulada sob a restrição que a teoria fosse naturalista. Mais e mais evidências poderiam surgir que sugerissem que um ser sobrenatural existisse, mas as teorias científicas não teriam a permissão para reconhecer essa possibilidade.”

Bradley Monton autor de Seeking God in Science: An Atheist Defends Intelligent Design / Buscando Deus na Ciência: um Ateu Defende o Design Inteligente /

Posted on Monday, February 21, 2011 by Maurilo e Vivian

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Saturday, February 05, 2011

Motor flagelar

A diversidade e complexidade do maquinário de cada proteína individualmente sublinha um novo paradigma na biologia: o trabalho interno das células são características da nanoengenharia de alta tecnologia. Os biólogos muitos vezes identificam esse nanoengenheiro tecnológico como a própria natureza, e as implicações de uma atividade inteligente são rapidamente varridas para longe. Mas como o bioquímico Michael Behe da Lehigh University declarou publicamente em relação a esse assunto “se parece com um pato, anda como um pato e grasna como um pato, provavelmente é um pato”. O raciocínio indutivo de Behe é bastante sólido. Em qualquer outra área, coisas que parecem que foram cuidadosamente engenhadas são aceitas como engenhadas.
A “mosca morta nesse ungüento” é o fato que o único engenheiro que poderia criar o maquinário de proteínas parece se Deus, ou “alguém com as mesmas habilidades”, como disse Jon Stewart do The Daily Show. Então, ao invés de abraçar as implicações de seu novo paradigma, os biólogos (em sua maioria) as ignoram ou condenam, pois não querem que seu campo de estudo destrua a separação entre igreja e estado que eles acham que é tão essencial para um progresso científico sadio. Mas, nesse ponto, a pergunta certa a fazer é “a aplicação das ferramentas revolucionárias da biologia molecular irá justificar essa condenação ou irá continuar a destacar a complexa engenharia dos sistemas vivos?”
O que parece ser o resultado final da fantástica revolução da biologia molecular é uma crescente percepção que as coisas vivas, incluindo nós mesmos, são melhores explicadas como objetos de um nanoengenheiro inteligente.
Essa percepção sem dúvida alguma seguirá o curso normal que novas idéias seguem. Primeiro, será ignorada. Depois ridicularizada. Em seguida será aceita com muita má vontade. Finalmente, será dito, “bem, nós sempre soubemos disso!”

Evidence for God: 50 Arguments for Faith from the Bible, History, Philosophy, and Science / Evidência para Deus: 50 Argumentos para a fé da Bíblia, História, Filosofia e Ciência / por Michael Licona, William A. Dembski

Posted on Saturday, February 05, 2011 by Maurilo e Vivian

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Saturday, October 30, 2010


Por Bill Pratt
Tradução Pés Descalços

Uma das acusações mais comuns que os adversários do Design Inteligente (DI) atiram contra os teóricos do DI é que DI não é ciência de verdade. Eles vão dizer que uma verdadeira teoria científica deve ser testável contra o mundo empírico, deve fazer previsões, deve ser falsificável, deve ser explicativa em referência à lei natural, e assim por diante. Eles apontam para o DI e dizem que não cumpre todos esses critérios e, portanto, o DI não deve ser ciência.
Mas isso é verdade? Existe realmente critérios que definem se uma coisa é ou não ciência? Bem, se você perguntar para os filósofos da ciência (os especialistas acadêmicos sobre essa questão), eles lhe dirão que nenhum desses critérios existe. Toda tentativa de formular um conjunto de critérios rígidos acabou acidentalmente excluindo o que cientistas consideram campos científicos legítimos. Não há um conjunto de critérios acordados para separar a ciência da pseudo-ciência; isso simplesmente não existe entre os filósofos da ciência.
Segundo o filósofo da ciência Stephen Meyer, importantes filósofos da ciência, como Larry Laudan, Philip Quinn e Philip Kitcher têm argumentado que a questão se algo é ciência ou não é ao mesmo tempo "intratável e desinteressante". Meyer explica que "eles e a maioria dos outros filósofos da ciência têm cada vez mais percebido que a verdadeira questão não é se uma teoria é 'científica' de acordo com uma definição abstrata, mas se uma teoria é verdadeira, ou apoiada pelas evidências."
Essa é a chave. As teorias não devem ser rejeitadas ou aceitas pelas definições do que é ou não é ciência, mas pela evidência que apóia a teoria. Este conceito parece tão simples e óbvio, mas a tentativa de demarcação entre a ciência e a não-ciência é uma técnica favorita dos adversários do DI. Ao chamar DI de não-científica, os adversários nunca têm que olhar para as provas. Que conveniente! Chame isso de pseudo-ciência e siga em frente, sem nunca parar para examinar as provas ou avaliar os argumentos apresentados pelos proponentes de DI.
Meyer cita um filósofo da ciência, Martin Eger, que conclui: "Os argumentos de demarcação entraram em colapso. Os filósofos da ciência não se prendem mais a eles. Eles ainda podem desfrutar de aceitação no mundo popular, mas esse é um mundo diferente." De fato o é.
Para ler mais sobre este assunto, consulte este artigo de Stephen Meyer (em inglês).

Posted on Saturday, October 30, 2010 by Maurilo e Vivian

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Sunday, September 19, 2010


A Complexidade Ortogonal por Peter Grice

(Áudio em MP3 aqui em breve)

Algo parecido com o cristianismo deve ser verdadeiro, na minha opinião, devido a um fenômeno difuso que eu gostaria de chamar de complexidade ortogonal. É diferente de dois conceitos relacionados, a complexidade irredutível e a complexidade específica, conforme descrito em seguida.

Todos os três conceitos se enquadram na categoria geral da teleologia. Telos é um modo de explicação descrito por Aristóteles1, onde um objeto físico ou sistema tem um objetivo que existe em uma relação causal anterior as suas características de forma e função. Em outras palavras, os seus traços servem os interesses de seu propósito.

Por exemplo, nós entendemos que uma faca é para cortar bife. Seu próprio fim teleológico ajuda a explicar por que tanto a faca existe (a função de cortar o bife) e porque tem características particulares (tais como a sua borda serrilhada e o equilíbrio apropriado quando segurado por mãos humanas). Embora uma faca possa ser totalmente mensurada e descrita cientificamente sem invocar a sua finalidade conhecida, esta seria uma redução e uma explicação incompleta.2

Dada a inabilidade das facas de se intencionar e fabricar si mesmas, a implicação clara é que elas são artefatos de seres com inteligência suficiente e poder criativo. Enquanto isso não é contestado em relação a facas de bife, é certamente controversa quando se trata de seres humanos e outros sistemas biológicos, por razões óbvias.

No entanto, parece muito fácil abandonar a discussão contemporânea sobre o tema como "apenas uma forma atualizada" do argumento de William Paley3 – seja lá o que for que isso signifique em detalhes. É justamente o detalhe que importa, pois o argumento de design não é irracional. Pelo contrário, sua aplicação é disputada. Nosso conhecimento da complexidade biológica percorreu um longo caminho nos últimos 200 anos, tornando-se mais aplicável do que nunca para a questão do telos no mundo orgânico.

Complexidade Irredutível4 é a noção de que todas as partes constituintes são necessárias para um determinado sistema biológico manter a sua função em relação ao organismo.5 Complexidade Específica6 refere-se a sistemas que são ambos específicos, como uma única letra do alfabeto, e complexas, como acontece com uma seqüência de letras. Se verificado, qualquer um destes conceitos mostraria que qualquer meandro gradual, de tentativas e erros da evolução naturalista é de fato transcende por inteligência.

O que quero dizer com complexidade ortogonal7 é a confluência de várias vias de desenvolvimento linear, de forma coordenada, resultando em uma estrutura emergente ou um padrão de dimensionalidades diferentes. Esse padrão, tais como o leque impressionante de "olhos" na cauda de um pavão, seria caracterizado como epifenomenal, complexo, especificado e também digital em termos de estruturas descontínuas cruzadas (como pixels em uma tela de computador). O feito deve ser realizado através de cálculos avançados e de uma fusão conceitual muito além que a capacidade de processos lineares indiretos podem obter. Embora estritamente redutível a componentes físicos, a presença de um efeito é real. Ela se dissipa ao invés de participar de uma redução física, então, nesse sentido também é irredutível.

Imagine uma lindo tapete - seu intrincado design adornado é a marca de uma determinada família de artesãos, juntamente com o conhecimento de informações precisas sobre a tecelagem de fios por cima e por baixo para sua reprodução. Reflita um pouco sobre a necessidade de se ter um artesão para o processo.8 Alguém poderia tentar explica-lo desmontando a trama, um fio de cada vez, para mostrar que o tapete é composto inteiramente de fios lineares. No entanto, isso é inadequado como uma explicação completa, pois exclui dados genuínos - o telos do arranjo.

A tapeçaria apresenta complexidade ortogonal na forma de entrelaçamento de suas teias "verticais" com as “tramas” horizontais de fios. Há mais de ortogonalidade em cada ponto de intersecção virtual, com seu cálculo para referenciar o design sobreposto. A tela é um conjunto de segmentos lineares e não uma superfície plana contínua, e aí reside o desafio.

Assim é com a cauda de um pavão, só que aqui a tela "física" abrange uma miríade de filamentos lineares de diferentes escalas, em uma configuração fractal, fixadas em posições precisas no espaço para facilitar o arranjo geral. Assim como um monte de fios pareceria uma má escolha para se pintar uma obra-prima, assim também é afunilar as penas do pavão a uma imagem bidimensional totalmente não condutiva. No entanto, é fácil vê-las sobrepostas.9

No caso do "olho” redondo de uma única pena, isso envolve uma cor requerida abruptamente começar, continuar e parar ao longo de um filamento ou bárbula - todas em locais precisos e comprimentos específicos que só fazem sentido no âmbito do esquema geral. Elementos adjacentes do desenho são justapostos em dígitos adjacentes, com um espaço vazio no meio.

Os mapeamentos envolvidos são análogos aos transformações matemáticas entre dimensões inferiores e superiores. As próprias cores são efeitos de complexas estruturas 3D microscópicas conhecidas como cristais fotônicos,10 introduzindo mais uma outra transformação complexa. Na verdade, toda a panóplia se desenrola a partir de uma codificação linear de informações dentro do DNA.

Se isso confunde a mente dos seres humanos,11 é preciso desconfiar que tudo decorre de forma direta uma vez que a pavoa conspira humildemente com a natureza para simular um tecelão mestre. Somos solicitados a acreditar que as preferências de acasalamento das pavoas são em grande parte responsáveis por esta fenomenal proeza complexa, apesar do caráter disputável de qualquer evidência para isso.12 Mesmo as mais brilhantes mentes humanas não poderiam produzir tal obra-prima, sem ceder à imitação.

Múltiplos níveis interpostos de complexidade ortogonal clamam por uma explicação adequada. Assim como uma tapeçaria relativamente simples, necessita de um tecelão, então parece que ortogonalidade da natureza requer um agente causal transcendente, inteligente, e criativo.

Eu iniciei implicando que isso é parte de um caso cumulativo. Pessoalmente, considero que as provas para o cristianismo são abrangentes e convincentes, e eu encorajo os leitores a explorar isto através dos outros ensaios desta série. Espero que a minha contribuição tenha pelo menos destacado um ponto principal de partida entre explicações rivais. É legítimo que uma postura filosófica anti-sobrenatural rejeite de antemão partes inteiras de evidência potencial para o cristianismo? Parece-me que esta questão gira em torno da qualidade da complexidade que estamos descobrindo agora, o que prejudica a alegação de que telos em biologia é ilusória.

1 Aristóteles atribui ao “telos” o papel de "causa final," a partir de sua doutrina das Quatro Causas expostas, em seu texto Metafísica.
2 Assim o sentido pejorativo do termo reducionismo. Dentro da gama de dados presentes para a compreensão humana, existem categorias inteiras que parecem estar fora dos limites do que somente a ciência é capaz de analisar.
3 O argumento do design de Paley, a partir sua obra de 1802, Teologia Natural, assume a seguinte forma: se por acaso encontrássemos um relógio de pulso em alguns lugar remoto, iríamos perceber sua finalidade óbvia de medir o tempo, e concluiríamos que ele tinha sido projetado. Por analogia, parece racional fazer o mesmo tipo de inferência a partir da intencionalidade aparente de sistemas biológicos, a uma causa inteligente.
4 Um primeiro conceito apresentado por Michael Behe em seu best-seller “A Caixa Preta de Darwin” (1996).
5 Meu texto é significativo, uma vez que os críticos têm sugerido que algumas partes ou subestruturas de um sistema irredutivelmente complexo proposto foram cooptados de outros contextos, mas isso parece fugir do mérito, que é sobre a função do sistema particular no seu contexto atual.
6 defendido por William Dembski em The Design Inference (1998).
7 Ao propor o meu próprio conceito, eu não quero dizer que não é subsumido pelo trabalho de Behe, Dembski e outros, ou que é rigorosamente formulado em outro lugar (eu não sou um teórico da complexidade). No entanto espero que a minha humilde observação irá provocar o leitor a refletir sobre os candidatos para a complexidade ortogonais e a sua explicação adequada.
8 Embora mais tarde ela pode ser reproduzida mecanicamente, como com um tear Jacquard, isso não teria sido possível sem a participação inicial de um agente inteligente.
9 Embora haja ortogonalidade na convergência e divergência no processo do crescimento, a ortogonalidade mais interessante e sofisticada é a sobreposição do desenho 2D familiar para a estrutura subjacente.
10 Veja, por exemplo, http://www.nnin.org/doc/2007nninREUSmyth.pdf (em inglês)
11 Não é de admirar Charles Darwin escreveu a um colega ", Pequenos elementos estruturais, muitas vezes me deixam muito desconfortável. A visão de uma pena na cauda de um pavão, sempre que eu olho para ela, me deixa doente".
12 Takahashi et al. Pavoas não preferem os pavões com caudas mais elaboradas; http://bit.ly/aK3BzL

Posted on Sunday, September 19, 2010 by Maurilo e Vivian

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Friday, March 12, 2010


Existe homens (e mulheres) melhores do que eu. Bom, até aí, nenhuma novidade. Mas alguém, talvez mais do que uma pessoa, fez a tradução e legendagem do filme Expelled - No Intelligence Allowed, com Ben Stein, aquele professor do Curtindo uma Vida Adoidade: "Alguém? Alguém"?
Esse documentário mostra o quanto a filosofia científica da evolução Darwiniana está impregnada na ciência, a ponto de não permitir nenhuma outra explicação para a origem da vida, mesmo que essa outra explicação seja uma melhor do que a que temos, mesmo que as evidências levem até ela.
O filme está dividido no YouTube em 10 partes. Vale muito a pena.


Veja os outros 9 vídeos abaixo:

Posted on Friday, March 12, 2010 by Maurilo e Vivian

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