Saturday, December 31, 2011


Um Feliz 2012 para todos os nossos queridos amigos (e os que não são tão amigos assim).
Que nesse ano que se inicia o foco da sua vida possa ser um só: Jesus Cristo, Deus. Lembre-se do quanto Ele ama você, a ponto de humilhar para te salvar.

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Filipenses 2:5-8

Posted on Saturday, December 31, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, December 28, 2011



Uma das coisas legais de se envelhecer é ver todo o processo de crescimento que tanto nós quanto aqueles ao nosso redor passam. Houve a época do namoro, depois do noivado e enfim o casamento. A Vivian e eu fomos uns dos primeiros entre os nossos amigos de igreja a casar, cinco anos atrás e depois disso, vários deles foram noivando e casando, garantindo para nós alguns casamentos a cada ano para ir. E no último que fomos, passei um bom tempo conversando com um irmão e amigo sobre a atual situação da igreja. Entre os vários tópicos que tratamos no tempo que tivemos, falamos sobre um que me pareceu interessante: como nós cristãos representamos a nós mesmos.
Uma das coisas que meu amigo disse é que na internet, existe muita coisa boa. Muitos blogs e sites bons com material legal e que têm feito um bom trabalho de admoestação. Mas às vezes, a admoestação se torna pura e simples maledicência e o motivo e razão para existência de certos ministérios é falar mal. Concordando com ele, eu disse que nós estamos entre os primeiros a falar mal e fazer propagando ruim sobre nós. Esse é uma prática comum no meio cristão e tem se tornado ainda mais intensa com o advento da internet.
Não me entendam mal, eu acho que devemos ser os primeiros a notar e reportar os erros dentro de nossa própria comunidade. Várias vezes aqui em nosso blog já falamos sobre os erros que se tem cometido no meio cristão. Não acho que a prática em si seja ruim. O problema aparece quando nosso ministério como um todo possui apenas essa enfase, somente falar mal sem apresentar o que deveria ser a verdade pelos padrões bíblicos, falar mal pelo falar mal. É como me amigo disse: ministério da maledicência.
Engraçado que estávamos conversando sobre isso na mesma semana que estava lendo um livro chamado “Christians are hate-filled hypocrites... and otherslies you've been told” (Os cristão são hipócritas cheios de ódio... e outras mentiras que te contaram), do sociologista Bradley R. E. Wright. Nesse livro, o autor trabalha a questão de como estatísticas publicadas em livros e artigos cristãos mostrando que a igreja cristã está em um estado deplorável muitas vezes apenas servem para aumentar a venda de livros e de ministérios que querem vender conferências. Wright, que é um sociologista com especialidade em pesquisas estatísticas, nos apresenta um quadro interessante de como nós cristãos somos os primeiros a fazer propaganda ruim sobre a nossa fé. Um dos casos apresentados por Wright é de uma pesquisa famosa nos EUA que dizia que a taxa de divórcios entre os evangélicos era igual à taxa dos não evangélicos. Essa é uma notícia muito ruim; se fosse verdadeira. O que muita gente não sabe é que o estudo fazia uma diferenciação entre aqueles que se diziam evangélicos mas nunca iam à igreja, conhecidos como nominais e aqueles que realmente frequentavam as igrejas. Os evangélicos nominais tinham a mesma taxa de divórcio dos não evangélicos. Entre os evangélicos que frequentavam a igreja, a taxa de divórcios era substancialmente menor, cerca de um terço da média. Esse ainda é um número alto dentro da igreja, mas apresenta um cenário muito mais positivo do que o que temos ouvido por ai.
Resumidamente, precisamos tomar um pouco de cuidado, especialmente nós que trabalhamos no mundo virtual, para não apresentarmos um cenário da igreja pior do que ele é. O Evangelho de Cristo já é ofensivo por si mesmo (Romanos 9:33), não precisamos aumentar as ofensas que ele já possui. Não devemos também esquecer nossa história como igreja, das grandes contribuições que o cristianismo trouxe e ainda traz ao mundo (universidades, hospitais, liberdade, caridade, melhor tratamento das mulheres e tantas e tantas outras coisas). Temos um passado incrível pelo qual nos orgulhar.
Claro, ainda está pela nossa frente muito trabalho para ser feito. Muitos lobos estão se infiltrando no meio do rebanho e esses devem ser denunciados. Mas não devemos tornar nossa vida uma eterna reclamação sobre o estado da igreja, vendo defeitos onde não existem ou simplesmente dizendo que o céu vai cair sobre a nossa cabeça, como faziam os gauleses. Devemos denunciar os erros, mas estar sempre prontos para oferecer a verdade e o conforto que existem na pregação do evangelho. Esse é o poder de Deus para a salvação do homem (Romanos 1:16).

Posted on Wednesday, December 28, 2011 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, December 27, 2011




Eu esbocei o texto que se segue a pedido da Christian Apologetics Alliance (Aliança Cristã Apologética) que está compilando uma série de artigos de respostas a objeções ao teísmo. Apesar de existir aqui uma sobreposição da minha revisão do livro de coautoria de Stephen Hawking “The Grand Design”, o presente artigo é mais adequado como uma resposta mais sucinta e específica para qualquer um que argumente contra a criação divina.

Objeção: “Tem sido mostrado nos dias de hoje que o universo causou a si mesmo ao invés de ter vindo à existência por qualquer outra coisa.”

Chaves de referência no final do artigo.

A objeção é necessariamente falsa já que o máximo que a ciência poderia dizer a respeito disso é que “o universo talvez tenha causado a si mesmo...”. Se isso aconteceu ou não, não está aberto ao questionamento científico. No entanto, mesmo esse “talvez tenha” afirmado permanece totalmente sem embasamento e é logicamente incoerente, como eu vou tentar demonstrar abaixo. Mas antes, vamos ser claros em relação aos fatos.

Até o início do século 20 a maioria dos cientistas acreditava que o universo sempre existiu. Mas essa visão foi destruída por duas descobertas, uma teórica e outra experimental. O desenvolvimento experimental foi a teoria geral da relatividade de Einstein que implicava que apenas um universo que estivesse em expansão (ou encolhimento) poderia ser estável. Einstein, de fato, inseriu um “fator lorota” arbitrário em sua equação para permitir um universo estático, mas mais tarde se retratou [WMG p.100]. A descoberta experimental foi que o universo de fato estava se expandindo, evidenciado pela desvio gravitacional para o vermelho nos espectros de galáxias distantes [WMG pp. 101-102]. Isso então implicou que o universo tinha de fato um começo que pode ser representado como uma singularidade (uma situação na qual certas grandezas físicas se tornam infinitas – nesse caso temperatura e densidade). Esse singularidade implicada ficou conhecida como a origem quente “Big Bang” do universo e hoje é geralmente aceita pelos cosmologistas. Observações mais recentes da toda presente “radiação cósmica micro-ondas de fundo” provê evidências confirmatórias desse modelo da origem cósmica (ou cosmogênesis) [WMG pp. 102-103].

Desde essa época, alguns cientistas tem avançado teorias engenhosas (estritamente hipotéticas) na tentativa de evitar a implicação teológica de uma criação como a do big bang – mais recentemente Victor Stenger nos EUA e Stephen Hawking no Reino Unido. Basicamente, eles afirmam que os modelos científicos/matemáticos podem explicar como o universo pode ter surgido espontaneamente do nada (ex-nihilo) pela operação de leis naturais sem a intervenção de um criador natural [Stenger, Hawking]. No entanto, seu raciocínio é seriamente falho nos seguintes pontos:

1. É importante entender que a ciência não pode explicar nada que não seja em termos de leis da natureza. A ciência funciona primeiro pela descoberta (pela observação) de leis que descrevem as ações da natureza e então usa esse conhecimento para buscar mais explicações – começando com hipóteses e então confirmando essas hipóteses através de vários testes, o principal deles sempre sendo um experimento de verificação repetível. Para se oferecer uma explicação científica de qualquer coisa é sempre necessário apelar à leis já existentes (ou ao menos para uma hipótese plausível). Sem lei, sem ciência; simples assim.

2. Para explicar a origem do universo cientificamente, portanto, requer-se um apelo as leis da natureza (estabelecidas ou hipotéticas) que existiam anteriormente ao universo. Mas as leis da natureza não são nada mais do que descrições de como a natureza opera. Ninguém nunca propôs uma lei da natureza que não envolvesse a existência de entidades naturais, sejam elas matéria, energia, tempo-espaço ou sistemas matemáticos (Veja que a matemática é indiscutivelmente filosófica ao invés de científica e é apenas cientificamente relevante quando aplicada às realidades naturais – ou seja, ao mundo como ele existe).

3. Isso cria um dilema; as leis da natureza não podem existir sem a própria natureza existir mas a origem da natureza não pode ser explicada cientificamente sem leis pré-existentes. A conclusão lógica é que a ciência não pode, por sua própria natureza, explicar a origem do universo.

4. A única alternativa é que as leis da natureza pré-existiam em relação ao universo como um tipo de diagrama em um algum tipo de meio não material como a “mente de Deus”.

5. Stephen Hawking falha nesse dilema ao afirmar que o universo foi criado como resultado de flutuações mecânicas quânticas (em um vácuo) que se estabilizou pelas forças gravitacionais [Hawking pp. 131-135; Hawking review]. Ele então requer que as leis da mecânica quântica e da gravidade pré-existissem em relação ao universo (mais para frente ele parece fazer as mesmas afirmações em relação à chamada Teoria-M). Mas o que é a lei da gravidade se não uma descrição da forma como os corpos materiais interagem – seja um com o outro ou com o continuum espaço-tempo? Afirmar que tal lei existia na ausência de matéria, energia, espaço ou tempo é forçar a credulidade e é impossível de ser demonstrada. Apenas argumentos do tipo “a mente de Deus” e “diagramas não materiais” sobram no final das contas e esses são argumentos teológicos, não científicos.

6. Victor Stenger parece reconhecer esse problema e tenta superá-lo propondo que as leis da natureza primeiro criaram a si mesmas do nada e então estavam disponíveis para criar o cosmos. Suas exatas palavras são: “Então de onde as leis da natureza vieram? Elas vieram do nada!... [elas] se seguiram das simetrias vazias das quais o universo espontaneamente apareceu” [Stenger p.131]. No entanto, “simetrias” são propriedades atribuídas pelos cientistas às leis e/ou fenômenos de ordem natural; elas não existem a parte do cosmos que descrevem. Qualquer vazio que possui simetria, portanto, deve por definição estar dentro do universo e não pode dar origem a ele. Por exemplo, pode-se discutir que o espaço-tempo possui simetria para que um vácuo dentro do cosmos também exibisse simetria. Mas qualquer vazio que estivesse fora do espaço-tempo não poderia ter simetria ou qualquer outra propriedade física – e não poderia ser conhecida por fazer tal coisa

7. Conclusão: tentativas para explicar a origem do universo como um evento espontâneo ocorrido em um “vazio” pré-existente falha tanto o teste da ciência quanto da lógica.

Referências
  • ‘Stenger’; Victor J. Stenger, God, the failed hypothesis (New York, Prometheus Books, 2007)
  • ‘Hawking’; Stephen Hawking and Leonard Mlodinow, The grand design; new answers to the ultimate questions of life (London, Bantam Press, 2010)
  • ‘WMG’; Edgar Andrews, Who made God? Searching for a theory of everything (Darlington, 2009)
  • ‘Hawking review’; Edgar Andrews, God, black holes and Stephen Hawking (review of The grand design on www.whomadegod.org)  

Posted on Tuesday, December 27, 2011 by Maurilo e Vivian

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Monday, December 26, 2011

segundas com termos da teologia hoje agostinho



Atanásio (296-373):



Apologista e teólogo da igreja primitiva, tendo sido bispo de Alexandria. A maior contribuição de Atanásio para a teologia cristã foi sua posição inabalável contra o ensino ariano, muito popular em sua época.

Fonte: Dicionário de Teologia, edição de bolso. Ed. Vida.

Posted on Monday, December 26, 2011 by Maurilo e Vivian

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Saturday, December 24, 2011


Posted on Saturday, December 24, 2011 by Maurilo e Vivian

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Friday, December 23, 2011


Existe uma razão para a estação, para o Natal. Mas existe algo que talvez você não saiba.
Nessa época, não celebre um mito criado para controlar os desejos das pessoas.




Celebre a razãopara a existência da Razão: o Logos que se fez carne.(João 1:14)
και ο λογος σαρξ εγενετο



Um Feliz Natal da Família Pés Descalços Evangelismo!

Posted on Friday, December 23, 2011 by Maurilo e Vivian

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Wednesday, December 21, 2011




Richard Dawkins foi recentemente desafiado a debater William Lane Craig. Ele se recusou. Craig, de acordo com ele, é um “deplorável apologista de genocídio” com quem ele não dividiria uma plataforma. O genocídio em questão é aquele dos cananeus no livro de Deuteronômio no Velho Testamento (veja o link em inglês).

Uma das frases mais famosas de Richard no livro “Deus, um delírio” sobre esse assunto é:
O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo.

Um dos grandes problemas que muitas pessoas tem com Deus como detalhado na Bíblia, como Richard tão claramente demonstrou acima, é o de Seu julgamento contra as nações como dos cananeus. Só é necessário ler a história bíblica para ver Deus ordenando a matança de homens, mulheres e crianças cananéias. Nem mesmo os animais foram poupados. O que fazemos com isso? Deus é um monstro moral?


Paul Copan tentou responder a esse desafio em seu livro “Is God a Moral Monster? Making Sense of the Old Testament God” (Deus é um monstro moral? Fazendo sentido do Deus do Velho Testamento). A sua resposta para a acusação que Deus comandou o genocídio dos cananeus é que esse não foi o genocídio que parece ter sido se realmente lermos o texto pelo que é; o texto é uma hipérbole e um exagero daquilo que realmente aconteceu; que esses eram mais ataques desabilitantes e não as conquistas militares do tipo “não deixe sobreviventes” que se pode concluir pela leitura do texto. As passagens sobre mulheres e crianças são apenas artifícios de linguagem sendo usados como uma metáfora inativadora de certas estruturas para que a influência dos cananeus fosse desabilitada. Para uma explicação mais detalhada você pode ouvir essa entrevista (terceira hora, em inglês) com Greg Koukl em seu programa de rádio em STR ou no blog. Ou você pode comprar seu livro.

Enquanto a explicação de Paul Copan sobre os assuntos como escravidão, bigamia, sacrifício de crianças e tratamento de mulheres no Velho Testamento fazem sentido pra mim, eu acredito que Clay Jones chega à correta conclusão sobre o assunto do “genocídio divino” dos cananeus. Ele afirma eu seu tratado, “Nós nãoodiamos o pecado, por isso não entendemos os cananeus”, que a interpretação pelo o que está escrito no texto é a interpretação correta. Clay também apareceu no programa de rádio de Greg Koukl em uma entrevista que pode ser encontrada aqui (terceira hora, em inglês) que é de onde eu consegui a maioria das respostas para o resto da postagem.

A primeira coisa que precisa ser examinada é a cultura e o comportamento dos Cananeus para ver se poderia existir alguma justificativa para sua obliteração como descrita no Velho Testamento. O arqueologista William Allbright fala sobre um antigo poema cananeu onde o deus cananeu Baal estupra sua irmã enquanto ela está na forma de uma bezerra 77 ou mesmo 88 vezes. Nós temos aqui estupro, incesto e bestialidade no mesmo ato. Baal também faz sexo com sua mãe e sua filha. Se esse é o ser que os cananeus adoram, se esse é o Deus que eles veneram, então, de acordo com Jones, certamente é isso que eles também praticam. E esses atos são confirmados por estudos mais profundos da cultura cananéia. Deus proibiu essas práticas em Levítico e esses pecados são punidos quando, tanto os cananeus quanto os israelitas os cometem. E essa punição era dura. Sodoma e Gomorra são exemplos de cidades cananéias que foram julgadas por Deus com uma boa justificação moral.

Então, como Clay Jones responde as passagens da completa destruição dos cananeus no Velho Testamento? Clay começa fazendo uma observação sobre a nossa própria cultura. Nós parecemos ter sido inoculados pelo pecado. A maioria das pessoas parecem não se importar mais em relação ao pecado. Nossa cultura nem mesmo reconhece tais coisas como pecado, quanto mais entender o que o termo “pecado” realmente significa. Nós nos tornamos como os cananeus em nossa própria cultura a tal ponto que, como Clay afirma, “estudar tais coisas ao longo dos anos me levou a pensar que os cananeus poderiam se levantar no Dia do Julgamento e condenar essa geração”.

Animais
Por que matar animais? Você não vai querer ficar perto de animais usados para ter relação sexual com pessoas. No artigo de Clay ele dá exemplo de uma gorila atacando sexualmente um psicólogo.

Mulheres
Se você quer erradicar essas práticas da cultura, então por que você vai deixar vivas as mulheres que eram tão culpadas e igualmente perigosas quanto homens na participação dessas práticas?

Crianças
Sim, as crianças também. Primeiramente, qual idade você começa a separar as crianças dos adultos? 18? 12? Clay nos fala das crianças que eles adotaram porque ele e sua esposa não podiam ter filhos. Eles aprenderam que crianças que vem para a sua casa com idade de 4 anos estavam trazendo sua cultura com elas. Agora, e se você tivesse matado os pais dela? Como seria a rebelião na adolescência para essas crianças que foram preservadas? Certamente elas foram expostas a culturas altamente sexualizadas e muito provavelmente foram molestadas naquela época.

Então, como você se livra dessa cultura no intuito de prevenir que ela afete os israelitas adversamente? Se você quer erradicar a pecaminosidade dos cananeus, de que outra forma você pode fazê-lo?

Mas espere, eu ouço você dizer, a Bíblia fala da continuidade da presença dos cananeus na região depois que esse “genocídio divino” ocorreu. Como Clay responde isso? Clay nos leva a observar os textos que falam do “genocídio divino” e mostra que a ordenança de Deus era apenas para uma região específica. Ainda havia presença cananéia fora da região onde os israelitas deveriam habitar e por isso que ainda estava em vigor a ordem para não tomar esposas fora da cultura israelita. Mas como lemos mais adiante no texto, os gostos dos reis Davi e Salomão não permitiram que eles respeitassem essas leis perfeitamente (tomando esposas de fora da comunidade israelita) e portanto a cultura cananéia foi reintroduzida dentro da cultura de Israel e a corrompeu ao ponto que Deus lidou de forma dura com os israelitas através dos assírios e babilônios.

Concluindo, eu acho que podemos aceitar o texto como ele é. A questão que permanece é o que você pensa sobre Deus comandando tal coisa? Tem Deus o direito de fazer o que Ele quer com a Sua criação? Se você tem algum problema com o julgamento seletivo dos cananeus, então como você se sente em relação à completa destruição que Deus trouxe durante o Dilúvio? E como você se sente em relação à iminente destruição de tudo no Armagedom?

Posted on Wednesday, December 21, 2011 by Maurilo e Vivian

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