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Wednesday, December 14, 2011



O Natal está chegando. Uma das épocas mais legais do ano se aproxima. Eu particularmente amo essa data. É uma das mais fáceis pra fazer evangelismo, por questões óbvias: o nascimento do nosso Salvador! Por mais que a Coca-Cola tenha se esforçado pra fazer do Natal sinônimo de Papai Noel (e eles foram bem sucedidos nisso), o Natal ainda é o nascimento de Jesus Cristo.
E algo que não pode faltar no Natal é o famoso presépio, como esse da foto. Temos tudo ali. Jesus na manjedoura, o nascimento em uma estrebaria, os três reis magos, os pastores. Uma linda cena. Pena que a coisa não foi exatamente dessa forma. A história do Natal acabou trazendo alguns mitos consigo que não se encontram nas Escrituras. Vamos ver o que no nascimento de Jesus é mito e o que é verdade.

Mito 1Jesus nasceu em uma estrebaria porque não havia lugar nas hospedarias da cidade.
Essa é uma versão bastante comum. Ela é parte de toda encenação de Natal nas igrejas. Vemos José e Maria andando de uma lado para outro nas hospedarias da cidade, encontrando a placa “sem vagas” em todas elas e por falta de opção, uma alma caridosa os leva para um estrebaria e Jesus nasce ali. Veja como a cena é relatada em uma história de Natal para crianças:
“Chegando a Belém, José procurou uma hospedaria, mas todas estavam cheias de visitantes que estavam na cidade para o recenseamento. Bateram de porta em porta, mas não havia mais lugar para eles. Considerando que Maria estava para ter bebê, alguém arrumou uma estrebaria, onde ficavam os animais, para passarem a noite. Foi ali que o Menino Jesus nasceu”.
Agora vamos ler o que está no texto bíblico.
Lucas 2:7
João Ferreira de Almeida
E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.
Nova Versão Internacional
e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.
Todas as outras versões que encontrei em português seguem a mesma linha de tradução. Todos traduzem a palavra grega kataluma como hospedaria/estalagem. Mas essa não é a melhor tradução para kataluma. Veja como essa palavra é traduzida em Lucas 22:11:
“E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposentoem que hei de comer a páscoa com os meus discípulos?”
A mesma palavra aqui é traduzida como aposento. A melhor tradução para kataluma seria quarto superior. Se Lucas estivesse se referindo a uma hospedaria, ele teria usado a palavra pandocheion, como está em Lucas 10:34.
Belém era a cidade da família de José (Lucas 1:4) e muito provavelmente ele iria ficar com sua família em Belém, já que a cidade era muito pequena, dificilmente teria alguma hospedaria. Hoje Belém tem menos de 30 mil habitantes e devia ter menos gente ainda naquela época. O mais provável, tanto pelo contexto, quanto pelo uso do grego, é que José e Maria foram ficar com seus parentes, mas como não havia lugar para eles nos quartos superiores (kataluma) eles tiveram que ficar nos andares inferiores, onde as famílias guardavam seus animais. Por isso Jesus foi colocado em uma manjedoura, um tipo de cocho para alimento das vacas.
Portanto, esqueça a idéia de José e Maria no burrinho batendo de porta em porta nas estalagens de Belém procurando um lugar para ficar. Isso não está na Bíblia.

Mito 2 Os Três Reis Magos...
A Bíblia não diz em lugar nenhum que eles eram três e muito menos reis. Vamos ler o que o texto diz: e, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém.
Mateus 2:1
O texto fala sobre uns magos, mas não diz nada sobre serem reis e também não falam que eram três. Os presentes sim eram três: ouro, incenso e mirra (versículo 11). Poderiam ser apenas dois magos ou três mil magos. Não sabemos. A tradição se incumbiu de preencher esses outros detalhes.

Mito 3 – ...estavam na hora do nascimento de Jesus.
Apenas os pastores apareceram lá no momento do nascimento de Jesus (Lucas 2:15-16). Os magos vieram um tempo depois, talvez até dois anos depois. Podemos deduzir isso baseado em alguns eventos. Primeiro, os magos encontraram a família de Jesus em casa. Não fala nada sobre ser casa de parentes ou qualquer outra coisa. Somente diz em casa. Segundo, Herodes mandou matar todos os meninos de dois anos pra baixo (Mateus 2:16). E por último, a palavra usada por Mateus para criança em grego, paidion, pode ser tanto uma criança de colo quanto uma que está aprendendo a engatinhar. Então, pode ser qualquer coisa de dois anos pra baixo.

Mito 4Jesus nasceu em 25 de Dezembro.
Esse eu não tenho tanta certeza. A bem da verdade, eu acho que o mito na verdade é “Jesus não nasceu no dia 25 de Dezembro”. Uma versão simplista para essa história, que tem se popularizado por aí, diz que a data de 25 de Dezembro virou Natal por decreto de Constantino para acabar com a festa do Sol Invictus, o solstício de inverno e propagar o cristianismo pelo mundo romano.
A coisa não foi bem assim. Eu estou inclinado a acreditar que, se Jesus Cristo realmente não nasceu nessa data, a igreja tinha uma boa razão para acreditar que ele nasceu. Leia o texto Como o 25 de Dezembro virou Natal para entender melhor meu ponto.
A fato dos pastores estarem no campo no inverno em nada prejudica a postulação da data. Quem lida com gado, seja bovino ou ovino, sabe que a pastagem acontece o ano todo. A diferença é como você lida com o gado nas diferentes épocas do ano. E eu duvido que as ovelhas eram criadas em sistema de confinamento fechado, pois naquela época não havia o mesmo tipo de suplementação alimentar para confinamento intensivo que existe hoje. É bastante possível e provável que os pastores levariam o rebanho para o pasto, em qualquer época do ano.

Esses foram os nossos 4 mitos de Natal, ou algo assim. Eu sei que posso ter destruído a imagem de Natal que você está montando em seu presépio e peço desculpas por isso. Mas lembre-se que devemos ter uma visão correta dos fatos bíblicos, não uma visão baseada em mitos, pois assim vamos alimentar a cultura popular que nossa fé é baseada em mitos, não em fatos históricos. Entender o que realmente aconteceu é um dos mais importantes passos. Ou você quer que as pessoas achem que você acredita em mitos bíblicos, como por exemplo, que Maria Madalena era uma prostituta? Opa, mais um... mas esse fica pra outro texto.

Posted on Wednesday, December 14, 2011 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, April 13, 2010


Quando tudo já foi dito e feito, a "prova final" da evolução é um apelo à autoridade humana. Nós somos muitas vezes lembrados por anti-criacionistas que praticamente todos os "verdadeiros" cientistas concordam que a evolução aconteceu.
Ao analisar esse mito, deve-se ter em mente que aqueles que fazem essa afirmação muitas vezes confiam na crença de que os verdadeiros cientistas só são aqueles que aceitam a evolução. O argumento, portanto, essencialmente se resume a isto: os evolucionistas concordam que a evolução aconteceu. Isto, naturalmente, é um argumento absurdo, e nós poderíamos facilmente dizer que os criacionistas concordam que a criação aconteceu.
O principal problema, no entanto, é que mesmo que cada pessoa aceite uma idéia, isso não torna essa idéia correta. A história da ciência (e da humanidade) esta cheia das “visões da maioria” que estavam incorretas. Evolução é uma outra idéia desse tipo. Em segundo lugar, muitos cientistas aceitam a evolução, porque a única alternativa é o design, que é contrária a suas crenças naturalistas. Eles têm um compromisso prévio para manter qualquer interação miraculosa longe de suas visões de mundo, e eles aceitam a evolução por padrão.
Finalmente, há um número crescente de cientistas, criacionistas e não criacionistas, que não veem as supostas evidências para a evolução como válidas ou aceitáveis. A verdade da questão é que enquanto alguns evolucionistas gostariam que criacionistas como nós não existissem, mas nós existimos, já passou a hora dos mitos da evolução e do próprio mito da evolução serem dispensados uma vez por todas.

Posted on Tuesday, April 13, 2010 by Maurilo e Vivian

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Monday, April 12, 2010


A seleção natural é a força motriz por trás da evolução. Este mantra foi repetido com tanta frequência tantas vezes que as pessoas confundem as duas ideias. Mas são a evolução e a seleção natural a mesma coisa?
A resposta curta é que este é um dos mitos mais frequentemente repetidos. A seleção natural é um processo observável que certamente não foi descoberto pela primeira vez por Charles Darwin. Espécies com determinadas características sobrevivem melhor num determinado ambiente. No entanto, a seleção natural é não direcional e não leva a lugar nenhum. Ou seja, se o ambiente muda, os membros de uma espécie que anteriormente eram melhores adaptados podem agora não mais o ser. A evolução, por outro lado, é um processo inobserváveis que requer direção (dinossauros para as aves, por exemplo).
A seleção natural só pode agir de acordo com as informações que já existem. Quando certas características são selecionadas, o conjunto de informação genética diminui. As mutações não se mostraram capazes de reverter esse processo. Esta perda de informação pode tornar membros da mesma espécie criada incapazes de reproduzirem uns com os outros, mas isso apenas enfatiza quanta perda pode acontecer.
Muitos evolucionistas gostariam de dar poderes à seleção natural que ela não tem. Não deixe que eles enganem você.

Posted on Monday, April 12, 2010 by Maurilo e Vivian

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Sunday, April 11, 2010


Mito 3: Resistência aos Antibióticos

Você pode ter ouvido este em algum momento. O desenvolvimento e a disseminação de bactérias resistentes aos antibióticos (e plantas e insetos resistentes a pesticidas) é proclamado aos quatro ventos como prova da evolução acontecendo "agora mesmo". As pressões seletivas forçam estes organismos a evoluir, pelo menos, esta é a forma como os evolucionistas explicam o evento.
As bactérias desenvolveram resistência aos antibióticos? Sim, isto é um fato bem documentado pela ciência. Isso prova a evolução darwiniana? Não, nem de perto. Mais uma vez, os evolucionistas tomam as observações e as passam através de seus filtros de visão de mundo. O problema (para os evolucionistas) é que as mutações que fazem as bactérias (e outros organismos) superar as pressões ambientais não são as mutações de “ganho de informações” necessárias pelo postulado de Darwin. Na verdade, estas mutações geralmente vêm com um preço exorbitante para o organismo – um preço que geralmente não aparece até que a pressão ambiental seja removida - e muitas vezes, significa a incapacidade de competir com as bactérias não-mutantes.
Bactérias, de fato, mostram a criatividade incrível de Deus na medida em que podem trocar de DNA com outras bactérias. Esta característica surpreendente revela as provisões que Deus fez por elas para sobreviverem em um mundo decaído e as rápidas mudanças dos ambientes. No entanto, elas não têm como e não podem evoluir para outra coisa. Elas foram e sempre serão bactérias.

Posted on Sunday, April 11, 2010 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, April 06, 2010


Enquanto a evolução faz seu trabalho sujo, ela deixa para trás vestígios de sua maquinações, ou é assim que diz o argumento. Os evolucionistas afirmam que os seres humanos e outros animais possuem órgãos e DNA restantes que provam o poder de mutações e da seleção natural. Na verdade, isto é frequentemente apresentado como uma refutação poderosa contra os criacionistas.
Mas o mito pára aqui. Se um órgão perde a função, isto prova apenas que o órgão perdeu a função. Muitas vezes, porém, este tipo de afirmações são prematuras e com base nas expectativas da evolução. O apêndice, por exemplo, já foi um bastião do vestigialismo, mas agora sabemos qual é a sua função. Alguém pode pensar, de fato, quanto o pensamento evolucionista tem retardado a ciência, afirmando que as coisas não são mais necessárias.
No final, a perda da função (após todas as outras possibilidades terem sido eliminadas) é uma melhor evidência de um mundo que está em decadência, o que é exatamente o que a Bíblia diz sobre o universo em que vivemos.

Posted on Tuesday, April 06, 2010 by Maurilo e Vivian

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Saturday, April 03, 2010


Se olharmos à nossa volta (e até mesmo em nossos próprios corpos), veremos muitas estruturas que parecem mostrar design menos do que ótimo. O que isto significa para alguns evolucionistas é que isso prova que não há nenhum criador. Afinal, um criador inteligente como Deus não teria feito desenhos imperfeitos.
Desmistificar o mito requer muito pouco esforço. Primeiro de tudo, como pode o ser humano julgar o que é o melhor projeto? Alguns projetos requerem um equilíbrio de eficiência e eficácia, tal como encontramos no olho humano (uma estrutura perfeitamente adequada para a vida humana). Além disso, dificilmente poderíamos esperar que um universo que foi amaldiçoado com a degeneração do pecado há mais de 6.000 anos manteria o seu design de forma perfeita. O fato de continuarmos a sobreviver, no entanto, é uma evidência de quão bom o projeto original era. Por último, o crescimento do campo biomimético (copiar o design da natureza) nos mostra que a criação de Deus (mesmo em seu estado caído) oferece uma riqueza de potencial de design – e um bom design.

Posted on Saturday, April 03, 2010 by Maurilo e Vivian

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Friday, April 02, 2010


A sutil montagem macaco-para-humano que mostra um ser como macaco na esquerda lentamente se tornando um ser humano no lado direito faz tanto parte da nossa cultura que qualquer um pode reconhecê-la. Museus de história natural e programas de TV nos dão um suposto vislumbre do passado e como os ancestrais do humanos poderiam ter parecido. Pena que é tudo uma farsa.

Fósseis de macacos são difíceis de encontrar, mas várias espécies foram encontradas. No entanto, um fóssil de macaco novo não gera tanto interesse ou prestígio como se for chamado de ancestral "humano", razão pela qual há tanta atenção em como fósseis de macacos estão ligados com a história da evolução. O desejo de "preencher as lacunas" leva a muitas conclusões falsas. Por exemplo, algumas das supostas características “bípedes” encontradas em fósseis também são encontrados em macacos vivos que não são bípedes.
Na verdade, imaginação, ânsia e pressupostos influenciam em grande medida as “reconstruções” que encontramos em revistas, livros e na TV. Desfrute da ciência, mas não seja enganado pela ficção.

Posted on Friday, April 02, 2010 by Maurilo e Vivian

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Thursday, April 01, 2010


Uma grande prova para a evolução humana é, segundo os evolucionistas, a alegada similaridade de 98% entre o DNA humano e o do chimpanzé e a evidência da fusão cromossômica. Livros didáticos nos dizem que isso prova a ancestralidade comum dos seres humanos e macacos com seres simiescos que viveram há milhões de anos atrás.
O que faz disso disto um mito, porém, é que os evolucionistas se esquecem de mencionar o problema com este argumento. Por um lado, a porcentagem de similaridade pode soar impressionante (dependendo da porcentagem que você encontrar), mas isso representa milhões de letras de diferença no DNA. Some a isso as muitas diferenças no DNA que não estão representadas nos 98% semelhantes (tais como deleções) e as diferenças epigenéticas e o abismo cresce. Em segundo lugar, ver a “história” dos seres humanos evoluindo a partir chimpanzés pelo DNA e cromossomos requer um compromisso prévio com a evolução. Os evolucionistas interpretam os dados para dizer o que eles querem que eles signifiquem, à luz do mito de Darwin.
Embora haja semelhanças entre macacos e seres humanos, esta também é uma forte evidência de um Designer comum, que deu a humanidade características diferentes de qualquer outra criatura que Ele fez. Mas isso não impede os evolucionistas, conscientemente ou não, de usar isso como propaganda direta, como no mito número 6.

Posted on Thursday, April 01, 2010 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, March 31, 2010


Darwin se desgastou com a falta deles, os paleontólogos ainda estão procurando por eles, mas eles são muitas vezes apresentados como o fundamento da teoria evolucionista. O que são eles? Fósseis de transição. De acordo com os evolucionistas, os fósseis de transição são escassos por uma série de razões: (1) fósseis, em geral, apenas nos dão um vislumbre do passado, (2) equilíbrio pontuado pode causar geologicamente “rápidas” mudanças nas espécies, e (3) que não são tão fáceis de distinguir. No entanto, muitos de nós temos visto as supostas séries fósseis do cavalo e da baleia e o novo “elo perdido” chamado Tiktaalik.
Devemos no lembrar, no entanto, que os fósseis não vêm com etiquetas dizendo quando e como o animal foi enterrado, o seu estilo de vida, e se ou como ele estava relacionado a uma outra espécie. Os cientistas devem fazer suposições razoáveis baseadas no que eles acreditam sobre o passado e extrapolações a partir dos dados. Sem uma fonte objetiva de informações, esses pressupostos são frequentemente ligados à visão subjetiva evolutiva. Cientistas criacionistas, por outro lado, veem o registro fóssil como evidência tanto para um dilúvio global e também para a incrível diversidade das espécies de animais originalmente criados.
Porque há uma falta de formas de transição (e as encontradas, incluindo “as baleias que andam” e peixes, são controversas para dizer o mínimo), os evolucionistas tem de recorrer a embaçar as linhas e afirmar que já que todas as espécies estão em transição, não devemos esperar encontrar “elos perdidos”. Talvez a razão de não encontrarmos verdadeiras formas de transição é porque uma espécie criada não vai, não pode, e nunca se transformou em outra espécie criada.

Posted on Wednesday, March 31, 2010 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, March 30, 2010


É um marca de quase todos os livros de biologia no mercado: desenhos de ossos coloridos que mostram como a evolução deixou suas impressões digitais em animais de ascendência comum. Esses desenhos apontam estruturas semelhantes como prova de que todos vêm de um único ancestral. A prova, dizem, é tão evidente quanto a sua mão na frente do seu rosto.
Objetivamente, porém, o design e a função similares nada podem provar. Um iPod e um iPhone podem ter partes muito semelhantes, por exemplo, mas isso certamente não significa que o iPhone evoluiu a partir do iPod devido a falhas de hardware. Em vez disso, porque temos conhecimento objetivo da história, sabemos que a mesma empresa desenhou ambos aparelhos, o que explica o design semelhante.
Da mesma forma, as estruturas semelhantes em animais são provas muito fortes de um único designer deixando sua marca nas obras de Sua criacão. Designers humanos frequentemente usam soluções semelhantes em toda uma vasta gama de produtos. Por que achar que Deus não faria o mesmo?

Posted on Tuesday, March 30, 2010 by Maurilo e Vivian

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