Sunday, June 05, 2011



O Inferno é uma doutrina importante do Cristianismo que parece desalentar tanto cristãos quanto não cristãos. Em um post recente no blog, eu contei a história de uma mulher que está profundamente perturbada pela existência do inferno. Não é possível dar um tratamento exaustivo para esse assunto em um post de blog, mas eu gostaria de tentar responder algumas questões básicas sobre o inferno.

Pergunta 1: Deus manda as pessoas para inferno contra a vontade delas?
Resposta 1: Não. Aqueles que vão para o inferno depois da morte tomaram uma decisão consciente de rejeitar o conhecimento, a luz de Deus que foi oferecida a eles enquanto estavam vivos.

Pergunta 2: Aqueles que estão no inferno buscam escapar de lá?
Resposta 2: Não. O inferno é o que eles desejam, um lugar onde eles podem estar longe de Deus e seguir seus próprios desejos. Eles podem não gostar dos aspectos do inferno, mas eles preferem reinar no inferno do que se submeter no céu.

Pergunta 3: Deus tortura aqueles que estão no inferno?
Resposta 3: Não. Se estamos pensando em Deus infligindo tortura física, como um guarda de um campo de prisioneiros, a resposta é não. O tormento que aqueles que estão no inferno sofrem é a falta de um relacionamento com Deus. Já que todos os seres humanos foram feitos para esse relacionamento, então aqueles sem isso irão certamente sofrer. Esse tormento será terrível e algo que ninguém gostaria de experimentar, mas aqueles que estão no inferno desejam algo que é impossível para Deus dar – felicidade sem Deus.

Pergunta 4: Existe alguma chance das pessoas que estão no inferno se arrependerem?
Resposta 4: Não. A porta está fechada por dentro. Deus conhece minuciosamente cada coração humano, e Ele sabe que aqueles que estão no inferno nunca iriam se arrepender, não importa o quão evangelizadas fossem. O inferno é o lugar onde Deus confirma a escolha dessas pessoas que O rejeitaram, uma rejeição que eles manterão para sempre.

Pergunta 5: É justo que aqueles que estão no inferno fiquem lá para sempre?
Resposta 5: Sim. Lembre-se, eles rejeitaram Deus para sempre, então sua separação de Deus deve ser para sempre.

Pergunta 6: O inferno é uma punição para aqueles que estarão lá?
Resposta 6: Sim. No sentido que as pessoas que estão no inferno estão lá por causa de seus atos pecaminosos, então é uma punição. Elas recebem o que mereceram pelos seus atos.

Pergunta 7: Aqueles que estão no inferno podem ser reabilitados?
Resposta 7: Não. Porque eles nunca irão se arrepender de sua rejeição de Deus, eles não podem ser reabilitados.

Pergunta 8: Deus enviará para o inferno alguém que não merece ir pra lá?
Resposta 8: Não. Deus é o padrão absoluto de justiça, então é impossível para Deus fazer algo injusto. Seria a maior de todas as injustiças se Deus enviasse para o inferno alguém que o amaria livremente, portanto aqueles que estão no inferno estão lá de forma justa. Nenhum erro cometido.
Eu sei que essas perguntas e respostas breves somente arranham a superfície, mas essas são algumas das perguntas mais comuns que eu recebo. Espero que sejam úteis pra você.

Posted on Sunday, June 05, 2011 by Maurilo e Vivian

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Perguntas para refletir. Uma por dia.

Deus consegue criar uma pedra tão grande que Ele não consegue levantar?

Por Critical Thinking

Posted on Sunday, June 05, 2011 by Maurilo e Vivian

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Saturday, June 04, 2011



Para provar algo, você precisa de evidências. Comumente, a prova evidencialista não precisa ser 100% a seu favor, porque isso é difícil em praticamente qualquer área. As leis da química e da física podem ser exceção quando a evidência pode ser vista se emparelhando com todas as situações conhecidas. Por exemplo, a velocidade da luz é uma constante a 300 mil quilômetros por segundo. Não temos evidências de variação da velocidade da luz. Devemos notar, no entanto, que a ciência não pode responder a todas as questões. De fato, a ciência tem limitações.

Provar seu ponto também pode vir na forma de evidência não empírica. Por exemplo, a lei da não contradição. A não pode ser igual a não-A ao mesmo tempo, ou um objeto não pode tanto um quadrado e um triângulo ao mesmo tempo. Quando falamos sobre evidências para provar um ponto, tanto a razão quanto a ciência podem ser usados para chegar a uma resposta que possui o melhor poder de explicação.

Recentemente, Stephen Hawking fez duas declarações bizarras. Um das declarações feitas era que o universo causou a si mesmo. A segunda declaração é que o céu não existe. O que é verdadeiramente interessante é que ambas declarações não são declarações baseadas no campo que Hawking manté de forma tão cara (ciência), mas são declarações de natureza filosóficas

Será que Hawking acredita que a ciência deveria atropelar todos os outros campos e, por que ele fez duas declarações não científicas? Esse sistema de crenças no qual a ciência é a regra de todo o conhecimento é conhecido como cientismo. Cientismo vem em algumas formas, mas basicamente afirma que a ciência é a única e a verdadeira visão de mundo que pode responder a todas as questões da vida. No entanto, quando você analisa as afirmações de Hawking, não existe nenhuma forma que ele possa provar ambas declarações pela ciência ou pelo método científico. Essa visão de mundo empírica acredita que somente aquilo que pode ser observado pode ser contado como conhecimento. Mas e nossa percepção consciente, como isso é explicado pela ciência? E a lei moral objetiva que existe, a ciência tem resposta para isso? As leis da lógica que nós sabemos que são verdade não podem de maneira alguma ser testadas no laboratório.

Para provar um argumentos, evidências devem ser dadas para colocar a balança a seu favor. Várias visões podem ser examinadas para determinar qual tem o melhor poder de explicação. Quando Hawking declarou que o céu não existe, um burburinho correu pela internet. Um questionador corretamente pediu para Hawking - Prove!

Posted on Saturday, June 04, 2011 by Maurilo e Vivian

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Perguntas para refletir. Uma por dia.

Se Deus existe, por que existe tanto mal no mundo?

Por Critical Thinking

Posted on Saturday, June 04, 2011 by Maurilo e Vivian

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Posted on Saturday, June 04, 2011 by Maurilo e Vivian

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Friday, June 03, 2011


Perguntas para refletir. Uma por dia.

Deus existe?

Por Critical Thinking

Posted on Friday, June 03, 2011 by Maurilo e Vivian

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Eu me converti em um igreja com uma vertente pentecostal. Era uma igreja batista um pouco mais solene, mas ainda assim poderia ser considerada como pentecostal. Não demorou muito para que eu fosse apresentado a uma manifestação muito comum no meio pentecostal: a profecia. Muita gente gostava de dar profecias. Muita gente tinha recebido uma palavra de Deus e precisava compartilhar comigo. Com o tempo fui percebendo que a maioria dessas profecias nunca se cumpriam. Ou não tinham nada a ver com nada. Se eu ganhasse um real pra cada profecia que eu recebi que nunca se cumpriu, eu provavelmente estaria rico.
Mas com o tempo isso foi diminuindo. Eu descobri uma tática que, apesar de parecer uma pouco rude, funciona que é uma beleza contra falsas profecias. Lendo Deuteronômio 18 eu descobri que existe um teste para profetas. O texto diz assim:
“Mas o profeta que tiver a presunção de falar em meu nome alguma palavra que eu não tenha mandado falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta morrerá. E, se disseres no teu coração: Como conheceremos qual seja a palavra que o Senhor falou? Quando o profeta falar em nome do Senhor e tal palavra não se cumprir, nem suceder assim, esta é a palavra que o Senhor não falou; com presunção a falou o profeta; não o temerás”.
Deuteronômio 18:20-22
Esse era o meu texto chave para lidar com profecias, minha palavra “remah” (esse conceito daria um livro por si só) para toda vez que um profeta se aproximasse de mim. Quando alguém vinha até mim, normalmente em um culto ou reunião de oração na casa de alguém (poucas vezes aconteceu na igreja) e falava que tinha uma profecia ou uma palavra do Senhor para compartilhar comigo, eu calmamente dizia: “fico feliz com isso irmão. Só gostaria de lembrá-lo que, se a palavra que você está para me dizer não se cumprir, eu tenho todo o direito de apedrejar você até a morte de acordo com Deuteronômio 18:20. Agora, qual é a palavra mesmo que você quer compartilhar?” Normalmente isso fazia o profeta pensar novamente sobre a palavra. Uma boa parte deles ficava bravo, mas pelo menos eu não tinha que ouvir profecias que poderiam ser falsas.
O teste para saber se o profeta falou em nome de Deus é simples. Se o que ele falou acontecer como ele previu, então ele é realmente um profeta. Se não acontecer, então ele não falou em nome de Deus e é um falso profeta. Simples assim. Nem mais, nem menos. Sem meio termo.
Apesar de parecer rude, impedir com que o pretenso profeta pronuncie uma palavra que talvez não tenha vindo de Deus, é na verdade uma grande demonstração de amor. Leia novamente o texto de Deuteronômio. Veja como Deus trata de forma séria quando alguém fala em seu nome. Imagine que coisa terrível é falar que Deus disse algo quando Deus não disse tal coisa. É passível de morte! Nós prestaremos conta de toda palavra fútil que foi dita (Mateus 12:36). Mas a coisa toda se torna ainda mais terrível quando tal palavra fútil é apresentada como vinda de Deus.
Um pouco mais de discernimento irá nos ajudar a evitar dor e sofrimento. Tanto da parte que recebe a “profecia” quanto da parte que a profere.
Em nosso próximo texto, já que entramos no assunto, vamos falar sobre profecias apocalípticas, especialmente sobre o caso Harold Camping.  

Posted on Friday, June 03, 2011 by Maurilo e Vivian

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