Sunday, March 14, 2010


As igrejas se dividem sobre a cor do tapete, a construção de adições e orçamentos. Entretanto, os nossos companheiros de igreja estão indo para o inferno aos montes.

A.W. Tozer disse: "É minha opinião que dezenas de milhares de pessoas, se não milhões, foram levadas a algum tipo de experiência religiosa, aceitando Cristo, e elas não foram salvas."

D. James Kennedy disse: "A grande maioria das pessoas que são membros das igrejas nos Estados Unidos hoje não são cristãs. Digo isto sem a menor contradição. Eu o faço com base em evidências empíricas de vinte e quatro anos de análise de milhares de pessoas. "

Amigo, podemos discutir sobre tantas coisas mesquinhas. Posso sugerir que nós perdemos de vista o debate mais importante de todos: "o que é a salvação?" Minha teologia ensina que a salvação acontece quando um homem se arrepende e coloca sua fé em Jesus Cristo (Atos 20:21).

Eu gostaria de apresentar treze maneiras as quais nós temos redefinido como uma pessoa se torna um verdadeiro convertido. Fazemos isso intencionalmente? Certamente que não. Temos simplesmente criado jargões que tem um grão de verdade nas Escrituras, mas é tão aberto à interpretação de que a não-convertidos pode compreendê-lo de maneiras que conduzem a falsas conversões.

1. Faça de Jesus o seu Senhor e Salvador. Não podemos fazer de Jesus nosso Senhor e Salvador, Ele é nosso Senhor e Salvador. Estamos vivendo em rebelião contra ele e ele nos ordena para arrependimento e fé Nele.

2. Peça para Jesus entrar em seu coração. Será que Jesus entra em nossos corações? Sim. Ele o faz. A pergunta é: "Como ele chega lá?" Não é simplesmente pedindo para ele, é através do arrependimento e fé.

3. Basta crer em Jesus. Os demônios creem e tremem. Temos que nos arrepender e colocar nossa fé em Jesus Cristo.

4. Você tem um buraco em forma de Deus em seu coração e só Jesus pode preenchê-lo. Temos muito mais do que um buraco que precisa ser preenchido para que possamos nos sentir completos, temos um miserável coração enganoso pecador que precisa ser limpo. Arrependimento e fé aplica o sangue do cordeiro para que se faça a limpeza.

5. Aceite Jesus. Hum.. Precisamos aceitar Jesus? Isto esta completamente ao contrário. Precisamos que Jesus nos aceite, e Ele vai, se nos arrependermos e confiarmos Nele.

6. Faça uma decisão por Jesus. Regeneração Decisional coloca o homem no assento de condutor da salvação. Quando nos arrependemos e confiamos, Jesus decide nos salvar. Isso o coloca no lugar de condutor ... onde Ele exige.

7. É fácil acreditar. Embora a fórmula de arrependimento e fé parece simples, uma completa renúncia de si em arrependimento não é nada fácil. É difícil.

8. Deus ama você e tem um plano maravilhoso para sua vida. As únicas promessas para os convertidos são dificuldades, tentações e perseguição. Se é assim que você define uma vida maravilhosa, tudo bem. Caso contrário, deve comandar todos os homens em todos os lugares que se arrependam e tenham fé.

9. Venha a Jesus como você é. Devemos ir a Jesus tal como os pecadores que somos, mas Ele também espera um coração quebrantado e espírito contrito demonstrado arrependimento e fé.

10. Venha a Jesus e você vai receber o perdão dos pecados e ________________ (preencher a linha com dinheiro, saúde, um casamento restaurado). Jesus não prometeu casamentos restaurado, na verdade Ele prometeu lares desfeitos porque iríamos sofrer divisão quando um membro se arrependesse e confiasse.

11. Venha a Jesus e experimente o amor, a alegria e a paz. Temos o fruto do Espírito após a conversão? Sim. Mas se viemos buscar os dons e não o doador, não receberemos nenhum. Em vez disso, devemos nos arrepender e ter fé em Cristo.

12. Jesus é a peça que faltava. Hum... não, o Deus do universo, não é a peça que faltava, Ele exige que Ele seja o centro de nossas vidas quando nos arrependemos e temos fé.

13. Jesus é melhor do que fama e fortuna. Isso é um eufemismo e, francamente, é um insulto. Dizendo que Jesus é melhor do que o dinheiro é como dizer que um jantar de bife é melhor do que comer um monte de estrume. Ele desafia qualquer comparação e nós banalizamos o Filho de Deus. Em vez disso, devemos pelejar com todos os homens em todos os lugares que se arrependam e tenham fé.

Se eu aparecer na sua porta com uma lata de suco de uva e um rolo de papel toalha e me ofereço para trocar o óleo do seu carro, você vai dizer: "Não, obrigado." Se nós não deixamos alguém bagunçar com o nosso carro usando o método errado, por que permitir que o Evangelho seja apresentado de maneira tão ambígua?

Você deixaria um médico operar a seu filho que fosse "meio que" preciso? A salvação dos homens é muito mais importante do que um apêndice.

Peço-lhe que considere como você compartilha o evangelho. Você e eu sabemos o que estamos falando quando usamos essas frases, mas e o não-regenerado? É possível que tenhamos tantos desviados hoje porque nunca se converteram, em primeiro lugar? Seria provável que eles nunca tenham sido informados de que devem se arrepender e ter fé em Cristo?

Se estamos dispostos a cor dos sofás da sala de comunhão, não deveríamos estar mais preocupados com uma questão que tem consequências eternas?

Posted on Sunday, March 14, 2010 by Maurilo e Vivian

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Um dos nossos filósofos preferidos é Greg Koukl, do ministério americano Stand to Reason.
Greg tem se dedicado por mais de 30 anos ao treinamento de cristão na defesa do cristianismo.
Mas o mais interessante é que o trabalho de Greg não é simplesmente treinar as pessoas na arte da apologética de qualquer maneira. Existe um componente interessante que ele sempre tem focado em seu trabalho que é o uso tático e gracioso do conhecimento. Um trabalho de formação de embaixadores mais do que de guerrilheiros. Assim como Paulo diz que somos em 2 Corintios 5:20. E entre as característica de um embaixador está conhecimento, caráter e sabedoria.
Uma das ferramentas utilizadas por Greg que nós temos experimentado com sucesso é a tática Columbo. Ele é perfeita para compartilhar suas convições cristãs e desafiar as convições de outras pessoas.
Abaixo nós postamos um resumo do que é essa tática com uma explicação do próprio Greg. Você pode saber mais visitando seu site (o link se encontra abaixo) e também lendo seu livro Tactics, que pode ser comprado no site do Amazon.


A tática Columbo
por Greg Koukl

Você pode direcionar as conversas em uma maneira não-ofensiva, usando estas três perguntas cuidadosamente selecionadas:

Para saber mais sobre o que a pessoa acredita, pergunte: O que você quer dizer com isso?
• Esclarece as afirmações que a pessoa está fazendo.
• Nos diz o que a pessoa pensa.
• Fornece uma boa partida para conversa.

Para fazê-los defender os seus próprios pontos de vista pergunte: Como você chegou a essa conclusão?
• Esclarece as razões para as idéias da pessoa.
• Nos diz como a pessoa pensa.
• Faz com que a outra pessoa tenha o “ónus da prova” para suas próprias reivindicações.

Para descobrir uma falha no pensamento, começa a sua pergunta com: Você pode esclarecer isso para mim?
• Use esta opção quando as razões não suportam adequadamente a alegação da pessoa.
• Desafia uma fraqueza ou contradição na sua opinião.
• Descobre a falha com uma pergunta ao invés de uma declaração, e os incentiva a pensar no que eles acreditam.

Também use a tática Columbo para sair do banco "quente".
• Mude do modo de argumentação para o modo de busca dos fatos
• Tire a pressão, usando as duas primeiras questões Columbo.
• Finalize com “deixe-me pensar sobre isso” e faça uma pesquisa sobre o assunto no seu templo livre, antes de continuar a conversa.

Lembre-se, não há necessidade de marcar “gols de placa” cada vez que você trouxer alguém para a conversa. Você pode ser eficaz e respeitoso, aprendendo mais sobre as opiniões das outras pessoas sem ser argumentativo com algumas perguntas simples.

Stand to Reason - Treinando embaixadores cristãos nas áreas de conhecimento, sabedoria e caráter - www.str.org

Posted on Sunday, March 14, 2010 by Maurilo e Vivian

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Esse post vai doer mais em mim do que qualquer outro que estiver lendo.
Dando uma pequena olhada no blog, é possível perceber que meu esporte preferido é Rugby. Para mim, não existe esporte melhor, tanto para assistir quanto para jogar. Até porque futebol é esporte para mulher...
No nosso Brasil, o Rugby não é muito conhecido e quando falo que gosto desse esporte sempre ouço “é futebol americano”? E aí lá vou eu explicar.
E qual não foi minha alegria quando eu soube que Clint Eastwood estava fazendo um filme sobre os Springboks, a seleção de Rugby da África do Sul (meu segundo time preferido) e sua conquista do título mundial na Copa do Mundo de Rugby (sim, nós temos a nossa copa) em 1995 contra a os All Blacks da Nova Zelândia (meu time preferido), quando a África do Sul estava sobre comando do Nelson Mandela. E o foco do filme, além do Rugby, é mostrar como Mandela usou o Rugby para tentar trazer os brancos mais próximos dos negros.
Esse filme tem tudo o que eu gosto: rugby, All Blaks, rugby. Springboks, rugby, história, rugby, Haka, rugby, direção do Clint Eastwood e rugby. Esse filme estreou nos Estados Unidos em dezembro, bem no dia que estávamos em Miami, mas como era uma viagem de apenas um dia, não podemos ver o filme e eu tive de esperar até o dia 29 de Janeiro para isso.
Muito entusiasmo, muita animação. Mas nem sempre, a história contada é aquela que realmente aconteceu. Isso não é nenhuma novidade, pois todos sabemos que quem conta a história determina quem é o mocinho e quem é o bandido. Portanto, é sempre interessante buscar informações sobre o que realmente aconteceu (quando você se interessa pelo assunto), e principalmente de uma fonte próxima e confiável. E para mim, não existe nenhuma fonte mais próxima e confiável que Peter Hammond, da Frontline Fellowship, um ministério evangelístico da Africa do Sul.
Para você se situar um pouco, o filme começa em 1994, quando Mandela assume a presidência da Africa do Sul depois de anos de apartheid e precisa lidar com o conflito entre negros e brancos. O rugby, e especialmente a seleção nacional, está ameaçada de ser extinta por estar muito ligada aos brancos que governavam até aquele momento. Existe uma pressão do negros de mudar o nome e as cores do time. É aí que Mandela se posiciona e decide que deve usar o time para trazer os brancos, admiradores do esporte, para mais próximo de seu governo e vê na Copa do Mundo que será realizada no ano seguinte na própria Africa do Sul como uma forma de promoção e unificação de seu país.
Hammond diz que esse gesto de Mandela realmente ganhou a admiração do brancos sul-africanos, para quem o rugby é mais do que seu esporte nacional. Mas o filme ignora algumas questões políticas muito importantes nessa tentativa de tornar Mandela alguém maior do que ele realmente é.
Em suas palavras “o filme claramente tem uma agenda política”.
Uma importante observação, e isso eu concordo plenamente, Invictus entrega a Mandela todo o crédito pela vitória dos Springboks na copa do mundo. “Essa deve ser a primeira vez na história que um chefe de estado recebeu o crédito pela conquista esportiva de um time no campo. Por acaso a Rainha Elizabete II recebe o crédito quando o time de rugby da Inglaterra ganha? Por acaso o presidente Bush recebeu crédito pelas conquistas do time olímpico americano em Beijing”?
De acordo com Hammond, o diretor do filme “não deveria ter super-simplificado essa história fascinante separando-a do real contexto de crimes e violência após 30 anos de guerra terrorista levanda pela CNA (Congresso Nacional Africano) de Mandela”.
O filme mostra uma visita a Robben Island, onde Mandela esteve preso por 18 anos (e não 30 como diz o filme. Na verdade, o tempo total de prisão de Mandela foi de 26 anos), mas nunca explica o por que ele foi colocado na prisão.
A impressão que se tem é que ele foi preso por ter se colocado contrário ao apartheid. Mas isso não é verdade. O bispo Desmond Tutu também era vigorosamente contra o apartheid mas nunca foi preso.
Segundo informação de Hammond, nem mesmo a Anistia Internacional quis defender o caso de Mandela porque ele não era considerado um preso político, mas sim responsável por inúmeros crimes violentos e que havia recebido um julgamento e uma sentença justos.
Mandela era o presidente da Umkhonto we Sizwe (MK), o braço terrorista da CNA.
Ele foi considerado culpado por 156 atos de violência incluindo campanhas terroristas, omo a que plantou bombas em lugares públicos, incluindo a estação de trem de Joanesburgo.
Mandela recebeu do presidente sul-africano P. W. Botha, em várias ocasiões, ofertas para ser livre da prisão se ele renunciasse aos seus atos de violência terrorista. Mas ele sempre se recusou a isso.
Uma afirmação interessante de Hammond é que o filme de Eastwood afirma dogmaticamente que os negros precisavam perdoar os brancos. Mas nunca no filme é dito que os brancos também precisavam perdoar as pessoas como Nelsom Mandela e os terroristas do CNA que foram responsáveis pela morte de milhares de sul-africanos. Não houve nenhuma menção das três décadas de violentos atos terroristas, de queima de escolas, das milhares de pessoas inocentes que morreram queimadas vivas com gasolina, carros bombas e outros.
Um outro fato importante é que durante o período que o filme se passa, muitos fazendeiros brancos e suas esposas e suas crianças foram brutalmente torturados e mortos, muitas vezes por membros da Umkhonto we Sizwe que hoje fazem parte da Força de Defesa Nacional Sul-africana.
Apesar de Invictus render toda a glória pela vitória dos Springboks a Nelson Mandela, em nenhum momento o filme relaciona a Mandela a culpa pela ascensão do crime e da deterioração da economia sob o governo de Mandela.
Uma pequena comparação, de acordo com Hammond, durante os 46 anos do governo apartheid, 18 mil pessoas foram mortas, incluindo os crimes, atos terroristas e aqueles mortos pela polícia e pelo exército, em todos os lados, tanto de terroristas quanto de policiais e afins. E isso durante o tempo de guerra, de apartheid. Durante o governo de Mandela, entre 20 a 25 mil pessoas eram mortas por ano.
Um outro fato perturbador de Invictus é o corte total de qualquer referência às fortes convicções cristãs de vários dos membros da seleção de Rugby. Alguns dos integrantes da seleção eram cristãos que acreditavam na Bíblia e se encontravam regularmente para orações antes dos jogos.
O capitão do time, Fracois Pienaar (intrepretado or Matt Damon no filme), em uma entrevista à BBC Sports em 1995, disse que: “quando o apito final tocou, eu caí de joelhos. Eu sou cristão e queria fazer uma oração rápida, por estar fazendo parte de um evento tão importante, não por termos vencido. Então, de repente, todo o time estava em volta de mim, o que foi um momento muito especial”. No filme, esse momento se tornou uma simples oração protocolar “obrigado Senhor, por nos deixar vencer o jogo”.
Os Springbos deram toda a glória por sua vitória aos Senhor Jesus Cristo por este triunfo, mas no filme de Eastwood, essa glória vai para Mandela e para um poema humanista de William Ernest Henley, que diz “Eu agradeço a quaisquer deuses que existam pela minha alma invencível... eu sou o mestre da minha fé; eu sou o capitão da minha alma”. O título do poema, Invictus, dá o nome ao filme.
Peter Hammond termina sua revisão do filme com as seguintes frases:
“Se tudo o que o filme mostra sobre Nelson Mandela ter encorajado o time for verdade, então isso é elogiável. Mas certamente, qualquer vitória no esporte de um time deve ser creditada a seu diretor, técnico e à dedicação, treino e esforço dos membros do time”.

Um filme não tem por si mesmo a obrigação de contar a verdade, é um filme. Uma ficção. Mas existe um perigo terrível que sempre acompanha qualquer ficção e esse perigo é o de influenciar pessoas para pensar de uma forma diferente da realidade, ou dos fatos históricos conhecidos. E é sempre bom ter isso em mente. Seja vendo um filme, seja lendo um livro. Seja na nossa visão de mundo.
Vou terminar por aqui porque está passando França e Itália pelo Rugby Six Nations na televisão e eu quero terminar de ver o passeio da França em cima dos italianos.
Em tempo o site de Peter Hammond é http://www.frontline.org.za

Posted on Sunday, March 14, 2010 by Maurilo e Vivian

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A vontade dos discípulos em sofrer e morrer por suas crenças indica que eles certamente consideravam suas crenças como verdade. É uma defesa forte que eles não mentiam sobre as aparições do Jesus ressurreto. Mentirosos são mártires horríveis.

Gary Habermas e Michael Licona
(The Case for the Resurrection of Jesus [Em defesa da ressurreição de Cristo], pagina 59)

Posted on Sunday, March 14, 2010 by Maurilo e Vivian

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Friday, March 12, 2010


Existe homens (e mulheres) melhores do que eu. Bom, até aí, nenhuma novidade. Mas alguém, talvez mais do que uma pessoa, fez a tradução e legendagem do filme Expelled - No Intelligence Allowed, com Ben Stein, aquele professor do Curtindo uma Vida Adoidade: "Alguém? Alguém"?
Esse documentário mostra o quanto a filosofia científica da evolução Darwiniana está impregnada na ciência, a ponto de não permitir nenhuma outra explicação para a origem da vida, mesmo que essa outra explicação seja uma melhor do que a que temos, mesmo que as evidências levem até ela.
O filme está dividido no YouTube em 10 partes. Vale muito a pena.


Veja os outros 9 vídeos abaixo:

Posted on Friday, March 12, 2010 by Maurilo e Vivian

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O cordeiro não estava muito animado com esse novo acordo para dormir, mas pelo menos era um melhoramento...
Isaías 11:7

Posted on Friday, March 12, 2010 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, March 09, 2010


"A Bíblia que está caindo aos pedaços normalmente pertence a alguém que não está caindo aos pedaços".
Vance Havner

Posted on Tuesday, March 09, 2010 by Maurilo e Vivian

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