Saturday, January 26, 2008

Video "O Maior Segredo do Diabo". Esse video está em inglês. Voce pode ler o texto em português abaixo, ou clicando aqui.

Posted on Saturday, January 26, 2008 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, January 22, 2008

por
Augustus Nicodemus Lopes


A palavra "evangélicos" tem se tornado tão inclusiva que corre o perigo de se tornar totalmente vazia de significado — R. C. Sproul

Em certa ocasião o Senhor Jesus teve de fazer uma escolha entre ter 5 mil pessoas que o seguiam por causa dos benefícios que poderiam obter dele, ou ter doze seguidores leais, que o seguiam pelo motivo certo (e mesmo assim, um deles o traiu). Em outras palavras, uma decisão entre muitos consumidores e poucos fiéis discípulos. Refiro-me ao evento da multiplicação dos pães narrado em João 6. Lemos que a multidão, extasiada com o milagre, quis proclamar Jesus como rei, mas ele recusou-se (João 6.15). No dia seguinte, Jesus também se recusa a fazer mais milagres diante da multidão pois percebe que o estão seguindo por causa dos pães que comeram (6.26,30). Sua palavra acerca do pão da vida afugenta quase que todos da multidão (6.60,66), à exceção dos doze discípulos, que afirmam segui-lo por saber que ele é o Salvador, o que tem as palavras de vida eterna (6.67-69).

O Senhor Jesus poderia ter satisfeito às necessidades da multidão e saciado o desejo dela de ter mais milagres, sinais e pão. Teria sido feito rei, e teria o povo ao seu lado. Mas o Senhor preferiu ter um punhado de pessoas que o seguiam pelos motivos certos, a ter uma vasta multidão que o fazia pelos motivos errados. Preferiu discípulos a consumidores.

Infelizmente, parece prevalecer em nossos dias uma mentalidade entre os evangélicos bem semelhante à da multidão nos dias de Jesus. Parece-nos que muitos, à semelhança da sociedade em que vivemos, tem uma mentalidade de consumidores quando se trata das coisas do Reino de Deus. O consumismo característico da nossa época parece ter achado a porta da igreja evangélica, tem entrado com toda a força, e para ficar.

Por consumismo quero dizer o impulso de satisfazer as necessidades, reais ou não, pelo uso de bens ou serviços prestados por outrem. No consumismo, as necessidades pessoais são o centro; e a "escolha" das pessoas, o mais respeitado de seus direitos. Tudo gira em torno da pessoa, e tudo existe para satisfazer as suas necessidades. As coisas ganham importância, validade e relevância à medida em que são capazes de atender estas necessidades.

Esta mentalidade tem permeado, em grande medida, as programações das igrejas, a forma e o conteúdo das pregações, a escolha das músicas, o tipo de liturgia, e as estratégias para crescimento de comunidades locais. Tudo é feito com o objetivo de satisfazer as necessidades emocionais, psicológicas, físicas e materiais das pessoas. E neste afã, prevalece o fim sobre os meios. Métodos são justificados à medida em que se prestam para atrair mais freqüentadores, e torná-los mais felizes, mais alegres, mais satisfeitos, e dispostos a continuar a freqüentar as igrejas.

Esta mentalidade consumista por parte de evangélicos se mostra por vários ângulos. Numa pesquisa recente feita pelo Instituto Gallup nos Estados Unidos constatou-se que 4 em cada 10 americanos estão envolvidos em pequenos grupos que se reúnem semanalmente buscando saída para o envolvimento com drogas, problemas familiares, solidão e isolacionismo. Embora evidentemente muitos estarão em busca de uma oportunidade para aprofundar a experiência cristã e crescer no conhecimento de Deus, a maioria, segundo Gallup, busca satisfazer suas necessidades pessoais. De acordo com a revista Newsweek, 1 em cada 5 americanos sofre de alguma forma de doença mental (incluindo ansiedade, depressão clínica, esquizofrenia, etc.) durante o curso de um ano. E disso se aproveitam os espertos. Uma denúncia contra a indústria evangélica de saúde mental foi feita ano passado por Steve Rabey em Christianity Today. Cada vez mais cresce o marketing nas igrejas na área de aconselhamento, com um número alarmante de profissionais cristãos oferecendo ajuda psicológica através de métodos seculares. A indústria de música cristã tem crescido assustadoramente, abandonando por vezes seu propósito inicial de difundir o Evangelho, e tornando-se cada vez mais um mercado rentável como outro qualquer. A maioria das gravadoras evangélicas nos Estados Unidos pertence às corporações seculares de entretenimento. As estrelas do gospel music cobram cachês altíssimos para suas apresentações. Num recente artigo em Strategies for Today's Leader, Gary McIntosh defende abertamente que "o negócio das igrejas é servir ao povo". Ele defende que a igreja deve ter uma mentalidade voltada para o "cliente", e traçar seus planos e estratégias visando suas necessidades básicas, e especialmente faze-los sentir-se bem.

Um efeito da mentalidade consumista das igrejas é o que tem sido chamado de "a síndrome da porta de vai-e-vem". As igrejas estão repletas de pessoas buscando sentido para a vida, alívio para suas ansiedades e preocupações. Assim, elas escolhem igrejas como escolhem refrigerantes. Tão logo a igreja que freqüentam deixa de satisfazer as suas necessidades, elas saem pela porta tão facilmente quanto entraram. As pessoas buscam igrejas onde se sintam confortáveis, e se esquecem de que precisam na verdade de uma igreja que as faça crescer em Cristo e no amor para com os outros.

Creio que há vários fatores que provocaram a presente situação. Ao meu ver, um dos mais decisivos é a influência da teologia e dos métodos de Charles G. Finney no evangelicalismo moderno. Houve uma profunda mudança no conceito de evangelização ocorrida no século passado, devido ao trabalho de Charles Finney. Mais do que a teologia do próprio Karl Barth, a teologia e os métodos de Finney têm moldado o moderno evangelicalismo. Ele é o herói de Jerry Falwell, Bill Bright e de Billy Graham; é o celebrado campeão de Keith Green, do movimento de sinais e prodígios, do movimento neopentecostal, e do movimento de crescimento da igreja. Michael Horton afirma que grande parte das dificuldades que a igreja evangélica moderna passa é devida à influência de Finney, particularmente de alguns dos seus desvios teológicos: "Para demonstrar o débito do evangelicalismo moderno a Finney, devemos observar em primeiro lugar os desvios teológicos de Finney. Estes desvios fizeram de Finney o pai dos fatores antecedentes aos grandes desafios dentro da própria igreja evangélica hoje: o movimento de crescimento de igrejas, o neopentecostalismo, e o reavivalismo político".

Para muitos no Brasil seria uma surpresa tomar conhecimento do pensamento teológico de Finney. Ele é tido como um dos grandes evangelistas da Igreja Cristã, e estimado e venerado por evangélicos no Brasil como modelo de fé e vida. E não poderia ser diferente, visto que se tem publicado no Brasil apenas obras que exaltam Finney. Desconheço qualquer obra em português que apresente o outro lado. Meu alvo, neste artigo, não é escrever extensamente sobre o assunto, mas mostrar a relação de causa e efeito que existe entre o ensino e métodos de Finney e a mentalidade consumista dos evangélicos hoje.

Em sua obra sobre teologia sistemática (Systematic Theology [Bethany, 1976]), escrita pelo fim de seu ministério, quando era professor do seminário de Oberlin, Finney revela ter abraçado ensinos estranhos ao Cristianismo histórico. Ele ensina que a perfeição moral é condição para justificação, e que ninguém poderá ser justificado de seus pecados enquanto tiver pecado em si (p. 57); afirma que o verdadeiro cristão perde sua justificação (e conseqüentemente, a salvação) toda vez que peca (p. 46); demonstra que não acredita em pecado original e nem na depravação inerente ao ser humano (p. 179); afirma que o homem é perfeitamente capaz de aceitar por si mesmo, sem a ajuda do Espírito Santo, a oferta do Evangelho. Mais surpreendente ainda, Finney nega que Cristo morreu para pagar os pecados de alguém; ele havia morrido com um propósito, o de reafirmar o governo moral de Deus, e nos dar o exemplo de como agradar a Deus (pp. 206-217). Finney nega ainda, de forma veemente, a imputação dos méritos de Cristo ao pecador, e rejeita a idéia da justificação com base da obra de Cristo em lugar dos pecadores (pp. 320-333). Quanto à aplicação da redenção, Finney nega a idéia de que o novo nascimento é um milagre operado sobrenaturalmente por Deus na alma humana. Para ele, "regeneração consiste no pecador mudar sua escolha última, sua intenção e suas preferência; ou ainda, mudar do egoísmo para o amor e a benevolência", e tudo isto movido pela influência moral do exemplo de Cristo ao morrer na cruz (p. 224).

Finney, reagindo contra a influência calvinista que predominava no Grande Avivamento ocorrido na Nova Inglaterra do século passado, mudou a ênfase que havia à pregação doutrinária para uma ênfase à fazer com que as pessoas "tomassem uma decisão", ou que fizessem uma escolha. No prefácio da sua Systematic Theology ele declara a base da sua metodologia: "Um reavivamento não é um milagre ou não depende de um milagre, em qualquer sentido. É meramente o resultado filosófico da aplicação correta dos métodos."

Finney não estava descobrindo uma nova verdade, mas abraçando um erro antigo, defendido por Pelágio no século IV, e condenado como herético pela Igreja, ou seja, que nenhum de nós nasce pecador; o homem, por nascimento, é neutro, e capaz de fazer escolhas para o bem e para o mal com inteira liberdade. Finney tem sido corretamente descrito por estudiosos evangélicos como sendo semi-pelagiano (ou mesmo, pelagiano) em sua doutrina, e um dos responsáveis maiores pela disseminação deste erro antigo entre as igrejas modernas.

Na teologia de Finney, Deus não é soberano, o homem não é um pecador por natureza, a expiação de Cristo não é um pagamento válido pelo pecado, a doutrina da justificação pela imputação é insultante à razão e à moralidade, o novo nascimento é produzido simplesmente por técnicas bem sucedidas, e avivamento é o resultado de campanhas bem planejadas com os métodos corretos.

Antes de Finney, os evangelistas reformados aguardavam sinais ou evidências da operação do Espírito Santo nos pecadores, trazendo-os debaixo de convicção de pecado, para então guiá-los à Cristo. Não colocavam pressão sobre a vontade dos pecadores, por meio psicológicos, com receio de produzir falsas conversões. Finney, porém, seguiu caminho oposto, e seu caminho prevaleceu. Já que acreditava na capacidade inerente da vontade humana de tomar decisões espirituais quando o desejasse, suas campanhas de evangelismo e de reavivamento passaram a girar em torno de um simples propósito: levar os pecadores a fazer uma escolha imediata de seguir a Cristo. Com isto, introduziu novos métodos nos seus cultos, como o "banco dos ansiosos" (de onde veio a prática de se fazer apelos ao final da mensagem), o uso de qualquer medidas que provocassem um estado emocional propício ao pecador para escolher a Deus, o que incluía apelos emocionais e denúncias terríveis do pecado e do juízo.

O impacto dos métodos reavivalistas de Finney no evangelicalismo moderno são tremendos. Seus sucessores têm perpetuado estes métodos e mantido as características do fundador: o apelo por decisões imediatas, baseadas na vontade humana; o estímulo das emoções como alvo do culto; o desprezo pela doutrina; e a ênfase que se dá na pregação a se fazer uma escolha, em vez da ênfase às grandes doutrinas da graça. As igrejas evangélicas de hoje, influenciadas pela teologia e pelos métodos de Finney, acreditando que reavivamentos podem ser produzidos, e que pecadores podem decidir seguir a Cristo quando o desejarem, têm adotado táticas e práticas em que as pessoas são vistas como clientes, e que promovem a mentalidade consumista nas igrejas evangélicas.

A relação entre os métodos de Finney e o espírito consumista moderno foi corretamente notado por Rodney Clapp, em recente artigo na Christianity Today (Outubro de 1966): "Ao enfatizar a importância de se tomar uma decisão para Cristo, Charles Finney e outros reavivalistas ajudaram na sacramentalização da 'escolha', elemento chave do consumismo capitalista de hoje. O reavivalismo [de Finney] encorajava sentimentos de êxtase e a abertura do indivíduo para mudanças costumeiras de conversão e reconversão" (p. 22).

O Senhor Jesus preferiu doze seguidores genuínos a ter uma multidão de consumidores. Creio que a igreja evangélica brasileira precisa seguir a Cristo também aqui. É preciso que reconheçamos que as tendências modernas em alguns quartéis evangélicos é a de produzir consumidores, muito mais que reais discípulos de Cristo, pela forma de culto, liturgias, atrações, e eventos que promovem. Um retorno às antigas doutrinas da graça, pregadas pelos apóstolos e pelos reformadores, enfatizando a busca da glória de Deus como alvo maior do homem, poderá melhorar esse estado de coisas.

Posted on Tuesday, January 22, 2008 by Maurilo e Vivian

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Sunday, September 23, 2007

Tornar-se cristão é o evento mais incrível que acontecerá em sua vida. Você encontrou paz com o seu Criador. Você encontrou vida eterna! Tenha certeza que Deus nunca te deixará, jamais te abandonará. Ele te trouxe até aqui e Ele completará a boa obra que iniciou em você. Deus sabe de cada um dos seus pensamentos, suas necessidades e maiores preocupações.
Vamos agora dar uma olhada em algumas dessas possíveis preocupações. Primeiro, e a maior preocupação: você tem “certeza” da sua salvação? A Bíblia diz que devemos “assegurar nosso chamado e nossa eleição” (2 Pe 1.10), então vamos passar por uma pequena checagem para termos certeza que você é verdadeiramente salvo.

  1. Você sabe que Deus se tornou carne na pessoa de Jesus Cristo (João 1.14), e que ele morreu pelos pecados do mundo?
  2. Você veio ao Salvador porque você pecou?
  3. Você se arrependeu e colocou sua fé em Jesus Cristo?
  4. Você está convencido que ele sofreu e morreu na cruz e que ressuscitou ao terceiro dia?

Deus nos livrou do Tribunal da Justiça Eterna porque Jesus pagou nossa fiança. Somos “justificados”(certos com Deus) através de sua morte sofrida. A ressurreição de Jesus Cristo é o selo da aprovação de Deus do fato que Seu precioso sangue foi suficiente para pagar a fiança.
Pense dessa forma... Você violou a lei e e tem de encarar uma fiança de $50.000. Você diz para o juiz que sente muito por seu crime, mas ele responde: “Você deve sentir muito mesmo, você violou a lei. E agora, você pode pagar essa fiança? Ele só pode te liberar se você pagar a fiança. Se alguma outra pessoa pagar sua fiança, então ele pode te deixar ir embora, mas ele precisa ter bases para te liberar.

A razão pela qual precisamos de um substituto (salvador) para pagar nossa “fiança” moral, é porque violamos as Leis de Deus. Para ver o quanto transgredimos essas Leis (os Dez Mandamentos), vamos dar uma olhada em alguns deles: você já mentiu alguma vez? Você já roubou alguma coisa? Já teve desejos sexuais por alguém? Se você respondeu “sim”para qualquer uma dessas perguntas, você acabou de admitir que é um mentiroso, ladrão e adultero no coração, e você vai ter de enfrentar Deus no dia do Julgamento! Se você usou Seu nome em vão, então você é culpado de blasfêmia – você substituiu um palavrão pelo Santo Nome de Deus. Talvez você tenha sentido ódio de alguém, aí a Bíblia diz que você é um assassino. Você violou a Santa Lei de Deus e está com um ENORME problema. No Dia do Julgamento, você será considerado culpado e vai acabar no inferno. É por isso que você precisa de um Salvador. Apensa sentir muito ou confessar seus pecados para Deus não vai te ajudar. Você deve se afastar do pecado (arrepender-se), e sua fé deve estar em Jesus Cristo somente. Ele é a única “base” para que Deus estenda Sua misericórdia para você. Se você não tem certeza da sua salvação, faça do Salmo 51 sua própria oração.
Agora, vamos dar uma olhada em alguns princípios importantes que vão te economizar muita dor.

1 – Alimentando-se da Palavra – O pão de cada dia.
Um bebê saudável tem um apetite saudável. Se você verdadeiramente “renasceu” do Espírito de Deus, necessariamente terá um apetite saudável. A Bíblia nos diz: “Como as crianças recém-nascidas, desejem de coração o leite espiritual puro, para que por meio dele cresçam para a salvação” (1 Pe 2.2). Alimente-se diariamente sem falhar. Jó disse: “... dei mais valor às palavras de sua boca do que ao meu pão de cada dia” (Jó 23.12). Quanto mais você comer, tanto mais crescerá e menos traumas sofrerá. Acelere o processo e evite sofrimentos desnecessários em sua vida – faça o voto de ler a Palavra de Deus todos os dias, sem falhar. Diga a si mesmo: “Sem Bíblia não tem café da manhã. Se não leio, não como”. Siga o exemplo de Jó e faça com que a Bíblia venha antes do que o estômago. Se fizer isso, Deus promete que você será como uma árvore viçosa, forte e frutífera (Sl 1). Diariamente, ache um local quieto e calmo e mergulhe toda a sua alma na Palavra de Deus.
Provavelmente haverá épocas de sua vida nas quais você devorará as páginas da Bíblia com grande entusiasmo, enquanto noutras a leitura lhe parecerá árida, seca e até chata. Mas lembre-se de que a Palavra o alimenta, gostando ou não gostando dela. Quando criança, certamente você comia as sobremesas com grande entusiasmo. Talvez as saladas não fossem tão apreciadas. Se você foi uma criança comum, é provável que precisasse ser incentivada a comer verduras nas primeiras vezes. Depois, quando você cresceu um pouco mais, ensinaram-lhe a se disciplinar e a comer verduras e legumes, pois eles fazem bem ao corpo, mesmo que não sejam muito saborosos.


2 – Fé – Elevadores podem despencar.
Tenho ouvido muitas pessoas dizer: “Eu acho difícil ter fé em Deus”, e elas dizem isso sem perceber as implicações de suas palavras. Em geral, trata-se das mesmas pessoas que diariamente acreditam na previsão do tempo e nos jornais e confiam sua vida a um piloto que nunca viram ao entrar num avião. Todos os dias nós exercitamos fé. Confiamos nos freios de nossos carros. Confiamos nos livros de história, nas revistas científicas e de medicina, nos elevadores, etc. Mas os elevadores podem despencar e os livros de história podem estar errados. Aviões podem cair. Muito mais do que nessas coisas corriqueiras, nas quais depositamos nossa fé, deveríamos confiar nas promessas firmes e verdadeiras do Deus todo-poderoso. Ele jamais nos decepcionará... se nele confiarmos.
Os cínicos normalmente questionam: “Não se pode confiar na Bíblia, pois ela está cheia de erros”. É verdade. O primeiro erro ocorreu quando o homem rejeitou Deus, e as Sagradas Escrituras nos mostram homens e mulheres que cometeram esse erro repetidamente. A Bíblia também está repleta do que aparentemente seriam contradições. Por exemplo, ela nos diz: “Pois nada é impossível para Deus” (Lc 1.37); não há nada que o Todo poderoso não seja capaz de fazer. Só que também sabemos que a Bíblia diz claramente que “é impossível que Deus minta” (Hb 6.18). Então existe uma coisa que Deus não é capaz de fazer! Não fica claro que existe um “erro” óbvio na Bíblia? Não, não fica.
Mentir, enganar, levantar falso testemunho etc. são coisas tão abomináveis para Deus, tão horríveis e tão diametralmente contra seu caráter santo, que as Sagradas Escrituras se apóiam na força da palavra “impossível” para reforçar a alegação de que ele não pode, não poderia nem vai mentir.
Isso significa que, em um mundo no qual sempre nos decepcionamos, poderemos confiar totalmente nas promessas de Deus. Elas são firmes, certas, indispensáveis, verdadeiras, confiáveis, fiéis, infalíveis, estáveis e uma âncora para nossa alma. Em outras palavras, você poderá confiar nelas de verdade e, por isso, poderá atirar-se de olhos vendados, sem qualquer reserva, nos braços fortes de Deus. O Senhor jamais o decepcionará. Você crê nisso?


3 - Evangelismo: compartilhe a sua fé.
No final de Dezembro de 1996, uma grande família se reuniu em Los Angeles para uma alegre ocasião em que abriam presentes de Natal. Era uma família grande pois era o produto de dois casamentos. Tinha tanta gente junta naquela noite, que cinco das crianças dormiram na garagem. Era uma estrutura adaptada que durante a noite fria era esquentada por um aquecedor elétrico colocado perto da porta.
Durante as primeiras horas da manhã, o aparelho pegou fogo repentinamente, fechando a passagem da porta. Em segundos o local ficou parecendo o inferno. A desesperada ligação para 911 revelou o terror daquele momento. Uma das crianças pôde ser ouvida gritando, “Eu estou em chamas” o pai desesperado em vão correu para dentro das chamas para tentar salvar seus queridos filhos. Ele teve queimaduras de 50% no corpo. Tragicamente, todas as cinco crianças morreram queimadas. Elas morreram porque as barras de ferro nas janelas da garagem impediram que escapassem. Havia somente uma porta que foi bloqueada pelas chamas.
Volte no tempo, até alguns minutos antes do aparelho ficar em chamas. Você consegue com dificuldade enxergar na escuridão o semblante tranqüilo de cinco crianças dormindo. Sabendo que a qualquer momento o lugar vai explodir e se transformar em um inferno, queimando a carne das crianças aterrorizadas, você conseguiria em sã consciência virar-lhes as costas e ir embora? Não! Você precisa acordá-los e avisá-los para correr da morte!
O mundo dorme tranqüilamente na escuridão da ignorância. Existe somente uma porta pela qual eles possam escapar da morte. As barras de ferro do pecado estão impedindo a sua salvação, e ao mesmo tempo, chamas de fogo clamam a Justiça Eterna. Que dia terrível! O Dia do Julgamento! O fogo da ira do Deus todo-poderoso queimará pela eternidade. Tem sido confiado à igreja o trabalho de acordá-los antes que seja tarde demais. Não podemos virar as costas e ir embora sem tentar. Veja como o pai corre dentro das chamas. O amor dele não conheceu limites. Da mesma forma, a nossa devoção para o importante serviço que Deus nos tem dado será na exata proporção com que amamos os perdidos. Existem somente alguns de nós que correm para dentro das chamas para avisar a eles para que corram (Lucas 10:12). Por favor, seja um deles. Realmente não temos escolha. O Apóstolo Paulo disse, “Ai de mim, se não anunciar o evangelho!” (1 Coríntios 9:16).
Foi o “Príncipe dos pregadores”, Charles Spurgeon, quem disse estas palavras: “ Você não tem o desejo de ver outros serem salvos? Então, você mesmo não é salvo. Esteja certo disso.” O Cristão não pode ser apático no que diz respeito à salvação dos perdidos, pois o amor de Deus dentro dele irá impulsioná-lo a buscar e salvar aqueles que estão perdidos.
Provavelmente, você tem um tempo limitado após a sua conversão para impactar seus amigos e a família com o Evangelho. Depois do choque inicial da sua conversão, eles o colocarão em uma caixinha amarrada com fitas e o manterão (com sua fé) a uma certa distância. Assim, é muito importante que tire vantagem do pouco tempo que tem enquanto eles ainda o ouvem.
Eis alguns conselhos que evitarão grandes sofrimentos: Logo após sua conversão, um amigo meu, agindo como um touro selvagem em uma loja de artigos de cristal quase faz um dano irreparável. Ele peitou sua mãe, seu pai e muitos de seus amigos para tomarem a “decisão por Jesus.” Ele foi sincero, zeloso, amoroso, bondoso e... estúpido. Não entendeu que a salvação não vem através de uma “decisão,” mas de arrependimento. e arrependimento é Deus quem dá(veja 2 Timóteo 2:25). A Bíblia ensina que ninguém pode vir a Jesus a não ser que Deus o “traga.” Se você for capaz de conseguir uma decisão mas sem convicção do pecado, quase certamente terminará com um falso convertido em mãos.
Em seu “zelo sem conhecimento”, ele na verdade inoculou as pessoas que tentava desesperadamente alcançar. Não há nada mais importante para você que a salvação daqueles que ama, e não pode estragar isso. Se o fizer, pode descobrir que não terá uma segunda chance. Ore por eles fervorosamente. Agradeça a Deus pela salvação deles. Deixe que vejam a sua fé. Deixe que sintam a sua bondade, seu amor genuíno e sua gentileza. Compre-lhes presentes sem nenhuma razão. Faça alguma tarefa, quando ninguém pedir. Faça o melhor que puder. Coloque-se na posição deles. Você sabe que encontrou a vida eterna. A morte perdeu o ferrão! Sua alegria é sem palavras – mas, o que eles vêem é que você passou por uma lavagem cerebral e se tornou parte de um grupo estranho. Então, seus atos amorosos falarão mais alto que dez mil persuasivos sermões.
Com estes pensamentos, evite um confronto verbal até ter o conhecimento que guiará o seu zelo. Ore por sabedoria e por sensibilidade para saber o tempo de Deus. Como você tem somente uma chance, então não perca a oportunidade. Relaxe e fique calmo. Caso contrário, poderá passar a vida inteira em arrependimento. Acredite. É melhor ouvir uma pessoa amada ou um amigo dizer: “Fale-me de sua fé em Jesus cristo”, do que você dizer: “Senta aí! Eu quero falar com você.”
É importante entender que devemos repartir nossa fé com os outros sempre que possível. E a Bíblia diz que existem somente dois momentos em que devemos fazer isso: a tempo e fora de tempo (II Timóteo 4:2). O Apóstolo Paulo suplicou por oração por seu próprio testemunho pessoal. Ele disse: “Para que me seja dada,confiança, para fazer notório o ministério do evangelho, pelo qual sou embaixador em cadeias, para que possa falar dela livremente, como me convém falar” (Efésios 6:19-20).
Lembre-se que você tem a séria responsabilidade de falar com os amados de outras pessoas. Muitas vezes, quando abre a boca para falar do evangelho, pode ser que você esteja sendo a resposta à sincera oração de outro Cristão. Talvez ele tenha pedido para Deus usar uma fiel testemunha para falar com seu amado pai ou amada mãe – e você pode ser a resposta à oração dele. Você é esta verdadeira e fiel testemunha que Deus quer usar.
Nunca perca de vista o mundo e todo o seu sofrimento. Mantenha o destino das pessoas que não tem Deus diante de seus olhos. Muitos de nós nos sentamos nos bancos estofados da igreja e nos tornamos introvertidos. Nosso mundo se torna um mosteiro sem paredes. Nossos amigos são confinados apenas àqueles dentro da igreja, enquanto Jesus, era “amigo dos pecadores.” Então, reserve um tempo para deliberadamente ser amigo dessas pessoas pelo amor de sua salvação. Lembre-se que cada uma das pessoas que morre em pecado, tem hora marcada com o Juiz do universo. O Inferno abre grandemente sua terrível bocarra. Não há um chamado mais que exija mais responsabilidade do que ser confiado com o evangelho da salvação – trabalhando com Deus pela o eterno bem-estar de uma humanidade moribunda.

4 - Oração.
Já foi dito que Deus sempre responde nossas orações. Às vezes Ele diz sim, às vezes diz não, às vezes Ele diz: “Espere um minuto” – e um dia para o Senhor é como mil anos para nós (II Pedro 3:8). Isso significa que dez anos de espera para nós são iguais a 14 minutos e 24 segundos para Deus. Então, peça com fé e descanse cheio de paz e paciência.
Pesquisas mostram que mais de 90% da América ora diariamente. Sem dúvida oram por saúde, riqueza, felicidade, etc. Também oram quando a vovó fica doente. E quando a vovó não melhora (ou morre) muitos terminam desiludidos – e alguns acabam se tornando amargos. Isso é porque não entendem o que a Bíblia diz sobre oração. Ela ensina que o pecado impede que Deus de ouça as nossas orações (Salmo 66:18). Ensina, acima de tudo, que se orarmos com dúvidas, não obteremos resposta (Tiago 1:6-7).
Eis como ser ouvido....
1) Ore com fé (Hebreus 11:6).
2) Ore com mãos limpas e coração puro (Salmo 24:3-4).
3) Ore com um genuíno coração, ao invés de vãs repetições (Mateus 6:7).
4) Tenha certeza que você está orando para o Deus revelado nas Santas Escrituras (Êxodo 20:3-6).
Como se ora com fé? Se alguém lhe diz: “Você é um homem de grande fé em Deus.” Eles podem pensar que estão lhe fazendo um elogio. Mas não estão – o elogio é para Deus. Por exemplo, se disser para você: “Sou um homem com grande fé no meu médico,” na verdade estou elogiando o médico. Se tenho grande fé nele, isso significa que eu o vejo como um homem íntegro, um homem com grande habilidade – que ele é de confiança. Dou “glória” ao homem através de minha fé nele. A Bíblia diz que Abraão “não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus, e estando certíssimo de que o que Ele tinha prometido também era poderoso para o cumprir” (Romanos 4:20-21). Abraão foi um homem de grande fé em Deus. Lembre-se de que não é um elogio para Abraão. Ele somente vislumbrou a incrível habilidade de Deus, Sua integridade impecável, e Sua maravilhosa fidelidade para cumprir toda promessa que fez. A fé de Abraão deu glória a um Deus fiel.
O que Deus vê é que se você pertence a Jesus, você é especial. Você pode chegar com segurança diante do trono da Graça (Hebreus 4:16). Você tem acesso ao rei, porque é filho do rei. Quando era criança, você teve que adular seus pais para que as suas necessidades fossem atendidas? Espero que não.
Então, quando orar, não diga: “Ó Deus, espero que o Senhor supra as minhas necessidades.” Ao invés disso, diga algo como: “Pai, obrigado por honrar cada promessa que o Senhor fez. A sua Palavra diz que o Senhor suprirá todas as minhas necessidades de acordo com suas riquezas na glória, por Jesus Cristo (Filipenses 4:19). Assim sendo, agradeço que o Senhor fará aquilo pela minha família. Peço isso no maravilhoso nome de Jesus. Amém”
Foi o grande missionário Hudson Taylor quem disse: “O poder da oração nunca foi experimentado em sua total capacidade. Se quisermos ver o poder divino cumprir-se no lugar da fraqueza, fracasso e frustração, devemos responder ao chamado desafiador de Deus que diz: “Clama à mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes.”
Como podemos ter “mãos limpas e coração puro”? Simplesmente confessando nossos pecados a Deus através de Jesus. O sangue Dele limpará todos os nossos pecados (I João 1:7-9). Quando confessamos nossos pecados a Deus através de Jesus, Deus não somente perdoará todos os nossos pecados, Ele promete esquecê-los (Hebreus 8:12). Ele até mesmo nos justificará, baseado no sacrifício do Salvador. Isso significa que Ele o terá como alguém que nunca pecou. Ele o tornará puro à Sua vista – sem pecado. Ele até “purificará” a sua consciência, de maneira que não carregará mais um sentimento de culpa pelo pecado. É isso o que significa “ser justificado pela fé.” È por isso que você precisa mergulhar-se nas Escrituras – Ler as cartas às igrejas e ver as coisas maravilhosas que Deus fez por nós através da Cruz do Calvário. Se não ligar de ler o testamento, você não terá idéia do que foi deixado para você.
Como podemos orar “A genuína oração que vem do coração”? Simplesmente permanecendo no amor de Deus. Se o amor de Deus está em nós, jamais oraremos de maneira hipócrita, nem faremos orações egoístas. O fato é que não faremos orações egoístas se tivermos amor no coração. Quando nossa oração agrada a Deus, a Bíblia diz que Ele nos recompensará abertamente (Mateus 6:6).
Como sabemos se estamos orando para O Deus revelado na “Santa Escritura”? Estudando a Palavra. Não aceite a imagem de Deus retratada pelo mundo, embora isso atraía a mente natural. A figura de um pai bondoso e amoroso, sem senso de justiça ou verdade é atraente a pecadores culpados. Na verdade, precisamos enxergar os trovões e relâmpagos do Monte Sinai. Olhe para Jesus na Cruz do Calvário – pendurado e em uma agonia inenarrável por causa da justiça de um santo Deus. Pensamentos como este tem a tendência de expulsar a idolatria.


5 - Guerreie. Agora voce tem alguns inimigos.
Quando se tornou Cristão, você entrou em uma velha batalha. Você tem três inimigos – o mundo, a carne, e o diabo. Antes de tornar-se um Cristão, você boiava na correnteza com os peixes mortos. Mas, agora, Deus tem colocado a Sua vida dentro de você, de maneira que se encontrará nadando contra três correntezas. Vamos analisar esses três inimigos.
Primeiro, o mundo. Quando a Bíblia fala do “mundo” nesse contexto, está referindo-se ao pecaminoso e rebelde sistema mundial. Esse é o mundo que ama a escuridão e odeia a luz (João 3:20), governado pelo deus desse mundo (II Coríntios 4:4), “o príncipe das potestades do ar” (Efésios 2:2). A Bíblia diz que o Cristão tem escapado da corrupção da luxúria que está no mundo. A concupiscência é um desejo ilegítimo, é a veia que da vida ao mundo, seja ao pecado do desejo sexual, de poder, de dinheiro e de coisas materiais. A concupiscência é um monstro que nunca ficará satisfeito. Então, não o alimente. Senão, ele crescerá cada vez mais, até se tornar um peso nas suas costas – e será a sua morte. Veja Tiago 1:15.
Nada há de errado com sexo, poder, dinheiro ou coisas materiais. Mas, quando tais coisas começam a tornar-se mais importantes que Deus, a Bíblia as chama de “apetite desordenado” (Colossenses 3:5). Foi nos dito “Não ameis o mundo e nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.” “Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” ( I João 2:15, Tiago 4:4).
O segundo inimigo é o Diabo. Como temos visto, ele é conhecido como o “deus deste mundo.” Ele era o seu pai espiritual antes de você fazer parte da família de Deus (João 8:44, Efésios 2:2). Jesus chamou o diabo de ladrão, que veio para matar, roubar e destruir (João 10:10).
A maneira de vencê-lo e a seus demônios é ter certeza que está vestido com a armadura espiritual de Deus mencionada em Efésios 6:10-20. Torne-se familiarizado com ela intimamente. Durma com ela. Nunca a tire. Empunhe a espada de dois gumes firmemente para que você nunca a perca. Isso nos leva ao terceiro inimigo.
O terceiro inimigo é o que a Bíblia chama a “carne” que é a sua natureza pecaminosa. O campo de batalha com esse inimigo é a sua mente.
Se tiver uma mente, você será atraído ao mundo e todos os pecados que nele há. A mente é o painel de controle e processamento de dados dos olhos e os ouvidos. É o centro de seus apetites. Todo pecado começa no “coração” (Provérbios 4:23, Mateus 15:19). Pensamos antes de pecar. Isso acontece, na verdade, por não pensarmos antes de pecar. A Bíblia avisa que a concupiscência traz o pecado, e o pecado quando é concebido traz morte. Todos os dias de nossa vida temos uma escolha a fazer: pecar ou não pecar – eis a questão. A resposta à questão do pecado é o temor de Deus. Se não teme Deus, você pecará para o deleite do seu coração pecaminoso.
Você sabia que Deus mata pessoas? Ele matou um homem por não gostar do que ele fez sexualmente (Gênesis 38:10). Ele matou um marido e sua esposa por falarem uma mentira (Atos 5:11). O conhecimento da bondade de Deus e de Seu correto julgamento contra o mal, deve colocar o temor de Deus em nós, ajudando-nos a não nos entregar ao pecado.
Sabendo que os olhos do Senhor está em todos os lugares vendo o bem e o mal, e que Ele trará cada obra a julgamento, viveremos em obediência. Pensamentos como este são valiosos, porque pelo temor do Senhor nos apartamos do mal (Provérbios 16:16). Jesus disse:
“E digo-vos, amigos meus: Não temais os que matam o corpo e, depois, não tem mais o que fazer. Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer, temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno, sim, vos digo, a esse temei” ( Lucas 12:4-5).


6 – Comunhão – o cristão Beija-flor
Ore tendo em mente o local onde você deve se reunir. Certifique-se de que a igreja à qual você vai aderir chame de pecado o que é pecado. Eles crêem nas promessas de Deus? São amáveis? O pastor trata sua esposa com respeito? Ele é um homem dedicado à Palavra de Deus? Ele tem um coração humilde e um comportamento gentil? Ouça atentamente ao ensino dele, pois este deve glorificar a Deus, exaltar a Jesus e edificar o cristão.
Uma prova de que você verdadeiramente foi salvo está no fato de que você passa a ter amor por outros cristãos (1 Jo 3.14). Assim, vai desejar reunir-se com eles. Os cristãos se reúnem para o partir do pão (ação de graças), para o ensino da Palavra e para a comunhão. Eles compartilham as mesmas inspirações, idéias, inclinações, tentações, aspirações, motivações e transpirações – e todos trabalham unidos pela mesma causa: a propagação do Reino de Deus na terra. É por isso que você freqüenta uma igreja – não porque é forçado a ir, mas porque deseja estar lá.
Não se transforme em um “Beija-flor espiritual”. Se você estiver voando de igreja em igreja, como seu pastor saberá que tipo de néctar você está sorvendo? A Bíblia nos diz que seu pastor prestará contas a Deus em relação à vida que você leva (Hb 13.17), portanto abra-se com ele. Procure sempre orar por ele. Ore também pela esposa e pela família dele, bem como pelos presbíteros da igreja. Ser pastor não é tarefa fácil. A maioria das pessoas não se dá conta do tempo que é necessário para preparar um sermão inédito a cada semana. Elas não valorizam o tempo que se passa em oração e no estudo da Palavra. Se o pastor for repetitivo em alguma piada ou história, lembre-se sempre disto: ele é humano. Conceda-lhe uma grande porção de graça e dupla honra. Jamais reclame dele. Se não gostar de algo que tenha dito, ore com fé, depois deixe a questão para Deus. Se isso não o satisfazer, mude de igreja, em vez de causar divisão por murmuração e reclamação. Deus odeia as pessoas que provocam discórdia entre os irmãos (Pv 6.16-19).

7 - Seja grato à Deus.
Para o Cristão, todos os dias deveria ser dia de ação de graças. Deveríamos ser ainda mais agradecidos no meio de problemas. O Apóstolo Paulo disse: “Superabundo de gozo em todas nossas tribulações” (II Coríntios 7:4). Ele sabia que Deus estava trabalhando para que todas as coisas contribuíssem para o seu bem, embora estivesse passando por tribulações (Romanos 8:28).
Você terá problemas no caminho. Deus os verá como uma ferramenta para o seu crescimento pessoal como Cristão. Ele permitirá as tempestades, para que suas raízes aprofundem-se solo da Palavra Dele. Oramos mais no meio dos problemas, mas já foi dito que vemos melhor de joelhos do que em pé.
Um homem olhava uma borboleta debatendo-se para sair do casulo. Num esforço para ajudar, pegou uma tesoura e, cuidadosamente, cortou a borda do casulo. A borboleta escapou sem problemas e imediatamente morreu.
É da vontade do Deus que a borboleta venha a debater-se. Debater-se é o que causa seu pequeno coração bater rápido levando sangue para as asas.
Aflições têm seu propósito: fazem com que nos debatamos, pondo-nos de joelhos. Elas são nosso casulo em que, freqüentemente, nos encontramos. É lá que a veia da fé em Deus nos ajuda a abrir nossas asas.
A fé e a ação de graças são amigos. Se você tem fé em Deus, será agradecido porque sabe que as amorosas mãos do Senhor estão sobre você, até quando está cova dos leões. Isso trará um profundo sentimento de alegria – e alegria é o barômetro da profundidade da fé que você tem em Deus. Veja este exemplo. Imagine se eu dissesse a você que lhe daria um milhão de reais se você me mandasse um e-mail. Claro que não acredita que eu faria isso. Mas, imagine se eu fizesse isso de verdade. Imagine se tivesse conhecimento de mais de um milhão de pessoas que já haviam me enviado um e-mail, e cada uma havia recebido seu milhão de reais – sem nenhuma condição. Mais do que isso. Você, na verdade, teria ligado para mim e eu teria lhe assegurado pessoalmente que manteria a minha palavra. Se acreditasse em mim, não se alegraria? Se não acreditasse, não teria alegria. A sua alegria poderia ser um barômetro para saber o quanto acreditou na minha promessa.
Temos tanto para agradecer! Deus tem nos dado: “Grandíssimas e preciosas promessas” “que são mais desejáveis que ouro.” Faça um grande favor a si mesmo – acredite nestas promessas. Agradeça a Deus continuamente por elas e “que a sua alegria seja completa.”
Certa vez, um velho fazendeiro recebeu um familiar descrente para uma visita. Depois de o fazendeiro ter curvado a cabeça e agradecido a Deus pela refeição que estavam prestes a fazer, o familiar disse rudemente: “Para que você fez isso? Deus não existe. Vivemos em uma era de iluminação.” O velho fazendeiro disse: “ Só um indivíduo nesta fazenda não agradece a Deus antes de comer.” O familiar sentou e disse: “Quem é esse iluminado?” O fazendeiro calmamente respondeu-lhe: “Meu porco.”

8 - Batismo. Mergulhe na nova vida.
A Bíblia diz: “Arrependa-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos seus pecados...”. Não há dúvida sobre se devemos ou não ser batizados. Outras questões, no entanto, geram controvérsias. Por exemplo, como e quando deve se dar o batismo?
Parece claro que na Bíblia as pessoas batizadas foram inteiramente imersas na água. Eis uma razão para esse ponto de vista: “João também estava batizando em Enom, perto de Salim, porque havia ali muitas águas” (Jo 3.23). Se João Batista estivesse simplesmente aspergindo as pessoas com água, ele não precisaria ter procurado um lugar com “muitas águas”, tudo o que ele necessitaria era de uma caneca de água. O batismo por imersão também simboliza nossa morte para o pecado, nosso sepultamento e a ressurreição para nova vida em Cristo (v. Rm 6.4; Cl 2.12).
O carcereiro de Filipos e sua família foram batizados à meia-noite, na mesma hora em que creram (At 16.30-33). O eunuco etíope foi batizado assim que creu (At 8.35-37), tal qual Paulo (At 9.17,18). O batismo é um ato de obediência, e Deus abençoa nossa obediência. Portanto, o que você está esperando?

9 - Dê à Deus. A ultima parte de um homem que se converte é sua carteira.
Muitos dizem que a carteira é a “última fronteira”. É o último território a ser conquistado – a última coisa que precisa se render a Deus. Jesus falou muito sobre o dinheiro. Ele disse que não podemos servir a Deus e ao dinheiro (ou Mamom, Mt 6.24). “Mamom” era a palavra comum em aramaico para designar riquezas, a qual tem relação com uma palavra hebraica que significa “aquele em quem depositamos nossa confiança”. Em outras palavras, não podemos colocar nossa confiança em Deus e no dinheiro. Ou o dinheiro é nossa fonte de alegria, nosso grande amor, nossa fonte de segurança, supridor de nossas necessidades, ou Deus é.
Quando você abrir sua bolsa ou carteira, doe seu dinheiro com generosidade e regularidade à sua igreja local. Um indicativo de quanto você deveria doar pode ser encontrado no dízimo do Antigo Testamento: 10% de sua renda. Seja qual for o valor, certifique-se que está doando alguma quantia para a obra de Deus (v. Ml 3.8-11). Ao doar, faça-o por sua vontade, e não porque se sente obrigado a fazê-lo. Deus ama quem dá com alegria (2Co 9.6,7), portanto aprenda também a se desapegar de seu dinheiro.

10 - Enfrentando seitas e heresias. Se voce está firme no Senhor, nada vai te abalar de onde voce está.
Se você conhece o Senhor, nada estremecerá a sua fé. Alguém com experiência não ficará à mercê de alguém com argumentos. Peque como exemplo um garotinho que está olhando para um ferro de passar ligado à tomada. Sua mãe o avisa que o ferro está muito quente. A criança diz: “tá certo, acredito que está quente.” Até aí, ele acredita de maneira intelectual que o aparelho está quente. Quando a mãe sai da sala, ele pensa: “Será que está realmente quente?” Então, estende as mãozinhas e toca a parte metálica do aparelho com os dedos. No momento em que os dedos queimam, ele pára de acreditar que o aparelho está quente. Agora, ele sabe que está quente! Ele saiu da esfera da fé para a esfera da experiência.
Um especialista neste tipo de aparelho chega e diz ao menino: “Filho, sou P.H.D no estudo desse aparelho. Esse aparelho definitivamente não está quente. Posso provar se quiser.” O garoto provavelmente diria: “Senhor especialista, não interessa quantos PHDs o senhor tenha. Sei que o ferro está quente – eu o toquei! E não estou falando por fé, mais por experiência. Tchau.”
Se tocou na parte metálica do amor e do perdão de Deus, se o Espírito Santo testemunhou seu nascimento, de que você é um filho de Deus (Romanos 8:16), se você recebeu o evangelho com “poder no Espírito Santo com muita certeza” (I Tessalonicenses 1:5), você nunca será abalado.
Quando as seitas disserem que você precisa ter conhecimento do nome de Deus para ser salvo, que deve prestar culto em um certo dia, que precisa ser batizado por um sacerdote de tal igreja, não entre em pânico. Simplesmente, volte ao manual de instrução. A Bíblia tem todas as respostas e, ao buscá-las, você crescerá.

Posted on Sunday, September 23, 2007 by Maurilo e Vivian

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Saturday, August 11, 2007

Julio Severo

Quando se pode xingar, desprezar e ofender o nome ou a reputação de uma pessoa impunemente, mas não se pode por lei aplicar o mesmo desprezo para outra pessoa, não existe igualdade, mas diferença. Alguém está, evidentemente, sendo tratado com honra, enquanto o outro recebe desonra. Um é protegido, e o outro fica vulnerável.
Essa diferença se tornou bizarra em nossos dias. É comum hoje se deparar com palavras ou palavrões contra Deus. Indivíduos do mundo artístico são especialistas na arte de praticar “irreverências” contra Deus e afrontar os Dez Mandamentos. Eles até são mais prestigiados e requisitados quando insultam o nome e a pessoa de Jesus Cristo. No mundo artístico, não é errado, nem pecado, atribuir a Deus nomes pesados e desrespeitosos. Nas modernas obras de arte, nos meios de comunicação e no teatro, Jesus Cristo e Deus são alvos livres e preferenciais de comentários e encenações, desde pornográficas até profanas. O nome de Deus não é poupado de nenhum sacrilégio.
Entretanto, os mesmos artistas também sabem mostrar reverência a tudo o que os mandamentos politicamente corretos impõem. A sacralidade, que envolve respeito e reverência, foi transferida de Deus para a categoria das minorias, e suas conseqüências poderão ainda beneficiar até mesmo comportamentos moralmente anormais.
O altar do respeito, de onde Deus e Jesus Cristo foram destronados, foi entregue a “divindades” humanas, que são tratadas com muito mais reverência. Não se pode, sob hipótese alguma, atribuir nomes desonrosos a essas divindades favorecidas. Pelas modernas leis de direitos civis, uma ofensa a alguém de determinada raça pode, como conseqüência, trazer punição pesada, com multas e estadias em prisão quase equivalentes a um estupro ou assassinato.
Punição para os que ofendem a Deus? Para que? Se quiser ser protegido de ofensas, Deus terá de preencher um formulário estatal e se classificar como membro de um dessas classes favorecidas pelas leis anti-discriminação.
Os privilégios são tão sedutores que até os ativistas homossexuais, cobiçando os mimos estatais concedidos às minorias, reivindicam ser oficialmente classificados como minoria em necessidade de proteção. O homossexualismo, que sempre foi uma anormalidade e aberração, será assim mais sagrado do que o nome de Deus, e enquanto ninguém vai para a cadeia por xingar a Deus, todos temerão fazer uma menção negativa ao comportamento dos homossexuais.
Estranho esse novo papel castigador do Estado, não? O Estado, que não consegue cumprir sua função legítima de proteger os cidadãos de criminosos reais e castigar na devida proporção os crimes reais, agora se julga árbitro e discriminador seletivo, decidindo quem pode e quem não pode ser discriminado. Deus e seus valores estão fora da preferência estatal, podendo ser criticados, insultados, desprezados, etc. Os afro-descendentes e os valores do candomblé — e logo os homossexuais e suas aberrações sexuais, que já estão na fila — não podem, sob hipótese alguma, receber o mesmo tratamento que Deus recebe da classe artística e outros profanadores.
Engana-se quem acha que as leis antipreconceito apenas garantem a igualdade de todas as raças. É exatamente o contrário. De acordo com uma ministra do governo Lula, os negros podem lançar ofensas raciais contra os brancos, impunemente, mas o branco que ousar perder a cabeça e cometer a asneira de lançar uma única ofensa racial contra um negro pode levar quase tanta cadeia quanto um homem que estuprou uma criança. Assim, a ministra do governo Lula definiu como funcionam as leis antipreconceito.
Por pura coincidência, não se vê negros sendo castigados por ofensas a um branco, mas se vê brancos sendo castigados por perderem a cabeça diante de um negro. Faça a experiência de colocar um negro na frente de uma delegacia para gritar: “Branco não presta!” Contudo, se fizer a mesma experiência com um branco gritando em público na presença de um negro “Negro não presta!”, a tropa de choque antidiscriminação chega em poucos segundos.
O chamado crime de preconceito ou discriminação, envolvendo casos em que um indivíduo apenas ofende um indivíduo de outra raça, resulta em castigos pesados, enquanto o indivíduo que lança ofensas pesadas contra Deus nada recebe. De acordo com as políticas e leis contra o preconceito, quem tem mais honra? Deus ou as minorias?
Embora a honra de Deus pudesse ser protegida de deboches pela lei de ultraje ao culto, na prática nada ou muito pouco acontece aos profanadores. Mas do ponto de vista legal é cada vez mais perigoso debochar de certas classes raciais.
É certo um chinês xingar um índio? É certo um branco xingar um chinês? É certo um negro xingar um índio? Quem segue os ensinamentos de Jesus Cristo não xinga outras pessoas, nem é mal educado, pois a Palavra de Deus é clara:
“Vocês fazem parte do povo de Deus; portanto, qualquer tipo de imoralidade sexual, indecência ou cobiça não pode ser nem mesmo assunto de conversa entre vocês. Não usem palavras indecentes, nem digam coisas tolas ou sujas, pois isso não convém a vocês. Pelo contrário, digam palavras de gratidão a Deus.” (Efésios 5:3-4 NTLH)
“Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam, para que as coisas que vocês dizem façam bem aos que ouvem.” (Efésios 4:29 NTLH)
Numa sociedade onde se cultiva a educação moral — e a Bíblia é repleta de recursos de valores morais — é errado xingar, mesmo quando se está com raiva. É errado também contar piadas obscenas ou fazer comentário indecentes.
Os evangélicos, como eu mesmo já experimentei muitas vezes, sempre sofreram preconceitos e menosprezo social por causa de religião — até mesmo em nossos dias. Basta ver que a parada gay recebe muito mais cobertura da imprensa do que a Marcha para Jesus.
A questão do preconceito no uso de palavras tem a ver com educação. Educação é uma área tratada nos lares e nas igrejas, não nos tribunais. O papel do Estado é apenas punir crimes reais, como estupros, assassinatos, latrocínio, etc. Para que pudesse ajudar os lares e as igrejas na educação moral da população, o governo teria no mínimo de ser exemplo moral. Mas a verdade é que o exemplo estatal mais prejudica do que ajuda.
As loucuras das leis antipreconceito são tão óbvias que até o Apóstolo Paulo, se estivesse vivo, sem dúvida estaria sob risco sério de cair na malha dessas leis, pois a Bíblia traz o registro público de suas opiniões. Ele disse:
“Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos. Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé”. (Tito 1:12-13 ACF)
“Foi justamente um deles, um profeta da ilha de Creta, quem disse: ‘Os cretenses só dizem mentiras. São como animais selvagens, são uns preguiçosos que só pensam em comida’. E ele tinha razão quando disse isso. Portanto, você tem de repreender duramente esses falsos mestres para que sejam sadios na fé”. (Tito 1:12-13 NTLH)
Paulo concordou com a caracterização negativa que um poeta secular havia atribuído aos cretenses. Ele também merece prisão?
As ofensas, raciais ou não, devem ser tratadas sob o ponto de vista da educação, não de crimes sob a jurisdição estatal. E mesmo assim, nem toda caracterização é errada, como mostrou Paulo.
Entretanto, agora o Estado se levanta como árbitro supremo dos indivíduos, julgando criminal e seletivamente suas expressões verbais de descontrole e, se esse pesadelo orwelliano continuar, o juízo estatal se estenderá também às expressões faciais e corporais das pessoas, punindo o que os julgadores estatais interpretam como as intenções apenas imaginadas.
O mesmo Estado incompetente para resolver crimes sérios quer agora transformar em crime questões que devem ser resolvidas em outro nível. Se o Estado tolera xingamentos e desrespeitos contra Deus, e até xingamentos, desprezos, deboches e desrespeitos semelhantes contra os cristãos e seus valores, por que minorias deveriam gozar mais privilégios?
Pode-se gritar diante de mil delegacias de polícia que Deus não presta. Se substituir a palavra Deus pela palavra branco, nada acontece a nível legal. Nenhum policial irá até o sujeito irreverente para lhe dar voz de prisão. Mas experimente substituir a palavra Deus pela palavra mágica negro. Será um milagre se nada ocorrer a nível legal. Esse preconceito seletivo que privilegia uns e exclui outros é um privilégio tão grande que até os ativistas homossexuais não querem ficar de fora. Aliás, eles defendem com unhas e dentes a “sacralidade” das cotas raciais e todas as outras leis que favorecem as minorias raciais. O maior líder homossexual do Brasil, Luiz Mott, é especialista em assuntos negros — por motivos óbvios. Um privilégio leva a outro ou, como diz a Bíblia, um abismo leva a outro.
O papel do Estado é punir crimes reais, não virtuais. Um ser humano assassinou outro? O dever do Estado é punir o assassino na devida proporção do seu crime. Um ser humano agrediu ou violentou outro? O dever do Estado é punir o agressor ou estuprador. Um ser humano roubou outro? É dever do Estado forçar o ladrão a devolver tudo, com multa. Um ser humano ofendeu (sem agredir) outro? Não é papel do Estado tratar o ofensor como se fosse agressor, ladrão ou assassino. Situações desse tipo estão fora da competência do Estado, ainda mais numa era de tolerância onde Deus é tratado com total irreverência sob os olhares da lei.
Somente uma educação moral, baseada em valores morais e bíblicos, pode ajudar os cidadãos a evitar ofensas contra os outros. Os valores morais da Bíblia podem, muito mais do que todas as leis estatais juntas, reduzir os palavrões, ofensas, obscenidades e desrespeitos dos lábios e atitudes da população. Um cristão — pardo, branco, negro, índio ou chinês — evita ofensas e palavrões. Um chinês, branco, pardo ou negro sem os valores cristãos não tem motivação alguma para não ofender a Deus e ao próximo.
Leis anti-preconceito, que transformam em crime grave ofensas somente contra determinadas raças em prejuízo da igualdade entre todos, não atendem aos interesses e o bem-estar da população, mas apenas aos objetivos estatais de maior controle e repressão da maioria mediante a utilização de supostas defesas de direitos das minorias.
As leis anti-discriminação custam caro para o povo, pois tratam como criminoso quem ofendeu sem agredir nem matar. Por causa dessas leis, o Estado emprega, com o dinheiro de nossos impostos, uma multidão de indivíduos assalariados que incham o aparelho estatal que não tem utilidade social alguma, a não ser fiscalizar e punir tudo o que o Estado discriminador define como crime. Nem mesmo os nazistas e comunistas mais radicais tiveram a criatividade de implantar um sistema de repressão social tão “perfeito”.
O único que sai verdadeiramente fortalecido com esses tipos de leis é o Estado, que cria confusão e caos nas relações individuais e entre os diversos grupos sociais, a fim de garantir controle absoluto sobre todos.
E caos é exatamente o que está ocorrendo no Brasil. O professor Paulo Roberto da Costa Kramer, da Universidade de Brasília, usou o termo “crioulada” numa de suas aulas. Foi suspenso e condenado a pagar uma multa bem pesada depois que o denunciaram. Ele negou ser racista, porém a lei louca é mais forte do que as mentes sãs, e só Deus sabe os sacrifícios que ele e sua família terão de fazer para pagar a injusta multa. Já o homossexual Denílson Lopes, professor da mesma Universidade de Brasília e autor do artigo “Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea” e do livro “O Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios”, nunca precisou se preocupar com multas ou denúncias. Denílson declarou: “Hoje em dia, outra prática sexual parece ocupar o lugar da homossexualidade como tabu, estamos falando da pedofilia, verdadeira paranóia globalizada… quando gostar passou a ser considerado como violentar?… Talvez num futuro, que espero próximo, haja um tempo em que falar de pedofilia seja apenas falar de uma expressão afetiva”. Até agora, nenhum aluno ou professor da Universidade de Brasília (UnB) o denunciou. Por muito menos, o professor Kramer está pagando muito mais caro.
O bom senso está sendo sacrificado e massacrado diante da insanidade de leis que nunca deveriam existir. O cidadão comum é punido por coisas estupidamente desnecessárias, e um membro de minoria nada sofre em seus gravíssimos crimes flagrantes. Crimes reais e sérios passam “despercebidos” e impunes, enquanto “crimes” inventados pelo Estado louco ganham toda a atenção e peso das leis. O aborto, por exemplo, é um crime muito mais grave do que uma simples ofensa. Será que algum professor da UnB já foi denunciado, suspenso e multado por defender o aborto? Na UnB e no Brasil desgovernado e enlouquecido pelo radicalismo politicamente correto do governo Lula, as patrulhas movidas por ideologia coam, conforme diria Jesus, um mosquito e engolem camelos inteiros!
Enquanto cientistas se perguntam há anos se há vida inteligente em outros planetas, nós precisamos fazer uma pergunta muito mais terrena: Existe vida inteligente na UnB e no governo Lula?
Em comparação com a pedofilia ou o assassinato de bebês inocentes, ofensas pessoais nada representam. Não é paranóia completa então que o mesmo Estado que quer ampliar as leis que permitem o assassinato de bebês na barriga de suas mães por meio do aborto queira agora tratar como criminosas as pessoas que apenas disseram ofensas pessoais? Um criminoso, que mata crianças inocentes, querendo tratar como criminosas as pessoas que não mataram nem agrediram. Sim, nesse caso o Estado é um criminoso muito, muito pior do que todas as definições estatais de crimes de preconceito racial. O Estado laico se tornou o Estado louco. A democracia virou demoniocracia.
Quando o Estado discriminador permite ou até mesmo incentiva que Deus e seus valores sejam livremente insultados, o aumento do desrespeito social é inevitável. A solução estatal para resolver os próprios preconceitos que suas leis criam é tratar a todos os cidadãos como potenciais criminosos. Esse é o preço que pagamos por atender à ordem estatal de ver e tratar certas “divindades” humanas como mais sagradas do que Deus.
Quando Deus e seus valores são alvos da hostilidade e desprezo estatal por meio de políticas e leis absurdas que valorizam mais a criatura e suas “culturas” e paixões infames do que o Criador e sua vontade — leis que impõem o preconceito seletivo que favorece uns e humilha outros —, não há a menor dúvida de que o próprio Estado passou para a categoria de maior preconceituoso e criminoso.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Posted on Saturday, August 11, 2007 by Maurilo e Vivian

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Saturday, July 21, 2007

Deus odeia o divórcio. Ele odeia porque sempre envolve infidelidade à aliança solene do casamento que duas partes entraram na Sua presença e porque isso causa conseqüências danosas para essas partes e seus filhos (Mal 2:14-16). O divórcio nas Escrituras é permitido somente por causa do pecado do homem. Sendo então o divórcio apenas uma concessão ao pecado do homem e não é parte do plano original de Deus para o casamento, todos os que crêem devem odiar o divórcio como Deus odeia e buscá-lo somente quando não há outro recurso. Com a ajuda de Deus um casamento pode sobreviver o pior dos pecados.
Em Mateus 19:3-9, Cristo ensina claramente que o divórcio é uma acomodação para o pecado do homem que viola o plano original de Deus para a unidade íntima e permanente do laço do casamento (Gen 2:24). Ele ensinou que a lei de Deus permitia o divórcio somente por causa da “dureza de coração” (Mat 19:8). Divórcio legal foi uma concessão para o parceiro fiel por causa do pecado sexual ou abandono do parceiro em pecado, para que o parceiro fiel não fosse mais preso ao matrimonio (Mat 5:32; 19:9; 1 Cor 7:12-15).
Apesar de Jesus ter dito que o divorcio era permitido em algumas situações, devemos nos lembrar que seu ponto primário nesse discurso era corrigir a idéia dos judeus que eles poderiam se divorciar-se “por qualquer razão” (Mat 19:3), e para mostrar-lhes a gravidade em buscar um divorcio pecaminoso. Portanto, aquele que crê jamais deveria considerar o divorcio exceto em circunstancias específicas (veja a próxima seção) e mesmo nestas circunstâncias devesse buscá-lo de forma relutante quando não há outro recurso.

As bases para o divorcio
As únicas bases neo-testamentárias para o divórcio são pecados sexuais ou abandono por um não crente. A primeira é encontrada no uso que Jesus fez da palavra grega porneia (Mat 5:32; 19:9). Esse é um termo geral que compreende pecados sexuais como adultério, homossexualidade, bestialidade e incesto. Quando um parceiro viola a unidade e intimidade do casamento por pecado sexual – e abandona sua obrigação com a aliança – o parceiro fiel é colocado em uma situação extremamente difícil. Depois que todos os meios para trazer o parceiro pecador para o arrependimento se exauriram, a Bíblia permite que se liberte o parceiro fiel pelo divórcio (Mat 5:32; 1 Cor 7:15).
A segunda razão para se permitir o divórcio é quando um parceiro não crente não deseja mais viver com seu parceiro crente (1 Cor 7:12-15). Porque “Deus tem nos chamado para a paz” (v.15), o divórcio é permitido e até preferido em uma situação assim. Quando um não crente deseja ir embora, tentar mantê-lo no casamento vai criar somente uma tensão maior e mais conflito. Também, se o não crente deixa o relacionamento marital permanentemente, mas não está desejoso de cumprir com o divórcio, talvez por causa do estilo de vida, irresponsabilidade, ou para evitar obrigações monetárias, então o crente esta em na impossível situação de ter obrigações legais e morais que não pode cumprir. Pelo fato que “o irmão ou irmã não está em preso em tal situação” (1 Cor 7:15) e portanto não esta mais obrigado a continuar casado, o crente pode buscar o divórcio sem temer o aborrecimento de Deus.

A possibilidade do novo casamento
O novo casamento é permitido ao parceiro fiel somente quando o divórcio foi em bases bíblicas. De fato, o objetivo para um divórcio bíblico é tornar claro que o parceiro fiel está livre para casar, mas somente no Senhor (Rom 7:1-3; 1 Cor 7:39).
Aqueles que se divorciaram em qualquer outra base, pecaram contra Deus e seus parceiros e para eles casar-se com outro é um de “adultério” (Marcos 10:11-12). É por isso que Paulo diz que uma mulher cristã que pecaminosamente se divorcia deveria “permanecer sem se casar, ou então se reconciliar com seu marido” (1 Cor 7:10-11). Se ela se arrepender de seu pecado de divórcio não bíblico, os verdadeiros frutos desse arrependimento seriam buscar a reconciliação com seu antigo marido (Mat 5:23-24). O mesmo é verdade para um homem que se divorcia de forma não bíblica (1 Cor 7:11). O único momento que tal pessoa pode se casar novamente com outra pessoa é quando o antigo companheiro se casou com outra pessoa, prova-se ser um não cristão, ou morre, casos nos quais a reconciliação não é mais possível.
A Bíblia também dá uma palavra de cautela a todos que estão considerando casar-se com um divorciado. Se o divórcio não foi de forma bíblica e ainda existe uma responsabilidade para a reconciliação, a pessoa que esta casando com o divorciado é considerada adúltera (Marcos 10:12).

O papel da Igreja
Crentes que buscam o divórcio sem bases bíblicas estão sujeitos à disciplina da igreja porque eles abertamente rejeitaram a Palavra de Deus. Aquele que um divórcio anti-bíblico e se casa novamente é culpado de adultério, pois Deus não permitiu originalmente o divórcio (Mat 5:32); Marcos 10:11-12). Essa pessoa esta sujeita aos passos da disciplina da igreja como delineado em Mateus 18:15-17. Se um cristão professo viola a aliança do casamento e se nega a arrepender-se durante o processo de disciplina da igreja, as Escrituras instruem que ele ou ela devem ser colocados para fora da igreja e tratados como não crentes (v. 17). Quando a disciplina resulta em tal reclassificação do parceiro desobediente como expulso ou não crente, o parceiro fiel estará livre para o divórcio de acordo com o provisão do divórcio como no caso de abandono de um não crente, como afirmado em 1 Coríntios 7:15. Antes desse divórcio, no entanto, deve-se permitir um tempo razoável para a possibilidade do parceiro infiel retorne por causa da disciplina.
A liderança na igreja local deve também ajudar crentes solteiros que se divorciaram a entender sua situação biblicamente, especialmente em casos nos quais a aplicação apropriada do ensino bíblica não está clara. Por exemplo, a liderança da igreja talvez precise algumas vezes decidir se um ou ambos os parceiros poderiam ser legitimamente considerados “crentes” no momento de seu divórcio passado, porque isso vai afetar a aplicação de princípios bíblicos a sua situação atual (1 Cor 7:17-24). Também, porque muitos se transferem para ou de uma igreja e muitas desses igrejas não praticam disciplina bíblica, pode ser necessário para a liderança decidir quando o membro abandonado ou o antigo parceiro devem ser considerados atualmente cristãos ou tratados como não crentes por causa da desobediência contínua. Novamente, em alguns casos isso pode afetar a aplicação do princípio bíblico (1 Cor 7:15; 2 Cor 6:14).

Divórcio pré-conversão
De acordo com 1 Coríntios 7:20-27, não existe nada na salvação que exige um status social ou marital em particular. O apóstolo Paulo, no entanto, instruí os crentes a reconhecer que Deus providencialmente permite a circunstancia que eles se encontram quando vêem a Cristo. Se eles foram chamados casados, então não se exige que busquem divórcio (mesmo que o divórcio possa ser permitido em bases bíblicas). Se eles foram chamados enquanto divorciados e não podem se reconciliar com o antigo parceiro porque tal parceiro é um não crente ou se casou, então eles estão livres para ou permanecer solteiros ou se casar com outro crente (1 Cor 7:39; 2 Cor 6:14).

Arrependimento e perdão
Em casos que o divórcio não foi baseado em princípios bíblicos e o parceiro culpado mais tarde vem a se arrepender, a graça de Deus se opera no ponto do arrependimento. Um sinal de verdadeiro arrependimento é um desejo de implementar Coríntios 7:10-11, que envolve um desejo por buscar reconciliação com seu antigo parceiro, se isso for possível. Se a reconciliação não for possível, no entanto, pelo antigo parceiro não ser crente ou ter se casado, então o parceiro perdoado pode buscar um novo relacionamento sob a cuidadosa direção e conselho da liderança da igreja.
Em casos que um crente obtém um divórcio sem princípios bíblicos e se casa novamente, ele ou ela é culpado de adultério até que esse pecado seja confessado (Marcos 10:11-12). Deus perdoa esse pecado imediatamente quando arrependimento acontece e não existe nada nas escrituras que indique algo diferente. Desse ponto em diante o cristão deve continuar em seu casamento atual.
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Posted on Saturday, July 21, 2007 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, July 17, 2007



Esse vídeo está em inglês, mas dá pra se ter uma boa idéia do que se trata.
Um grupo de cristãos estão em uma reunião secreta de leitura da Bíblia. Soldados comunistas invadem o local, ameaçando a todos. Um dos soldados diz que eles podem ir embora, mas antes, devem cuspir nesse livro "cheio de mentiras". Quem se negar será morto. Um rapaz relutantemente faz isso, pedindo para que Deus o perdoe. Uma outra jovem também o faz. De repente, uma garota recolhe a Bíblia do chão e com seu vestido limpa a capa toda suja de saliva. O soldado aponta a arma para a cabeça da garota e puxa o gatilho.
Quantos de nós estaríamos dispostos a morrer pelas nossas bíblias?
John Macarthur estava comentando sobre um amigo que coleciona Bíblias e uma delas é do século 16 e é toda coberta de sangue, pois seu dono lutava constatemente para não perder seu bem mais precioso. Isso é cristianismo.
Quantos de nós temos várias Bíblias em casa, mas nunca tivemos coragem ou amor de verdade para lê-las.
E ainda queremos ser considerados cristãos...

Posted on Tuesday, July 17, 2007 by Maurilo e Vivian

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Saturday, July 14, 2007

Nosso pequeno vídeo do evangelismo na Parada Gay 2007!

Divirta-se!

Posted on Saturday, July 14, 2007 by Maurilo e Vivian

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