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Tuesday, June 19, 2012


Posted on Tuesday, June 19, 2012 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, April 04, 2012



As crenças católicas romanas passaram por várias alterações ao redor dos anos. Isso por si só não é ruim, já que algumas doutrinas levaram alguns anos para se consolidar. Mas no cristianismo, a maioria das grandes doutrinas foi bem fundamentada nos primeiros séculos. Uma diferença que se faz entre a fundamentação de uma doutrina e a criação de uma crença é que a primeira é o trabalho de teólogos de trabalhar em cima de crenças já existentes e buscar nas Escrituras se essas crenças são corretas ou não. A divindade de Cristo é um exemplo clássico. A igreja sempre acreditou nessa doutrina. Ela só passou a ser seriamente contestada no quarto século e precisou de uma defesa e fundamentação mais robusta. No segundo caso, uma doutrina é criada e o trabalho do teólogo é apenas o de confirmar isso, esteja essa confirmação nas Escrituras ou não. Acredito que a grande maioria das doutrinas católicas apresentadas abaixo se encaixem nessa segunda categoria.
Você pode ver a tabela original no blog Os Puritanos.

1. Orações pelos mortos, começaram em cerca de
300
2. Fazer o sinal da cruz
300
3. Velas, cerca de
320
4. Veneração dos anjos e santos falecidos e o uso de imagens
375
5. A Missa, como celebração diária
394
6. Começo da exaltação a Maria (o termo "Mãe de Deus" foi-lhe aplicado pela primeira vez pelo Concílio de Éfeso)
431
7. Os sacerdotes começaram a se vestir de maneira diferente
500
8. Extrema Unção
526
9. A doutrina do Purgatório, estabelecida por Gregório
593
10. O latim usado para orações e cultos imposto por Gregório I
600
11. Orações feitas a Maria, santos mortos e anjos, cerca de
600
12. Título de papa, ou bispo universal, dado a Bonifácio III pelo imperador Focas
607
13. Beijar os pés do papa, começou com o papa Constantino
709
14. Poder temporal dos papas, conferido por Pippin, rei dos francos
750
15. Adoração da cruz, imagens e relíquias, autorizada em
786
16. Água benta misturada com uma pitada de sal e abençoada pelo sacerdote.
850
17. Adoração de S. José
890
18. Colégio dos Cardeais estabelecido em
927
19. Batismo dos sinos, instituído pelo papa João XIII
965
20. Canonização dos santos mortos, primeira vez pelo papa João XV
995
21. Jejum nas sextas-feiras e durante a Quaresma
998
22. A Missa, gradualmente transformada em sacrifício com freqüência obrigatória no
século 11
23. Celibato do sacerd6cio, decretado pelo papa Gregório VII (Hildebrando).
1079
24. O rosário, oração mecânica por meio de contas inventado por Pedro, o Eremita
1090
25. A Inquisição, instituída pelo Concílio de Verona
1184
26. Venda de Indulgências
1190
27. Transubstanciação, proclamada pelo papa Inocente III
1215
28. Confissão auricular de pecados a um sacerdote e não a Deus instituída pelo papa Inocente III, no Concílio de Latrão
1215
29. Adoração da hóstia, decretada pelo papa Honório III
1220
30. A Bíblia proibida aos leigos, colocada no Index dos Livros Proibidos pelo Concílio de Valença
1229
31. O Escapulário, inventado por Simão Stock, um monge inglês
1251
32. O cálice proibido ao povo na comunhão pelo Concílio de Constança
1414
33. O Purgatório proclamado como dogma pelo Concílio de Florença
1439
34. A doutrina dos Sete Sacramentos confirmada
1439
35. A Ave Maria (parte da metade final foi completada 50 anos mais tarde e aprovada pelo papa Sixto V no final do século 16)
1508
36. A ordem dos Jesuítas fundada por Loyola
1534
37. A tradição declarada de autoridade igual à da Bíblia pelo Concílio de Trento
1545
38. Livros apócrifos acrescentados à Bíblia pelo Concílio de Trento
1546
39. O credo do papa Pio IV imposto como o credo oficial
1546
40. A imaculada conceição da Virgem Maria, proclamada pelo papa Pio IX..
1854
41. Sumário dos Erros, proclamado pelo papa Pio IX e ratificado pelo Concílio do Vaticano; condenava a liberdade de religiosa, de consciência, de expressão, de imprensa e das descobertas científicas, que eram desaprovadas pela Igreja Romana; assegurava ao papa autoridade temporal sobre todos os governadores civis
1864
42. Infabilidade do papa em questões de fé e moral proclamada pelo Concílio do Vaticano
1870
43. Escolas públicas condenadas pelo papa Pio XI
1930
44. Assunção da Virgem Maria (ascensão física ao céu logo depois de sua morte) proclamada pelo papa Pio XII
1950

Posted on Wednesday, April 04, 2012 by Maurilo e Vivian

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Monday, December 19, 2011

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Assunção de Maria:



Esino originado no pensamento católico romano durante o período medieval, segundo o qual, ao morrer, Maria foi transportada (assunta) em corpo e alma à presença de Deus nos céu. Essa doutrina foi sustentada pelo papa Pio XII em 1950 como dogma católico romano oficial. Entretanto, esse dogma não tem nenhuma sustentação bíblica. Os teólogos não-católicos, assim, em geral rejeitam o ensino.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, December 19, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, September 14, 2011



É por isso que não precisamos de purgatório, oração pelos mortos ou qualquer outra coisa feita por nós mesmos ou por outros para nossa salvação. A justiça imputada de Cristo por nós é mais fo que suficiente.
Como disse Jesus: Está consumado.

Posted on Wednesday, September 14, 2011 by Maurilo e Vivian

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Monday, August 29, 2011

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Aquino, Tomás de:



Teólogo e monge italiano da Era Medieval, cuja obra o papa Leão XIII declarou em 1879 ser o ensino oficial da Igreja Católica Romana. A maior influência de Aquino encontra-se em sua obra SUMMA THEOLÓGICA, apresentação sistemática da teologia cristã baseada no sistema filosófico de Aristóteles. Uma de suas contribuições mais famosas foi o debate exaustivo das CINCO MANEIRAS (provas) de comprovar a existência de Deus.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, August 29, 2011 by Maurilo e Vivian

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Sunday, March 06, 2011



Como você apresenta o grande Reformador Protestante Martinho Lutero em 1000 palavras – mais uma foto e outra? Sua vida, suas obras, suas doutrinas, seu impacto? Um biografia padrão (Brecht) tem cerca de 1300 páginas. Talvez eu omita algumas coisas, mas aqui vai.

Martinho Lutero nasceu na pequena cidade de Eisleben, no centro da Alemanha, em 10 de Novembro de 1483; ali também morreu em 18 de Fevereiro de 1546. Ao nascimento de Lutero, o estado espiritual da igreja ocidental estava em um de seus maiores declínios na história. À morte de Lutero, a sorte política de seu movimento de renovação espiritual estava em seu mais baixo declínio. Em 1546, as forças combinadas do papa e do imperador ameaçaram erradicar da Alemanha a reforma que Lutero iniciou. Em Abril, menos de dois meses depois da morte de Lutero, o Concílio Católico Romano de Trento oficialmente decretou que a única interpretação válida da Bíblia era a deles! Então em Julho, forças do Imperador Carlos V confrontaram as forças da “Liga Schmalkaldic” dos territórios protestantes, os vencendo completamente no ano seguinte. Mesmo a cidade de Lutero, Wittenberg, foi capturada e seu príncipe deposto. Um observador poderia racionalmente ter visto os eventos de 1546 como marcas do fim da Reforma Protestante – pelo menos na Alemanha.

Quem foi o homem por trás desse movimento da reforma em constante perigo? Lutero iniciou o que deveria ser uma carreira acadêmica típica do final da época medieval. Lutero recebeu educação e depois começou a ensinar em Erfurt (1501-1511). Logo após receber seu mestrado em artes (1505), no entanto, ele abandonou sua carreira como advogado e entrou para o monastério Augustiniano em Erfurt. Negócios eclesiásticos o levaram a uma viagem memorável para Roma em 1511. Esse mesmo ano trouxe a transferência (permanente, como se tornou depois) para um posto de ensino na Universidade de Wittenberg, assegurado pela finalização de seu doutorado em teologia no ano seguinte (1512).

O Lutero “típico” termina em 31 de Outubro 1517 – que veio a ser conhecido como o Dia da Reforma – quando ele pregou suas 95 teses na porta da igreja do castelo de Wittenberg. Estas teses condenavam a venda de indulgências por parte da Igreja Católica Romana e muito do seu sistema de penitências. Lutero abordou seus oponentes teológicos em um debate em Heidelberg em 1518, mas somente em Junho de 1520 o Papa Leão X emitiu seu provocativo Exsurge Domine, dando a Lutero sessenta dias para se retratar ou encarar excomunhão. Lutero perdeu as datas limites, no entanto, em parte porque estava ocupado com três marcantes tratados: seu discurso Para a Nobreza Cristã da Nação Germânica (Agosto), apelo para os líderes políticos protestantes para assumir as responsabilidade pela Reforma; A Captura Babilônica da Igreja (Outubro), expondo os problemas bíblicos e teológicos com o ensino católico dos sacramentos; e A Liberdade do Cristão (Novembro), explicando brilhantemente a doutrina da justificação somente pela fé e o papel das boas obras na vida do crente. Assim, em 1520, Lutero havia adquirido um perfil internacional e havia sido convocado para aparecer na assembléia anual dos líderes governamentais do Sacro Império Romano. Em 1521, essa “dieta” (regime) imperial aconteceu em Worms – portanto a repugnante designação em inglês da “Deita de Worms” (worm é verme em inglês). Credo! Foi nessa dieta que Lutero apresentou sua famosa palestra “Aqui estou” (Hier stehe ich. Ich kann nicht anders / Aqui estou. Não posso renunciar), depois da qual um sequestro de mentira o retirou para longe por nove meses o protegendo no castelo de Wartburg em Eisenach.

Quando a ameaça de assassinato baixou, em 1522, Lutero retornou para Wittenberg e assumiu novamente sua obrigações universitárias e pastorais. Os últimos anos de Lutero se focaram menos na desconstrução dos erros e abusos católicos e mais na construção das doutrinas e práticas protestantes. 1522 viu a publicação de seu Novo Testamento em alemão (a Bíblia completa em Alemão em 1534). 1524 viu o primeiro hinário Protestante (oito canções, quatro por Lutero). O noivado com Katherine von Bora veio meio que inesperadamente em 1525, ainda assim Martinho e Katie tiveram um casamento maravilhoso, que incluiu seis filhos naturais e quatro adotados. Lutero compôs seu muito amado Pequeno Catecismo em 1529.

Em 1530, a propagação do Protestantismo dentro e além da Alemanha mais uma vez dominou a agenda da dieta imperial, mantido nesse ano em Augsburg. Lutero não podia arriscar aparecer nessa época, portanto, ele estava preventivamente barricado na poderosa fortaleza de Coburg. (Apesar de Lutero já ter escrito seu mais famoso hino, ele só apareceu em 1531.) Na dieta, os Protestantes Alemães, liderados pelo amigo de Lutero e colega da Universidade de Wittenberg, Philipp Melanchton, apresentaram a sua Confissão de fé de Augsburg ao Imperador Carlos V. Carlos deu a eles um ano para retratar-se ou iriam encarar forças militares. Em resposta, os territórios protestantes formaram a Liga Schmalkaldic (1531), mas levou-se mais quinze anos antes que a guerra realmente irrompesse.

Durante estes últimos quinze anos, Lutero se dedicou a ensinar através dos livros da Bíblia (ele apresentou sua famosa palestra sobre Gálatas em 1531; as palestras marcantes sobre Gênesis aconteceram entre 1535 a 1545!), pregação e treinamento pastoral para os vários protestantes que reuniram-se em Wittenberg para estudar com ele.

Infelizmente, mais da metade dos primeiros convertidos à reforma eventualmente retornaram para Roma. Mas pela graça de Deus Lutero foi bem sucedido em fazer a própria Bíblia e seu ensino da justificação pela graça somente, tão amplamente disponível para que a Reforma não seguisse o caminho de tantos outros movimentos de reforma medievais que Roma no final das contas acabou varrendo para o canto.

Posted on Sunday, March 06, 2011 by Maurilo e Vivian

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Saturday, January 01, 2011


O Natal no ocidente já passou. Mas no oriente ainda está chegando, dia 6 de Janeiro. Por isso, ainda dá tempo de publicar uma reflexão interessante sobre os ataques que muitos céticos fazem em relação ao relatos do Novo Testamento, afirmando que Jesus não é mais nada do que a junção de antigos mitos sobre outros deuses. Entre os aspectos que influenciaram os “criadores” do cristianismo, está o nascimento virginal. Temos alguns textos que em breve serão publicados sobre o assunto. Por enquanto, deixo o pequeno texto abaixo que encontrei no blog Apologia:

Por Stephen J. Bedard
Muitas vezes, os céticos afirmam que Maria, mãe de Jesus, é apenas mais uma versão de outras mães virgens pagãs como Ísis. Eu apresentei algum material que demonstra que essas mães pagãs não são tão virgens quantos os Misticistas de Jesus gostam de sugerir. No entanto, gostaria de abordar esse assunto por um outro ângulo. O que muitas vezes as pessoas estão fazendo é comparar uma descrição Católica Romana mais recente da Virgem Maria e não o que a Bíblia diz. Se esse tema da virgem é tão importante e central para as origens pagãs de Jesus, devemos perguntar: por que a virgindade é mencionada apenas em dois Evangelhos e nunca por todo o resto do Novo Testamento? De fato, a virgindade de Maria é mencionada apenas três vezes em toda a Bíblia e ela nunca é chamada de “Virgem Maria”. Eu não estou negando que o nascimento virginal é importante, mas não é o que os Misticistas de Jesus afirmam que é. Quando encontramos esse tipo de afirmação, devemos sempre nos voltar para aquilo que a Bíblia diz. Conceitos pagãos podem ter influenciado uma concepção mais recente de Maria, mas não influenciaram o Novo Testamento.

Posted on Saturday, January 01, 2011 by Maurilo e Vivian

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