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Wednesday, April 27, 2011


Se os sulistas que acreditavam na Bíblia tivessem seguido o código legal de Israel, a escravidão antes da Guerra Civil não teria existido ou teria sido bem mais branda.


Harriet Beecher Stowe (1811–96) é a famosa autora de Uncle Tom’s Cabin (A Cabana do Pai Tomás). Quando Abraham Lincoln encontrou com ela em sua visita a Casa Branca, ele propositalmente disse “Então você é a mulher que escreveu o livro que começou essa grande guerra!” Stowe descreveu a natureza da escravidão antebellum (pré-Guerra Civil): “O poder legal do mestre chega a um absoluto nepotismo sobre corpo e alma,” e “não existe proteção para a vida do escravo.”1

Quando os cristão e não cristão leem sobre escravos ou escravidão em Israel, muitas vezes eles pensam no modelo de escravidão antebellum, com o seu tráfico de escravos e crueldades. Isso é uma percepção errada e muitos – incluindo os Novos Ateus – compraram essa percepção distorcida. Sam Harris escreve que escravos são seres humanos que são capazes de sofrer e de serem felizes. Ainda assim, o Velho Testamento os trata como “equipamento de fazenda”, o que é “patentemente ruim.”2

Nesse e em dois artigos consecutivos, eu vou abordar a escravidão nas Escrituras. Nos dois primeiros artigos eu vou focar na escravidão no Velho Testamento. O terceiro irá abordar a escravidão no Novo Testamento. Para uma discussão mais detalhada, leia meu livro Is God a Moral Monster? (Baker, January 2011).


A servidão hebreia como servidão por dívida
Nós devemos comparar a servidão por dívida hebreia (muitas traduções convertem esse termo como “escravidão”) mais como empregos de aprendizes para pagar dívidas – parecido com a servidão de débito durante a fundação dos Estados Unidos quando as pessoas trabalhavam aproximadamente sete anos para pagar o débito de suas passagens para o Novo Mundo. Após isso eles se tornavam livres.

Na maioria dos casos, servidão era mais como um empregado que mora na mesma casa, temporariamente incorporado com os empregados da casa. Mesmo hoje, times trocam os jogadores com outros times que possuem um dono, e esses jogadores pertencem a uma rede. Esse tipo de linguagem dificilmente sugere escravidão, mas um contrato formal acordado que deve ser cumprido – como no Velho Testamento.3

Seja por colheitas ruins ou outros desastres, o débito tendia a vir até as famílias, não somente indivíduos. Alguém poderia voluntariamente entrar em um acordo contratual (“vender” a si mesmo) para trabalhar na casa de outra pessoa: “um de seus conterrâneos se tornar pobre e vender a si mesmo” (Levítico 25:47). Uma mulher ou uma criança poderia ser “vendida” para ajudar a sustentar a família que está passando por momentos econômicos difíceis – a não ser que um parente os “redima” (pague o seu débito). Eles seriam servos por dívida por seis anos.4 Uma família talvez tivesse que hipotecar sua terra até o ano do Jubileu a cada 50 anos.5

Nota: No Velho Testamento, os de fora não impunham servidão – como fazia o Sul antebellum.6 Mestres poderiam contratar servos “de ano a ano” e não deveriam “dominá-los com rigor” (Levítico 25:46,53). Ao invés de serem excluídos da sociedade israelita, os servos eram incorporados dentro dos lares israelitas.

O Velho Testamento proibia servidão inevitável por toda uma vida – a não ser que alguém amasse o seu amo e quisesse se mantar ligado a ele (Êxodo 21:5). Os mestres deveriam libertar seus servos a cada sétimo ano com todos as dívidas perdoadas (Levítico 25:35–43). O status legal de um escravo era único no Oriente Médio Antigo (OMA) – uma melhoria dramática em relação aos códigos legais do OMA: “o hebraico não tem vocabulário de escravidão, apenas de servidão.”7

A garantia de liberdade a cada sete anos para os servos israelitas era um controle ou regulação para prevenir o abuso e a institucionalização de tal posição. O ano da liberdade lembrava aos israelitas que a servidão induzida por pobreza não era um arranjo social ideal. Por outro lado, a servidão existia em Israel precisamente por a pobreza existia em Israel. Sem pobreza, sem servos em Israel. E se os servos viviam em Israel, era de forma voluntária (tipicamente induzido por pobreza – não de forma forçada.

A dignidade dos servos em Israel
As leis sobre servidão de Israel estavam preocupadas em controlar ou regular – não idealizar – um acordo de trabalho inferior. Os israelitas entravam em servidão voluntariamente – não de forma ideal. As intenções das leis de Israel era combater potenciais abusos, não institucionalizar a servidão. O Velho Testamento punia escravidão forçada com a morte. Uma vez que um mestre libertava um servo de suas obrigações, o antigo servo tinha o “status de cidadão completo e totalmente desimpedido”.8

A legislação do Velho Testamento buscava prevenir a servidão por dívida voluntária. Deus deu a legislação Mosaica para prevenir que o pobre entrasse, mesmo que temporariamente, em servidão voluntária por dívida. O pobre poderia colher dos cantos das colheitas ou pegar as frutas nas arvores após os períodos de colheita dos Israelitas (Levítico 19:9,10; 23:22; Deuteronômio 24:20,21; cp. Êxodo 23:10). Deus, também, ordenou que os israelitas emprestassem livremente para os pobres (Deuteronômio 15:7,8), e não deveriam cobrar juros deles (Êxodo 22:25; Levítico 25:36,37). E quando os pobres não podiam pagar por animais sacrificiais, eles podiam sacrificar animais menores, menos caros (Levítico 5:7,11). Além disso, o povo deveria cancelar automaticamente as dívidas a cada sete anos. E quando um mestre libertava um servo por dívida, ele deveria generosamente prover para ele – sem um “coração invejoso” (Deuteronômio 15:10). Resumindo: Deus não desejava que houvesse pobreza (ou servidão) em Israel (Deuteronômio 15:4). Portanto, as leis de servidão existiam para ajudar o pobre, não para prejudicá-los ou mante-los sob julgo.

Ao invés de relegar as leis de tratamento dos servos (“escravos”) para o final do código legal (comumente feito por outros código legais do OMA), o assunto está a frente e no centro de Êxodos 21. Pela primeira vez no OMA, a legislação de Deus requeria que se tratassem servos (“escravos”) como pessoas, não propriedades. Gênesis 1:26,27 afirma que todos os homens carregam a imagem de Deus. Jó afirma que tanto mestre quanto escravo saem do útero da mulher e são no final das contas iguais (Jó 31:13–15). Como um erudito afirma: “Nós temos na Bíblia a primeira apelação na literatura humana para tratar escravos como seres humanos por eles mesmos e não pelos melhores interesses de seus mestres.”9

As provisões memoráveis em Israel
Uma simples comparação das leis de Israel com outras do resto do OMA revela três diferenças notáveis. Se os sulistas que acreditam na Bíblia tivessem seguido essas provisões, a escravidão antes da Guerra Civil não teria existido ou teria sido bem mais branda.

1. :Leis Anti-Dano: Uma melhoria memorável das leis de Israel sobre outras leis do OMA é a liberação de servos machucados (Êxodo 21:26,27). Quando um empregador (“mestre”) acidentalmente feria o olho ou arrancava o dente de seu servo/empregado homem ou mulher, ele/ela deveria ser libertado. Deus não permitia abuso físico dos servos. Se um empregador disciplinando seu servo viesse a matá-lo, então o empregador (“mestre”) deveria ser morto por assassinato (Êxodo 21:20) — diferentemente dos outros códigos do OMA.10 De fato, o código babilônico de Hamurábi permitia que o mestre cortasse a orelha de seus escravo desobediente (¶282). Tipicamente nos códigos legais do OMA, mestres — não os escravos — eram financeiramente compensados. A Lei Mosaica, no entanto, tinha os mestres como legalmente responsáveis pelos seu tratamento para com seus servos - não somente com os servos de outras pessoas.

2. Leis Anti-Sequestro: Um outro aspecto único da Lei Mosaica é a condenação do sequestro de pessoas para vendê-las como escravas – um ato punido com morte (Êxodo 21:16; compare Deuteronômio 24:7). Sequestros, claramente, foi a maneira pela qual a escravidão antebellum ganhou força.

3. Leis Anti-Retorno: Diferentemente do Sul antebellum, Israel deveria oferecer um porto seguro para escravos fugitivos (Deuteronômio 23:15,16) — um grande contraste com a Lei de Escravos Fugitivos dos estados do sul. O código de Hamurábi exigia a pena de morte para aqueles que ajudassem os escravos fugitivos (¶16). Em outros casos menos severos — nas leis de Lipit-Ishtar (¶12), Eshunna (¶49-50), e Hititas (¶24) — fianças eram expedidas para quem protegesse um escravo fugitivo. Alguns afirmam que isso era uma melhoria. Bem, mais ou menos. Nesses cenários “melhorados”, o escravo ainda era propriedade; os acordos de extradição do OMA ainda requeriam que o escravo fosse retornado para o seu mestre. E não somente isso, o escravo retornaria para as condições difíceis que o incentivaram a fugir.11 Mesmo leis babilônicas melhoradas do primeiro milênio a.C. incluíam compensação para o dono (ou algo mais severo) pela proteção a escravos fugitivos. No entanto, o escravo quando retornava era desfigurado, incluindo o corte de orelhas ou marcação a ferro.12 Esse não é exatamente o tipo de melhoria para se espalhar publicamente.

O erudito em Velho Testamento Christopher Wright observa: Nenhuma outra lei do Oriente Médio antigo foi encontrada que tenha o mestre como responsável pelo tratamento de seus próprios escravos (exceto quando causa avarias ao escravo de outro mestre) e a outra lei praticamente universal sobre escravos que fugiam que deveriam ser devolvidos, com severas penas para aqueles que falhavam em cumprir tal lei.”13

Se o Sul tivesse seguido essas três leis claras de Êxodos e Deuteronômio, a escravidão não teria sido tão forte. E o mais importante, o tratamento dos servos (escravos) por Israel não encontrou paralelos no Oriente Médio Antigo.

Na próxima edição, eu vou abordar algumas das passagens sobre “escravidão” que mais “pegaram”.

PAUL COPAN, Ph.D., West Palm Beach, Florida, é professor e Pledger Family Chair de Filosofia e Ética na Palm Beach Atlantic University em West Palm Beach, Florida. Ele é autor e editor de um vasto número de livro, incluindo When God Goes to Starbucks (Quando Deus vai ao Starbucks), True for You, But Not for Me (Verdade para Você mas não para Mim), That’s Just Your Interpretation (Isso é só a Sua Interpretação), e Creation Out of Nothing (Criação a Partir do Nada). Ele também é presidente da Evangelical Philosophical Society (Sociedade Evangélica de Filosofia).

Notas
1. Harriet Beecher Stowe, A Key to Uncle Tom’s Cabin; Presenting the Facts and Documents Upon Which the Story Is Founded, Together With Corroborative Statements Verifying the Truth of the Work (Boston: John P. Jewett, 1853), I.10, 139.

2. Sam Harris, The End of Faith (New York: W.W. Norton, 2004), 18.

3. Douglas Stuart, Exodus (Nashville: B&H, 2009), 474,5.

4. From Tikva Frymer-Kenski “Anatolia and the Levant: Israel,” in A History of Ancient Near East Law, vol. 2, ed., Raymond Westbrook (Leiden: Brill, 2003).

5. See Gregory C. Chirichigno, Debt-Slavery in Israel and the Ancient Near East, JSOT Supplement Series 141(Sheffield: University of Sheffield Press, 1993), 351–54.

6. See Gordon Wenham, “Family in the Pentateuch,” in Family in the Bible, eds.Richard S. Hess and Daniel Carrol (Grand Rapids: Baker Academic, 2003), 21.

7. J.A. Motyer, The Message of Exodus (Downers Grove, Illinois: InterVarsity, 2005),239.

8. John I. Durham, Exodus (Waco, Tex.: Word1987), 321.

9. Muhammad A. Dandamayev, s.v. “Slavery (Old Testament),” in Anchor Bible Dictionary, vol. 6, ed. David Noel Freedman (New York: Doubleday, 1992).

10. See Christopher Wright, Old Testament Ethics and the People of God (Downers Grove, Illinois: InterVarsity Press, 2006), 292.

11. ANE legal texts references are from William W. Hallo, ed., The Context of Scripture: Volume II: Monumental Inscriptions From the Biblical World (Leiden: Brill, 2003); Martha T. Roth, Law Collections From Mesopotamia and Asia Minor, 2nd ed. (Atlanta: Scholars Press, 1997). See also Elisabeth Meier Tetlow, Women, Crime, and Punishment in Ancient Law and Society: Volume 1: The Ancient Near East (New York: Continuum 2004).

12. Raymond Westbrook, ed., s.v. “Neo-Babylonian Period,” A History of Ancient Near Eastern Law, 2: 932.

13. Wright, Old Testament Ethics, 292.

Posted on Wednesday, April 27, 2011 by Maurilo e Vivian

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Monday, November 15, 2010



Já está disponível em nosso blog toda a série de ensaios que buscam mostrar como o cristianismo é verdadeiro. Hoje publicamos o últimos texto. São 23 textos que analisam a fé cristã e apresentam uma defesa racional e biblica para nossa fé.
Acesse no linke "O Cristianismo é Verdadeiro?" e lá você verá o índice com os ensaios e links.
E em dezembro, vamos publicar os ensaios em formato de e-book.

Posted on Monday, November 15, 2010 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, September 15, 2010


Coerente, consistente e viável por Wes Widner

(Áudio em MP3 aqui em breve)

O cristianismo é uma cosmovisão, uma maneira de ver o mundo em que vivemos, por isso abrange crenças metafísicas, como a origem do universo, o significado e propósito da vida e o que acontece conosco depois que morremos. Também engloba coisas do tipo como vemos a família, casamento e carreira. Ele ainda engloba as decisões corriqueiras como o que nós escolhemos para vestir, que tipo de entretenimento preferimos e como nós gastamos o nosso tempo de lazer.

A maioria das pessoas realmente não pensam sobre suas visões de mundo e, como conseqüência, sua visão de mundo acaba sendo uma coleção confusa de crenças. Poucas pessoas gastam tempo para pensar criticamente sobre as crenças que possuem e examinam se a sua visão de mundo passa por três testes básicos:

É coerente?
A primeira pergunta de qualquer visão de mundo é se ela oferece uma explicação do mundo que nos rodeia e quão precisa é essa descrição. Nem todas as visões de mundo estão preocupados em descrever com precisão o mundo que nos rodeia. No budismo e no hinduísmo, por exemplo, a realidade é vista como um mito, de modo que, naturalmente, as descrições que estas visões de mundo oferecem não são destinadas a fornecer uma descrição exata do mundo. Naturalismo/materialismo (crença de muitos ateus) contém descrições do mundo que param no ponto da origem e não conseguem explicar como o todo veio do nada.

O cristianismo é o único que não só oferece explicações razoáveis sobre a origem do universo, mas também oferece uma explicação razoável de eventos históricos bem-estabelecidos como a ressurreição de Jesus Cristo.

É compatível?
A próxima questão que devemos perguntar sobre uma visão de mundo é se ela contém declarações contraditórias. Tais declarações seriam um problema lógico para nós, pois violaria uma das leis fundamentais da lógica, ou seja, a lei da não-contradição.

Algumas visões de mundo como o budismo, o hinduísmo, Nova Era, Wicca, o Islã e o mormonismo abraçam paradoxos como parte de sua doutrina padrão e, portanto, não possuem uma pretensão de serem coerentes em relação aos seus ensinamentos. Pelo contrário, o foco de visões de mundo como estas é mais experimental do que é informativo. O cristianismo, no entanto, está preocupado com os dois.

Religiões orientais dependem fortemente de contradições, a fim de chamar adeptos para meditação profunda. O Zen Budismo, por exemplo, tem uma categoria inteira de ensinamentos conhecida como Koan, que são projetados especificamente para combater o pensamento e o discurso racional que muitas vezes é visto pelos místicos orientais como uma invenção ocidental.

O Islã abraça tanto as contradições nos ensinamentos dos seus escritos sagrados, a Bíblia, Alcorão e Hadith, e em suas práticas rituais. Os adeptos são convidados a acreditar que tanto a Bíblia e o Alcorão foram dados por Deus mesmo que ambos contenha reivindicações mutuamente excludentes. Em tempos mais recentes, seus adeptos também estão sendo informados de que o Islã é uma religião de paz e é tolerante com visões de mundo opostas que contradizem a história e as palavras de seu fundador (Maomé).

O naturalismo/materialismo abraça a contradição inerente da regressão infinita, quando se trata da origem do universo, já que explicações sobrenaturais são categoricamente rejeitadas logo de cara. Isso também cria o problema de como a moral, sentido e finalidade estão fundamentados em uma visão de mundo puramente naturalista.

O Cristianismo é único nesta área, uma vez que não apresenta qualquer contradição inerente, quer dentro do texto acreditado por conter a revelação inspirada de Deus ou nas práticas nele fixadas. Há certamente dificuldades que exigem algum esforço e estudo, e certamente muitos professores cristãos conseguiram introduzir filosofias estranhas no Cristianismo fazendo com que pareça ser logicamente inconsistente ou contraditório. Embora muitos seguidores de Jesus Cristo não consigam viver de modo coerente, não obstante os ensinamentos de Cristo encontrados no Novo Testamento estão em perfeito acordo com o que encontramos no Antigo Testamento.

O cristão, ao contrário dos adeptos da visões de mundo concorrentes, não precisa aceitar um paradoxo lógico, a fim de harmonizar qualquer ensinamento encontrado dentro do cristianismo com outros ensinamentos ou com resultados históricos ou científicos.

É viável?
A cosmovisão pode ser internamente coerente e oferecer uma explicação abrangente do mundo e ainda assim, não ser viável. O ateísmo, por exemplo, oferece uma sucinta visão de mundo no qual somos apenas acidentes cósmicos: vermes da natureza, cuja existência não tem propósito ou significado. Alguns, como Friedrich Nietzsche, aceitou o niilismo que, logicamente, acompanha uma visão naturalista do universo. Infelizmente, Nietzsche acabou ficando louco ao tentar manter uma coerência com suas convicções.

No entanto, muitos escolhem continuar acreditando que vale a pena viver. Que a vida tem sentido e que o que fazemos aqui na terra importa e ecoa de alguma forma para a eternidade. Essas crenças teimosas não são viáveis dentro de uma visão de mundo naturalista e devem ser emprestadas, portanto, de algum outro lugar.

Coerente, consistente e viável
O cristianismo é a única cosmovisão que passa em cada um destes testes com louvor e eu realmente encorajo qualquer um que leva a sério sua busca pela verdade a considerar o cristianismo. Você pode acabar descobrindo que a verdade que você procura está à sua espera com os braços abertos.

Posted on Wednesday, September 15, 2010 by Maurilo e Vivian

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Sunday, September 12, 2010


Em abril de 2010, o blog Apologetics 315 apresentou 23 artigos com o objetivo de responder à questão: por que o cristianismo é verdadeiro? Os ensaios foram escritos por vários apologistas de diferentes blogs da internet.
Vamos traduzir cada um dos artigos e publicá-los aqui em português para ajudar nossos irmãos na defesa da fé cristã. Ao final de toda tradução, esperamos transformar os artigos em e-book gratuito para que todos possam lê-lo e estudá-lo.

Hoje vamos publicar o prefácio e a introdução. Conforme o trabalho de tradução for avançando, vamos publicando os outros artigos.
Esse post vai servir como um tipo de index no futuro. Veja abaixo o índice com os artigos e seu autores:

O Cristianismo é Verdadeiro?

Posted on Sunday, September 12, 2010 by Maurilo e Vivian

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