Sunday, June 03, 2012



“A melhor defesa do cristianismo é a sua explicação. Em outras palavras, se você quiser defender ou recomendar o cristianismo, é melhor começar contando para as pessoas o que o cristianismo realmente é.”

Alister McGrath
Mere Apologetics (Kindle Locations 2326-2328). Baker Book Group. Kindle Edition

Posted on Sunday, June 03, 2012 by Maurilo e Vivian

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Saturday, June 02, 2012




Agora que o presidente americano Barack Obama se posicionou oficialmente a favor do “casamento” gay (eu coloco a palavra casamento entre parênteses porque a idéia de casamento é entre pessoas de sexo oposto, assim, seu uso no contexto homossexual não faz sentido), o que não foi surpresa pra ninguém, muito mais gente vai se posicionar a favor também. Muito pode ser debatido sobre isso e já o fizemos aqui no blog. Temos argumentos tanto bíblicos como seculares que nos levam a uma oposição à instituição do “casamento” gay como algo reconhecido pelo governo. Os mais fortes de nossos argumentos se baseiam nas Escrituras, já que a Bíblia claramente define casamento como a união entre um homem e uma mulher (Mateus 19:4) e condena o comportamento homossexual (1 Coríntios 6:9). Exatamente por isso, o principal ataque que vamos ver para diminuir nossa oposição é contra a Bíblia.
Um que tenho visto por aí, que tem ganhado fôlego nos Estados Unidos, vem na forma de silogismo e diz assim:
  • Uma leitura literal da Bíblia leva ao entendimento que o homossexualismo é errado.
  • Uma leitura literal da Bíblia levou à escravidão nas Américas.
  • Portanto, não devemos ler a Bíblia de forma literal.

Esse silogismo tem um peso retórico forte porque ele associa a Bíblia à terrível escravatura que aconteceu nas Américas. Mas, quando analisado com mais calma, podemos ver que existem várias falhar nesse pensamento.
O primeiro problema com esse argumento é que a conclusão não se segue às premissas. Supondo que a segunda premissa seja verdadeira (que não é, mas vamos cuidar disso mais tarde), o fato que a leitura literal de um ponto das Escrituras possa ter levado a algo tão terrível quanto a escravidão não faz com que toda a leitura literal as Escrituras seja maligna. Aliás, foi pela leitura literal das Escrituras que muitas coisas boas foram feitas pela humanidade. Escolas, orfanatos, hospitais, cuidado com os pobres, preservação de idiomas que hoje seriam extintos, associações de caridade, ajuda humanitária, pesquisa, a própria invenção do livro, a ciência como um todo, tudo isso e muito mais foi fruto de homens e mulheres que leram e aplicaram as Escrituras à suas vidas de forma literal. A parte de tudo isso, talvez o que a Bíblia nos informa sobre o homossexualismo seja verdadeiro. Esse argumento sofre de raciocínio circular porque ele usa como argumento aquilo que se está tentando defender. Ele já considera que a Bíblia está errada sobre o comportamento homossexual, assim como ela está supostamente errada em relação à escravidão. Portanto, a conclusão não se segue às premissas, sendo assim, o argumento é errado e falacioso.
Mas temos outro ponto interessante. Quem afirma a segunda premissa, que a leitura literal da Bíblia levou à escravidão nas Américas, ou desconhece o que a Bíblia diz sobre escravidão, ou desconhece o que foi a escravidão nas Américas. Você pode ler sobre a Bíblia e a escravidão em mais detalhes aqui, mas resumidamente, o que a Bíblia regulava e que nós chamamos de escravidão foi bastante diferente do que aconteceu nas Américas. A escravidão na Bíblia era em sua grande maioria por dívida, o escravo tinha que ser tratado como funcionário contratado, deveria ser liberado ao término de 7 anos, escravidão permanente deveria ser voluntária, a venda de seres humanos era proibida e se um escravo fosse ferido, ele deveria ser solto. Veja aqui os slides da apresentação sobre a escravidão e a Bíblia com as referências aos textos acima.
Se os colonizadores das Américas tivessem lido a Bíblia de forma literal (e a tivessem seguido), a escravidão nas Américas jamais teria acontecido ou pelo menos seria algo bem menos grave.
É por isso (e muitos outros motivos) que o cristão precisa conhecer as Escrituras, conhecer o texto como um todo, mas também precisa estar pronto para defender a Bíblia como Palavra de Deus. Se a Bíblia realmente for a Palavra de Deus, poderemos usá-la como autoridade para aquilo que é certo ou não. Se não for, então, nada mais precisa ser dito e cada um faz o que bem entender. Ninguém terá a obrigação de seguir a moralidade de ninguém, seja a que é a favor ou a que é contra o homossexualismo.
Enquanto isso, vamos continuar vendo argumentos ruins sendo lançados no meio do debate. Onde falta lógica, sobra retórica.

Posted on Saturday, June 02, 2012 by Maurilo e Vivian

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Friday, June 01, 2012




Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe.
Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Disso tenho plena certeza.
Meus ossos não estavam escondidos de ti quando em secreto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra.
Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir.

Salmos 139:13-16

Posted on Friday, June 01, 2012 by Maurilo e Vivian

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Thursday, May 31, 2012


Posted on Thursday, May 31, 2012 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, May 30, 2012



Muitos anos atrás em um teatro em Moscou, o ídolo das matinês Alexander Rostovzev se converteu enquanto fazia o papel de Jesus na peça profana chamada Cristo em um Smoking. Ele deveria ler dois versos do Sermão da Montanha, remover sua toga e gritar “Dê-me meu smoking e minha cartola”! Mas quando ele leu as palavras “Bem-aventurados são os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados,” ele começou a tremer. Ao invés de seguir o roteiro, ele continuou lendo Mateus 5, ignorando as tosses, toques e supetões de seus colegas atores. Finalmente, relembrando um versículo que ele aprendeu em sua infância na Igreja Ortodoxa Russa, ele clamou: “Senhor, lembre-se de mim quando entrares em Teu reino!” (Lucas 23:2). Antes que as cortinas pudessem ser baixadas,  Rostovzev havia confiado em Jesus Cristo como seu Salvador pessoal.

J.K. Johnston, Why Christians Sin, Discovery House, 1992, p. 121.

Posted on Wednesday, May 30, 2012 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, May 29, 2012


Qual darwinista muito conhecido tem tanta crença na evolução que ele está feliz em acreditar mesmo sem evidências?
               
                (A)   Richard Dawkins.
                (B)   Charles Darwin.
                (C)   Dr. Gary Parker.

Resposta:(A) Richard Dawkins.


Em uma palestra na Washington University em St. Louis, Dawkins (professor de zoologia da Oxford University) citou seu comprometimento intelectual com a evolução darwiniana como explicação para a origem do homem: “Não precisamos de evidências. Sabemos que é verdade” (World Magazine, 22 de Março de 1997, página 10).

Comentários:
“Mesmo que todos os dados apontem para um designer inteligente, tal hipótese é excluída da ciência porque ela não é naturalística”.
Dr. Scott C. Todd, Imunologista da Kansas State University, Nature, 30 de Setembro de 1999, página 423.
“Charles Darwin apresentou A Origem das Espécias para um mundo descrente em 1859 – três anos depois de Clerk Maxwell [um criacionista] ter publicado On Faraday’s Lines of Force. A teoria de Maxwell, por um processo de absorção, se tornou parte da teoria de campo quântica, e portanto parte da grande estrutura canônica criada pela física matemática. Por contraste, o triunfo final da teoria darwinista, apesar de ser vivamente imaginada por biologista, permanece, junto com a paz mundial e o Esperanto, no horizonte escatológico do pensamento contemporâneo.
David Berlinski, “The Deniable Darwin,” Darwinism, Design and Public Education (Mich. State, 2003), página 157.

Fonte: Evolution, a Fairy Tale for Grownups, Ray Comfort, Brigde Logo, página 136.

Posted on Tuesday, May 29, 2012 by Maurilo e Vivian

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Monday, May 28, 2012

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Karl Barth (1886-1968:



Sendo um dos mais influentes teólogos do século 20, Karl Barth muitas vezes é mencionado como como pai da Neo-Ortodoxia ou da Teologia Dialética. Barth é conhecido por três contribuições principais: 1) confirmava a absoluta transcendência de Deus, opondo-se aos liberais, que ressaltavam sua imanência; 2) entendia que a verdade surge do choque de idéias antagônicas - finito versus infinito, eterno versus temporal, Deus versus seres humanos; 3) situava Cristo no centro da sua teologia, assim revertendo a teologia liberal que o precedeu, centralizada no homem.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, May 28, 2012 by Maurilo e Vivian

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