Sunday, April 11, 2010


Mito 3: Resistência aos Antibióticos

Você pode ter ouvido este em algum momento. O desenvolvimento e a disseminação de bactérias resistentes aos antibióticos (e plantas e insetos resistentes a pesticidas) é proclamado aos quatro ventos como prova da evolução acontecendo "agora mesmo". As pressões seletivas forçam estes organismos a evoluir, pelo menos, esta é a forma como os evolucionistas explicam o evento.
As bactérias desenvolveram resistência aos antibióticos? Sim, isto é um fato bem documentado pela ciência. Isso prova a evolução darwiniana? Não, nem de perto. Mais uma vez, os evolucionistas tomam as observações e as passam através de seus filtros de visão de mundo. O problema (para os evolucionistas) é que as mutações que fazem as bactérias (e outros organismos) superar as pressões ambientais não são as mutações de “ganho de informações” necessárias pelo postulado de Darwin. Na verdade, estas mutações geralmente vêm com um preço exorbitante para o organismo – um preço que geralmente não aparece até que a pressão ambiental seja removida - e muitas vezes, significa a incapacidade de competir com as bactérias não-mutantes.
Bactérias, de fato, mostram a criatividade incrível de Deus na medida em que podem trocar de DNA com outras bactérias. Esta característica surpreendente revela as provisões que Deus fez por elas para sobreviverem em um mundo decaído e as rápidas mudanças dos ambientes. No entanto, elas não têm como e não podem evoluir para outra coisa. Elas foram e sempre serão bactérias.

Posted on Sunday, April 11, 2010 by Maurilo e Vivian

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Tuesday, April 06, 2010


Noé se prepara para mais um dia cheio...

Posted on Tuesday, April 06, 2010 by Maurilo e Vivian

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Enquanto a evolução faz seu trabalho sujo, ela deixa para trás vestígios de sua maquinações, ou é assim que diz o argumento. Os evolucionistas afirmam que os seres humanos e outros animais possuem órgãos e DNA restantes que provam o poder de mutações e da seleção natural. Na verdade, isto é frequentemente apresentado como uma refutação poderosa contra os criacionistas.
Mas o mito pára aqui. Se um órgão perde a função, isto prova apenas que o órgão perdeu a função. Muitas vezes, porém, este tipo de afirmações são prematuras e com base nas expectativas da evolução. O apêndice, por exemplo, já foi um bastião do vestigialismo, mas agora sabemos qual é a sua função. Alguém pode pensar, de fato, quanto o pensamento evolucionista tem retardado a ciência, afirmando que as coisas não são mais necessárias.
No final, a perda da função (após todas as outras possibilidades terem sido eliminadas) é uma melhor evidência de um mundo que está em decadência, o que é exatamente o que a Bíblia diz sobre o universo em que vivemos.

Posted on Tuesday, April 06, 2010 by Maurilo e Vivian

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Saturday, April 03, 2010


Durante o mês de Março publicamos alguns artigos sobre os evidências históricas para a ressurreição de Cristo. Elas pode ser encontradas pelo blog.
Para facilitar a vida de quem quer aprender a compartilhar a ressurreição com outros ou mesmo trazer alguns fundamentos históricos para sua fé, colocamos o link para todos os artigos em um único post.
Leia esses artigos com atenção, pois como disse o apóstolo Paulo:

“E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”.
1 Coríntios 15:14






Posted on Saturday, April 03, 2010 by Maurilo e Vivian

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Se olharmos à nossa volta (e até mesmo em nossos próprios corpos), veremos muitas estruturas que parecem mostrar design menos do que ótimo. O que isto significa para alguns evolucionistas é que isso prova que não há nenhum criador. Afinal, um criador inteligente como Deus não teria feito desenhos imperfeitos.
Desmistificar o mito requer muito pouco esforço. Primeiro de tudo, como pode o ser humano julgar o que é o melhor projeto? Alguns projetos requerem um equilíbrio de eficiência e eficácia, tal como encontramos no olho humano (uma estrutura perfeitamente adequada para a vida humana). Além disso, dificilmente poderíamos esperar que um universo que foi amaldiçoado com a degeneração do pecado há mais de 6.000 anos manteria o seu design de forma perfeita. O fato de continuarmos a sobreviver, no entanto, é uma evidência de quão bom o projeto original era. Por último, o crescimento do campo biomimético (copiar o design da natureza) nos mostra que a criação de Deus (mesmo em seu estado caído) oferece uma riqueza de potencial de design – e um bom design.

Posted on Saturday, April 03, 2010 by Maurilo e Vivian

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Friday, April 02, 2010


A sutil montagem macaco-para-humano que mostra um ser como macaco na esquerda lentamente se tornando um ser humano no lado direito faz tanto parte da nossa cultura que qualquer um pode reconhecê-la. Museus de história natural e programas de TV nos dão um suposto vislumbre do passado e como os ancestrais do humanos poderiam ter parecido. Pena que é tudo uma farsa.

Fósseis de macacos são difíceis de encontrar, mas várias espécies foram encontradas. No entanto, um fóssil de macaco novo não gera tanto interesse ou prestígio como se for chamado de ancestral "humano", razão pela qual há tanta atenção em como fósseis de macacos estão ligados com a história da evolução. O desejo de "preencher as lacunas" leva a muitas conclusões falsas. Por exemplo, algumas das supostas características “bípedes” encontradas em fósseis também são encontrados em macacos vivos que não são bípedes.
Na verdade, imaginação, ânsia e pressupostos influenciam em grande medida as “reconstruções” que encontramos em revistas, livros e na TV. Desfrute da ciência, mas não seja enganado pela ficção.

Posted on Friday, April 02, 2010 by Maurilo e Vivian

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Thursday, April 01, 2010


Uma grande prova para a evolução humana é, segundo os evolucionistas, a alegada similaridade de 98% entre o DNA humano e o do chimpanzé e a evidência da fusão cromossômica. Livros didáticos nos dizem que isso prova a ancestralidade comum dos seres humanos e macacos com seres simiescos que viveram há milhões de anos atrás.
O que faz disso disto um mito, porém, é que os evolucionistas se esquecem de mencionar o problema com este argumento. Por um lado, a porcentagem de similaridade pode soar impressionante (dependendo da porcentagem que você encontrar), mas isso representa milhões de letras de diferença no DNA. Some a isso as muitas diferenças no DNA que não estão representadas nos 98% semelhantes (tais como deleções) e as diferenças epigenéticas e o abismo cresce. Em segundo lugar, ver a “história” dos seres humanos evoluindo a partir chimpanzés pelo DNA e cromossomos requer um compromisso prévio com a evolução. Os evolucionistas interpretam os dados para dizer o que eles querem que eles signifiquem, à luz do mito de Darwin.
Embora haja semelhanças entre macacos e seres humanos, esta também é uma forte evidência de um Designer comum, que deu a humanidade características diferentes de qualquer outra criatura que Ele fez. Mas isso não impede os evolucionistas, conscientemente ou não, de usar isso como propaganda direta, como no mito número 6.

Posted on Thursday, April 01, 2010 by Maurilo e Vivian

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