Sunday, December 04, 2011





  • Deixe que seu motivo predominante seja assegurar sua própria popularidade.
  • Preocupe-se mais em agradar do que converter aos seus ouvintes.
  • Procure assegurar sua reputação como sendo um pregador famoso e diferente dos outros (para que todos o idolatrem e não prestem atenção na mensagem).
  • Fale com um estilo florido, enfeitado e inteiramente fora do alcance da compreensão da maioria das pessoas.
  • Seja superficial nas suas considerações para que seus sermões não contenham verdades suficientes para converter alguém.
  • Deixe a impressão de que se Deus é tão bom com todos, não enviará ninguém para o inferno.
  • Pregue sobre o amor de Deus, mas não fale nada a respeito da santidade do seu amor.
  • Evite dar ênfase na doutrina da completa depravação moral do homem para não vir a ofender o moralista.
C. H. Spurgeon

Posted on Sunday, December 04, 2011 by Maurilo e Vivian

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Saturday, December 03, 2011


Gêmeos idênticos... bem, quase.



Eu conheço o líder de um ministério em particular que gasta todo o seu tempo olhando para aquilo que outros estão fazendo. Se ele encontrar alguém que é bem sucedido fazendo algo novo, ele busca replicar. Não existe nenhuma celebração pelo sucesso dos outros e de jeito nenhum ele vai apontar sua audiência para o ministério de outro. Ele só pensa em como ele pode reproduzir as idéias de “seu rival” na tentativa de ganhar uma porção do seu sucesso.
“Essa pessoa tem um blog. Eu preciso de um blog.”
“Essa pessoa não usa mais paletó e gravata. Eu não vou mais usar paletó e gravata.”
“Essa pessoa escreve livros. Eu preciso escrever um livro.”
“Essa pessoa tem doutorado. Eu preciso conseguir um. ”
“Essa pessoa tem uma tatuagem. Eu preciso de uma tatuagem.”
“Essa pessoa falou sobre sexo em seu sermão. Eu acho que preciso falar sobre esse assunto também.”
“Essa pessoa usa o Twitter e faz podcast. Eu não sei que essas coisas são, mas eu acho que preciso twittar e criar um podcast também.”
Simplificando, existem pessoas que nasceram, foram criadas e possuem o talento para ficar na onda das coisas novas, sempre encontrando um novo filão e juntando audiência ao seu redor pelo caminho. Mas a maioria de nós não é assim. A maioria de nós vai apenas tocar a bola enquanto tentamos acertar o passe recebido de outros.
Chuck Swindoll uma vez me disse para eu ser eu mesmo. “Não perca seu tempo tentando ser uma pessoa que você não é. Eu fiz isso durante anos e me arrependo. Eu precisei de muito tempo para parar de imitar os outros e permitir que o Senhor trabalhasse através de mim, da maneira que Ele me criou.”
(Ironicamente, eu desperdicei muito tempo tentando ser como Chuck Swindoll!)
Eu acho que muitos de nós desperdiçamos muito do nosso tempo tentando ser uma pessoa que não somos. Tentamos imitar o sucesso de outros. Nosso olhos ficam continuamente naquilo que outros estão fazendo, não naquilo que Deus tem para nós. É mais fácil fazer isso. É mais fácil de justificar. É mais fácil ficar com inveja, mesmo no ministério, ou especialmente no ministério.
Algumas vezes olhamos para outras igrejas. A inveja cresce dentro de nós enquanto vemos o “sucesso”. Nesse ponto, via de regra seguimos dois caminhos, ambos errados. Ou nós tentamos fazer exatamente aquilo que eles estão fazendo e imitamos o seu sucesso, ou desperdiçamos nosso tempo criticando os seus métodos. Raramente nós celebramos com eles. Raramente os felicitamos. Raramente nos contentamos com onde Deus nos coloca.
Por que fazemos isso? Por que não podemos apenas ser nós mesmos?
Você jamais estará em um lugar melhor do que naquele onde você gasta seu tempo sendo você mesmo. Claro, existem muitas coisas que você pode fazer para melhorar e tornar seu ministério mais eficiente. Mas quando a sua efetividade é determinada pela comparação com outros, você está fora do jogo. Quando sua imitação dos outros é forçada e antinatural, você está negando a maneira única que Deus te criou. Deus quer usa você, não você como um clone de outra pessoa.
Lembre-se, o corpo de Cristo é feito de muitas partes. O olho não é a orelha. A mão não é o pé. E você não é outra pessoa. Acredite ou não, isso é intencional.

Posted on Saturday, December 03, 2011 by Maurilo e Vivian

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Friday, December 02, 2011


O Jovem Zaqueu na escola... (Leia Lucas 19:1-10)

Posted on Friday, December 02, 2011 by Maurilo e Vivian

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Thursday, December 01, 2011




Jonathan Edwards nos dá uma possível explicação para a duração infinita do inferno:

O crime de um ser desprezando e lançando desonra sobre outro, é proporcionalmente mais ou menos hediondo, enquanto estiver sob maior ou menor obrigação de obedecer esse ser. E portanto, se existir qualquer ser que estiver sob infinita obrigação de amar, honrar e obedecer, o contrário em sua direção deve ser infinita culpa.
Nossa obrigação de amar, honrar e obedecer qualquer ser é em proporção a sua amabilidade, sua honradez e sua autoridade.... Mas Deus é um ser infinitamente amável, porque Ele tem beleza e excelência infinitas...
Então o pecado contra Deus, sendo a violação de uma infinita obrigação, deve ser um crime de infinita hediondeza e portanto merecedor de infinita punição... a eternidade da punição de homens ímpios a torna infinita... e portanto a torna não mais do que proporcional à hediondeza daquilo que eles são culpados.

Posted on Thursday, December 01, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, November 30, 2011




Há pouco mais de um ano nossa igreja começou a dedicar um culto de domingo à noite por mês para oração. Honestamente, eu não tinha certeza se ia funcionar. Mas passado um ano do início eu acredito que nosso pessoal está crescendo em apreciação pelo culto de oração mais e mais. Não conseguimos que todos voltem para a oração, mas é praticamente o mesmo número de pessoas que recebemos para nosso culto regular do domingo à noite (cerca de 125 ou ¼ do número dos cultos no domingo pela manhã*).

Aqui estão sete coisas que eu aprendi sobre ter uma reunião de oração na igreja:
1. Ore. Não torne a sua “reunião de oração” em um momento para cantar 5 hinos, uma pequena mensagem, pessoas compartilhando pedidos e 10 minutos finais de oração. Ponha a mão na massa e ore.

2. Comece no horário e termine no horário. Isso pode não ser verdade para todas as culturas, mas nos Estados Unidos a pontualidade ajuda. As pessoas sabem o que esperar. Nós oramos por uma hora.

3. Planeje-se. Se você está orando com alguns irmão mais maduros, acostumados com a oração, você talvez conseguirá seguir com a reunião com pouca preparação. Mas liderar uma reunião de oração para a igreja como um todo exige liderança. Você precisa pensar naquilo que vai fazer. Recentemente eu planejei uma reunião de oração em torno dos frutos do espírito. Em outros momentos oramos pelos diferentes ministérios da igreja. Nós usamos livros de oração e muita Bíblia. Nós tomamos emprestado antigos padrões de oração. Nós até andamos ao redor do prédio enquanto orávamos. A questão é: você não pode enrolar 100 pessoas. Você deve se preparar.
E uma vez na reunião, você precisa liderar também. Dirija as pessoas. Coloque o grupo de volta nos trilhos. Mostre para o seu pessoal que esse é um evento importante que tem garantido a sua atenção, a sua paixão e a sua preparação. Se vocês começaram a reunião de oração porque o seu pastor estava cansado de pregar todo domingo à noite, as pessoas vão perceber. Faça da reunião de oração uma prioridade e aja de acordo.

4. Varie e separe a noite em pedaços menores. A nossa reunião de oração passa bem rápido porque fazemos várias coisas pela noite. Podemos cantar uma canção (uma ou duas) como uma oração. Podemos usar um formulário de oração. Podemos ler uma oração de forma responsiva. Podemos ter um tempo de silêncio. Podemos ter uma pessoa dirigindo a oração do púlpito. Podemos nos separar em pequenos grupos para oração. Fazemos diferentes coisa ao curso de 60 minutos. Normalmente cada parte tomar de 5 a 10 minutos.

5. Faça com que seus lideres estejam lá. A reunião de oração não irá vingar se o pastor não estiver por trás dela. Isso não significa que o pastor precisa estar em cada reunião de oração. Mas se você quer começar, aumentar ou reviver uma reunião oficial de oração as pessoas precisam ver que ela importa para os pastores e líderes. Eu geralmente lidero nossas reuniões de oração.

6. Fique com as crianças. Eu sei que deixar as crianças em um culto, ainda mais em um culto de oração, é desafiador. Nós temos um berçário para os recém-nascidos e bebês de colo nos domingos à noite. Mas uma das coisas mais legais sobre a nossa reunião de oração é que muitas crianças estão presente. Eles ficam nos grupos pequenos (quando separamos em grupos) e muitas vezes contribuem com os adultos. Eu não tenho palavras para descrever minha alegria quando um dos meus filhos ora em nosso círculo. Eu também me alegro que eles estão vendo a oração como modelo por outros crentes de fora de sua família e de todas as faixas etárias. Eles ouvem confissões, louvores e súplicas assim como todo mundo. Nós estamos ensinando nossos filhos a orar através do culto de oração. Também estamos mostrando que a oração realmente importa.

7. Seja persistente. Oração é trabalho duro. Oração é um dom, mas também uma habilidade para se aprender e desenvolver. Não desista se parecer estranho no começo ou se as pessoas não aparecerem. Seja fiel e ore continuamente.

*Nota do tradutor: nas igrejas cristãs nos Estados Unidos, o principal culto da semana é o culto do domingo pelas manhãs, que costuma receber o maior número de pessoas, diferentemente do Brasil, onde o principal culto acaba sendo o de domingo à noite.

Posted on Wednesday, November 30, 2011 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, November 29, 2011


Na primeira parte do texto, partindo de uma ilustração da série TheWalking Dead, vimos que as pessoas vão para o inferno por causa de seus próprios pecados. Vimos que as boas obras em nada podem ajudar nessa questão e que podemos ir para o céu por causa da dupla obra de Cristo, morrendo na cruz por nós e vivendo uma vida perfeita em nosso lugar. A bondade de Cristo é colocada em nós e a nossa maldade colocada sobre ele. A melhor de todas as trocas!
Mas vamos à segunda pergunta de Eugene, o personagem da série. Ela se resume no seguinte: “e todos aqueles que nunca ouviram falar em Jesus Cristo? Os Astecas, os sumérios, os nativos de Papua Nova Guiné? E as pessoas boas que existiram nessas civilizações, mas foram para o inferno simplesmente porque nunca souberam sobre Jesus? É justo alguém passar a eternidade no inferno só porque não tinham consciência da existência do cristianismo?”

A primeira coisa que alguém deve ter em mente é o seguinte: por que as pessoas vão para o inferno? Como vimos na primeira parte, o que leva alguém à condenação eterna no inferno são seus próprios atos. Uma pessoa vai para o inferno como resultado de sua rebelião contra Deus. Não é o fato em si de não conhecer ou não acreditar em Jesus como seu salvador pessoal que condena a pessoa. Apesar da descrença ser um pecado em si mesmo, não temos temos pessoas perfeitas andando por aí que nunca cometeram um único pecado contra Deus, mas que por uma pequena questão geográfica ou histórica não foram avisadas sobre o caminho da salvação e acabaram infelizmente no inferno. Todos pecaram (Rom 3:23), todos! Lembre-se disso. Aquele que vai para o inferno vai pelas suas próprias ações. A imagem de um Deus sádico que fica brincando de uni-duni-tê com seres humanos, lançando esse para o inferno e aquele para o céu não é uma caracterização bíblica. Muito pelo contrário. A imagem que a Bíblia nos passa é de um Deus amaroso, que apesar de ter dado toda a criação para o ser humano desfrutar, recebeu nada mais do que rebelião e desprezo daqueles que deveriam amá-lo totalmente. Por muito menos nós seres humanos teríamos lançado nossa própria raça no inferno por toda a eternidade e sem menor chance de escapar. Não é isso o que acontece nas Escrituras. “Deus retribuirá a cada um conforme o seu procedimento” Romanos 2:6.
O asteca que morreu e foi para o inferno o fez por conta de suas próprias ações. Assim também como os sumérios ou os nativos de Papua Nova Guiné. Alguém poderia dizer: “mas eles não conheciam Deus!” Isso não é verdade. Veja o que diz Romanos 1:20-23:
“Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis.”
A criação de Deus aponta para Ele. Aponta para a existência de um criador. “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos” Salmos 19:1. Nenhum ser humano poderá chegar perante Deus e dizer: eu não sabia que você existia. Eu não tinha evidências para isso. Deus nos deu todo o universo como evidência para sua existência. Existe uma enorme luta por parte de muitos para tentar negar essa verdade. Todo tipo de teoria ou idéia é levantada. As coisas mais absurdas estão sendo ditas e aceitas como verdade, veja o caso de Stephen Hawking. Mas por mais que se corra pra lá, corra pra cá, a conclusão final sempre será a mesma: ex-nihilo, nihil fit (do nada, nada se cria). Para mais informações sobre isso, leia a postagem Argumento Cosmológico.
Isso também é conhecido como Teologia Natural, ou seja, o que podemos aprender sobre Deus a partir da observação da natureza. E podemos aprender muita coisa sobre Deus e quem Ele é. Apesar de não termos na Teologia Natural o suficiente para desenvolvermos uma fé salvífica, existe o suficiente para que não possamos ser considerados inocentes. Um dia ainda vou escrever uma postagem sobre Teologia Natural e como inferir tanto a existência quanto quem é esse Deus.
Um outro ponto importante também é que nem todos serão julgados da mesma forma. Existem diferentes punições e também julgamentos diferentes: “Todo aquele que pecar sem a lei, sem a lei também perecerá, e todo aquele que pecar sob a lei, pela lei será julgado” Romanos 2:12.
Talvez, ainda assim parece um pouco injusto que existam pessoas que nunca ouviram falar de Cristo. Eu concordo. Mas a culpa disso não é de Deus. É nossa. A igreja possui uma grande ordenança para ir e pregar o evangelho.
O mais incrível de tudo isso pra mim é que Paulo afirma em Gálatas 4:4 que “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei”. Hoje estamos à beira de 7 bilhões de pessoas no planeta. Quando Cristo veio, a população mundial era de cerca de 200 milhões de pessoas! Praticamente toda a população atual do Brasil! De todas as pessoas que já viveram no planeta, a esmagadora maioria viveu e vive sob a época da Graça do cristianismo. E se o mundo todo ainda não ouviu sob o cristianismo, a culpa é nossa. A culpa é apenas dos cristãos.
Temos também ouvido relatos sobre eventos incríveis que acontecem nos países mais fechados, como por exemplo nas nações islâmicas, onde muitos tem ouvido falar sobre Cristo das maneiras mais diferentes possíveis, desde cópias esquecidas do filme Jesus até sonhos daqueles que leram no Alcorão sobre Jesus (Issa). Essas histórias nos trazem esperança e alegria (além de muito temor) sobre as ações de Deus na salvação daqueles que Ele deseja salvar.
O último ponto que eu gostaria de abordar é exatamente o último comentário de Eugene. Ele diz assim para o Padre Gabriel:
“Porque ele simplesmente não pode aparecer um dia no céu e dizer 'me idolatrem'? Isso eu poderia aceitar”.
A aparição de Deus nos céus traria dois problemas para os céticos. Primeiro, eles não teriam escolha, já que negar a existência de Deus em uma situação como essa seria uma tremenda burrice. Eles simplesmente não teriam escolha. E por não terem escolha, poderiam muito bem acusar Deus de ser tirano e forçar toda a humanidade a aceitá-lo e adorá-lo. Se já chamam Deus de tirano por muito menos...
Também é bem possível que a aparição de Deus nos céus gerasse todo tipo de explicação que negasse que o evento realmente aconteceu. Esse é o caminho natural de muitos homens que tentam negar todas as outras evidências para a existência desse Deus. Fazemos isso com a criação, com as verdades morais que apontam um legislador moral, com o design que vemos na criação, com a ressurreição de Cristo como evento histórico. Se Deus aparecer nos céus clamando por adoração, teremos logo em seguida uma turba de cientistas explicando como esse evento sobrenatural poderá ser explicado de forma natural.
Mas vamos supor que ninguém negue o evento. Vamos supor que todos aceitem que aquele que está aparecendo no céu é realmente Deus. Ainda assim, não tenho certeza que as pessoas irão se submeter a Ele, por um simples motivo: a negação da existência de Deus não é uma questão de evidências, mas sim uma questão de vontade. A Bíblia reconhece isso. No livro de Apocalipse, muitas coisas incríveis estão acontecendo. Morte, guerra, fogo, coisas que o homem nunca tinha visto, não naquela intensidade. Ainda assim, o texto diz: “E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos” Apocalipse 9:21.
O ceticismo de Eugene dificilmente teria acabado com uma aparição sobrenatural no céu. Se o universo não é suficiente, nada mais seria.
Enfim, se o Padre Gabriel tivesse estudado um pouco mais de teologia e tivesse algumas ferramentas de apologética em seu cinto de utilidades, teria feito um trabalho bem melhor em responder às perguntas do cético Eugene. Muitos cristãos se encontram nessa situação.
Como você se sairia se estivesse no lugar do Padre Gabriel? Você está “sempre preparado para responder com mansidão e temor a qualquer que lhe pedir a razão da esperança que há em você?” (1 Pedro 3:15).

Posted on Tuesday, November 29, 2011 by Maurilo e Vivian

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Monday, November 28, 2011

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Ascetismo:



Esino segundo o qual a espiritualidade é alcançada por meio da renúncia dos prazeres físicos e dos desejos, concentrando-se o indivíduo em questões "espirituais". O próprio Jesus defendeu certas práticas como o jejum (Mt 9.15) ou - pelo menos para algumas pessoas - o celibato (Mt. 19.12), a favor do reino; entretanto, alguns cristãos sobrestimaram o papel das práticas ascéticas. Isso levou o apóstolo Paulo a afirmar que o ascetismo em si é insuficiente como meio de escapar do pecado (Cl. 2.20-23). Infelizmente, muitas vezes se verifica a continuidade do ascetismo, com base na suposição de que o corpo é mau, sendo causa suprema do pecado - conceito sem nenhuma base bíblica.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, November 28, 2011 by Maurilo e Vivian

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