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Saturday, June 26, 2010

O Dr. William Lane Craig, filósofo cristão, e o Dr. Lewis Wolpert, biologista ateu, realizaram um debate sobre a existência de Deus.
O Dr. Craig apresentou o argumento cosmológico para a existência de Deus, o qual conclui que Deus é a causa para este universo existir. O Dr. Wolpert tentou refutar o argumento afirmando que a causa para o universo existir pode ser um computador. Assistam ao vídeo para ver o que aconteceu.


Posted on Saturday, June 26, 2010 by Maurilo e Vivian

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Sunday, June 06, 2010


Eu estou lendo “Não tenho fé suficiente para ser ateu”, de Norman Geisler e Frank Turek. Não li mais do que 10% do livro até agora (eu sei disso porque meu Kindle em informa a porcentagem do livro lido) e já posso recomendar esse livro para qualquer um. Na verdade, para todo o cristão deveria ser uma leitura obrigatória.
A premissa do livro é simples: fé é sinônimo de crença e todos nós (teístas e ateus) temos nossas crenças, temos nossa fé. A fé do teísta é que existe um Deus. A fé (crença) do ateu é que Deus não existe e que tudo o que existe é o mundo físico observável. Eu sei que qualquer ateu vai negar, mas isso é uma crença. A pessoa acredita nisso. Portanto, ateísmo é um sistema de crenças, quer gostem quer não.
Os autores estão se lançam ao desafio de verificar as evidências sobre a existência de Deus (e que Deus é esse) para entender qual das duas crenças tem suficientes fundamentos para ser considerada verdadeira. Só pelo desafio, o livro é válido.
Geisler e Turek tentam partir de uma posição neutra (não que exista, em ambos os lados) e através da análise das evidências, montam a defesa da fé cristão como verdadeira e como melhor explicação para o mundo que observamos.
Ainda tenho 90% do livro pra ler e ver (ou rever) os argumentos dos autores. Mas não preciso chegar ao final do livro para recomendá-lo.
O livro pode ser comprado no Submarino (ou onde você quiser...)

Posted on Sunday, June 06, 2010 by Maurilo e Vivian

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Friday, March 19, 2010


Eu estou lendo o debate entre Greg Koukl, do Stand do Reason e Michael Shermer, da Skeptics Magazines, sobre a influência dos novos ateus na década que acabou. Sim, eu leio debates e meus favoritos são do William Lane Craig, mas também gosto muito dos do Greg (quando acho transcrição) pois ele sempre trabalha um raciocínio justo em suas respostas, abrindo mão das frases de efeito e slogans para se focar na verdade. Esse debate aconteceu no dia 31 de Dezembro de 2009, no programa de Hugh Hewitt e o nome do debate é “O fim da década dos ateus”.
Michael Shermer é ateu (apesar de as vezes se apresentar como agnóstico (talvez da escala 1 de Dawkins). Greg é um dos cristãos mais inteligentes que eu conheço.
Ambos os debatedores compartilharam uma versão resumida de suas biografias. A de Michael Shermer foi emblemática. E o pouco que ele revelou abre espaço para uma reflexão.
Shermer não cresceu em uma família religiosa, mas que também não era anti-religião. Na adolescência, quando tinha alguns amigos cristãos, acabou indo em uma igreja e “aceitou a Jesus”. Quando chegou na escola e contou com toda alegria para um de seus amigos cristãos que tinha “aceitado Jesus”, ficou decepcionado quando seu amigo ficou com raiva disso, pois esse amigo era uma Testemunha de Jeová e esperava que Shermer fosse para sua seita, não a dos evangélicos. Shermer ficou pensando “não é tudo a mesma coisa”?
Assim ele passou sua juventude, sempre cercado de cristãos por todos os lados, até chegar na faculdade. Ele pensou em estudar teologia, mas por várias questões, resolveu estudar psicologia. Foi desse momento em diante que ele pela primeira vez passou a se envolver de forma mais continua com não cristãos. E ele simplesmente abandonou a fé. Em sua curta biografia, Shermer não explica de uma forma mais completa o porque deixou de ser cristão. Simplesmente diz que deixou de ser.
O que posso aprender com isso? Duas coisas.
Primeiro, o famoso “aceitar Jesus” não é prova nenhuma de salvação. É apenas um jargão evangélico que pode fazer sentido para nós depois de algum tempo de casa, mas nada quer dizer para o novo convertido e a gente não gasta tempo explicando. Paul Washer desenvolve muito bem essa idéia em sua “mensagem chocante”. Veja o vídeo e entenda o ponto.
A segunda coisa e a que mais se pode perceber pela breve biografia de Shermer é que ele nunca foi preparado para apresentar sua fé e conviver junto aos não cristãos. Desde sua conversão, ele sempre esteja cercado por cristãos por todos os lados. Portanto, sempre esteve em um ambiente seguro, que não apresentava riscos nem necessidade de firmar suas crenças, pois elas provavelmente nunca foram desafiadas. E o resultado é o “desviado” (não que ele tenha se convertido de verdade, mas isso é outra coisa).
Eu freqüentei durante muito tempo uma igreja que era assim. Havia por parte dos líderes uma preocupação enorme de manter os jovens sempre dentro da igreja, ou em atividades da igreja ou somente saindo com os irmãos da igreja. Tinham (e ainda tem) um medo enorme que seus jovens se desviem ou se percam em contato com os não cristãos.
Interessante que esses jovens não são ensinados sobre sua fé. No máximo eles aprendem como ser um filho melhor, um aluno melhor, um funcionário melhor. Aprendem como obter o máximo de sua vida agora. Quanto as verdades das Escrituras, aquelas que realmente fazem a diferença, o aprendizado sobre uma fé madura, com evidências e fundamentos, tudo isso é ignorado. Não tem serventia no dia a dia. Desde que, é claro, nossos jovens estejam isolados e hermeticamente fechados no ambiente seguro e “estéril” da igreja. Sem perguntas. Sem respostas.
Eu me lembro de uma conversa com um querido irmão em Cristo daquela igreja sobre como um Deus amoroso permite que exista tanto sofrimento no mundo. Ele não queria falar sobre isso! Ele me disse, e aqui eu cito exatamente suas palavras “eu não quero pensar sobre isso porque se fico muito tempo pensando sobre isso, tenho medo de me desviar”. Ele estava com medo de refletir sobre um dos desafios mais comuns dos ateus mas também um dos mais fáceis de ser respondido. A filosofia moderna já abandonou esse questionamento à muito tempo. Essa é fácil! E ainda assim, para ele, representava um perigo. Como se fé fosse contrária à razão.
Mas é essa a postura que vemos na Bíblia? A igreja se fechando, fugindo do mundo, com medo de perder suas ovelhinhas? Despreparada para apresentar a verdade? Pior ainda, não aprendendo sobre o que é a verdade?
Nós somos o sal da terra (Mateus 5:13). Luz do mundo (versículo 14). Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte (versículo 14). Nem uma lâmpada acessa fica debaixo da cama (versículo 15). Mas podemos esconder um bando de jovens cristão dentro da igreja com medo que eles se percam? Ou seria melhor ensiná-los sobre a fé e treiná-los para mostrar a razão de sua salvação (1 Pedro 3:15 ). Resplandeça a vossa luz! (Mateus 5:16).
“Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e simples como as pombas” Mateus 10:16.
A igreja aparentemente não quer ser enviada, mas quer se esconder dentro de seus templos e talvez esperar que tudo passe. Enquanto isso, o mundo vai cada dia mais propagando suas doutrinas e o cristianismo vai cada vez mais ficando marginal, perdendo a relevância.
Paulo deixou uma instrução para o jovem Timóteo que todos faríamos bem em seguir.
“Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” 2 Timóteo 2:15.
Caso sua igreja, por qualquer motivo que for, não providencie o que você precisa para estar bem preparado, para se apresentar aprovado diante de Deus, manejando bem a palavra, não fique sentado esperando. Busque. Aprenda. Estude. Você mais do que ninguém é responsável pelo seu amadurecimento espiritual.

Posted on Friday, March 19, 2010 by Maurilo e Vivian

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Monday, March 15, 2010


Phil Johnson escreveu em seu blog uma frase forte e importante para se lembrar quando nossos amigos ateus sacam da cartola algo que consideram uma grande prova da inexistência de Deus, pelo menos da forma como os cristãos o vêem. Muitos ateus dizem que o Deus da Bíblia é um Deus assassino por causa das mortes de todos os habitantes de algumas cidades no Velho Testamento.
Essa frase está em uma lista preparada por ateus na tentativa de ridicularizar a fé cristão. Eu já traduzi a lista e estou terminando de responder.
Mas é interessante que esse problema é muito maior para os ateus do que para os cristão. O ateísmo (não o cristianismo) é o responsável pela morte de mais de 100 milhões de pessoas só no século 20. Mas esse é um detalhe ignorado pelos ateus. Veja o que diz Phil Johnson:

Foi o ateísmo que nos deu o mais violento século da história da humanidade, e os ateus querem fazer disso o seu ponto principal a partir do qual se opõem ao Deus da Bíblia?
Ele se refere aos governos comunistas e ateus que derramaram o sangue de milhões de pessoas durante o século 20.
É verdade que o simples fato de alguém assumir uma postura atéia não necessariamente torna a pessoa um assassino. Não é essa a questão.
Mas podemos ver a força destrutiva em um governo quando seus governantes não acreditam que exista um poder superior a transcendente ao qual prestarão contas um dia. A história está aí para nos lembrar disso.
Mas a questão levantadas por eles ainda não foi respondida e não queremos simplesmente desviar o assunto, fugindo da resposta.
E quem mais poderia responder a isso com tanta eloqüência e conhecimento quanto John Piper. Veja o vídeo abaixo com a resposta do Dr. Piper e veja como ele torna a pergunta mais difícil ainda (tornando a resposta ainda mais interessante).


Posted on Monday, March 15, 2010 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, February 24, 2010

Frase que coloquei no meu Twitter hoje:

"Eu jamais votaria em um politico ateu. Se o cara não consegue nem chegar a conclusão que Deus existe, imagine o resto..."

Posted on Wednesday, February 24, 2010 by Maurilo e Vivian

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