Saturday, April 03, 2010


Durante o mês de Março publicamos alguns artigos sobre os evidências históricas para a ressurreição de Cristo. Elas pode ser encontradas pelo blog.
Para facilitar a vida de quem quer aprender a compartilhar a ressurreição com outros ou mesmo trazer alguns fundamentos históricos para sua fé, colocamos o link para todos os artigos em um único post.
Leia esses artigos com atenção, pois como disse o apóstolo Paulo:

“E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”.
1 Coríntios 15:14






Posted on Saturday, April 03, 2010 by Maurilo e Vivian

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Se olharmos à nossa volta (e até mesmo em nossos próprios corpos), veremos muitas estruturas que parecem mostrar design menos do que ótimo. O que isto significa para alguns evolucionistas é que isso prova que não há nenhum criador. Afinal, um criador inteligente como Deus não teria feito desenhos imperfeitos.
Desmistificar o mito requer muito pouco esforço. Primeiro de tudo, como pode o ser humano julgar o que é o melhor projeto? Alguns projetos requerem um equilíbrio de eficiência e eficácia, tal como encontramos no olho humano (uma estrutura perfeitamente adequada para a vida humana). Além disso, dificilmente poderíamos esperar que um universo que foi amaldiçoado com a degeneração do pecado há mais de 6.000 anos manteria o seu design de forma perfeita. O fato de continuarmos a sobreviver, no entanto, é uma evidência de quão bom o projeto original era. Por último, o crescimento do campo biomimético (copiar o design da natureza) nos mostra que a criação de Deus (mesmo em seu estado caído) oferece uma riqueza de potencial de design – e um bom design.

Posted on Saturday, April 03, 2010 by Maurilo e Vivian

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Friday, April 02, 2010


A sutil montagem macaco-para-humano que mostra um ser como macaco na esquerda lentamente se tornando um ser humano no lado direito faz tanto parte da nossa cultura que qualquer um pode reconhecê-la. Museus de história natural e programas de TV nos dão um suposto vislumbre do passado e como os ancestrais do humanos poderiam ter parecido. Pena que é tudo uma farsa.

Fósseis de macacos são difíceis de encontrar, mas várias espécies foram encontradas. No entanto, um fóssil de macaco novo não gera tanto interesse ou prestígio como se for chamado de ancestral "humano", razão pela qual há tanta atenção em como fósseis de macacos estão ligados com a história da evolução. O desejo de "preencher as lacunas" leva a muitas conclusões falsas. Por exemplo, algumas das supostas características “bípedes” encontradas em fósseis também são encontrados em macacos vivos que não são bípedes.
Na verdade, imaginação, ânsia e pressupostos influenciam em grande medida as “reconstruções” que encontramos em revistas, livros e na TV. Desfrute da ciência, mas não seja enganado pela ficção.

Posted on Friday, April 02, 2010 by Maurilo e Vivian

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Thursday, April 01, 2010


Uma grande prova para a evolução humana é, segundo os evolucionistas, a alegada similaridade de 98% entre o DNA humano e o do chimpanzé e a evidência da fusão cromossômica. Livros didáticos nos dizem que isso prova a ancestralidade comum dos seres humanos e macacos com seres simiescos que viveram há milhões de anos atrás.
O que faz disso disto um mito, porém, é que os evolucionistas se esquecem de mencionar o problema com este argumento. Por um lado, a porcentagem de similaridade pode soar impressionante (dependendo da porcentagem que você encontrar), mas isso representa milhões de letras de diferença no DNA. Some a isso as muitas diferenças no DNA que não estão representadas nos 98% semelhantes (tais como deleções) e as diferenças epigenéticas e o abismo cresce. Em segundo lugar, ver a “história” dos seres humanos evoluindo a partir chimpanzés pelo DNA e cromossomos requer um compromisso prévio com a evolução. Os evolucionistas interpretam os dados para dizer o que eles querem que eles signifiquem, à luz do mito de Darwin.
Embora haja semelhanças entre macacos e seres humanos, esta também é uma forte evidência de um Designer comum, que deu a humanidade características diferentes de qualquer outra criatura que Ele fez. Mas isso não impede os evolucionistas, conscientemente ou não, de usar isso como propaganda direta, como no mito número 6.

Posted on Thursday, April 01, 2010 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, March 31, 2010


Darwin se desgastou com a falta deles, os paleontólogos ainda estão procurando por eles, mas eles são muitas vezes apresentados como o fundamento da teoria evolucionista. O que são eles? Fósseis de transição. De acordo com os evolucionistas, os fósseis de transição são escassos por uma série de razões: (1) fósseis, em geral, apenas nos dão um vislumbre do passado, (2) equilíbrio pontuado pode causar geologicamente “rápidas” mudanças nas espécies, e (3) que não são tão fáceis de distinguir. No entanto, muitos de nós temos visto as supostas séries fósseis do cavalo e da baleia e o novo “elo perdido” chamado Tiktaalik.
Devemos no lembrar, no entanto, que os fósseis não vêm com etiquetas dizendo quando e como o animal foi enterrado, o seu estilo de vida, e se ou como ele estava relacionado a uma outra espécie. Os cientistas devem fazer suposições razoáveis baseadas no que eles acreditam sobre o passado e extrapolações a partir dos dados. Sem uma fonte objetiva de informações, esses pressupostos são frequentemente ligados à visão subjetiva evolutiva. Cientistas criacionistas, por outro lado, veem o registro fóssil como evidência tanto para um dilúvio global e também para a incrível diversidade das espécies de animais originalmente criados.
Porque há uma falta de formas de transição (e as encontradas, incluindo “as baleias que andam” e peixes, são controversas para dizer o mínimo), os evolucionistas tem de recorrer a embaçar as linhas e afirmar que já que todas as espécies estão em transição, não devemos esperar encontrar “elos perdidos”. Talvez a razão de não encontrarmos verdadeiras formas de transição é porque uma espécie criada não vai, não pode, e nunca se transformou em outra espécie criada.

Posted on Wednesday, March 31, 2010 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, March 30, 2010


É um marca de quase todos os livros de biologia no mercado: desenhos de ossos coloridos que mostram como a evolução deixou suas impressões digitais em animais de ascendência comum. Esses desenhos apontam estruturas semelhantes como prova de que todos vêm de um único ancestral. A prova, dizem, é tão evidente quanto a sua mão na frente do seu rosto.
Objetivamente, porém, o design e a função similares nada podem provar. Um iPod e um iPhone podem ter partes muito semelhantes, por exemplo, mas isso certamente não significa que o iPhone evoluiu a partir do iPod devido a falhas de hardware. Em vez disso, porque temos conhecimento objetivo da história, sabemos que a mesma empresa desenhou ambos aparelhos, o que explica o design semelhante.
Da mesma forma, as estruturas semelhantes em animais são provas muito fortes de um único designer deixando sua marca nas obras de Sua criacão. Designers humanos frequentemente usam soluções semelhantes em toda uma vasta gama de produtos. Por que achar que Deus não faria o mesmo?

Posted on Tuesday, March 30, 2010 by Maurilo e Vivian

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Monday, March 29, 2010


Todos os meses, alguma reportagem anuncia um novo programa de computador com “organismos vivos cibernéticos” que provam como a vida evoluiu na Terra. Estas simulações mostram frequentemente como a vida em forma artificial se reproduz, cresce e muda ao longo de várias gerações. Os algoritmos por trás dessas criaturas podem ser bastante complexos, em um esforço para ser o mais próximo quanto possível do “mundo real”.
Mas o que provam esses programas? Por um lado, é sempre importante lembrar que qualquer programa de computador reflete os preconceitos e os pressupostos do programador. Na maioria dos casos, esses programadores assumem que a evolução é verdade, e seus ambientes artificiais refletem isso. Além disso, muitos programas têm objetivos e pontos de referência, algo que não é verdade na suposta evolução darwiniana. Os programadores não fazem um programa sem limites determinados e orientações que direcionam o que o programa pode e não pode fazer. Eles fazem o programa com um objetivo em mente.
Finalmente, a maior ironia de todas é que estes programadores brilhantes, que estão tentando provar que a vida evoluiu sem inteligência, usam do máximo do poder do cérebro na criação desses organismos sofisticados artificiais. Tenha isso em mente quando eles declaram que isso prova que a vida surgiu por pura seleção natural sem uma inteligência.

Posted on Monday, March 29, 2010 by Maurilo e Vivian

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