Showing posts with label problema do mau. Show all posts
Showing posts with label problema do mau. Show all posts

Wednesday, August 15, 2012






Lição de Vida 6: Se você errar, não é culpa dos seus pais, então não fique choramingando sobre seus erros, aprenda com eles.

Tiago fez uma pergunta óbvia sobre a fonte da nossa raiva.
Eu acredito que a maioria dos cristãos não entende funcionalmente a resposta para essa pergunta.
Eu acho que muitos cristãos podem dar a resposta teológica correta, mas quando chega a parte funcional – a prática, eles realmente não entendem de onde a raiva se origina.

De onde vem as guerras e as brigas entre vocês? Tiago 4:1

Uma coisa é saber em nossas cabeças o que a Palavra de Deus diz e é outra coisa totalmente diferente como você vive a Palavra de Deus em sua vida.
Somente o conhecimento não irá te ajuda. É a prática desse conhecimento que faz a diferença (Tiago 1:22).
Satanás acredita em Deus e tem mais conhecido sobre Deus do que qualquer um de nós, mas ainda assim ele é o demônio e sua condenação é certa (Tiago 2:22).
Mesmo você sabendo de onde vem a sua raiva, vamos assumir que você sabe, pouco importa até que você assuma a sua raiva e mude. É assim que Tiago responde a sua própria pergunta:

Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? Cobiçais, e nada tendes; matais, e sois invejosos, e nada podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque não pedis.Tiago 4:1-2

Em sua primeira pergunta, ele usa “vem” duas vezes. Ele realmente quer saber de onde vem. Se você está bravo não é porque o diabo o fez ficar assim ou que seus pais o fizeram ficar assim. Ele responde a sua pergunta com outra pergunta.
Ele usa três palavras, que são basicamente sinônimos – cobiça, inveja e guerra (por desejo). Todas essas três palavras significam ídolo. Um ídolo é algo que você quer mais do que você deseja a Deus e se você não consegue aquilo que você quer, você peca – nesse caso, você fica irritado.
Tiago coloca a causa de sua raiva nas suas paixões, desejos e/ou cobiça. Sua raiva está em você. Você é a causa da sua raiva. E ai você diz, “mas eles errarram comigo. Eles me machucaram. Você não entende.
E eu digo, “Eu entendo”.  É por isso que eu estava falando antes sobre esse mundo e as pessoas que estão nele não são justas. A vida não é justa. Nós nos machucamos, temos feridas e somos largados. A vida é assim. Lembre-se: Adão caiu e todos nós nos machucamos.
E então você diz, “mas eu orei a Deus tantas vezes para que Ele levasse meus problemas pra longe e eles nunca vão embora”. Eu entendo essa oração também. E Tiago também. É por isso que ele acrescenta a seguinte frase ao final de sua explicação sobre a origem da raiva:

Não têm, porque não pedem. Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres.Tiago 4:2-3

Nós oramos para que Deus faça muitas coisas, e entre elas para levar a dor embora. Algumas vezes Deus faz isso, outras Deus não faz. Algumas vezes Deus permite a dor e o sofrimento do coração em nossas vidas para nos ajudar..

Posted on Wednesday, August 15, 2012 by Maurilo e Vivian

No comments

Saturday, June 04, 2011


Perguntas para refletir. Uma por dia.

Se Deus existe, por que existe tanto mal no mundo?

Por Critical Thinking

Posted on Saturday, June 04, 2011 by Maurilo e Vivian

No comments

Friday, April 08, 2011


A tragédia que aconteceu ontem em uma escola em Realengo, no Rio de Janeiro, causa um nó na garganta, uma sensação de que isso não é certo. Um rapaz, muito quieto, entra em uma escola e dispara vários tiros contra crianças, matando 12 delas. Em sua maioria, meninas.
Essa sensação de que isso é errado nos faz questionar: se Deus é tao amoroso, por que ele permite essas atrocidades? Essa é uma pergunta legitima e merece reflexão.
A resposta para esse questionamento talvez esteja na forma como entendemos Deus. Quando pensamos em Deus, pensamos que o maior objetivo de Deus, por assim dizer, é maximizar a nossa felicidade e minimizar a nossa dor. Qualquer coisa que se desvie desse proposito é ruim.
Mas devemos nos perguntar se esse e o principal objetivo da existência de Deus. Poderia ter Deus outras razões maiores para permitir que esse tipo e coisa acontecesse? Por exemplo, um dos objetivos de Deus para o homem poderia ser o amadurecimento moral. E muitos vezes aprendemos mais e crescemos mais pela dor do que através do prazer. Quantas vezes não ouvimos historias de pessoas que agiram como heróis em momento de necessidade? Quantos não se superaram em momentos de dor, guerra e fome? Sem dor e sofrimento nesse mundo, jamais teríamos os heróis, filantropos e altruístas que tanto nos inspiram a melhorar.
Não sei dizer que razão maior poderia haver para se permitir uma tragédia como essa, é difícil de imaginar tal coisa. Mas não podemos descartar que, em uma visão mais ampla sobre quem Deus é, essa é uma possibilidade.
Um segundo ponto importante, para mim ainda mais importante, é que o pensamento que questiona a bondade de Deus por permitir atos tao horríveis quanto o de ontem, traz consigo também a idéia que Deus deveria ter impedido o rapaz de agir. Assim sendo, Deus deveria ter interferido e não permitido que um assassino agisse. Deus deveria frear a ação de agentes livres em suas escolhas, quando essa ação for moralmente condenável. Mas se isso for verdade, onde devemos traçar a linha de limitação para a interferência de Deus? Deus deveria impedir todos os assassinos? Deveria impedir todos os estupradores? E quanto aos adúlteros? E os mentirosos? Pornógrafos deveriam entrar nessa lista? E aqueles que adoram outros deuses? Se Deus tiver que acabar com toda a maldade resultante da ação dos homens, ou ele teria que simplesmente varrer os seres humanos do mapa ou nos tornar como robôs sem liberdade para agir. Nem uma nem outra coisa parece condizer com a verdade. Nem com a Bíblia.
Tragedias acontecem e vão continuar acontecendo nesse mundo. Nossa sensação de ultraje é devida porque somos seres dotados de percepção moral , colocada em nos pelo nosso criador, também um ser moral. E é por isso que devemos ter nossa teologia já bem fundamentada antes que essas coisas aconteçam (especialmente quando for conosco) porque no meio da emoção, podemos lançar sobre Deus uma condenação que não faz sentido.
Não podemos esquecer que Deus é amoroso sim. Mas também justo. E ninguém vai escapar da justiça divina. Todos os atos criminosos e horrendos praticados pelos homens serão punidos. Alguns pagarão pelos seus próprios crimes. Outros, tiveram sua punição colocada sobre Cristo e a bondade Dele creditada em seu lugar. Em qual grupo você esta? Sua vida eterna depende disso.

Posted on Friday, April 08, 2011 by Maurilo e Vivian

2 comments

Wednesday, January 26, 2011



Dr. Michael Kruger
Professor associado do Novo Testamento
Reformed Theological Seminary


No final do livro de Bart Ehrman, “Quem Jesus Foi? Quem Jesus Não Foi?” ele faz algo fantástico e inesperado. Após gastar centenas de páginas nos dizendo porque a Bíblia não pode ser confiada como um guia para a vida cristã, como guia para normas morais ou como um guia para qualquer coisa, Ehrman faz uma meia volta e realmente oferece uma inesperada ladainha de afirmações morais.

De fato, por todo o livro, Ehrman se opõe moralmente ao Novo Testamento – se opõe à doutrina do inferno, como ela é “moralmente repreensível”; se opõe a visão de Paulo sobre as mulheres, que ele considera moralmente ofensivo; opo se opõe odo tipo de doutrina das Escrituras, que ele considera moralmente errada. Por todo o livro, Ehrman muitas vezes faz declarações bastante dogmáticas sobre a forma como Deus deveria ser, sobre como a salvação deveria funcionar, sobre como a Bíblia deveria parecer. O mais marcante é que, conforme o leitor chega ao final do “Quem Jesus Foi? Quem Jesus Não Foi?”, uma pergunta começa em nossa mente, e é simplesmente essa: “como Ehrman sabe e tem acesso a esses padrões morais que ele está afirmando?” “Como ele sabe que a doutrina bíblica do inferno é moralmente errada?” “Como ele sabe que Deus deve agir de um jeito e não de outro?” “Como ele sabe que a visão de Paulo sobre as mulheres é moralmente certa ou errada?” Isso implica que Bart Ehrman tem acesso a algum padrão moral no universo, alguma norma moral pelo qual ele pode julgar essas questões. Mas a questão aqui é a seguinte “de onde isso vem no universo de Ehrman?” Ele nunca se preocupa em nos dizer. Tudo o que ele diz é que ele é um agnóstico feliz, não muito certo sobre muitas coisas. Mas não estar certo sobre muitas coisas torna ainda mais incrível dar meia volta e contrabandear todo o tipo de declarações morais na surdina, simplesmente e precisamente depois de dizer que aos cristãos não é permitido fazer tais declarações com base na Bíblia.

O que é marcante nisso tudo é que agora você tem uma pessoa fazendo uma declaração moral sobre dogmatismo com base em sua própria autoridade. Um pessoa pode não gostar que os cristãos façam declarações que são morais em sua natureza, mas pelo menos é internamente coerente o porque os cristão fazem isso. Nós na verdade temos um livro que afirmamos ser de Deus, e dado por Deus. Se formos criar normas morais ou termos absolutos morais, então faz sentido que você os receba do Deus que criou o universo. Mas dizer que isso não é uma opção, e então dar meia volta e fazer declarações morais baseadas na autoridade particular de uma pessoa é realmente uma coisa bizarra de se ver. Eu acho que esse é o problema com “Quem Jesus Foi? Quem Jesus Não Foi?”. Ehrman usa seu próprio livro para destruir a própria fundação para a moralidade, ou seja a Bíblia, mas quer continuar com a moralidade de qualquer maneira. Mas você não pode cuspir no prato que está comendo. Você tem que ir em uma direção ou em outra. Ou existem normas morais e você tem de onde tirá-las ou não existem tais normas de forma alguma.

Mas e se não existirem normas morais no final das contas? Onde isso deixaria o livro de Ehrman? É um enigma porque no final de seu livro, Ehrman exorta seus leitores a trabalhar pela paz, pela justiça e a fazer todas essas coisas que supostamente são boas no mundo. Mas se não existem normas morais e as pessoas fazem aquilo que parece certo para elas, porque no final das contas fazer declarações morais ao final do livro? O que você encontra aqui é um pouco de “esquizofrenia intelectual”. De um lado, Ehrman quer ter as normas morais porque ele percebeu que você não pode ter uma visão de mundo coerente sem elas, mas pelo outro lado, ele passa todo o tempo em seu livro tentando miná-las, mostrando como a Bíblia não pode prover tais normas. E ele não oferece nenhuma capacidade para prover tais normas. Isso apresenta para mim um livro filosoficamente incoerente. Apesar de parecer bom clamar por justiça, no final do dia Ehrman não tem fundamentos para tais declarações.

Posted on Wednesday, January 26, 2011 by Maurilo e Vivian

No comments

Wednesday, December 08, 2010


Todo mês recebemos um email de Jim Wallace, do ministério Please Convince Me, com alguma informação interessante sobre a fé cristã. Esse mês, o email é sobre "Deus e o problema do mau", ou pelo menos, sobre a suposta tirania de Deus
Como é sempre um assunto interessante, traduzimos o email para vocês.

Este mês o nosso "Treinamento sobre Verdades em Três Minutos" está focado em uma reclamação que eu frequentemente recebo através do nosso site. Eu vim a chama-la de "Problema teísta do 'mau'". Espero que isso o prepare para responder a aqueles que tentam retratar o Deus do Antigo Testamento como uma espécie de 'valentão' divino, ou como Christopher Hitchens descreveu Deus em seu mais recente debate, como um “ditador celestial - espécie de Coreia do Norte dos céus".

OPOSIÇÃO: Os cristãos afirmam que Deus é todo-poderoso e todo-amoroso. No entanto, o Deus do Velho Testamento muitas vezes parece qualquer coisa, menos amoroso. Às vezes ele comanda a pilhagem e matança dos inimigos de Israel com grande brutalidade. Um Deus que comanda a destruição brutal dos inimigos de Israel é claramente imoral e indigno de nossa adoração!

RESPOSTA: A resposta a esta objecção reside em nossa compreensão da autoridade de Deus. É fácil para nós julgarmos as palavras e as ações de Deus como se Ele fosse apenas um outro ser humano, sujeito às mesmas normas que os seres humanos aceitam como parâmetros morais. Mas quando julgamos as ações de Deus desta forma, estamos ignorando a Sua autoridade e poder únicos:

Deus é o maior artista
Se você e eu estivéssemos em uma aula de arte em conjunto e de repente eu ficasse frustrado com o meu desenho e decidisse destruí-lo, você não iria reclamar nem um pouco. No entanto, se eu pisasse em cima do seu cavalete e destruísse o seu esboço, você certamente reclamaria que eu estava fazendo algo injusto. Veja, o artista tem a autoridade e o direito de destruir o seu próprio trabalho. A arte pertence ao artista. Se existe um Deus, toda a criação é obra das Suas mãos. Ele tem o direito de criar e destruir o que é seu, mesmo que essa destruição possa parecer injusta para com a arte em si.

Deus é o maior médico
Se você ou eu sofrêssemos uma picada de cobra no nosso braço, a quilômetros do hospital mais próximo, um médico pode nos aconselhar por telefone para fazer um torniquete no braço para salvar a nossa vida. Ao fazer isso, certamente sacrificamos uma mão de outra maneira saudável para evitar que o veneno se espalhe para nosso coração. Mas o médico entende que essa medida drástica é necessária para prevenir a nossa morte. Você e eu podemos não concordar com o plano, ou com o resultado, mas o médico sabe melhor. O plano de tratamento pertence ao médico. Se existe um Deus, todos nós somos seus pacientes. Ele tem a sabedoria e autoridade para tratar-nos como Ele achar adequado, mesmo quando não somos capaz de compreender o perigo que enfrentamos, se medidas drásticas não forem tomadas.

Deus é o grande Salvador
Se você e eu vivêssemos como se nossa vida mortal for tudo o que temos, vamos muitas vezes ficar frustrados porque nossas vidas parecem estar cheias de dor e injustiça. Mas a cosmovisão cristã descreve a existência humana como eterna na natureza. Nós temos uma vida além-túmulo. Vivemos mais do que 80 ou 90 anos, nós vivemos para sempre, seja com Deus no céu, ou separado de Deus por toda a eternidade. Se existe um Deus, ele está certamente mais preocupado com nossa existência eterna do que sobre a nossa existência mortal. Seus planos são maiores do que os nossos planos. Seus desejos eternos são maiores que o nossos desejos mortais. Se existe um Deus, Ele está mais preocupado em salvar-nos para a eternidade do que tornar a nossa vida mortal mais segura.

Os cristãos entendem que houve momentos na história da humanidade, quando o povo escolhido de Deus (aqueles que depositaram sua confiança Nele) estavam em grande perigo espiritual eterno por aqueles que os rodeavam. Deus entendeu o risco como o grande médico e muitas vezes prescreveu medidas drásticas para reduzir a ameaça. Deus tem o poder como o grande artista de destruir o que era Seu, em primeiro lugar, e Ele também teve a sabedoria e a compaixão como o Grande Salvador para fazer o que era necessário para proteger a vida espiritual eterna da Sua criação. Se Deus deixasse de agir nessas situações, dificilmente poderíamos chamá-lo de todo-poderoso e todo-amoroso.

Jim Wallace

Posted on Wednesday, December 08, 2010 by Maurilo e Vivian

No comments